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Clientes do Will Bank relatam preocupação com dinheiro preso em banco falido

A liquidação do Will Bank junto ao Banco Master, em janeiro, virou um drama para uma série de clientes no Espírito Santo. Com dinheiro travado na fintech, usuários do Estado vivem apert

Por Redação em 03/03/2026 às 07:30:22
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                Acervo pessoal
              
            
          
        
  

  

  


			
        Medo de ficar com o nome sujoUma profissional autônoma de 32 anos, moradora de Vitória, pa

Foto: Acervo pessoal Medo de ficar com o nome sujoUma profissional autônoma de 32 anos, moradora de Vitória, pa

A liquidação do Will Bank junto ao Banco Master, em janeiro, virou um drama para uma série de clientes no Espírito Santo. Com dinheiro travado na fintech, usuários do Estado vivem aperto e convivem com o risco de ficar com as contas em atraso. Um comerciante de 42 anos, que mora na Grande São Pedro, onde possui uma loja de roupas, calçados e acessórios, teve de usar o dinheiro reserva após ficar com mais de R$ 50 mil “presos” no banco digital, depois da “falência”. Ele precisou até da ajuda de comerciantes parceiros para conseguir repor o estoque, já que costuma comprar os produtos à vista.“Eu acordei com minha esposa falando que foi liquidado o banco e que travaram todas as transações. Peguei outros fundos meus e tive que buscar investir para repor o estoque”, contou.Apesar da situação dramática, o comerciante — que preferiu não se identificar — explicou que precisou se manter firme para não transmitir a situação para o núcleo familiar, que também tinha dinheiro no banco digital.“Eu tenho seis filhos. Não pude repassar para eles. Eu que sou o empresário, o cabeça. Não posso deixar espelhar neles. Mas não tem como a pessoa não ficar traumatizada e com pé atrás”, relata.Agora, o empresário afirma que pretende evitar bancos digitais, aplicando recursos apenas nas instituições tradicionais. “Já não colocava muita fé em bancos virtuais. Hoje em dia é só Caixa Econômica, Itaú, Santander”, disse.O economista Eduardo Araújo relata que uma cliente, para quem prestou consultoria financeira, também viveu um drama parecido na instituição financeira digital, mas com aplicações. “Ela tinha uma aplicação em torno de R$ 180 mil, e ficou com dúvida se os recursos aplicados nesse banco entrariam ou não nesse limite do FGC (Fundo Garantidor de Crédito)”, conta.A falta de acesso ao dinheiro, no entanto, não trouxe prejuízo, já que o investimento havia sido feito com a previsão de deixar o recurso por um tempo maior. Agora, o economista conta que a cliente tem feito mais controle de planilhas para garantir que os recursos não fiquem acima do limite do FGC.“Agora, com a quebra desses dois bancos e considerando os limites, o investidor tem que ter mais cuidado na diversificação, para garantir que não tenha problema”, pontua.

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Fonte: Tribuna Online

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