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		<title>Saúde - Portal Noticias Capixaba</title>
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			<title>Portal Noticias Capixaba</title>
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			<title>Homocisteína: o alerta silencioso para o coração</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7619/homocisteina-o-alerta-silencioso-para-o-coracao.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 08 May 2026 05:00:26 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Você já ouviu falar em homocisteína? Apesar de pouco conhecida, a substância pode indicar maior risco cardiovascular quando aparece em níveis elevados no sangue. Segundo especialistas, má alimentação, deficiência de vitamina B12 e dietas restritivas sem acompanhamento estão entre os fatores que podem provocar o problema.A cardiologista Tatiane Emerich explica que a homocisteína alta está associada à inflamação vascular, maior estresse oxidativo e tendência à formação de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Você já ouviu falar em homocisteína? Apesar de pouco conhecida, a substância pode indicar maior risco cardiovascular quando aparece em níveis elevados no sangue. Segundo especialistas, má alimentação, deficiência de vitamina B12 e dietas restritivas sem acompanhamento estão entre os fatores que podem provocar o problema.</p><p>A cardiologista Tatiane Emerich explica que a homocisteína alta está associada à inflamação vascular, maior estresse oxidativo e tendência à formação de coágulos. “Ela é considerada um marcador relacionado ao risco cardiovascular, embora não tenha o mesmo peso clínico de fatores clássicos como hipertensão, diabetes, tabagismo e colesterol elevado”, afirma.</p><p>O médico Paulo Lessa explica que a homocisteína é produzida naturalmente pelo organismo durante o metabolismo das proteínas. Em condições normais, o corpo consegue “reciclar” a substância com ajuda das vitaminas B6, B12 e ácido fólico.</p><p>O problema surge quando esse processo falha. Com o acúmulo no sangue, a homocisteína pode causar lesões nos vasos sanguíneos, aumentar a inflamação e favorecer a formação de coágulos.</p><p>“Cria-se um ambiente propício para doenças cardiovasculares”, alerta o especialista.</p><p>O problema acontece quando esse processo falha. Quando a homocisteína se acumula no sangue ela pode causar lesão no endotélio (parede dos vasos), aumentar o estresse oxidativo, favorecer a inflamação e estimular a formação de coágulos. “Ou seja: Cria um ambiente propício para doenças cardiovasculares”, alerta. </p><p><strong>“Qualquer dieta sem equilíbrio</p><p>pode alterar a homocisteína”</strong></p><p>Segundo Paulo Lessa, dietas muito restritivas exigem acompanhamento profissional para evitar deficiências nutricionais. Entre os principais riscos estão:</p><p>vegetarianismo e veganismo mal planejados;</p><p>jejum prolongado sem orientação;</p><p>dietas com baixa ingestão de vitaminas do complexo B.</p><p>“A estratégia alimentar não é necessariamente o problema. O risco está na falta de equilíbrio e planejamento”, explica.</p><p>Paulo Lessa aponta ainda que as deficiências nas vitaminas B6, B9 e B12, precisam chamar atenção, sobretudo, de quem faz dietas muito restritivas.</p><p>Para uma vida mais saudável e um coração melhor, o médico frisa que há alimentos que ajudam a reduzir os níveis de homocisteína.  “A vitamina B9, que se trata do Folato, com ingestão de folhas verdes escuras (espinafre, couve, rúcula, brócolis, abacate, feijão e lentilha. Temos também a vitamina B12, com consumo de carne vermelha, peixe, ovos, além da vitamina B6, com alimentos como frango, banana, batata, grão-de-bico. Acrescentamos ainda, beterraba (rica em betaína)”, enfatizou.</p><p>Alimentos que ajudam a controlar a homocisteína</p><p>Homocisteína alta pode causar infarto?</p><p>A cardiologista Tatiane Emerich complementa que, isoladamente, uma elevação discreta geralmente não muda a conduta cardiovascular principal. “Ela preocupa mais quando aparece em pacientes com doença cardiovascular precoce, AVC sem causa clara, trombose inexplicada, insuficiência renal, deficiência de B12/folato ou forte história familiar. Na prática, eu diria que a homocisteína deve ser interpretada como uma “peça do quebra-cabeça”, não como o diagnóstico inteiro”, afirmou. </p><p>Ainda segundo a cardiologista, a dosagem da homocisteína pode ser indicada em pacientes que apresentam doenças cardiovasculares precoces ou incompatíveis com os fatores de risco tradicionais, casos de AVC em pessoas jovens ou sem causa aparente, além de episódios recorrentes ou inexplicados de trombose. </p><p>A médica destaca por fim que o mais importante continua sendo o básico bem feito.</p><p>“É controlar pressão arterial, colesterol, diabetes e peso; não fumar; praticar atividade física regular; dormir bem; reduzir ultraprocessados; e manter uma alimentação rica em vegetais, leguminosas, frutas, grãos integrais e fontes adequadas de vitaminas do complexo B. A homocisteína pode até ajudar a identificar vulnerabilidades metabólicas e nutricionais, não é necessário de rotina e  a prevenção cardiovascular continua dependendo principalmente do controle global do risco”, conclui. </p><p>A cardiologista ainda acrescentou que, em geral, é considerado normal ou limite seguro algo em torno de 5 a 15 µmol/L. Valores acima de 15 µmol/L caracterizam hiper-homocisteinemia. </p><p>Tatiana revela também que suplementar ácido fólico, B12 e B6 reduz a homocisteína, mas os grandes estudos não demonstraram, de forma consistente, redução de infarto ou mortalidade cardiovascular. “Tratar deficiência vitamínica quando presente é correto; prometer redução importante de infarto apenas por baixar homocisteína não tem respaldo científico.”</p><p>Segundo Paulo Lessa, a suplementação é indicada quando há deficiência comprovada em exames. “Em alguns casos, também usamos de forma estratégica na prevenção. Mas o ideal é sempre individualizar”. E alerta: uso inadequado ou sem orientação</p><p>pode gerar desequilíbrios. Por isso, a suplementação deve ser direcionada e monitorada”, sinaliza. </p><p><b>Hábitos alimentares para manter níveis saudáveis</b></p><p>Paulo Lessa conclui ainda enfatizando que a homocisteína é altamente influenciada pela alimentação. Mais do que tratar um exame, o foco deve ser garantir um organismo nutrido, equilibrado e funcional. “Porque no final é a base nutricional que determina o risco e também a proteção cardiovascular”, encerra. Além disso, deixa como orientação os hábitos alimentares do dia a dia podem ajudar a manter níveis saudáveis:</p><p> Evitar ultraprocessados e priorizar alimentos naturais</p><p>Incluir vegetais diariamente</p><p>Garantir proteína de qualidade</p><p>Variar a alimentação- Diversidade nutricional evita deficiências</p><p>Evitar dietas extremas sem orientação</p>]]></content:encoded>
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			<title>Quando correr vira uma corrida para o banheiro: por que atletas têm diarreia durante provas?</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 08 May 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Dor abdominal, urgência para evacuar, náusea e desconforto intestinal durante treinos e provas são sintomas mais comuns do que muita gente imagina entre corredores. O problema é tão frequente que ganhou até um nome na literatura esportiva: runner’s diarrhea, ou “diarreia do corredor”.E não, isso não acontece apenas porque alguém “comeu algo errado”. Durante exercícios intensos, principalmente em corridas de longa duração, o organismo passa por alterações fisiológicas...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Dor abdominal, urgência para evacuar, náusea e desconforto intestinal durante treinos e provas são sintomas mais comuns do que muita gente imagina entre corredores. O problema é tão frequente que ganhou até um nome na literatura esportiva: runner’s diarrhea, ou “diarreia do corredor”.</p><p>E não, isso não acontece apenas porque alguém “comeu algo errado”. Durante exercícios intensos, principalmente em corridas de longa duração, o organismo passa por alterações fisiológicas importantes que afetam diretamente o intestino.</p><p>O que acontece no organismo?</p><p>Enquanto o corpo corre, o fluxo sanguíneo é redirecionado prioritariamente para músculos, coração e pulmões. Como consequência, o trato gastrointestinal recebe menos sangue e menos oxigênio temporariamente. Essa redução da perfusão intestinal pode comprometer digestão, absorção e integridade intestinal, favorecendo sintomas como cólicas, estufamento, refluxo e diarreia.</p><p>Além disso, o impacto repetitivo da corrida aumenta a motilidade intestinal, acelerando o trânsito gastrointestinal. Quanto mais longa e intensa a atividade, maior tende a ser o estresse gastrointestinal.</p><p>A alimentação pode piorar muito o quadro</p><p>Em muitos casos, existe também uma falha importante na estratégia nutricional. Um erro muito comum entre corredores amadores é consumir grandes quantidades de carboidrato próximo ou durante a prova sem adaptação prévia.</p><p>Géis, isotônicos e suplementos esportivos podem piorar os sintomas quando utilizados sem planejamento adequado. O excesso de carboidrato durante o exercício pode ultrapassar a capacidade de absorção intestinal, especialmente quando a estratégia utiliza apenas um tipo de açúcar.</p><p>Existe uma questão técnica importante envolvendo os transportadores intestinais. A glicose e a frutose utilizam vias diferentes de absorção. A glicose é absorvida principalmente pelo transportador SGLT1, enquanto a frutose depende do GLUT5.</p><p>Quando há excesso de glicose ou uma proporção inadequada entre os carboidratos, esses transportadores podem saturar. O carboidrato não absorvido permanece no intestino e gera um efeito osmótico, puxando água para dentro do trato gastrointestinal. O resultado pode ser distensão abdominal, desconforto e diarreia.</p><p>Por isso, muitos suplementos modernos utilizam combinações específicas de glicose e frutose, sendo a proporção 2:1 uma das mais utilizadas. Essa estratégia aumenta a capacidade total de absorção intestinal porque utiliza múltiplos transportadores simultaneamente, reduzindo o risco de desconforto gastrointestinal durante exercícios prolongados.</p><p>O intestino também precisa ser treinado</p><p>Outro erro muito comum é testar suplementos pela primeira vez no dia da prova. Aquilo que funciona para um atleta pode não funcionar para outro.</p><p>O intestino é altamente individual e também pode ser treinado. Assim como músculos e sistema cardiovascular se adaptam ao exercício, o trato gastrointestinal pode desenvolver maior tolerância à ingestão de carboidratos durante o esforço quando essa estratégia é feita de forma gradual e repetida nos treinos.</p><p>Por isso, treinar a estratégia nutricional é tão importante quanto treinar o pace.</p><p>Onde entra a tecnologia hidrogel?</p><p>Nos últimos anos, ganhou popularidade entre atletas de endurance a chamada tecnologia hidrogel, presente em alguns géis de carboidrato.</p><p>Nesses produtos, o carboidrato fica envolvido em uma espécie de matriz gelatinosa que ajuda a reduzir o contato direto com o estômago até chegar ao intestino, melhorando a tolerância gastrointestinal em algumas pessoas.</p><p>Isso não significa ausência total de sintomas, mas alguns atletas relatam menos desconforto durante exercícios prolongados. Ainda assim, não existe solução mágica. Mesmo suplementos considerados mais modernos precisam ser testados individualmente durante os treinos.</p><p>Desidratação também aumenta o risco</p><p>Outro fator importante é a hidratação inadequada. Quanto maior o estado de desidratação, maior tende a ser o estresse fisiológico do organismo e pior pode ficar a função intestinal durante a atividade física.</p><p>Além disso, altas temperaturas e provas longas aumentam ainda mais o risco de sintomas gastrointestinais.</p><p>Estratégia nutricional também é performance</p><p>Evitar a chamada “diarreia do corredor” envolve muito mais do que escolher um bom gel. É necessário ajustar quantidade e tipo de carboidrato, horários de ingestão, hidratação e tolerância individual.</p><p>Em atletas que apresentam sintomas frequentes, o acompanhamento com nutricionista esportivo faz diferença não apenas na performance, mas também no conforto e na saúde intestinal.</p>]]></content:encoded>
