A eleição pertence ao eleitor. É a partir dessa premissa que a Rede Vitória inicia hoje sua cobertura das eleições de 2026.
Nesse contexto, o jornalismo profissional assume o papel fundamental de mediador entre a sociedade e a disputa política. Em um ambiente marcado pela velocidade das redes sociais, pelo excesso de informações e pela disputa de narrativas, cabe ao jornalismo separar fatos de versões, confrontar discursos, contextualizar propostas e fazer as perguntas que precisam ser respondidas.
A partir dessas premissas, a Rede Vitória perguntou aos leitores do Folha Vitória quais temas deveriam orientar sua cobertura eleitoral. Entre 20 assuntos apresentados, a população apontou como prioridades o enfrentamento ao tráfico e ao crime organizado, a ampliação de leitos hospitalares e do acesso a exames de alta complexidade, o reforço das forças de segurança, o combate à violência contra a mulher e as políticas para a população em situação de rua.
Essas escolhas, feitas pelos próprios leitores, passam agora a nortear a cobertura especial das eleições de 2026. Telespectadores, leitores e ouvintes terão à disposição entrevistas individuais com candidatos ao Governo do Estado e ao Senado, dois debates para a disputa pelo Governo (um no primeiro turno e outro, se houver, no segundo turno), acompanhamento diário da movimentação política e uma ampla produção de conteúdos pautada por informação qualificada, pluralidade e independência.
O objetivo da Rede Vitória é contribuir para que estejam em discussão os temas que realmente importam para quem terá a responsabilidade de escolher os próximos representantes.
Para isso, também é imprescindível que os candidatos assumam sua responsabilidade de elevar o nível do debate político. O eleitor deseja e precisa conhecer propostas, prioridades e caminhos concretos para enfrentar os problemas que apontou como relevantes.
A eleição não pode se resumir a ataques pessoais ou à repetição de slogans. Deve ser, sobretudo, um espaço para o confronto democrático de ideias, propostas e projetos.
Quanto mais qualificado for o debate, melhores serão as condições para que o eleitor faça a sua escolha.
E é a ele que pertence a decisão final.
Folha Vitória