Suspeitos foram indiciados por homicídio de jovem
Além disso, o delegado expôs que uma operação do Gaeco, que aconteceu entre 2020 e 2023, investigou um advogado que entregava mensagens para lideranças do tráfico de drogas da região de Vale Encantado que estavam presos, o que também levou à identificação de um dos autores do homicídio, o Léo do Vale, de 37 anos na época do crime."Ele servia como pombo-correio do crime, levando essas informações aqui para lideranças do Presídio de Segurança Máxima. E essa liderança que estava lá é o Edson Correia, vulgo Léo do Vale. (...) Após as investigações do GAECO, foi pego um catuque (recado). Um catux enviado pelo Gabriel Koski. Logo após o homicídio, ele envia um catuque para o Léo do Vale, dando conta do homicídio", explicou Cleudes Júnior.Ainda de acordo com as investigações, Gabriel Koski e LeonardoGramelisch, de 21 e 24 anos na época do crime, foram apontados como os atiradores. Já Marlon Carlini, que tinha 24 anos na época do homicídio, teria dado cobertura na fuga dos suspeitos ao dirigir um dos veículos. Ele segue foragido."O importante disso tudo é que, mesmo depois de praticamente cinco anos, o crime que deu muita repercussão na época, gerou repercussão, está elucidado com os três que participaram diretamente da execução como também aquele autor de trás, aquele que fica ali fomentando esses ataques", pontuou delegado.DenúnciaA Polícia Civil destacou a importância de a população compartilhar informações sobre o paradeiro do fugitivo por meio do Disque-Denúnica 181, com anonimato garantido pela corporação.
Tribuna Online