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			<title>Você sente fome rápido depois de comer fruta? Nutricionista explica o motivo</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7614/voce-sente-fome-rapido-depois-de-comer-fruta-nutricionista-explica-o-motivo.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 08 May 2026 05:00:10 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Muita gente tenta fazer escolhas mais leves durante o dia e aposta na fruta como lanche rápido entre as refeições.O problema é que, em alguns casos, a fome volta pouco tempo depois. E isso costuma gerar uma sensação estranha: a pessoa comeu, mas parece que não ficou satisfeita de verdade.Esse efeito não acontece por acaso. Segundo a nutricionista Rayanne Pimentel, a forma como a fruta é consumida pode influenciar diretamente na saciedade ao longo do dia. “Consumir frutas de forma...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Muita gente tenta fazer escolhas mais leves durante o dia e aposta na <strong>fruta</strong> como lanche rápido entre as refeições.</p><p>O problema é que, em alguns casos, a fome volta pouco tempo depois. E isso costuma gerar uma sensação estranha: a pessoa comeu, mas parece que não ficou satisfeita de verdade.</p><p>Esse efeito não acontece por acaso. Segundo a nutricionista Rayanne Pimentel, a forma como a fruta é consumida pode influenciar diretamente na saciedade ao longo do dia. <strong>“Consumir frutas de forma isolada pode gerar picos glicêmicos e fazer com que a pessoa sinta fome mais rápido”</strong>, explica.</p><p><strong>POR QUE A FOME VOLTA RÁPIDO EM ALGUNS CASOS</strong></p><p>As frutas possuem carboidratos naturais, principalmente a frutose.</p><p>Quando são consumidas sozinhas, especialmente em lanches rápidos, a absorção pode acontecer de forma mais acelerada, o que interfere na sensação de saciedade.</p><p>Na prática, isso significa que a energia sobe rápido, mas também pode cair em pouco tempo.</p><p>Segundo Rayanne, esse processo varia de pessoa para pessoa, mas costuma ser comum quando a fruta aparece isolada na alimentação.</p><p><strong>ERRO MAIS COMUM AO COMER FRUTA NO LANCHE</strong></p><p>Muita gente troca alimentos mais completos apenas por fruta acreditando que isso ajuda automaticamente no emagrecimento.</p><p>O problema é que a estratégia pode não sustentar a fome por muito tempo.</p><p>Rayanne Pimentel, nutricionista</p><p>Isso costuma acontecer principalmente no meio da tarde, horário em que muitas pessoas sentem mais dificuldade para controlar a fome.</p><p><strong>COMO DEIXAR A FRUTA MAIS SACIANTE</strong></p><p>Segundo a especialista, pequenas combinações podem mudar bastante a resposta do organismo.</p><p>A recomendação é associar a fruta com:</p><p>Alguns exemplos simples incluem:</p><p>Banana com pasta de amendoim</p><p>Essas combinações ajudam a desacelerar a absorção do açúcar e prolongam a sensação de saciedade.</p><p><strong>SUCO PODE SACIAR MENOS DO QUE A FRUTA INTEIRA</strong></p><p>Outro ponto destacado pela <strong>nutricionista</strong> é a diferença entre comer a fruta e consumir em forma de suco.</p><p>Segundo ela, a mastigação e a presença das fibras fazem diferença importante nesse processo.</p><p><strong>“Frutas que exigem mastigação e têm mais fibras costumam promover mais saciedade do que versões líquidas”, explica.</strong></p><p>Por isso, em muitos casos, a fruta inteira consegue sustentar melhor a fome do que o suco.</p><p><strong>QUAIS FRUTAS COSTUMAM DAR MAIS SACIEDADE</strong></p><p>Rayanne explica que frutas com maior quantidade de fibras normalmente ajudam mais no controle da fome.</p><p>Entre as opções que ela cita estão:</p><p>Além das fibras, o próprio volume e a mastigação ajudam a aumentar a sensação de saciedade.</p><p><strong>SENTIR FOME RÁPIDO NÃO SIGNIFICA QUE A FRUTA É RUIM</strong></p><p>A nutricionista reforça que o problema não está na fruta em si.</p><p>O mais importante é observar quantidade, combinação e contexto alimentar.</p><p><strong>“A fruta continua sendo um excelente alimento. O que muda é a forma como ela é inserida na alimentação.”</strong></p><p>Por isso, o foco não deve ser retirar frutas da rotina, mas entender como consumi-las de maneira mais estratégica ao longo do dia.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[A fruta &eacute; saud&aacute;vel e deve fazer parte da alimenta&ccedil;&atilde;o, mas sozinha ela nem sempre promove a saciedade necess&aacute;ria]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Comer fruta à noite engorda? Nutricionista explica o que realmente interfere no peso</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7613/comer-fruta-a-noite-engorda-nutricionista-explica-o-que-realmente-interfere-no-peso.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 08 May 2026 05:00:10 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Muita gente evita comer fruta à noite por medo de atrapalhar a dieta. Em alguns casos, a banana vira “proibida”, a uva desaparece do jantar e até uma maçã antes de dormir gera culpa.Essa preocupação ficou tão comum que muita gente passou a acreditar que o horário da fruta interfere diretamente no ganho de peso. Mas a lógica não funciona exatamente dessa forma.Segundo a nutricionista Rayanne Pimentel, o horário não é o principal fator quando o assunto é emagrecimento.“O que...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Muita gente evita <strong>comer fruta</strong> à noite por medo de atrapalhar a <strong>dieta</strong>. Em alguns casos, a banana vira “proibida”, a uva desaparece do jantar e até uma maçã antes de dormir gera culpa.</p><p>Essa preocupação ficou tão comum que muita gente passou a acreditar que o horário da fruta interfere diretamente no ganho de peso. Mas a lógica não funciona exatamente dessa forma.</p><p>Segundo a <strong>nutricionista</strong> Rayanne Pimentel, o horário não é o principal fator quando o assunto é emagrecimento.</p><p>“<strong>O que determina o emagrecimento é o balanço calórico ao longo do dia. Não existe um horário específico que faça a fruta engordar</strong>”, explica.</p><p><strong>POR QUE A FRUTA À NOITE GANHOU FAMA DE “PROBLEMA”</strong></p><p>A ideia de que certos alimentos “engordam mais” à noite se espalhou durante anos em dietas muito restritivas.</p><p>Com isso, frutas passaram a ser vistas como algo que deveria ser evitado depois de determinado horário, principalmente por causa do açúcar natural presente nelas.</p><p>Só que o organismo não funciona de forma tão simples.</p><p>Segundo a <strong>nutricionista</strong>, o que realmente interfere no peso é o conjunto da alimentação ao longo do dia, e não apenas um alimento consumido à noite.</p><p><strong>QUANDO A FRUTA PODE ATÉ AJUDAR NA DIETA</strong></p><p>Em alguns casos, a fruta no período noturno pode funcionar como uma estratégia positiva.</p><p>Isso acontece principalmente com pessoas que sentem muita vontade de comer doce à noite ou costumam exagerar em ultraprocessados nesse horário.</p><p><strong>“A fruta pode ajudar a reduzir a vontade de comer doce e evitar beliscos ao longo da noite”,</strong> afirma Rayanne.</p><p>Na prática, ela acaba funcionando como uma alternativa mais equilibrada para controlar essa vontade.</p><p><strong>O QUE REALMENTE PODE ATRAPALHAR O EMAGRECIMENTO</strong></p><p>Segundo a especialista, o principal problema não costuma ser o horário, mas sim o excesso.</p><p>Isso vale tanto para frutas quanto para qualquer outro alimento. <strong>“A quantidade consumida é mais importante do que o horário”</strong>, complementa.</p><p>Outro erro comum é transformar a fruta na única refeição do período noturno.</p><p>Quando isso acontece, a saciedade tende a durar menos, aumentando a chance de fome mais tarde.</p><p><strong>COMO CONSUMIR FRUTA À NOITE DE FORMA MAIS ESTRATÉGICA</strong></p><p>A nutricionista explica que algumas combinações ajudam a melhorar a saciedade e deixam o consumo mais equilibrado.</p><p>Entre as opções citadas estão:</p><p>Banana com pasta de amendoim</p><p>Essas combinações ajudam a reduzir a velocidade de absorção do açúcar e prolongam a sensação de satisfação.</p><p><strong>EXISTEM FRUTAS “PROIBIDAS” PARA A NOITE?</strong></p><p>Segundo Rayanne, não existe uma fruta que precise ser eliminada apenas por causa do horário.</p><p>O mais importante é observar:</p><p>Ela explica que frutas como banana, manga e uva podem fazer parte da rotina normalmente, desde que exista equilíbrio.</p><p><strong>O CONTEXTO MUDA MAIS DO QUE O HORÁRIO</strong></p><p>Outro ponto importante é que cada pessoa possui necessidades diferentes.</p><p>Segundo a nutricionista, fatores como compulsão alimentar, resistência à insulina e rotina alimentar precisam ser avaliados de forma individual.</p><p>Por isso, uma estratégia que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra.</p><p>A fruta à noite não precisa ser tratada como vilã da dieta. Na maioria dos casos, o impacto está muito mais ligado à quantidade e ao restante da alimentação do que ao horário em si.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
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			<title>Após perder a esposa para o câncer, ex-prefeito Juninho enfrenta tumor na cabeça</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7599/apos-perder-a-esposa-para-o-cancer-ex-prefeito-juninho-enfrenta-tumor-na-cabeca.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:00:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[“Você está com um tumor aqui.” Essa foi a notícia que o empresário e ex-prefeito de Cariacica, Geraldo Luzia de Oliveira Júnior, mais conhecido como Juninho, recebeu em fevereiro deste ano.O diagnóstico veio meses depois de um exame solicitado quase por acaso, adiado em meio ao luto pela perda da esposa, a modelo Nabila Furtado, por um câncer de mama e às responsabilidades como pai de três.De uns anos para cá, depois de 2020, mais ou menos, anualmente eu tinha que ir até a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>“Você está com um tumor aqui.”</strong> Essa foi a notícia que o empresário e ex-prefeito de <strong>Cariacica</strong>, Geraldo Luzia de Oliveira Júnior, mais conhecido como Juninho, recebeu em fevereiro deste ano.</p><p>O diagnóstico veio meses depois de um exame solicitado quase por acaso, adiado em meio ao luto pela <strong>perda da esposa, a modelo Nabila Furtado, por um câncer de mama</strong> e às responsabilidades como pai de três.</p><p>De uns anos para cá, depois de 2020, mais ou menos, anualmente eu tinha que ir até a <strong>médica otorrinolaringologista</strong> para limpar cera no ouvido. Em 2024, ela solicitou uma ressonância do crânio, eu achei estranho, mas ela disse que queria tirar algumas dúvidas.</p><p>Geraldo Luzia de Oliveira Júnior, empresário e ex-prefeito de Cariacica</p><p>O exame foi feito, mas o resultado ficou esquecido. “Eu fiz no final de 2024. Só que eu estava justamente nos piores momentos da doença da Nabila, minha esposa.”</p><p>Em meio ao agravamento do quadro de saúde da companheira, com quem era casado há 12 anos, o foco foi outro. “Eu não peguei o resultado, deixei passar. Depois, peguei as imagens, deixei guardadas em casa e fui tocar a vida.”</p><p>Somente meses depois ele retornou para uma nova consulta e apresentou as imagens. A confirmação veio em seguida, após novos exames.</p><p>O diagnóstico: um <strong>schwannoma vestibular</strong>, tumor cerebral no lado direito da cabeça. “É um tumor benigno… mas esse tumor, no meu caso, envolveu os nervos do equilíbrio, da face, da fala, da deglutição, da audição.”</p><p>Tumor já dava sinais há anos</p><p>Ao refazer mentalmente os últimos anos, Juninho percebeu que os sinais do tumor já existiam.</p><p><strong>“Em 2020, eu ainda estava como prefeito, eu fui levantar um dia e me desequilibrei, não consegui parar em pé. A gente falou: ‘É labirintite’. Hoje sabemos que já era sintoma do tumor”</strong>, relembra.</p><p>A quantidade excessiva de cera no ouvido, que incomodava o empresário há anos, também era um <strong>sintoma</strong>. “A surdez foi o que eu mais senti.” Mais recentemente, surgiram dores de cabeça. “Minha cabeça começou a doer, principalmente na parte de trás.”</p><p>Além dos sinais físicos, o impacto emocional foi imediato. “A primeira coisa que passa na cabeça é: eu acho que já vi esse filme antes. Foi assim com a Nabila também”, relembra.</p><p>Pai de três, sendo duas filhas ainda menores de idade, ele admite que o maior medo está nas possíveis sequelas que podem vir após a cirurgia. “Isso é o principal. Ter a condição de, no pós-cirurgia, continuar trabalhando do jeito que eu trabalho hoje.”</p><p>Cirurgia acontecerá em breve</p><p>A cirurgia de Juninho já tem data marcada. Ele viajará para São Paulo, onde realizará o procedimento na próxima sexta-feira (8) no Hospital Sírio-Libanês. O pós-operatório inclui dois dias na UTI e mais quatro no hospital.</p><p>A expectativa é que, em até dois anos após a cirurgia, ele recupere 100% da funcionalidade, exceto pela audição. “É o que me deixa relativamente mais tranquilo”, afirma.</p><p>Entretanto, apesar das incertezas, ainda há espaço para esperança.</p><p>Se for da vontade de Deus, eu vou sair numa condição dessa cirurgia que vou recuperar o mais rápido possível.</p><p>Geraldo Luzia de Oliveira Júnior, empresário e ex-prefeito de Cariacica</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Juninho foi eleito para dois mandatos consecutivos (2012 e 2020) em Cariacica: TV Vit&oacute;ria/TV Record]]></media:title> 
