Wellington Callegari. Foto: JV Andrade/Ales
Wellington Callegari, de 44 anos, é candidato ao Senado pelo Espírito Santo nas Eleições 2026. O candidato do Democracia Cristã (DC) exerce seu primeiro mandato como deputado estadual, é professor da rede estadual e privada, além de servidor de carreira do Judiciário Estadual.
Callegari registrou sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na coligação “Senado Forte”, feita pelo DC com a federação PRD/Solidariedade. Ele concorre com o número 277.
Natural de São Paulo, ele se mudou para Vargem Alta durante a adolescência junto com sua família, formada por agricultores. Depois, passou a morar em Cachoeiro de Itapemirim em 2006.
Em 2026, Callegari está indo para o seu quarto pleito. A primeira vez que disputou uma eleição foi em 2018 para o cargo de deputado estadual pelo PSC e acabou ficando como suplente.
Dois anos depois, voltou a concorrer, desta vez pelo PL, como candidato a vice-prefeito de Cachoeiro de Itapemirim. Seu candidato, Jonas Nogueira (PL), ficou em terceiro.
Em 2022, Callegari foi eleito deputado estadual pelo PL, com 16.842 votos. Segundo o próprio candidato, seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa é pautado no conservadorismo, com destaque para os lemas pró-vida, pró-armas, direito de defesa e livre mercado.
Formação e atuação profissional
Wellington Callegari se formou em História em 2009 e conquistou aprovação no concurso de analista do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), em 2012. O candidato do DC é professor da rede estadual e privada das disciplinas de geografia, história e filosofia.
O deputado atua também como youtuber e leciona em cursos de vestibular. Antes, quando ainda morava em Vargem Alta, atuou no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Prefeitura do município e também como comerciante.
Em 2017, ele estruturou o Ordem, Justiça e Liberdade (OJL), grupo criado para organizar novos líderes do mesmo espectro político no Espírito Santo, segundo ele.
Callegari lançou sua pré-candidatura ao Senado ainda no ano passado, quando estava filiado ao PL. Com a opção do partido pela candidatura de Maguinha Malta (PL), ele pediu sua desfiliação da sigla sem perder o mandato de deputado estadual e migrou para o DC em novembro.
O Democracia Cristã confirmou a candidatura do deputado ao Senado na convenção partidária. Seus suplentes são Bruno Lourenço (PRD), que é empresário e foi candidato a vice-governador em 2022 na chapa com Carlos Manato, e Priscila Ramos (Solidariedade), gerente que disputa sua primeira eleição.
Neste ano, o eleitor vota em dois candidatos ao Senado e os dois mais votados assumem em 2027 para um mandato de oito anos.
Fonte: Folha Vitória