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Com a chegada do outono, os dias começam a ficar mais curtos, as temperaturas caem e, sem perceber, algumas pessoas sentem o humor mudar e percebem claramente uma piora das dores de modo geral. É aquela sensação de dolorimento no corpo todo, falta de ânimo, um cansaço que não passa — e para quem já convive com dor crônica, tudo parece piorar.
Essa sensação não é frescura. A menor exposição à luz solar afeta diretamente a produção de serotonina, o “hormônio da felicidade”. Menos sol, menos serotonina — maior risco de oscilações de humor e até episódios de depressão sazonal. Para quem sente dor, isso é um problema sério, pois corpo e mente estão conectados: o sofrimento emocional amplia a percepção da dor.
Além disso, menos sol significa menor produção de vitamina D, essencial para ossos, músculos e imunidade. Baixa vitamina D agrava dores musculares e articulares, diminui a disposição e pode facilitar gripes, resfriados e alergias.
O que fazer? Não se feche em casa o tempo todo. Aproveite os horários de sol mais ameno, como manhã e fim de tarde, para caminhar ao ar livre, nem que seja por 15 minutos. Atividade física regular também ajuda a liberar endorfinas, substâncias que aliviam a dor e elevam o bem-estar.
Manter-se socialmente ativo é outro ponto chave: converse com amigos, busque atividades prazerosas e, se perceber sinais de tristeza persistente, procure ajuda profissional. Para quem já sente dor crônica, um acompanhamento multiprofissional faz toda diferença. Converse com seu médico especialista em dor pois pequenos ajustes na prescrição pode ajudar a superar essa fase!
Seu corpo fala, mas sua mente também. Outono não precisa ser sinônimo de dor e tristeza! Você pode passar por essa estação com mais leveza, saúde e bem-estar.
Fonte: Folha Vitória