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			<title>África do Sul confirma hantavírus transmissível entre humanos em cruzeiro</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:00:19 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Ministério da Saúde da África do Sul confirmou que dois passageiros de um navio de cruzeiro testaram positivo para a cepa andina do hantavírus, considerada rara e com potencial de transmissão entre humanos. Um dos infectados, um cidadão holandês, morreu.O outro caso confirmado é de um passageiro britânico. Ambos estiveram a bordo da embarcação que é alvo de investigação internacional após registros de infecção e mortes associadas ao vírus durante a viagem pelo Oceano...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde da <strong>África do Sul</strong> confirmou que <strong>dois passageiros de um navio de cruzeiro testaram positivo para a cepa andina do hantavírus</strong>, considerada rara e com potencial de transmissão entre humanos. Um dos infectados, um cidadão holandês, morreu.</p><p>O outro caso confirmado é de um <strong>passageiro britânico</strong>. Ambos estiveram a bordo da embarcação que é alvo de investigação internacional após registros de infecção e mortes associadas ao <strong>vírus</strong> durante a viagem pelo Oceano Atlântico.</p><p><strong>“Sim, dois passageiros testaram positivo, um holandês e um britânico. O holandês já faleceu”</strong>, informou o Ministério da Saúde da África do Sul, em resposta enviada por e-mail à reportagem do Folha Vitória.</p><p>As autoridades também indicaram que <strong>há possibilidade de outros passageiros terem sido expostos ao vírus</strong> durante o cruzeiro.</p><p>O caso mobiliza uma resposta coordenada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que atua junto a países e territórios envolvidos para tentar conter a disseminação.</p><p>A África do Sul recebeu dois pacientes para atendimento médico, enquanto outros casos permanecem sob tratamento em diferentes locais. Os infectados estão em estado crítico e seguem isolados em unidades hospitalares.</p><p><strong>“Só somos responsáveis por aqueles que foram tratados na África do Sul. A OMS está coordenando uma resposta multinacional com todas as ilhas e países afetados para conter uma maior propagação da doença”</strong>, destacou o ministério.</p><p>Como parte das medidas de contenção, o governo sul-africano iniciou o rastreamento de contatos. A ação inclui o monitoramento de pessoas que tiveram contato próximo com os casos confirmados, como passageiros de voos, equipes de aeroporto e profissionais de saúde.</p><p>O surto chama atenção pela suspeita de transmissão entre humanos, algo incomum em casos de hantavírus. A cepa andina é uma das poucas variantes associadas a esse tipo de contágio, o que eleva o nível de alerta das autoridades sanitárias.</p><p>Vítimas podem ter sido infectadas antes do embarque</p><p>A Organização Mundial da Saúde (<strong>OMS</strong>) informou nesta terça-feira (5) que <strong>não descarta a possibilidade de transmissão</strong>, ainda que rara, de pessoa para pessoa no caso do <strong>surto de hantavírus detectado em um navio de cruzeiro que navegava pelo Oceano Atlântico.</strong></p><p><strong>“As vítimas de hantavírus no navio no Oceano Atlântico podem ter sido infectadas antes de embarcarem no cruzeiro e uma transmissão de pessoa para pessoa não pode ser descartada – ainda que rara”</strong>, informou a OMS.</p><p>O balanço mais recente da OMS aponta que sete dos 147 passageiros e tripulantes a bordo da embarcação apresentaram sintomas e <strong>três morreram</strong>. Um dos pacientes permanece em cuidado intensivo na África do Sul, mas apresenta melhora. </p><p>Dois pacientes permanecem a bordo do navio que, neste momento, está na costa de Cabo Verde. Ambos, segundo a chefe de Preparação e Prevenção de Epidemias e Pandemias da OMS, Maria Van Kerkhove, estão sendo preparados para serem evacuados.</p><p>Segundo ela, <strong>a situação no cruzeiro está sendo monitorada de perto e, como precaução, foi solicitado que os passageiros permaneçam em suas cabines enquanto o processo de desinfecção é realizado na embarcação.</strong></p><p>“O plano e nossa maior prioridade é evacuar esses dois indivíduos por via aérea”, explicou, reforçando que o risco, para a população em geral, é baixo. “Não é um vírus que se espalha como o da influenza ou o da covid. É bem diferente”.</p><p>O terceiro caso suspeito de hantavírus, de acordo com a representante da OMS, apresentou febre baixa e permanece com bom quadro de saúde.</p><p>A operadora de turismo Oceanwide Expeditions confirmou na segunda-feira (4) que enfrenta “situação médica grave” a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius.</p><p>Em nota, a empresa informou que o primeiro passageiro morreu no dia 11 de abril.</p><p><strong>“A causa da morte não pôde ser determinada a bordo. Em 24 de abril, esse passageiro desembarcou em Santa Helena [ilha britânica], acompanhado de sua esposa”</strong>.</p><p>Três dias depois, em 27 de abril, a operadora de turismo foi informada que a esposa desse passageiro também havia passado mal e morrido. Ambos eram cidadãos holandeses.</p><p><strong>Também no dia 27 de abril, outro passageiro, de nacionalidade britânica, adoeceu gravemente e foi levado para a África do Sul por via aérea.</strong></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Ricardo Wolffenbuttel/Governo de SC]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Estudo nacional busca pré-diabéticos para programa gratuito de prevenção</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7597/estudo-nacional-busca-pre-diabeticos-para-programa-gratuito-de-prevencao.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:00:19 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Pessoas com 18 anos ou mais diagnosticadas com pré-diabetes e que tenham acesso à internet podem se inscrever para participar de um estudo nacional de acompanhamento gratuito voltado à prevenção do diabetes tipo 2.A iniciativa integra o Programa de Prevenção do Diabetes tipo 2 (Proven Dia), com acompanhamento remoto realizado por equipe multidisciplinar.O projeto prevê atendimentos agendados previamente, conduzidos por profissionais das áreas médica, de enfermagem e nutrição. A...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Pessoas com 18 anos ou mais diagnosticadas com pré-diabetes e que tenham acesso à internet podem se inscrever para participar de um estudo nacional de acompanhamento gratuito voltado à prevenção do diabetes tipo 2.</p><p>A iniciativa integra o <strong>Programa de Prevenção do Diabetes tipo 2 (Proven Dia)</strong>, com acompanhamento remoto realizado por equipe multidisciplinar.</p><p>O projeto prevê atendimentos agendados previamente, conduzidos por profissionais das áreas médica, de enfermagem e nutrição. A duração mínima do acompanhamento é de dois anos.</p><p>A pesquisa conta com atuação da <strong>Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)</strong>, por meio do centro de pesquisa instalado no Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (Hucam-Ufes), no campus de Maruípe.</p><p>O trabalho é coordenado pela enfermeira Vanezia Gonçalves e supervisionado pela pesquisadora Luciane Bresciani.</p><p>Após o preenchimento do <strong>formulário de inscrição</strong>, os candidatos passam por triagem inicial. Caso sejam pré-selecionados, serão convocados para confirmação dos critérios exigidos.</p><p>Não podem participar pessoas com determinadas condições de saúde, além de gestantes e lactantes.</p><p>Os horários das consultas serão definidos de forma conjunta entre equipe e participantes.</p><p>Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (27) 99286-2435 ou pelo perfil do Grupo de Pesquisa em Epidemiologia, Saúde e Nutrição (GEMNUT) no Instagram.</p><p>Segundo os pesquisadores, o foco é avaliar estratégias de prevenção do diabetes tipo 2 e suas complicações, que podem afetar rins, visão e sistema circulatório.</p><p>O intuito é prevenir o desenvolvimento do diabetes tipo 2 e suas complicações micro e macrovasculares. A condição está diretamente associada a hábitos alimentares inadequados, sedentarismo e fatores genéticos.</p><p>Luciane Bresciani, pesquisadora</p><p>Entenda o pré-diabetes e o diabetes tipo 2</p><p>O pré-diabetes ocorre quando os níveis de glicose no sangue estão acima do normal, mas ainda não são suficientes para caracterizar o diabetes.</p><p>Já o diabetes tipo 2 é uma doença crônica marcada pela resistência à insulina e pelo aumento persistente da glicose no sangue. Entre os sintomas mais comuns estão sede excessiva, fadiga, aumento da frequência urinária e alterações na visão.</p><p>O Proven Dia faz parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), iniciativa do Ministério da Saúde em parceria com hospitais filantrópicos.</p><p>A execução do projeto é conduzida pela Beneficência Portuguesa de São Paulo (BP), com objetivo de avaliar a efetividade de programas de prevenção do diabetes tipo 2 no país.</p><p>*Texto supervisionado pela editora Jaqueline Vianna.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[A pesquisa conta com atua&ccedil;&atilde;o da UFES. Foto: Freepik]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Fruta engorda? Nutricionista revela o erro que pode travar seu emagrecimento</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7577/fruta-engorda-nutricionista-revela-o-erro-que-pode-travar-seu-emagrecimento.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:00:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Manter uma alimentação mais leve costuma ser o primeiro passo para quem quer emagrecer. E, nesse processo, a fruta quase sempre aparece como uma escolha segura. Ela entra no café da manhã, no lanche da tarde e até substitui refeições inteiras em alguns casos.Mas existe um detalhe que passa despercebido por muita gente. Mesmo sendo natural e cheia de nutrientes, a forma como a fruta é consumida pode mudar completamente o impacto dela na dieta.E é exatamente aqui que começa a dúvida...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Manter uma <strong>alimentação mais leve</strong> costuma ser o primeiro passo para quem quer emagrecer. E, nesse processo, a <strong>fruta</strong> quase sempre aparece como uma escolha segura. Ela entra no café da manhã, no lanche da tarde e até substitui refeições inteiras em alguns casos.</p><p>Mas existe um detalhe que passa despercebido por muita gente. Mesmo sendo natural e cheia de nutrientes, a forma como a fruta é consumida pode mudar completamente o impacto dela na dieta.</p><p>E é exatamente aqui que começa a dúvida que confunde muita gente. Afinal, fruta engorda ou ajuda a emagrecer? A resposta não é tão simples quanto parece, e entender isso pode fazer diferença no seu resultado.</p><p><strong>ERRO MAIS COMUM AO CONSUMIR FRUTAS NA DIETA</strong></p><p>Existe um comportamento muito comum entre quem tenta emagrecer: tratar a fruta como se fosse uma opção livre, que pode ser consumida sem limite.</p><p>De acordo com a nutricionista Rayanne Pimentel, esse é um dos principais pontos de atenção.</p><p>Um dos erros mais comuns é tratar a fruta como caloria livre e consumir em grande quantidade. Mesmo sendo saudável, ela possui carboidratos e calorias que impactam o resultado.</p><p>Rayanne Pimentel, nutricionista</p><p>E é aqui que muita gente se engana. Porque o raciocínio parece lógico: se é saudável, não tem problema exagerar… mas não é bem assim.</p><p>Frutas possuem frutose, um tipo de açúcar natural que, em excesso, pode dificultar o déficit calórico, que é justamente o que permite o emagrecimento.</p><p><strong>POR QUE EXAGERAR NA FRUTA PODE ATRAPALHAR O EMAGRECIMENTO</strong></p><p>O problema não está na fruta em si, mas na quantidade consumida ao longo do dia.</p><p>Comer uma banana, uma maçã ou um punhado de uvas parece inofensivo. Mas quando isso se transforma em várias porções ao longo do dia, o cenário muda.</p><p>O erro que muita gente comete é não perceber o volume calórico acumulado.</p><p>E tem outro detalhe que quase ninguém presta atenção.</p><p>Algumas frutas são mais densas em açúcar e menos ricas em fibras. Isso significa que elas têm maior impacto na saciedade e podem não segurar a fome por muito tempo.</p><p>Maior vontade de comer doce</p><p>Mais chances de exagerar nas próximas refeições</p><p><strong>COMER FRUTA SOZINHO PODE AUMENTAR SUA FOME?</strong></p><p>Esse é um ponto que surpreende muita gente.</p><p>Consumir fruta de forma isolada pode, sim, influenciar na sensação de fome pouco tempo depois.</p><p>Segundo Rayanne Pimentel,  “quando a fruta é consumida sozinha, ela pode gerar picos glicêmicos, o que favorece a fome em um intervalo menor”, explica.</p><p>Mas não é preciso cortar a fruta por causa disso. O que realmente importa é a forma como ela entra na sua rotina.</p><p>Uma simples mudança já faz diferença:</p><p>Fruta com pasta de amendoim</p><p>Essas combinações ajudam a:</p><p>Controlar melhor a fome ao longo do dia</p><p>É um detalhe simples, mas muda completamente o efeito.</p><p><strong>EXISTEM FRUTAS QUE ENGORDAM MAIS QUE OUTRAS?</strong></p><p>Essa é outra dúvida comum, e a resposta pode quebrar uma expectativa.</p><p>Não existe uma fruta que engorda sozinha. Mas algumas acabam sendo consumidas em maior quantidade, principalmente por serem mais doces e fáceis de comer.</p><p>Entre as mais comuns estão:</p><p>Segundo a nutricionista,  “o problema não está na fruta específica, mas na quantidade, na frequência e no contexto alimentar”.</p><p><strong>TROCAR REFEIÇÕES POR FRUTA É UMA BOA IDEIA?</strong></p><p>Muita gente faz isso tentando reduzir calorias.</p><p>Substitui o jantar por fruta</p><p>Troca o almoço por algo mais leve</p><p>Passa o dia comendo apenas frutas</p><p>Mas existe um problema nessa estratégia.</p><p>Frutas, sozinhas, não fornecem todos os nutrientes que o corpo precisa.</p><p>E mais do que isso, podem não gerar saciedade suficiente.</p><p>O resultado costuma aparecer depois:</p><p>Fome intensa poucas horas depois</p><p>Esse tipo de ciclo pode atrapalhar mais do que ajudar no processo.</p><p><strong>AFINAL, FRUTA ENGORDA OU NÃO?</strong></p><p>A resposta mais direta pode surpreender. Fruta não engorda por si só.</p><p>Mas a forma como você consome pode influenciar diretamente no seu resultado.</p><p>O que realmente faz diferença está em alguns pontos:</p><p>Quantidade consumida ao longo do dia</p><p>Combinação com outros alimentos</p><p>A mesma fruta pode ajudar no emagrecimento ou atrapalhar, dependendo de como ela é inserida na rotina. E é exatamente isso que pouca gente percebe quando tenta melhorar a alimentação apenas fazendo trocas simples.</p><p>No fim, não é sobre escolher entre comer ou evitar fruta. É sobre entender como usar esse alimento de forma estratégica dentro do seu dia.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>ES confirma quinto caso de Mpox do ano; veja onde</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7576/es-confirma-quinto-caso-de-mpox-do-ano-veja-onde.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:00:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Espírito Santo confirmou o quinto caso de Mpox do ano. O paciente de Vila Velha é um homem e tem entre 20 e 29 anos, segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), na quinta-feira (29).Ao todo, o estado teve 128 notificações. Destas, 116 foram descartados, quatro classificados como perda de segmento e três casos suspeitos.Os outros quatro casos foram registrados em Colatina, Serra, Cachoeiro do Itapemirim e Vitória. Os principais sintomas apresentados...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O Espírito Santo confirmou o quinto caso de Mpox do ano</strong>. O paciente de <strong>Vila Velha</strong> é um homem e tem entre 20 e 29 anos, segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (<strong>Sesa</strong>), na quinta-feira (29).