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R$ 200 mil apreendidos na BR-101 no ES seriam usados para compra de fuzis na Rocinha

A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) deu detalhes, nesta quarta-feira (4), sobre a apreensão de R$ 200 mil feita na última sexta-feira (27), na BR-101, em Cariacica, na altura do Cea


Diego Augusto da Silva Andrade, conhecido como “Astro” Ainda segundo a polícia, durante o andamento do caso surgiram indícios de que Diego também estaria articulando um plano de fuga do presídio. A in

A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) deu detalhes, nesta quarta-feira (4), sobre a apreensão de R$ 200 mil feita na última sexta-feira (27), na BR-101, em Cariacica, na altura do Ceasa. Segundo as investigações, o valor seria levado ao Rio de Janeiro para a compra de fuzis na comunidade da Rocinha.

O carro que transportava o dinheiro foi interceptado após a polícia capixaba receber informações da Polícia Civil do Rio de Janeiro de que integrantes do tráfico do bairro Planalto Serrano, na Serra, estariam enviando uma grande quantia em espécie para adquirir armas de grosso calibre.

Com apoio de setores de inteligência e do sistema do Cerco Inteligente, os investigadores identificaram três veículos que teriam saído de Planalto Serrano e estariam dando apoio ao transporte do dinheiro.

Dinheiro estava em bolsa de criança

Durante a abordagem, os policiais encontraram os R$ 200 mil dentro de uma bolsa infantil. No carro estavam um homem, uma mulher e um bebê de oito meses.

A polícia acredita que o grupo pode ter sido recrutado para fazer o transporte do valor e que a presença da criança teria o objetivo de evitar suspeitas em uma possível fiscalização. Os adultos não tinham antecedentes criminais. Eles foram levados para prestar esclarecimentos e liberados, mas continuam sendo investigados.

Ordem teria partido de dentro de presídio

De acordo com a Polícia Civil, a compra dos fuzis teria sido determinada por Diego Augusto da Silva Andrade, conhecido como “Astro”, de 31 anos, apontado como chefe do tráfico em Planalto Serrano. Ele está preso em um presídio no Rio de Janeiro e, segundo a investigação, continuaria comandando ações do grupo mesmo de dentro da unidade prisional.

Ainda segundo a polícia, durante o andamento do caso surgiram indícios de que Diego também estaria articulando um plano de fuga do presídio. A intenção seria se deslocar para a Rocinha, depois da fuga, enquanto as armas seriam enviadas para a Serra para reforçar a atuação do grupo criminoso no Espírito Santo.

As investigações seguem em andamento para identificar todos os envolvidos e esclarecer os detalhes da tentativa de compra das armas.

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