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Melhores queijos do Espírito Santo são premiados e setor ganha nova regulamentação

Djalma Soueiro Filho, da Queijaria da Fazenda - Linhares (ES)Que o queijo artesanal é um dos queridinhos do capixaba, ninguém duvida. E a qualidade da produção no Espírito Santo ganhou

Por Redação em 13/03/2026 às 05:00:29
Queijo artesanal ou tradicional fresco ou com até 7 dias de maturação:

Queijo artesanal ou tradicional fresco ou com até 7 dias de maturação:

Que o queijo artesanal é um dos queridinhos do capixaba, ninguém duvida. E a qualidade da produção no Espírito Santo ganhou ainda mais destaque nesta semana com a premiação dos melhores produtos do estado no Prêmio Queijos do Espírito Santo.A iniciativa reconheceu a diversidade e a excelência das queijarias capixabas, valorizando produtores que vêm se destacando cada vez mais no cenário nacional. Durante o evento, realizado em Vitória, também foi anunciada uma nova legislação voltada à regulamentação dos queijos artesanais produzidos no estado.O concurso reuniu queijarias de várias regiões e teve como objetivo incentivar a melhoria da qualidade dos produtos, além de dar visibilidade às agroindústrias familiares que fazem do queijo artesanal uma importante fonte de renda no campo.Além da premiação, o setor ganhou um importante avanço com a criação de regulamentos técnicos de identidade e qualidade para dois produtos tradicionais: o queijo Minas e a Puína produzidos no Espírito Santo.A nova legislação estabelece critérios claros sobre ingredientes permitidos, etapas do processo de fabricação, tempo de maturação e parâmetros de qualidade, como teor de umidade, proteína, gordura e características sensoriais dos queijos.Na prática, a regulamentação fortalece toda a cadeia produtiva do leite no estado. Para os consumidores, significa mais segurança e transparência na hora da compra. Já para os produtores, as regras facilitam o acesso a certificações importantes, como o Selo Arte, que permite a comercialização de produtos artesanais em todo o território nacional. Para os órgãos de fiscalização, a medida ajuda a garantir que os alimentos estejam dentro dos padrões de qualidade e segurança alimentar.O concurso contou com a avaliação de especialistas e contemplou dez categorias, reunindo desde queijos frescos até maturados, além do tradicional requeijão de corte – produto bastante típico das queijarias e cooperativas de laticínios capixabas.

Entre os vencedores está o produtor Roberto Cuzini, da Vila Veneto Queijaria & Bistrô, em João Neiva. O empreendimento faz parte da Rota do Queijo, circuito turístico de cerca de 9,4 quilômetros que liga o distrito de Cavalinho ao trevo de João Neiva e Colatina e aposta na valorização do turismo gastronômico da região.A queijaria conquistou medalha de ouro e outras cinco premiações na competição.“Tivemos a felicidade de ganhar em casa, aqui no Espírito Santo. Recebemos medalha de ouro em um queijo com até 60 dias de maturação e também cinco medalhas de bronze em outras categorias, como requeijão de corte, minas padrão e um queijo autoral da casa, o Veneto Gourmet. Para nós é uma alegria muito grande. Esse prêmio reforça o trabalho que fazemos desde a fazenda até o produto final. O estado acertou em criar essa premiação, que valoriza o queijo artesanal capixaba”, destaca Cuzini.Outro destaque foi Djalma Soueiro Filho, da Queijaria da Fazenda, em Linhares, no norte do estado, especializada na produção de queijos e derivados feitos com leite de búfala.Ele conquistou três medalhas no concurso: ouro, prata e bronze. “Ganhei três prêmios: bronze com o requeijão de corte, prata com o queijo de massa filada e a muçarela de búfala e ouro com o queijo meia cura de búfala. É a primeira vez que ganho um prêmio estadual e estou muito feliz. Trabalho há muitos anos com queijaria e esse reconhecimento é muito gratificante. Concursos como esse são muito importantes porque incentivam a gente a continuar melhorando e valorizam o nosso trabalho”, afirma.Confira os vencedores do Prêmio Queijos do Espírito Santo:1º lugar – Agroindústria Reviver (Santa Maria de Jetibá)2º lugar – Reserva dos Imigrantes (Colatina)Queijo artesanal ou tradicional com mínimo 8 e máximo 30 dias de maturação:1º lugar – Calvi Agroindústria (Cachoeiro de Itapemirim)2º lugar – Queijaria Santa Rita (Alegre)Queijo artesanal ou tradicional com mínimo 31 e máximo 59 dias de maturação:1º lugar – Vila Veneto (João Neiva)2º lugar – Laticínios Fiore (Santa Teresa)Queijo artesanal ou tradicional com maturação a partir de 60 dias:1º lugar – Queijaria da Fazenda (Linhares)2º lugar – Queijo Lamberti (Itarana)Queijo artesanal ou tradicional de massa filada:1º lugar – Agroindústria Firmeza (Afonso Cláudio)2º lugar – Queijaria da Fazenda (Linhares)Puína:1º lugar – Queijaria Casagrande (Castelo)2º lugar – Laticínio Reserva dos Imigrantes (Colatina)Queijo Minas Padrão:1º lugar – Laticínios Fiore (Santa Teresa)2º lugar – CLAC (Alfredo Chaves)Queijo Minas Frescal:1º lugar – Gabriel Favero Rodrigues (Nova Venécia)2º lugar – Laticínios Marques (Guarapari)Requeijão de Corte:1º lugar – Sunnyday (Fundão)2º lugar – Laticínios Marques (Guarapari)Destaque da Queijaria:1º lugar – Carnielli (Venda Nova do Imigrante)2º lugar – Artelatte (Venda Nova do Imigrante)Leia também:

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Fonte: Folha Vitoria

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