</p><p>Ao todo, o estado teve 128 notificações. Destas, 116 foram descartados, quatro classificados como perda de segmento e três casos suspeitos.</p><p>Os outros quatro casos foram registrados em Colatina, Serra, Cachoeiro do Itapemirim e Vitória. Os principais sintomas apresentados foram febre súbita, erupção cutânea, dor muscular e dor de garganta.</p><p>O que você precisa saber sobre a Mpox</p><p><strong>A Mpox é uma doença zoonótica viral</strong> e a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo vírus, materiais contaminados ou animais silvestres infectados.</p><p>Os sintomas mais comuns são erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios, e fraqueza. Pessoas que apresentem quadro similar devem procurar o serviço de saúde mais próximo.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Doen&ccedil;a mpox. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o/Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Criança de 3 anos passa por cirurgia após dente crescer dentro do nariz</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7575/crianca-de-3-anos-passa-por-cirurgia-apos-dente-crescer-dentro-do-nariz.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Uma criança de 3 anos precisou passar por uma cirurgia após apresentar o crescimento de um dente dentro do nariz. O caso aconteceu em Curitiba, no Paraná. Condição é considerada rara e passar despercebida por meses ou anos.Esta situação é chamada de dente ectópico, quando o dente se desenvolve fora da sua posição habitual.Segundo o Portal UOL, a odontopediatra Juliana Yasse foi procurada pela mãe, que notou que uma “coisa branca e dura” estava nascendo na cavidade nasal da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Uma criança de 3 anos precisou passar por uma <strong>cirurgia</strong> após apresentar o <strong>crescimento de um dente dentro do nariz</strong>. O caso aconteceu em Curitiba, no <strong>Paraná</strong>. Condição é considerada rara e passar despercebida por meses ou anos.</p><p>Esta situação é chamada de <strong>dente ectópico</strong>, quando o dente se desenvolve fora da sua posição habitual.</p><p>Segundo o Portal UOL, a odontopediatra <strong>Juliana Yasse</strong> foi procurada pela mãe, que notou que uma “coisa branca e dura” estava nascendo na cavidade nasal da filha. Foi realizado um raio-X, em que foi confirmado que se tratava de um dente.</p><p>Para a retirada do dente, foi necessário cirurgia com anestesia geral. O procedimento foi considerado um sucesso e a criança já está em casa, recuperada e sem sequelas.</p><p>Em casos raros, este dente, que surge fora dos locais esperados da arcada dentária, pode aparecer na cavidade nasal, no seio maxilar e em outras estruturas da face.</p><p>Yassue afirma que a condição atinge “menos de 1% da população” conforme publicado em estudos recentes. Este tipo de caso pode ser provocado por fatores como traumas no rosto e malformações congênitas.</p><p>A criança tem fissura labiopalatina – falha na união do lábio ou do palato – e displasia craniofrontonasal – malformação caracterizada por anomalias craniofaciais -, o que pode ter auxiliado no surgimento do dente ectópico.</p><p>Como os sintomas do dente ectópico não são tão claros, é possível que o diagnóstico demore. Alguns sintomas são: <strong>sangramento, coriza e obstrução nasal</strong>. Em alguns casos, pacientes também podem apresentar <strong>odor fétido</strong>.</p><p>O diagnóstico dessa condição é feito por exames de imagem para identificar onde o dente está e a condição da estrutura ao redor.</p><p>Também é importante destacar que odontopediatras ressaltam que levar a criança ao dentista regularmente ajuda no diagnóstico precoce.</p><p>*Texto revisado pela editora Jaqueline Vianna, com informações dos portais UOL e Terra.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o/Instagram @julianayassue]]></media:title> 
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			<title>Pai de Shakira é internado após isquemia; entenda a condição</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7560/pai-de-shakira-e-internado-apos-isquemia-entenda-a-condicao.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 05 May 2026 05:00:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O pai da cantora Shakira, William Mebarak, de 94 anos, precisou ser internado às pressas em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Bogotá, na Colômbia, após sofrer um episódio de isquemia. Segundo a revista espanhola ¡Hola!, a situação aconteceu no sábado (2), mesmo dia em que a cantora colombiana se apresentou no Rio de Janeiro.Ainda segundo a imprensa internacional, a internação do jornalista e escritor teria motivado o atraso de mais de uma hora para o início do show no Todo...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O pai da cantora Shakira, <strong>William Mebarak, de 94 anos, precisou ser internado às pressas</strong> em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Bogotá, na Colômbia, após sofrer um episódio de isquemia. Segundo a revista espanhola ¡Hola!, a situação aconteceu no sábado (2), mesmo dia em que a cantora colombiana se apresentou no Rio de Janeiro.</p><p>Ainda segundo a imprensa internacional, a internação do jornalista e escritor teria motivado o atraso de mais de uma hora para o <strong>início do show no Todo Mundo no Rio</strong>.</p><p>William enfrenta um quadro de saúde grave há alguns anos, precisando ser internado algumas vezes para tratamento de pneumonia e após uma queda que causou um traumatismo craniano, em 2022. Ele deixou a UTI e foi transferido para um quarto.</p><p>Segundo o Ministério da Saúde, a isquemia é caracterizada pela interrupção ou redução grave do fluxo de sangue em determinada região do corpo.</p><p>Quando a obstrução acontece no cérebro, pode levar a um <strong>AVC (Acidente Vascular Cerebral)</strong> isquêmico, que é o tipo mais comum da condição, representando 85% dos casos. Entretanto, essa obstrução pode acontecer em outras partes, como coração, membros, intestinos e olhos.</p><p>No coração, caso o quadro seja súbito, pode levar a um infarto do miocárdio.</p><p>No caso de William, não foram divulgadas mais informações.</p><p>Alguns fatores de risco podem desencadear a isquemia, como:</p><p>Níveis de colesterol elevados;</p><p>Já os sintomas variam de acordo com a região em que a isquemia acontece. Quando acontece de forma gradual no cérebro, por exemplo, pode levar à perda de memória ou dificuldade de concentração.</p><p>O tratamento foca em melhorar o fluxo sanguíneo, mas também depende da área afetada. Outra estratégia é diminuir os fatores de risco, como controlar o colesterol, praticar atividades físicas e melhorar a alimentação.</p><p>Informações sobre o tratamento ou o estado de saúde atualizado do pai de <strong>Shakira</strong> não foram divulgadas.</p><p>*Com informações do Estadão e do Ministério da Saúde.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Imagem: Reprodu&ccedil;&atilde;o/Instagram/@shakira]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>ES realiza 1º transplante renal com robótica; entenda procedimento</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7559/es-realiza-1º-transplante-renal-com-robotica-entenda-procedimento.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 05 May 2026 05:00:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Espírito Santo passou a integrar um grupo ainda restrito no país ao realizar, pela primeira vez, um transplante renal com auxílio de cirurgia robótica. O procedimento foi feito no último sábado (25) no Hospital Meridional Cariacica.Müller de Oliveira da Silva, de 31 anos, que esteva na fila para transplante renal desde 2023, se tornou o primeiro paciente a passar pelo procedimento no Estado.Entrei na fila do transplante no final de 2023, já com a esperança de ter uma nova chance....]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <strong>Espírito Santo</strong> passou a integrar um grupo ainda restrito no país ao realizar, pela primeira vez, um <strong>transplante renal com auxílio de cirurgia robótica</strong>. O procedimento foi feito no último sábado (25) no Hospital Meridional Cariacica.</p><p>Müller de Oliveira da Silva, de 31 anos, que esteva na fila para transplante renal desde 2023, se tornou o primeiro paciente a passar pelo procedimento no Estado.</p><p>Entrei na fila do transplante no final de 2023, já com a esperança de ter uma nova chance. Hoje, depois do transplante, posso dizer que minha vida é outra. A qualidade de vida melhora muito, é uma transformação mesmo. Coisas simples do dia a dia passam a ter outro valor.</p><p>Müller Oliveira da Silva, 31 anos</p><p>De acordo com o urologista Cláudio Borges, responsável pela cirurgia, <strong>o paciente apresentou boa evolução clínica após o procedimento, que ocorreu sem intercorrências. </strong></p><p>A operação foi realizada com o uso da plataforma Da Vinci Xi, sistema que permite maior precisão dos movimentos, visão ampliada em alta definição e abordagem minimamente invasiva. Na prática, isso pode se traduzir em menor trauma cirúrgico, redução da dor no pós-operatório e recuperação mais rápida.</p><p>Segundo o especialista, embora o tempo total da cirurgia seja semelhante ao da técnica convencional, a tendência é de menor tempo de internação e melhores condições no pós-operatório.</p><p><strong>“A técnica robótica representa uma evolução tecnológica no campo dos transplantes, permitindo maior precisão durante o procedimento e melhor visualização das estruturas anatômicas”</strong>, explicou.</p><p>Apesar dos avanços, nem todos os pacientes são elegíveis para o método. Casos com histórico de trombose em vasos ilíacos, ateromatose avançada ou múltiplas cirurgias prévias podem ser contraindicados, exigindo avaliação individualizada da equipe médica.</p><p>A inovação chega em um cenário de alta demanda por transplantes no país. Dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos indicam que mais de <strong>42 mil pessoas aguardam por um rim no Brasil</strong>. O receio em relação à cirurgia ainda é um dos fatores que impactam o número de doadores, especialmente por dúvidas sobre dor e tempo de recuperação, pontos que a técnica robótica busca minimizar.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Transplante renal rob&oacute;tico foi realizado pela primeira vez no Esp&iacute;rito Santo. Imagem: Reprodu&ccedil;&atilde;o/Hospital Meridional Cariacica]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Crianças podem tomar whey e creatina? Especialistas explicam</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7558/criancas-podem-tomar-whey-e-creatina-especialistas-explicam.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 05 May 2026 05:00:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Uma entrevista recente da influenciadora e educadora física Carol Borba, ao videocast “PodShape” tem chamado a atenção da internet. Isso porque ela afirmou que oferece os suplementos whey protein e creatina à sua filha de três anos. “A mamadeira da minha filha antes de dormir é leite com whey“, afirmou durante a entrevista. “A internet cai matando em cima de mim. Eu dou whey e dou creatina para ela; já pesquisei e já me falaram…”, complementou.Essa fala levantou a dúvida: ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Uma entrevista recente da influenciadora e educadora física Carol Borba, ao videocast “PodShape” tem chamado a atenção da internet. Isso porque ela afirmou que <strong>oferece os suplementos whey protein e creatina à sua filha de três anos. </strong></p><p><strong>“A mamadeira da minha filha antes de dormir é leite com whey“</strong>, afirmou durante a entrevista. <strong>“A internet cai matando em cima de mim. Eu dou whey e dou creatina para ela; já pesquisei e já me falaram…”</strong>, complementou.</p><p>Essa fala levantou a dúvida: crianças podem consumir estes produtos? Segundo especialistas ouvidas pelo Folha Vitória, a suplementação em <strong>crianças</strong> não deve ser rotina e só é indicada em situações específicas, após avaliação profissional.</p><p>O que são e para que servem os suplementos?</p><p>O whey protein é um suplemento, geralmente derivado da proteína do leite, que auxilia na ingestão proteica. O produto é muito comum entre pessoas que praticam atividades físicas, principalmente por auxiliar no ganho de <strong>massa muscular</strong>.</p><p>Já a creatina é um composto formado pelos aminoácidos glicina, metionina e arginina. É naturalmente formado pelo nosso corpo, mas também pode ser consumido durante a ingestão de alimentos como peixes e carnes e por meio do suplemento.</p><p>A creatina é associada à melhora da força e ao tônus muscular, já que é fonte de produção de energia para as células.</p><p>Crianças podem consumir whey e creatina?</p><p>Apesar de serem aliados para muitas pessoas, é preciso ter cuidado, especialmente quando estamos falando de crianças. Segundo Bruna Rabello, nutricionista clínica do Hospital Vitória Apart, a alimentação saudável é sempre a prioridade.</p><p>Em crianças, a prioridade é alimentação equilibrada, como cereais, frutas, verduras, legumes, proteínas animais e vegetais. Suplementos só entram quando há indicação clínica bem definida e com acompanhamento profissional muito bem monitorado.</p><p>Bruna Rabello, nutricionista clínica do Hospital Vitória Apart</p><p>Sobre a creatina, a pediatra Patrícia Saraiva acrescenta que o cuidado deve ser ainda maior. “O whey pode até ser indicado em alguns casos específicos, mas a creatina não é recomendada antes dos 18 anos”, explica a pediatra do Vitória Apart.</p><p>Quando a suplementação pode ser indicada?</p><p>De acordo com Patrícia, os casos em que o whey pode ser indicado são:</p><p>Doenças crônicas específicas;</p><p>Seletividade alimentar severa;</p><p>Baixa ingestão de proteína.