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Economia

Financiamento para carros: portaria amplia o programa Move Brasil – Táxi e Aplicativos; entenda

Com as novas regras, mais veículos ficam elegíveis para a linha de crédito, e o teto de financiamento sai de R$ 150 mil para R$ 200 mil


Motorista de aplicativo: Portaria traz mais opções, para ampliar o número de motoristas atendidos pelo programa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

OMinistério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic)publicou, nesta quinta-feira, 20, uma portaria conjunta com oMinistério da Fazendapara ampliar o alcance do programaMove Brasil – Táxi e Aplicativos. Com as novas regras, mais carros ficam elegíveis para a linha de crédito, e o teto de financiamento sai de R$ 150 mil para R$ 200 mil.

O programa, que figura entre as vitrines eleitorais do presidenteLuiz Inácio Lula da Silva, foi lançado em 19 de junho. E as operações de crédito podem ter contratação até 15 de setembro, quando acaba a vigência da medida provisória (MP) do Move Motoristas.

“A elevação do teto amplia o alcance potencial do critério econômico de cerca de 63% para 88% do mercado brasileiro de vendas automotivas. Segundo dados de emplacamentos daFenabrave(2025). Oferecendo mais opções aos beneficiários do programa, inclusive para categorias de maior padrão de conforto”, escreveu a Pasta em nota.

A nova portaria, publicada em edição extra doDiário Oficial da União(DOU) inclui, entre os veículos elegíveis, os híbridos com diferentes combinações de fontes de energia. Integrando motor elétrico e motor à combustão que utilize álcool, gasolina ou ambos.

O programa vinha patinando até 30 de julho, segundo oBanco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A linha decréditohavia atingido R$ 2,2 bilhões, ou seja, 7,3% dos R$ 30 bilhões disponíveis no âmbito do Move Motoristas.

A inclusão de outros veículos híbridos amplia a oferta, mantendo os critérios de sustentabilidade e eficiência energética, segundo o governo. Dados do Programa Brasileiro e Etiquetagem Veicular (PBEV 2026) indicam redução média próxima de 24% no consumo energético, comparado a versões convencionais equivalentes.

Folha Vitoria

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