Projeção de parte da área de lazer do Taj, um dos principais argumentos de vendas do empreendimento de luxo. Crédito: Divulgação
Um empreendimento imobiliário em Vila Velha está virando uma chave importante no mercado de imóveis são só do município, mas do Estado. O Taj, complexo de luxo com dois prédios e foco em uma ampla área de lazer, chegou à marca de R$ 1,118 bilhão em vendas. Em uma realidade regional que sempre mediu grandes lançamentos em dezenas de milhões de reais, romper a marca de R$ 1 bilhão vendido tem um peso diferente. Ainda mais em um único produto residencial. Isso muda a escala da discussão.
O valor já comercializado representa 63% do Valor Geral de Vendas do empreendimento. Isso permite estimar um VGV total próximo de R$ 1,7 bilhão. É uma cifra que coloca o Taj em uma prateleira rara no Espírito Santo e explica por que o projeto passou a funcionar como vitrine do mercado de alto padrão. Segundo a Grand Construtora, o montante vendido equivale ao volume de vendas de 15 empreendimentos de alto padrão na área mais nobre de Vila Velha.
Ou seja, o alto padrão capixaba deixou de ser apenas um nicho de imóveis caros e passou a operar com lógica de produto financeiro, destino de moradia e ativo de diferenciação patrimonial. E isso se reflete no perfil das vendas. Mais de 40% das unidades foram vendidas a clientes de fora do Estado. Parte desse percentual, do exterior.
Taj entra em contagem regressiva
A contagem regressiva também importa. A construtora fez um encontro comercial que marcou os seis meses finais para a entrega do complexo, prevista para o fim de novembro. Essa etapa é decisiva porque transforma promessa em experiência física. Os corretores passaram a vender não apenas planta, imagem ou maquete, mas um produto quase pronto, com 21 mil metros quadrados de lazer.
Os 12 corretores de maior desempenho responderam por 28,7% de todo o faturamento do Taj. Em outras palavras, quase um terço de mais de R$ 1,1 bilhão passou por um grupo muito pequeno de profissionais.
Fonte: Folha Vitoria