</p><p>“Mesmo nesses casos, deve ser sempre sob prescrição do pediatra e acompanhamento nutricional”, acrescenta.</p><p>Outros suplementos, também com acompanhamento, podem ajudar em casos como deficiências comprovadas de ferro, vitamina D ou B12, prematuridade ou baixo peso ao nascer.</p><p>Quais os riscos do uso inadequado?</p><p>Bruna Rabello aponta que o uso indiscriminado pode trazer mais riscos do que benefícios, tanto para crianças quanto para adultos. “Os principais perigos incluem excesso de nutrientes, sobrecarregando rins e fígado, e desequilíbrio alimentar quando suplementos substituem refeições.”</p><p>Há também, segundo ela, o risco de interferência no crescimento e desenvolvimento, toxicidade por vitaminas em altas doses, contaminação ou uso de produtos inadequados para a faixa etária, além do uso desnecessário sem benefício real.</p><p>“O whey é inclusive considerado ultraprocessado. Não é necessário para o crescimento de uma criança saudável”, complementa Patrícia Saraiva.</p><p>Como melhorar a alimentação das crianças?</p><p>Para quem deseja melhorar a <strong>alimentação</strong> das crianças, algumas estratégias podem ajudar sem a necessidade de recorrer à suplementação. Bruna Saraiva recomenda recomenda constância e exemplo dos pais.</p><p>Outras dicas incluem criar rotina de horários, pois refeições organizadas reduzem beliscos e melhoram aceitação, e deixar a criança ajudar a escolher ou preparar os alimentos, o que aumenta o interesse por opções mais saudáveis.</p><p>Não é sobre obrigar, mas criar um ambiente saudável onde a criança aprenda, aos poucos, a comer melhor</p><p>Bruna Rabello, nutricionista clínica do hospital Vitória Apart</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Imagem: Freepik]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Stent no coração: por que não dá para “relaxar” com a medicação</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7546/stent-no-coraa-a-o-por-que-na-o-da-para-a-relaxara-com-a-medicaa-a-o.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 04 May 2026 05:00:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Receber o diagnóstico de uma obstrução nas artérias do coração nunca é uma notícia fácil. Muitas vezes, ele vem acompanhado de medo, incertezas e da necessidade de tomar decisões rápidas, como a realização de um procedimento para implante de stent.Embora o stent seja uma solução eficaz para restabelecer o fluxo sanguíneo e aliviar sintomas, é fundamental entender que o tratamento não termina com o procedimento. Na verdade, uma etapa igualmente importante começa logo depois...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Receber o diagnóstico de uma obstrução nas artérias do <strong>coração</strong> nunca é uma notícia fácil. Muitas vezes, ele vem acompanhado de medo, incertezas e da necessidade de tomar decisões rápidas, como a realização de um procedimento para implante de stent.</p><p>Embora o stent seja uma solução eficaz para restabelecer o fluxo sanguíneo e aliviar <strong>sintomas</strong>, é fundamental entender que o tratamento não termina com o procedimento. Na verdade, uma etapa igualmente importante começa logo depois — e depende diretamente do uso correto das medicações antiplaquetárias.</p><p><strong>O stent é uma pequena estrutura metálica implantada dentro da artéria para mantê-la aberta e permitir a passagem adequada do sangue.</strong> No entanto, nos primeiros meses após sua colocação, o organismo pode reagir a esse dispositivo como se fosse um corpo estranho.</p><p>Isso ativa as plaquetas, células responsáveis pela coagulação, aumentando o risco de formação de coágulos dentro do próprio stent. Essa complicação, conhecida como trombose de stent, embora incomum, é grave e pode resultar em infarto agudo do miocárdio ou até morte súbita.</p><p>É justamente para reduzir esse risco que os antiplaquetários se tornam indispensáveis. Após o implante do stent, os pacientes geralmente precisam utilizar uma combinação de medicamentos chamada terapia antiplaquetária dupla, que inclui o ácido acetilsalicílico, o AAS, associado a outro fármaco, como clopidogrel, ticagrelor ou prasugrel. Esses medicamentos atuam inibindo a ativação das plaquetas e diminuindo significativamente a chance de formação de trombos.</p><p>Evidências científicas consistentes mostram que a interrupção precoce dessa terapia é um dos principais fatores associados à trombose do stent, especialmente nos primeiros meses após o procedimento.</p><p>O tempo de uso desses medicamentos varia de acordo com o perfil de cada paciente. Elementos como o tipo de stent utilizado, a apresentação clínica — se houve infarto ou não — e o risco de sangramento influenciam diretamente essa decisão. De forma geral, recomenda-se manter a dupla terapia por um período que varia entre seis e doze meses, podendo ser ajustado conforme a avaliação médica. Após essa fase, é comum a manutenção de pelo menos um antiplaquetário, geralmente o AAS, por tempo prolongado.</p><p>Riscos de interromper o tratamento</p><p>Um dos maiores riscos nesse contexto é a interrupção do tratamento sem orientação médica. Situações como esquecimento, efeitos colaterais ou a necessidade de realizar cirurgias podem levar à suspensão inadequada da medicação.</p><p>No entanto, essa decisão pode <strong>aumentar de forma significativa o risco de trombose do stent, especialmente nos primeiros dias e meses após sua implantação.</strong> Por isso, qualquer mudança no tratamento deve ser discutida com o cardiologista, que irá avaliar cuidadosamente os riscos e benefícios.</p><p>Embora os antiplaquetários possam aumentar a chance de sangramentos, como hematomas ou sangramentos digestivos, seu benefício na prevenção de eventos cardiovasculares graves é amplamente comprovado. A medicina atual busca justamente equilibrar esses dois aspectos, individualizando o tratamento para oferecer a máxima proteção com o menor risco possível.</p><p>O uso adequado dos antiplaquetários é parte essencial do sucesso do tratamento com stent. O procedimento abre a artéria, mas é a medicação que ajuda a mantê-la segura ao longo do tempo.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Imagem: Canva/Reprodu&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Quanto custa emagrecer com canetas? Veja gasto atualizado</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7545/quanto-custa-emagrecer-com-canetas-veja-gasto-atualizado.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 04 May 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em meio à alta procura por métodos rápidos de perda de peso, o uso das canetas emagrecedoras tem pesado cada vez mais no bolso. Em 2026, o custo dos tratamentos disponíveis no mercado pode ultrapassar os R$ 4 mil, dependendo da medicação, da dosagem e da quantidade de aplicações.Medicamentos como Mounjaro, Ozempic e Wegovy seguem entre os mais buscados tanto para emagrecimento quanto para o controle do diabetes tipo 2. A popularização desses produtos, no entanto, vem acompanhada de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em meio à alta procura por métodos rápidos de perda de peso, o uso das <strong>canetas emagrecedoras </strong>tem pesado cada vez mais no bolso. Em 2026, o custo dos tratamentos disponíveis no mercado pode ultrapassar os <strong>R$ 4 mil</strong>, dependendo da medicação, da dosagem e da quantidade de aplicações.</p><p>Medicamentos como<strong> Mounjaro</strong>, <strong>Ozempic </strong>e<strong> Wegovy</strong> seguem entre os mais buscados tanto para emagrecimento quanto para o controle do diabetes tipo 2. A popularização desses produtos, no entanto, vem acompanhada de preços elevados e alertas sobre riscos.</p><p>Os dados do setor farmacêutico indicam que no caso do Mounjaro, à base de tirzepatida, Embalagens com duas unidades custam entre R$ 1.580,31 e R$ 2.052,35. Já as caixas com quatro canetas podem chegar a até R$ 4.104,72.</p><p>Já os medicamentos à base de semaglutida, como Ozempic e Wegovy, também apresentam ampla variação de preço com as doses mais baixas variando entre R$ 1.077,79 e R$ 1.399,72.</p><p>Veja os preços atualizados das canetas emagrecedoras</p><p>Segundo dados do setor farmacêutico, atualmente apenas o laboratório Eli Lilly possui autorização para comercializar a tirzepatida no Brasil por meio do <strong>Mounjaro</strong>.</p><p>Os preços variam conforme a quantidade de canetas na embalagem (com variação de 5 mg a 30 mg):</p><p>Embalagem com 2 canetas: entre <strong>R$ 1.580,31 e R$ 2.052,35</strong></p><p>Embalagem com 4 canetas: entre <strong>R$ 3.160,64 e R$ 4.104,72</strong></p><p>Ozempic, Wegovy e similares (semaglutida)</p><p>De acordo com informações do mercado, a semaglutida segue como uma das substâncias mais buscadas do país.</p><p>Mesmo com a redução da exclusividade da patente, a Novo Nordisk ainda concentra boa parte das vendas, além de medicamentos parceiros comercializados no Brasil.</p><p><strong>Ozempic</strong>, <strong>Wegovy</strong>, <strong>Poviztra</strong> e <strong>Extensior</strong> (doses baixas e médias): entre <strong>R$ 1.077,79 e R$ 1.399,72</strong></p><p><strong>Wegovy</strong> e <strong>Poviztra</strong> (dose 2,27 mg/ml): entre <strong>R$ 1.614,43 e R$ 2.096,66</strong></p><p><strong>Wegovy</strong> e <strong>Poviztra</strong> (dose 3,2 mg/ml): entre <strong>R$ 2.076,49 e R$ 2.696,75</strong></p><p><strong>Medicamento oral: Rybelsus</strong></p><p>Segundo a tabela atualizada, os valores do medicamento em comprimidos mudam conforme a quantidade da caixa:</p><p>10 comprimidos: entre <strong>R$ 384,89 e R$ 499,86</strong></p><p>30 comprimidos: entre <strong>R$ 1.154,77 e R$ 1.499,70</strong></p><p>90 comprimidos: entre <strong>R$ 3.464,40 e R$ 4.499,22</strong></p><p>Saxenda, Victoza e genéricos</p><p>De acordo com o mercado farmacêutico, a liraglutida é atualmente a substância com maior concorrência no Brasil, já que a patente expirou há mais tempo.</p><p>Com isso, medicamentos genéricos e similares passaram a disputar espaço nas farmácias.</p><p><strong>Lirux</strong> e <strong>Olire</strong>: de <strong>R$ 292,49</strong> por unidade até <strong>R$ 3.702,33</strong> na caixa com 10 aplicadores</p><p><strong>Victoza</strong> (2 aplicadores): entre <strong>R$ 584,96 e R$ 759,68</strong></p><p><strong>Saxenda</strong>: de <strong>R$ 292,45</strong> por unidade até <strong>R$ 1.899,34</strong> na embalagem com 5 aplicadores</p><p><strong>Por que as canetas emagrecedoras são caras?</strong></p><p>De acordo com especialistas do setor farmacêutico, o valor elevado está relacionado ao alto investimento em pesquisa e desenvolvimento das substâncias utilizadas nos medicamentos.</p><p>Outro fator que influencia diretamente no preço é a patente. Segundo informações do mercado, algumas moléculas ainda possuem exclusividade de comercialização no Brasil, reduzindo a concorrência entre fabricantes.</p><p>Além disso, impostos e a variação do ICMS entre os estados também impactam o valor final cobrado nas farmácias.</p><p>Segundo a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), os preços possuem um teto máximo autorizado, que deve ser seguido pelos estabelecimentos em todo o país.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Medicamentos injet&aacute;veis]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Nem todo emagrecimento causa queda de cabelo; entenda</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7535/nem-todo-emagrecimento-causa-queda-de-cabelo-entenda.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Sun, 03 May 2026 05:00:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O avanço das chamadas “canetas emagrecedoras”, como a semaglutida e a tirzepatida, trouxe uma nova realidade para quem busca perda de peso. Resultados mais rápidos, controle do apetite e melhora metabólica colocaram esses medicamentos no centro das discussões atuais, inclusive em eventos médicos internacionais, como o último congresso da Academia Americana de Dermatologia (AAD).Ao mesmo tempo, uma queixa tem se tornado cada vez mais frequente no consultório: a queda de cabelo após o ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O avanço das chamadas “<strong>canetas emagrecedoras</strong>”, como a semaglutida e a tirzepatida, trouxe uma nova realidade para quem busca perda de peso. Resultados mais rápidos, controle do apetite e melhora metabólica colocaram esses medicamentos no centro das discussões atuais, inclusive em eventos médicos internacionais, como o último congresso da Academia Americana de Dermatologia (AAD).</p><p>Ao mesmo tempo, uma queixa tem se tornado cada vez mais frequente no consultório: <strong>a queda de cabelo após o emagrecimento.</strong></p><p>A relação entre queda de cabelo e emagrecimento</p><p>A primeira coisa que precisamos entender é que nem todo emagrecimento leva à <strong>queda capilar</strong>. Muitas vezes, o problema não está diretamente na medicação, mas na velocidade da perda de peso e na forma como esse processo acontece. Quando o <strong>emagrecimento</strong> é muito rápido, o organismo entra em um estado de estresse metabólico.</p><p>Também é comum haver redução importante na ingestão de nutrientes essenciais, como proteínas, vitaminas e minerais. Esse conjunto de fatores interfere diretamente no ciclo dos fios.</p><p>Nesses casos, o quadro mais comum é o eflúvio telógeno, uma condição caracterizada por uma queda capilar difusa e acentuada, que costuma surgir alguns meses após o gatilho, no caso, o emagrecimento rápido. Isso acontece porque mais fios do que o normal entram precocemente na fase de queda. Embora assuste bastante, é importante dizer que, na maioria das vezes, esse quadro é transitório e reversível, desde que a causa seja corrigida.</p><p>Como evitar a queda de cabelo</p><p>Isso pode ser evitado por meio de um emagrecimento mais lento e equilibrado, e com acompanhamento adequado. A redução da inflamação do organismo, a melhora metabólica e o cuidado com a ingestão de nutrientes podem, inclusive, favorecer a saúde do couro cabeludo e dos fios. Por isso, o foco não deve estar apenas em perder peso, mas em como se perde peso.</p><p>Algumas medidas fazem diferença, como:</p><p>Manter uma ingestão adequada de proteínas;</p><p>Garantir vitaminas e minerais importantes para o cabelo;</p><p>Acompanhar possíveis deficiências nutricionais, sendo a suplementação necessária em alguns casos.</p><p>Muito mais que estética, a aparência dos fios é um importante fator para observar a saúde como um todo, muitas vezes o cabelo é um dos primeiros a mostrar que o corpo está em desequilíbrio. Vale lembrar que nem toda queda de cabelo está relacionada ao emagrecimento.</p><p>Alterações hormonais, deficiência de ferro, doenças da tireóide e outras condições clínicas também podem estar envolvidas e precisam ser investigadas.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Imagem: Freepik]]></media:title> 
