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Esporte

Geovanna Santos faz história para a ginástica rítmica brasileira na Estônia

Jojô conquistou duas medalhas inéditas para o Brasil no Grand Prix Miss Valentine, na Estônia


Geovanna Santos com as duas medalhas no Grand Prix Miss Valentine (Foto: Acervo pessoal)

A capixaba Geovanna Santos registrou um feito inédito para a ginástica rítmica individual do Brasil. O “Furacão” brilhou e conquistou duas medalhas no Grand Prix Miss Valentine, em Tartu, na Estônia.

Jojô foi medalhista de prata no aparelho bola e bronze no arco nas finais realizadas no domingo (1º). Nas participações anteriores, jamais uma brasileira havia conquistado mais de uma medalha em disputas individuais em competições do nível Grand Prix.

No arco, a capixaba registrou 27.100 pontos, com 11.700 de dificuldade, 7.900 no artístico e 7.500 na execução, sem penalidade alguma. O ouro ficou com a ucraniana Taisiia Onofriichuk, que alcançou 29.050 pontos, seguida pela búlgara Dará Stoyanova, com 27.600.

Pouco tempo depois, Jojô revisitou o pódio. Na final da bola, somou 26.750 pontos: 11.200 de dificuldade, 8.000 no artístico e 7.550 na execução. O ouro coube à italiana Tara Dragas (27.350).

Estou muito feliz com a minha conquista. Foi a primeira competição do ano e o primeiro Grand Prix da minha carreira. E conquistei um feito histórico: duas medalhas em uma mesma edição da competição. Óbvio que temos muita coisa para melhorar, mas assim que voltarmos para os treinos no Estado vamos iniciar as adaptações para buscar melhorar as nossas notas. Nosso objetivo final é conquistar a vaga para a Olimpíada de Los Angeles, em 2028”

Veja a apresentação da Jojô na bola:

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Novo ciclo rumo à Olimpíada de Los Angeles-2028

Na véspera, Jojô já havia sinalizado que está em excelente forma, garantindo a sexta colocação no individual geral.

Ginasta do Incesp, Geovanna Santos viajou acompanhada da sua treinadora, a ex-ginasta Gizela Batista. Na Estônia, elas testaram novas séries da ginasta capixaba, que integrou o conjunto da seleção brasileira na Olimpíada de Tóquio-2020 e inicia o ciclo para buscar vaga no individual geral nos Jogos de Los Angeles-2028.

“Viemos para a Estônia com o objetivo claro de testar as séries em ambiente internacional e observar como a Geovanna se comportaria nesse início de temporada. O resultado confirma que estamos no caminho certo. Ainda temos ajustes a fazer, principalmente em detalhes de execução e composição, mas sair com duas medalhas em um Grand Prix mostra consistência e maturidade competitiva”, comemorou Gizela.

O giro pelo país báltico funciona como preparação para as primeiras etapas da Copa do Mundo, que serão disputadas na Bulgária e no Uzbequistão, no próximo mês.

Folha Vitória

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