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Polícia descarta crime em atropelamento de cachorro em Cariacica

A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) concluiu nesta quarta-feira (4) o inquérito que investigou o atropelamento do cão “Ravi”, ocorrido na segunda-feira (2) em Cariacica. As inve

Por Fabricio Rodrigues em 04/02/2026 às 19:00:54
Imagens mostram que motorista parou para socorrer o cachorro | Foto: Divulgação PCES
O relatório final concluiu pela “atipicidade da conduta”, já que a Lei de Crimes Ambientais não prevê crime culposo

Imagens mostram que motorista parou para socorrer o cachorro | Foto: Divulgação PCES O relatório final concluiu pela “atipicidade da conduta”, já que a Lei de Crimes Ambientais não prevê crime culposo

A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) concluiu nesta quarta-feira (4) o inquérito que investigou o atropelamento do cão “Ravi”, ocorrido na segunda-feira (2) em Cariacica. As investigações apontaram que o motorista não teve intenção de atropelar o animal.

Segundo o relato da tutora, a filha de seis anos deixou o portão de casa aberto, e o cachorro acabou saindo para a rua. “Ravi” vivia dentro de casa e não tinha o hábito de circular pelo bairro. Ele foi atingido por um veículo que trafegava pelo local. Após o atropelamento, a tutora socorreu o animal, mas ele não resistiu aos ferimentos.

O delegado Leandro Piquet, responsável pelo Núcleo de Proteção Animal da Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DEPMA), explicou que as imagens analisadas mostraram que o motorista trafegava em baixa velocidade, parou logo após o acidente e chegou a procurar a tutora, acreditando que o cachorro não havia se ferido gravemente.

O relatório final concluiu pela “atipicidade da conduta”, já que a Lei de Crimes Ambientais não prevê crime culposo (sem intenção) para maus-tratos a animais.

“As apurações também descartaram a existência de dolo, ou seja, vontade ou consciência do condutor em provocar o atropelamento. Diante disso, o inquérito será encaminhado ao Ministério Público, com sugestão de arquivamento, destacando-se que a conduta do motorista, que parou o veículo e tentou prestar socorro, foi considerada colaborativa e responsável”, disse Piquet.

Fonte: ES HOJE

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