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			<title>Canetas emagrecedoras: veja preços atualizados de Ozempic, Wegovy e Mounjaro</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7534/canetas-emagrecedoras-veja-precos-atualizados-de-ozempic-wegovy-e-mounjaro.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sun, 03 May 2026 05:00:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As chamadas canetas emagrecedoras continuam em alta no Brasil em 2026. De acordo com o mercado farmacêutico, medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro seguem entre os tratamentos mais procurados por pessoas que buscam perda de peso e controle do diabetes tipo 2.Apesar da popularidade, os preços continuam salgados e alguns tratamentos podem ultrapassar R$ 4 mil, dependendo da substância, da dosagem e da quantidade de aplicações presentes na embalagem.Além do impacto no bolso, a alta...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As chamadas <strong>canetas emagrecedoras</strong> continuam em alta no Brasil em 2026. De acordo com o mercado farmacêutico, medicamentos como <strong>Ozempic</strong>, <strong>Wegovy</strong> e <strong>Mounjaro</strong> seguem entre os tratamentos mais procurados por pessoas que buscam perda de peso e controle do <strong>diabetes </strong>tipo 2.</p><p>Apesar da popularidade, os preços continuam salgados e <strong>alguns tratamentos podem ultrapassar R$ 4 mil</strong>, dependendo da substância, da dosagem e da quantidade de aplicações presentes na embalagem.</p><p>Além do impacto no bolso, a alta procura também aumentou o alerta para a venda irregular de produtos sem procedência pela internet e redes sociais.</p><p>Por que as canetas emagrecedoras são caras?</p><p>De acordo com especialistas do setor farmacêutico, o valor elevado está relacionado ao alto investimento em pesquisa e desenvolvimento das substâncias utilizadas nos medicamentos.</p><p>Outro fator que influencia diretamente no preço é a patente. Segundo informações do mercado, algumas moléculas ainda possuem exclusividade de comercialização no Brasil, reduzindo a concorrência entre fabricantes.</p><p>Além disso, impostos e a variação do ICMS entre os estados também impactam o valor final cobrado nas farmácias.</p><p>Segundo a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), os preços possuem um teto máximo autorizado, que deve ser seguido pelos estabelecimentos em todo o país.</p><p>Veja os preços atualizados das canetas emagrecedoras</p><p>Segundo dados do setor farmacêutico, atualmente apenas o laboratório Eli Lilly possui autorização para comercializar a tirzepatida no Brasil por meio do <strong>Mounjaro</strong>.</p><p>Os preços variam conforme a quantidade de canetas na embalagem (com variação de 5 mg a 30 mg):</p><p>Embalagem com 2 canetas: entre <strong>R$ 1.580,31 e R$ 2.052,35</strong></p><p>Embalagem com 4 canetas: entre <strong>R$ 3.160,64 e R$ 4.104,72</strong></p><p>Ozempic, Wegovy e similares (semaglutida)</p><p>De acordo com informações do mercado, a semaglutida segue como uma das substâncias mais buscadas do país.</p><p>Mesmo com a redução da exclusividade da patente, a Novo Nordisk ainda concentra boa parte das vendas, além de medicamentos parceiros comercializados no Brasil.</p><p><strong>Ozempic</strong>, <strong>Wegovy</strong>, <strong>Poviztra</strong> e <strong>Extensior</strong> (doses baixas e médias): entre <strong>R$ 1.077,79 e R$ 1.399,72</strong></p><p><strong>Wegovy</strong> e <strong>Poviztra</strong> (dose 2,27 mg/ml): entre <strong>R$ 1.614,43 e R$ 2.096,66</strong></p><p><strong>Wegovy</strong> e <strong>Poviztra</strong> (dose 3,2 mg/ml): entre <strong>R$ 2.076,49 e R$ 2.696,75</strong></p><p><strong>Medicamento oral: Rybelsus</strong></p><p>Segundo a tabela atualizada, os valores do medicamento em comprimidos mudam conforme a quantidade da caixa:</p><p>10 comprimidos: entre <strong>R$ 384,89 e R$ 499,86</strong></p><p>30 comprimidos: entre <strong>R$ 1.154,77 e R$ 1.499,70</strong></p><p>90 comprimidos: entre <strong>R$ 3.464,40 e R$ 4.499,22</strong></p><p>Saxenda, Victoza e genéricos</p><p>De acordo com o mercado farmacêutico, a liraglutida é atualmente a substância com maior concorrência no Brasil, já que a patente expirou há mais tempo.</p><p>Com isso, medicamentos genéricos e similares passaram a disputar espaço nas farmácias.</p><p><strong>Lirux</strong> e <strong>Olire</strong>: de <strong>R$ 292,49</strong> por unidade até <strong>R$ 3.702,33</strong> na caixa com 10 aplicadores</p><p><strong>Victoza</strong> (2 aplicadores): entre <strong>R$ 584,96 e R$ 759,68</strong></p><p><strong>Saxenda</strong>: de <strong>R$ 292,45</strong> por unidade até <strong>R$ 1.899,34</strong> na embalagem com 5 aplicadores</p><p>Venda irregular acende alerta</p><p>Segundo órgãos reguladores, o aumento da procura pelos medicamentos também ampliou a circulação de produtos sem autorização e sem garantia de procedência.</p><p>Um dos principais alertas envolve a <strong>retatrutida</strong>, substância que ainda está em fase de estudos e não possui autorização para venda em nenhum país. Portanto, qualquer comercialização atual desse princípio ativo é considerada irregular e ilegal.</p><p>Por isso, a orientação é que o paciente procure avaliação médica antes de iniciar qualquer tratamento para emagrecimento ou controle do diabetes.</p><p>*Com informações do portal ND Mais</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Medicamentos injet&aacute;veis]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Acidentes de trabalho: O sono como um grande vilão</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7525/acidentes-de-trabalho-o-sono-como-um-grande-vilao.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 02 May 2026 05:00:10 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Você já saiu de casa com a sensação de que “não dormiu nada” e, ainda assim, precisou trabalhar normalmente? Para muitos brasileiros, isso é rotina. Em uma rotina cada vez mais acelerada, dormir mal tornou-se quase um hábito socialmente aceito. Muitas pessoas acordam cansadas, seguem para o trabalho e encaram a fadiga como algo normal. No entanto, o que parece apenas um desconforto pode ter consequências muito mais sérias: o aumento do risco de acidentes de trabalho.A ciência tem...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Você já saiu de casa com a sensação de que “não dormiu nada” e, ainda assim, precisou trabalhar normalmente? Para muitos brasileiros, isso é rotina. <strong>Em uma rotina cada vez mais acelerada, dormir mal tornou-se quase um hábito socialmente aceito. </strong></p><p>Muitas pessoas acordam cansadas, seguem para o trabalho e encaram a fadiga como algo normal. No entanto, o que parece apenas um desconforto pode ter consequências muito mais sérias: o aumento do risco de acidentes de <strong>trabalho</strong>.</p><p>A ciência tem mostrado de forma consistente que a privação de sono e os distúrbios do sono, especialmente a apneia obstrutiva do <strong>sono</strong>, comprometem funções cognitivas essenciais e podem colocar em risco não apenas o indivíduo, mas todos ao seu redor.</p><p>Apneia do sono e acidentes de trabalho</p><p>Dormir é um processo biológico fundamental para o funcionamento adequado do organismo. Durante o sono, o cérebro realiza tarefas essenciais como consolidação da memória, regulação emocional e recuperação metabólica.</p><p>Quando esse processo é interrompido ou fragmentado, ocorre uma redução significativa da capacidade de atenção, do tempo de reação e do julgamento crítico. Estudos científicos demonstram que a privação de sono leva a déficits cognitivos comparáveis aos observados em indivíduos sob efeito de álcool, o que reforça a gravidade do problema quando se trata de atividades que exigem vigilância constante.</p><p>Nesse contexto, a <strong>apneia obstrutiva do sono</strong> se destaca como um dos principais fatores ocultos associados ao aumento de acidentes. Trata-se de um distúrbio caracterizado por episódios repetidos de obstrução das vias aéreas durante o sono, levando a pausas respiratórias e quedas na oxigenação do sangue.</p><p>Embora a pessoa muitas vezes não perceba esses eventos, o impacto fisiológico é significativo, resultando em um sono fragmentado e não reparador. Estima-se que uma grande parcela dos indivíduos com apneia do sono não tenha diagnóstico, o que torna a condição ainda mais preocupante do ponto de vista de saúde pública.</p><p>As consequências dessa fragmentação do sono são evidentes no dia seguinte. A sonolência diurna excessiva, um dos sintomas mais marcantes da apneia, está diretamente relacionada à redução da capacidade de manter a atenção por períodos prolongados. Isso se traduz em lapsos de concentração, diminuição da vigilância e aumento da impulsividade.</p><p>Em ambientes de trabalho, especialmente aqueles que envolvem operação de máquinas, condução de veículos ou tomada de decisões rápidas, esses déficits podem ser determinantes para a ocorrência de acidentes.</p><p>Diversos estudos epidemiológicos demonstram que indivíduos com apneia do sono não tratada apresentam maior risco de acidentes ocupacionais. Pesquisas com trabalhadores de diferentes áreas mostram aumento significativo na incidência de erros, falhas operacionais e eventos adversos.</p><p>Em alguns grupos profissionais, como motoristas e operadores industriais, esse risco pode ser até duas vezes maior quando comparado a indivíduos sem distúrbios do sono. Esse dado evidencia que o impacto da apneia vai além da saúde individual, configurando-se como um problema relevante de segurança no trabalho.</p><p>O perigo de acreditar que está acostumado ao cansaço</p><p>Outro aspecto importante é o caráter cumulativo da privação de sono. Diferentemente de fatores agudos, como o consumo de álcool, a perda de sono se acumula ao longo dos dias, gerando um déficit progressivo que muitas vezes passa despercebido pelo próprio indivíduo.</p><p>A pessoa pode acreditar que está adaptada ao cansaço, mas seu desempenho continua comprometido. Essa falsa sensação de adaptação aumenta ainda mais o risco, pois reduz a percepção de perigo e dificulta a adoção de medidas preventivas.</p><p>Além dos riscos individuais, o impacto coletivo também deve ser considerado. Acidentes de trabalho geram consequências que vão desde lesões leves até eventos graves, com repercussões sociais e econômicas importantes.</p><p>Empresas enfrentam custos elevados com afastamentos, indenizações e perda de produtividade, enquanto sistemas de saúde lidam com o aumento da demanda por atendimento decorrente desses eventos. Nesse cenário, reconhecer a importância do sono e dos distúrbios associados torna-se fundamental para estratégias de prevenção.</p><p>Reconhecer os sinais de alerta é um passo essencial. São indícios que não devem ser ignorados:</p><p>Pausas respiratórias durante o sono;</p><p>Sonolência ao longo do dia;</p><p>Dificuldade de concentração.</p><p>Muitas vezes, esses sintomas são banalizados, mas podem indicar um problema de saúde com repercussões significativas. Fatores como obesidade, idade avançada e alterações anatômicas das vias aéreas superiores também aumentam o risco e merecem atenção especial.</p><p>Em um cenário em que a produtividade é frequentemente valorizada acima do bem-estar, é fundamental resgatar a importância do sono como pilar da saúde. Dormir bem não é apenas uma questão de conforto, mas de segurança. A relação entre sono inadequado e acidentes de trabalho é clara e sustentada por evidências científicas. Ignorar esse fato significa negligenciar um fator de risco evitável e potencialmente grave.</p><p>Ao final, a reflexão que se impõe é simples, mas poderosa: quantos acidentes poderiam ser evitados se o sono fosse tratado como prioridade? A apneia do sono, muitas vezes silenciosa, revela que trabalhar cansado pode ser tão perigoso quanto trabalhar sob condições reconhecidamente inseguras. Cuidar do sono é, portanto, cuidar da vida.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Imagem de KamranAydinov no Magnific]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>A era da dermatologia preditiva: como a IA está redefinindo o lifting facial</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7486/a-era-da-dermatologia-preditiva-como-a-ia-esta-redefinindo-o-lifting-facial.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7486/a-era-da-dermatologia-preditiva-como-a-ia-esta-redefinindo-o-lifting-facial.html</guid>
