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Setor de móveis em alta no ES influencia escolhas dentro de casa

Qualidade, preço e durabilidade influenciam na escolha de móveis

Por Redação em 18/04/2026 às 05:00:22

A indústria moveleira vive um momento de expansão, impulsionada pela retomada do consumo, valorização do design e busca por soluções mais personalizadas dentro dos lares. No Espírito Santo, segundo dados da Receita Federal, há 1.098 empresas da área, além de microempreendedores individuais (MEI).

Dados do Observatório Findes apontam que, em 2023, o setor capixaba movimentou mais de R$ 448 milhões e atingiu 6.140 vínculos empregatícios, em 2025.

Porque isso importa: o setor conta com uma grande cadeia produtiva e impacta diretamente a economia local. Além disso, a escolha dos móveis vai além da estética e impacta diretamente conforto, funcionalidade e até a durabilidade do ambiente.

O setor tem se destacado em diversas cidades do Espírito Santo, principalmente entre microempresas e empresas de pequeno porte.

Segundo o vice-presidente do Sindicato das Indústrias da Madeira e do Mobiliário de Linhares e Região Norte do ES (Sindimol), Gustavo Lombardi, o setor é um dos pilares no interior do estado.

O setor moveleiro na região reúne cerca de 70 empresas e gera aproximadamente 3 mil empregos diretos, com faturamento conjunto de cerca de R$ 1,2 bilhão.

A Cimol é um exemplo de empresa que se desenvolveu na localidade. Fundada em 1991 como uma pequena produção artesanal de móveis, hoje é especialista na fabricação de mobiliário para salas de jantar.

“Tomamos uma decisão difícil: abrir mão de 20% do faturamento para nos tornarmos especialistas em sala de jantar. Hoje, os resultados mostram que foi o caminho certo”, destaca Vitor Guidini, sócio-diretor da Cimol.

O impacto dos móveis de qualidade

Quando chega à casa do consumidor, o impacto da indústria moveleira não diminui.

Segundo a arquiteta Mariana Borgo, um espaço pode ser visualmente agradável, mas, se os móveis não forem confortáveis ou funcionais, isso se evidencia rapidamente no uso do dia a dia.

“Móveis bem pensados facilitam a circulação, organizam melhor o espaço e tornam a rotina mais prática”, explica.

Já a arquiteta Keyla Thom da Silva acrescenta que “móveis bem feitos duram mais e resistem melhor à umidade e ao tempo. Isso significa menos necessidade de manutenção, trocas e reparos, o que gera economia a longo prazo e mantém o ambiente com aspecto de novo por mais tempo.”

Em números: 44% dos consumidores apontam o preço como decisivo na hora de comprar móveis. Já 36% apontam a qualidade do material como essencial.

Promoções são levadas em consideração em 25% das compras e a durabilidade em 29%.

O que considerar na hora de escolher um móvel

Para as arquitetas Mariana Borgo e Keyla Thom da Silva, algumas características devem ser levadas em consideração na hora de escolher um móvel:

“Para escolher móveis de qualidade, é essencial tocar, sentar e experimentar. Abrir portas e gavetas, observar a estrutura, como é montado, o material usado, o padrão dos componentes, o acabamento, o design e a ergonomia são pontos importantes”, indica Keyla.

“Outro aspecto relevante é a proporção em relação ao ambiente. Um móvel pode funcionar bem isoladamente, mas precisa estar adequado ao espaço e à rotina. Avaliar a circulação e a forma como o espaço é utilizado contribui para escolhas mais coerentes”, acrescenta Mariana.

O futuro do setor moveleiro

Essencial para a economia e para o conforto dos lares, o futuro do setor moveleiro capixaba é promissor, incluindo nas exportações, segundo Gustavo Lombardi.

Em números: segundo dados do Sindimol, foram mais de 400 exportações de empresas moveleiras da região de Linhares só no último ano. “As nossas empresas estão qualificadas para poder atingir qualquer público do mundo inteiro”, destacou o vice-presidente do Sindmol.

Para o sócio-diretor da Cimol, Vitor Guidini, o segredo está na evolução contínua dos processos.

Eficiência é fazer mais com menos — ou fazer melhor com o mesmo. É processo, tecnologia, gestão e visão estratégica.

Vitor Guidini, sócio-diretor da Cimol.

Com forte presença no Espírito Santo, a atividade é considerada estratégica para a economia local, reunindo dezenas de empresas e gerando milhares de postos de trabalho.

Além do impacto econômico, a qualidade dos móveis influencia diretamente o conforto, a funcionalidade e a durabilidade dos ambientes.

Com investimentos em especialização, tecnologia e eficiência produtiva, a expectativa é de que o setor continue em expansão nos próximos anos.

Confira a reportagem completa:

Fonte: Folha Vitoria

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