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Polícia

Julgada pela morte de Luísa Lopes, corretora foi denunciada em outro caso por furto de roupas

O caso aconteceu em junho deste ano, em uma loja do Shopping Vitória. A denúncia foi obtida com exclusividade pela TV Vitória


Adriana Fesliberto é acusada de atropelar e matar a estudante Luísa Lopes (destaque). Foto: Reprodução/TV Vitória

Adriana Felisberto Pereira, ré pelo atropelamento e morte da estudante Luísa Lopes, em abril de 2022, que começou a ser julgada nesta quarta-feira (5), está envolvida em um segundo crime cometido em Vitória.

Em documento obtido com exclusividade pelo apresentador Fernando Fully, da TV Vitória, é mostrado que o Ministério Público do Espírito Santo (MPES) denunciou Adriana por um furto cometido em uma loja de roupas no Shopping Vitória. O crime teria ocorrido em 17 de junho deste ano.

Segundo a denúncia, Adriana teria entrado na loja, escondido sete peças de roupas em uma sacola e saído do estabelecimento sem pagar. O prejuízo foi avaliado em R$ 1.103.

A acusada saiu da loja com os produtos e o sistema antifurto foi acionado. Funcionários do estabelecimento conseguiram abordá-la na escada rolante do shopping e ela foi detida por um vigilante até a chegada da Polícia Militar.

Durante a abordagem, os policiais militares encontraram todos os produtos dentro da sacola que a suspeita carregava.

Testemunhas e funcionários foram ouvidos e o MPES denunciou Adriana pelo crime de furto simples.

Pedido de R$ 10 mil em indenização

Na denúncia, o MPES requereu um pedido de indenização mínimo de R$ 10 mil para reparação dos danos patrimoniais e extrapatrimoniais, além da juntada das imagens do circuito de videomonitoramento do shopping ao processo.

O órgão informou que não ofereceu um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) à denunciada. Segundo o MP, ela possui condenação criminal transitada em julgado por homicídio, circunstância que, na avaliação da Promotoria, torna o acordo inadequado para o caso.

Questionados, os advogados de defesa de Adriana afirmaram que a ré furtou os produtos porque estava em surto.

Eles relataram que ela foi levada à delegacia, pagou fiança e foi liberada. Apesar disso, os advogados não quiseram dar entrevista à TV Vitória.

*Com informações da repórter Thainara Ferreira, da TV Vitória/Record

Folha Vitória

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