			<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:00:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Estamos vivendo um divisor de águas na medicina estética. Se há alguns anos falávamos apenas em preencher ou paralisar, hoje falamos em regenerar e personalizar. A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser uma ferramenta de ficção científica para se tornar a “alma” dos equipamentos mais modernos do mundo, permitindo diagnósticos e tratamentos com uma precisão que o olho humano, isoladamente, não conseguiria alcançar.A grande mudança que a IA trouxe para a dermatologia é a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Estamos vivendo um divisor de águas na medicina estética. Se há alguns anos falávamos apenas em preencher ou paralisar, hoje falamos em regenerar e personalizar. A <strong>Inteligência Artificial (IA)</strong> deixou de ser uma ferramenta de ficção científica para se tornar a “alma” dos equipamentos mais modernos do mundo, permitindo diagnósticos e tratamentos com uma precisão que o olho humano, isoladamente, não conseguiria alcançar.</p><p><strong>A grande mudança que a IA trouxe para a dermatologia é a capacidade de leitura em tempo real.</strong> Antigamente, configurávamos um aparelho de forma manual, baseados em médias populacionais. Hoje, tecnologias inteligentes analisam a densidade dérmica, a impedância da pele e a temperatura subcutânea de cada paciente, ajustando a entrega de energia milissegundo a milissegundo.</p><p>A maior expressão dessa evolução em meu consultório é o Elleva Smart. Este equipamento representa o ápice do que chamamos de “Lifting Inteligente”. Diferente dos métodos tradicionais que podiam ser desconfortáveis ou exigir longos períodos de recuperação, o Elleva Smart utiliza algoritmos de IA para mapear os pontos de ancoragem da face com exatidão matemática.</p><p>O grande diferencial é a ausência de <strong>dor</strong>. A IA do equipamento modula as ondas de energia para que o estímulo de colágeno ocorra de forma profunda e eficaz, mas sem agredir os receptores de dor na superfície da pele. Em apenas 30 minutos, conseguimos promover uma retração dos tecidos e uma definição do contorno facial que, anteriormente, demandaria protocolos muito mais invasivos.</p><p>Além da velocidade e do conforto, a IA nos permite o que chamamos de Dermatologia Preditiva. Ao utilizar o Elleva Smart, conseguimos prever como aquela estrutura facial específica responderá ao estímulo ao longo dos meses. Isso nos permite combinar a tecnologia com ativos regeneradores, como os exossomos e o PDRN, criando um ecossistema de tratamento único para cada indivíduo.</p><p>A mensagem aqui é clara: o futuro da beleza é inteligente e indolor. Não precisamos mais escolher entre resultados reais e uma rotina produtiva. Com a Inteligência Artificial, o lifting facial deixou de ser uma “intervenção” para se tornar um cuidado de alta performance, rápido e seguro, que respeita a naturalidade e a saúde celular acima de tudo.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Anvisa proíbe protetores solares e repelentes; veja quais</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7485/anvisa-proibe-protetores-solares-e-repelentes-veja-quais.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A medida determina o recolhimento imediato de seis itens específicos da marca. Entre eles estão protetores solares e repelentes destinados ao público infantil.Produtos que devem ser recolhidosRepelente Gel Baby Amorável;Sunlau FPS 30 – Loção de proteção solar UVA/UVB com vitamina E;Protetor Solar FPS 30 Wurth;Sunlau Spray Repelente Deet;Needs Repelente de Insetos com Icaridina Spray Kids;Needs Repelente de Insetos com Icaridina Gel Kids.Consumidores que possuem algum desses produtos...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A medida determina o recolhimento imediato de seis itens específicos da marca. Entre eles estão <strong>protetores solares</strong> e <strong>repelentes</strong> destinados ao público infantil.</p><p>Produtos que devem ser recolhidos</p><p>Repelente Gel Baby Amorável;</p><p>Sunlau FPS 30 – Loção de proteção solar UVA/UVB com vitamina E;</p><p>Protetor Solar FPS 30 Wurth;</p><p>Sunlau Spray Repelente Deet;</p><p>Needs Repelente de Insetos com Icaridina Spray Kids;</p><p>Needs Repelente de Insetos com Icaridina Gel Kids.</p><p>Consumidores que possuem algum desses produtos devem entrar em contato com a empresa por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) disponível no rótulo.</p><p>Irregularidades na fabricação</p><p>A Resolução (RE) 1.743/2026, publicada no Diário Oficial da União, estendeu a proibição para todos os cosméticos produzidos pela Henlau Química. A decisão foi baseada em inspeção realizada entre 14 e 17 de abril.</p><p>A fiscalização constatou descumprimento da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 48/2013. A norma aprova o Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes.</p><p>A mesma inspeção identificou falhas na produção de saneantes. As irregularidades desrespeitavam a RDC 47/2013, que trata do Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para Produtos Saneantes.</p><p>Por causa das irregularidades encontradas, a Anvisa suspendeu a fabricação de todos esses produtos da empresa.</p><p>Em nota, a empresa afirmou que medidas internas foram adotadas antes da publicação da Anvisa.</p><p><strong>“Um plano de melhoria contínua já está em curso, elaborado em conformidade com as RDCs nº 47 e nº 48 e submetido às autoridades sanitárias. Trabalhamos em colaboração com a Anvisa, cuja atuação na proteção da saúde pública reconhecemos e respeitamos, com o objetivo de manter nossas atividades com ainda mais rigor e segurança”</strong>, afirma a nota.</p><p>Além disso, a empresa afirmou que permanece à disposição dos consumidores e autoridades para esclarecimentos.</p><p>*Com informações do Estadão.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Menos açúcar no copo: veja como bebidas saudáveis transformam o corpo e o mercado</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7473/menos-acucar-no-copo-veja-como-bebidas-saudaveis-transformam-o-corpo-e-o-mercado.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 05:00:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Segundo a pesquisa “Do prato ao copo — Como brasileiros tomam suas decisões no consumo de alimentos e bebidas”, da Mindminers, 38% do país consome mais bebidas in natura ou naturais, enquanto 15% consome mais industrializados e 47% um mix de ambos.O mesmo estudo mostra que as bebidas não alcoólicas que os brasileiros mais costumam beber são água (81%), suco (73%) e café (69%). Esses números refletem um cenário importante: cada vez mais pessoas estão buscando escolhas mais...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Segundo a pesquisa “Do prato ao copo — Como brasileiros tomam suas decisões no consumo de alimentos e bebidas”, da Mindminers, <strong>38% do país consome mais bebidas in natura ou naturais</strong>, enquanto 15% consome mais industrializados e 47% um mix de ambos.</p><p>O mesmo estudo mostra que as bebidas não alcoólicas que os brasileiros mais costumam beber são água (81%), suco (73%) e café (69%). Esses números refletem um cenário importante: cada vez mais pessoas estão buscando <strong>escolhas mais saudáveis</strong> para os seus copos.</p><p><strong>Por que isso importa: </strong>o consumo de bebidas menos processadas e mais naturais impacta diretamente na manutenção da saúde, no controle do peso e no equilíbrio do organismo.</p><p>O que acontece quando escolhemos bebidas saudáveis</p><p>Segundo a nutricionista , escolher bebidas saudáveis, assim como os alimentos de melhor qualidade, impacta:</p><p>As pessoas estão percebendo que o que bebemos impacta muito no peso e na saúde a longo prazo. No Brasil, mais de 55% dos adultos estão acima do peso e as bebidas com muito açúcar são culpadas por milhares de casos de diabetes e doenças do coração todos os anos.</p><p>, nutricionista e professora do Unesc</p><p>Já a nutricionista Thamires Favato, especialista em emagrecimento e lipedema, aponta que, para uma bebida ser considerada saudável, precisa “ser rica em nutrientes, promover benefícios à saúde e não conter aditivos químicos”.</p><p>Rhaielly complementa que a mudança no corpo quando substituímos bebidas ultraprocessadas por opções mais saudáveis é considerável, já que deixamos de consumir as chamadas “calorias líquidas”.</p><p>“A melhora na digestão e o fim daquele inchaço causado pelos aditivos químicos costumam aparecer em poucos dias de bons hábitos. O impacto na prevenção de doenças graves, claro, é um ganho para a vida toda”, complementa.</p><p>Mudança de hábitos também transforma a rotina</p><p>Quem decide mudar a alimentação costuma perceber rapidamente os efeitos no bem-estar.</p><p>Kayra Miranda, de 23 anos, chegou a pesar 99 quilos e decidiu rever completamente sua rotina. Entre outras mudanças, ela passou a priorizar bebidas zero açúcar, intensificou o consumo de chás e começou a observar com mais atenção os rótulos nutricionais.</p><p>“A principal diferença foi nas celulites, que diminuíram bastante. Fora a perda de peso, que já foram 22 quilos”, conta a jornalista.</p><p>Já para o professor de Educação Física Jorge Castro, de 27 anos, a mudança veio pela busca por mais energia e melhor desempenho físico. Ele aumentou o consumo de água, passou a priorizar bebidas naturais e adotou estratégias simples para manter o equilíbrio, inclusive na vida social.</p><p><strong>“Quando a rotina aperta, eu busco o prato e a bebida mais natural possível. O segredo é ter esse olhar atento para fazer a melhor escolha dentro do que está disponível.”</strong></p><p>A busca pela <strong>saúde</strong> também impactou a cadeia produtiva.</p><p>O segmento, que no Espírito Santo movimentou mais de R$ 99 milhões em Valor de Transformação Industrial em 2023, segundo dados do Observatório Findes, entendeu que acompanhar essa tendência é essencial.</p><p>Segundo o diretor do <strong>Grupo Coroa</strong>, Ademar Bragatto, o mercado de bebidas sempre foi dinâmico, mas hoje está ainda mais rápido. Para lidar com essa dinâmica, a empresa capixaba, por exemplo, aposta em pesquisa de mercado e inovação.</p><p>Hoje o consumidor presta atenção em tudo: qualidade, preço, marca, experiência. […] Para lidar com isso, utilizamos pesquisas de hábitos de consumo e comportamento do consumidor, e análise de dados de mercado, como norte para nossas tomadas de decisão.</p><p>Ademar Bragatto, diretor do Grupo Coroa</p><p>Já Felipe Reggiani, representante do Sindibebidas aponta que a bebida de qualidade percorre um longo caminho até chegar ao copo do consumidor. <strong>“Desde a agricultura e do cultivo, há muitas preparações que acontecem muito antes da industrialização.”</strong></p><p>Como escolher a melhor opção de bebida</p><p>Apesar das diversas opções disponíveis no mercado, é preciso ter cuidado na hora da escolha.</p><p>As nutricionistas  e Thamires Favato reforçam que a água continua sendo a principal recomendação para o dia a dia. Além dela, chás naturais, kombucha e bebidas vegetais sem açúcar adicionado também podem ser boas opções.</p><p>Além disso, observar a lista de ingredientes e a qualidade da bebida é essencial. Escolher produtos de empresas confiáveis é uma boa estratégia na hora do mercado.</p><p>“A Coroa busca estar sempre em harmonia com o desejo do consumidor. Os movimentos macro do mercado, mostram um consumidor mais atento à saúde e ao bem-estar”, aponta Ademar Bragatto.</p><p><strong>Confira as dicas das nutricionistas para escolher bebidas mais saudáveis:</strong></p><p>Cada vez mais brasileiros têm buscado bebidas mais saudáveis e menos processadas no dia a dia. Essa decisão impacta reduz o consumo de “calorias líquidas”, melhora a digestão, diminui o inchaço e contribui para a prevenção de problemas.</p><p>Essa transformação também aparece na rotina de consumidores e no mercado. O setor de bebidas acompanha essa nova demanda com mais inovação e pesquisa de mercado.</p><p>Especialistas reforçam que, apesar da variedade de produtos, a água segue como principal recomendação, além de chás naturais, kombucha e bebidas vegetais sem açúcar, sempre com atenção aos ingredientes e à procedência.</p><p>Confira a reportagem completa</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Rhaielly Fereguetti]]></media:title> 
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			<title>ICEPi: inovação que transforma a saúde capixaba</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7472/icepi-inovacao-que-transforma-a-saude-capixaba.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 05:00:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em um cenário frequentemente marcado por desafios, o Espírito Santo vem desenhando um caminho que merece atenção. Ao completar sete anos, o ICEPi se consolida como um importante vetor de transformação, conectando formação, tecnologia e cuidado direto à população.Criado em 2019, o ICEPi nasceu com uma missão ambiciosa: levar inteligência aplicada para dentro dos serviços públicos de saúde. Hoje, são mais de 70 projetos ativos, cerca de 2.500 profissionais envolvidos e impacto...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em um cenário frequentemente marcado por desafios, o <strong>Espírito Santo</strong> vem desenhando um caminho que merece atenção. Ao completar sete anos, o <strong>ICEPi</strong> se consolida como um importante vetor de transformação, conectando formação, <strong>tecnologia</strong> e cuidado direto à população.</p><p>Criado em 2019, o <strong>ICEPi</strong> nasceu com uma missão ambiciosa: levar inteligência aplicada para dentro dos <strong>serviços públicos de saúde</strong>. Hoje, são mais de 70 projetos ativos, cerca de 2.500 profissionais envolvidos e impacto direto nos 78 <strong>municípios capixabas</strong>.</p><p>“O ICEPi representa um marco na organização e no fortalecimento do <strong>SUS</strong> no <strong>Espírito Santo</strong>. Ao longo desses sete anos, a instituição tem contribuído de forma decisiva para qualificar <strong>profissionais</strong>, ampliar a oferta de serviços e promover inovação, com foco nas necessidades reais dos territórios e da população”, destacou o Secretário da Saúde do Espírito Santo, Kim Barbosa.</p><p>Mais do que números, o impacto aparece no dia a dia dos serviços. Já são mais de 53 mil <strong>certificados</strong> emitidos em <strong>cursos</strong> que vão da <strong>atualização profissional</strong> à pós-graduação, fortalecendo quem está na linha de frente do atendimento.</p><p>Atualmente, mais de 1.200 profissionais estão em formação, incluindo médicos e <strong>enfermeiros</strong> que atuam na <strong>Estratégia Saúde da Família</strong>. A iniciativa amplia a capacidade de resposta e melhora a qualidade do cuidado nos territórios.</p><p>O diretor-geral do ICEPi, Erico Sangiorgio, reforça que “o compromisso é qualificar os serviços de saúde nos territórios capixabas, levando inovação para o dia a dia do <strong>SUS</strong>. Isso significa formar <strong>profissionais</strong>, fortalecer as <strong>Redes de Atenção à Saúde</strong> e garantir acesso à saúde. Chegamos aos sete anos com resultados muito significativos, fruto de um trabalho construído em parceria com os municípios, instituições de ensino e demais parceiros. Seguimos avançando, com os próximos passos orientados pelas necessidades reais da população”.</p><p>Tecnologia como aliada do cuidado</p><p>Entre os avanços mais recentes está a ampliação da <strong>Atenção Especializada</strong>, com programas que buscam reduzir filas e garantir continuidade no atendimento. Um dos destaques é a implementação das <strong>teleconsultorias</strong>, que devem viabilizar cerca de 17 mil atendimentos por ano, conectando <strong>especialistas</strong> a equipes de saúde em diferentes regiões.</p><p>O programa <strong>Apoia+Redes</strong> também ganha protagonismo ao apoiar <strong>gestores</strong> no monitoramento de <strong>indicadores</strong> e no planejamento estratégico, fortalecendo a integração entre os níveis de atenção.</p><p>Pesquisa que responde à realidade</p><p>A <strong>inovação</strong> também passa pela produção de conhecimento. O programa <strong>Pesquisa+</strong> busca transformar demandas do dia a dia em <strong>soluções baseadas em evidências</strong>, aproximando ciência e prática.</p><p>Outro avanço importante é o projeto <strong>Raras Capixaba</strong>, que propõe um olhar estruturado para o cuidado de pessoas com <strong>doenças raras</strong>, integrando assistência, pesquisa e políticas públicas.</p><p>Espírito Santo em destaque nacional</p><p>Os resultados têm gerado reconhecimento em todo o país. Projetos como o uso de <strong>inteligência artificial</strong> para triagem de lesões de pele e <strong>aplicativos</strong> voltados à <strong>doação de sangue</strong> mostram que tecnologia e saúde pública podem caminhar juntas.</p><p>Além disso, os programas de <strong>residência em saúde</strong> colocam o Espírito Santo como protagonista nacional, com o segundo maior número de vagas do Brasil e iniciativas inéditas, como a formação voltada ao cuidado de <strong>pessoas com deficiência</strong> e o <strong>protagonista nacional</strong>.</p><p>Para os próximos anos, a expectativa é ampliar ainda mais o acesso à <strong>atenção especializada</strong>, fortalecer a formação de profissionais e expandir <strong>soluções tecnológicas</strong> que apoiem a rede pública.</p><p>Ao completar sete anos, o ICEPi mostra que é possível <strong>transformar a saúde</strong> com estratégia, inovação e foco nas <strong>necessidades reais da população</strong>, construindo um <strong>sistema resolutivo</strong>, integrado e preparado para o presente e o futuro.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Cr&eacute;dito foto: Divulga&ccedil;&atilde;o Canva]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>É possível descobrir a gravidez só na hora do parto? Médica explica</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7471/e-possivel-descobrir-a-gravidez-so-na-hora-do-parto-medica-explica.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Um parto marcou a manhã de terça-feira (28) no Pronto Atendimento de São Pedro, em Vitória, e chamou a atenção. Isso porque a paciente Maria Júlia, de 18 anos, deu entrada com fortes dores abdominais sem saber que estava grávida.A situação levantou a dúvida: é possível descobrir a gravidez somente na hora do parto? Veja o que diz uma especialista:É possível não saber da gravidez até o parto?Segundo a ginecologista e obstetra da Unimed Sul Capixaba, Karina Bourguignon, embora...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Um parto marcou a manhã de terça-feira (28) no Pronto Atendimento de São Pedro, em Vitória, e chamou a atenção. Isso porque <strong>a paciente Maria Júlia, de 18 anos, deu entrada com fortes dores abdominais sem saber que estava grávida.</strong></p><p>A situação levantou a dúvida: é possível descobrir a gravidez somente na hora do parto? Veja o que diz uma especialista:</p><p>É possível não saber da gravidez até o parto?</p><p>Segundo a ginecologista e obstetra da Unimed Sul Capixaba, Karina Bourguignon, embora seja uma situação rara, é possível que a mulher só descubra já na reta final da <strong>gestação</strong>.</p><p>Esse quadro é conhecido como gravidez críptica. Na maioria dos casos, a descoberta ocorre ainda no segundo ou terceiro trimestre, mas em situações mais incomuns a gestação passa despercebida até o trabalho de parto.</p><p>Karina Bourguignon, ginecologista e obstetra da Unimed Sul Capixaba</p><p>A médica explica que isso tende a acontecer quando os sinais clássicos são muito discretos ou inexistentes, ou quando são confundidos com outras condições.</p><p>Fatores que contribuem para a descoberta tardia</p><p>De acordo com Karina Bourguignon, diversos fatores podem contribuir para que uma gestação passe despercebida:</p><p>Alterações hormonais atípicas;</p><p>Ciclos menstruais irregulares;</p><p>Sangramentos durante a gestação;</p><p>Ausência de sintomas clássicos;</p><p>Fatores psicológicos, como a dificuldade de reconhecer a gestação.</p><p><strong>“Nesses casos é relativamente comum que os sintomas sejam muito leves, intermitentes ou até ausentes. Náuseas, sensibilidade nas mamas, cansaço e até o crescimento abdominal podem não ocorrer de forma evidente”</strong>, afirma a ginecologista.</p><p>A descoberta tardia da gravidez pode aumentar o risco de complicações, principalmente pela ausência de acompanhamento pré-natal. Isso pode impactar o controle de condições como hipertensão gestacional, diabetes gestacional, além de dificultar a identificação precoce de alterações no desenvolvimento do bebê.</p><p><strong>“Também há maior risco de parto prematuro e de situações que exigem intervenção de urgência”</strong>, alerta Karina Bourguignon.</p><p>O pré-natal é fundamental para monitorar a <strong>saúde</strong> da mãe e do bebê. Sem esse acompanhamento, condições importantes podem passar despercebidas, como pré-eclâmpsia, restrição de crescimento fetal, infecções e alterações placentárias.</p><p>A médica destaca que alguns sinais devem chamar atenção, mesmo que discretos:</p><p>Alterações no padrão menstrual;</p><p>Episódios de náusea recorrente;</p><p>Ganho de peso sem causa aparente;</p><p>Sensação de movimentação abdominal;</p><p>Diante de qualquer dúvida, o ideal é procurar avaliação médica e realizar exames, pois o diagnóstico precoce permite um acompanhamento adequado e mais seguro.</p><p>Karina Bourguignon, ginecologista e obstetra da Unimed Sul Capixaba</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Imagem: Freepik]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Iniciativa seleciona jovens para tratamento odontológico gratuito</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7457/iniciativa-seleciona-jovens-para-tratamento-odontologico-gratuito.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Começa nesta terça-feira (28) uma triagem em várias cidades a fim de selecionar jovens de 11 a 17 anos para receberem acompanhamento odontológico completo até os 18 anos. A ação, chamada de Megatriagem Odontológica, ocorre em 156 municípios brasileiros.A iniciativa é da Turma do Bem, organização sem fins lucrativos que busca apoiar crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social com tratamento dentário gratuito.Os interessados devem comparecer aos postos de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Começa nesta terça-feira (28) uma triagem em várias cidades a fim de selecionar jovens de 11 a 17 anos para receberem acompanhamento odontológico completo até os 18 anos. A ação, chamada de <strong>Megatriagem Odontológica</strong>, ocorre em 156 municípios brasileiros.</p><p>A iniciativa é da <strong>Turma do Bem</strong>, organização sem fins lucrativos que busca apoiar crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social com tratamento dentário gratuito.</p><p>Os interessados devem comparecer aos postos de triagem com RG, comprovante de residência e um responsável. A expectativa é que mais de 5 mil novos pacientes sejam encaminhados para tratamento em consultórios particulares de dentistas voluntários de todo o país.</p><p>A triagem avaliará a condição clínica dos pacientes, por meio de um exame visual rápido e não invasivo, feito por um dentista voluntário. Além disso, também será contabilizado a carência socioeconômica da família para priorizar os casos mais graves.</p><p>Essa mobilização nacional é para lembrarmos que a saúde bucal não pode ser um artigo de luxo. Nossa missão é garantir que a condição socioeconômica não seja um impedimento para que esses jovens sorriam, estudem e busquem oportunidades sem dor ou vergonha.</p><p>Fábio Bibancos, presidente voluntário e fundador da Turma do Bem</p><p>A lista completa com os endereços e horários de cada ponto de triagem nas cidades confirmadas pode ser acessada no <strong>site oficial</strong> da ação megatriagem. Os jovens selecionados após a triagem receberão uma carta oficial da Turma do Bem com as orientações para o início do tratamento..</p><p>A Turma do Bem trabalha em 12 países com mais de 19 mil dentistas voluntários. Nas últimas edições da Megatriagem, realizadas em 2024 e 2025, mais de 10 mil jovens foram selecionados para receber tratamento odontológico gratuito.</p><p>A organização também tem parceria com a Colgate, que apoia a ação com atividades educativas e distribuição de kits de higiene bucal em diversas localidades.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Arquivo/Valter Campanato/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Cartilha orienta médicos e instituições sobre uso de IA na medicina</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7456/cartilha-orienta-medicos-e-instituicoes-sobre-uso-de-ia-na-medicina.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Associação Médica Brasileira (AMB) lançou este mês uma cartilha com o objetivo de orientar médicos e instituições de saúde sobre a aplicação da inteligência artificial (IA) na prática clínica, com base na Resolução nº 2.454/2026 do Conselho Federal de Medicina (CFM).O material aborda os principais pontos da primeira legislação brasileira dedicada exclusivamente ao uso da IA no exercício da medicina, publicada em fevereiro de 2026. A norma do CFM estabelece prazo de 180 ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A <strong>Associação Médica Brasileira (AMB)</strong> lançou este mês uma <strong>cartilha</strong> com o objetivo de orientar médicos e instituições de saúde sobre a aplicação da inteligência artificial (IA) na prática clínica, com base na <strong>Resolução nº 2.454/2026</strong> do Conselho Federal de Medicina (CFM).</p><p>O material aborda os principais pontos da primeira legislação brasileira dedicada exclusivamente ao uso da IA no exercício da medicina, publicada em fevereiro de 2026. A norma do CFM estabelece prazo de 180 dias para adequação, com entrada em vigor prevista para agosto.</p><p>Em nota, a AMB avalia que um dos pilares da resolução, destacado na cartilha, é o entendimento de que a IA deve ser utilizada exclusivamente como ferramenta de apoio.</p><p>A decisão clínica permanece sob responsabilidade do médico, que mantém autonomia técnica e ética em todas as etapas do cuidado ao paciente.</p><p>Associação Médica Brasileira (AMB)</p><p>“A publicação reforça que, embora a tecnologia amplie a capacidade diagnóstica e operacional, o julgamento humano é insubstituível e deve prevalecer em qualquer circunstância”, destacou o comunicado.</p><p>Direitos, deveres e limites</p><p>A cartilha detalha direitos dos médicos, como o uso livre de IA como suporte à decisão, além da possibilidade de recusar sistemas sem validação científica ou que apresentem riscos éticos.</p><p>O documento também estabelece deveres classificados pela AMB como fundamentais, incluindo a necessidade de capacitação contínua, o uso crítico das ferramentas e o registro obrigatório em prontuário sempre que a IA for utilizada.</p><p>“Entre as proibições expressas estão a delegação de diagnósticos à IA, o uso de sistemas sem segurança de dados e a omissão da informação ao paciente quando a tecnologia tiver papel relevante no atendimento”.</p><p>Outro destaque da cartilha é a classificação dos sistemas de IA por níveis de risco — baixo, médio, alto e inaceitável —, com exigências proporcionais de governança para cada categoria.</p><p>“Sistemas de maior impacto clínico demandam estruturas mais robustas de controle, monitoramento e validação”, avaliou a associação.</p><p>Segurança jurídica e proteção de dados</p><p>A cartilha orienta que o registro do uso da IA em prontuário é condição essencial para garantir proteção jurídica ao médico e recomenda a adoção de <strong>Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE)</strong> específico para o uso da tecnologia, assegurando transparência ao paciente.</p><p>A adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) também é tratada como obrigatória, uma vez que informações de saúde são consideradas dados sensíveis.</p><p>Associação Médica Brasileira (AMB)</p><p>Com linguagem acessível, a cartilha apresenta um passo a passo para a conformidade com a resolução do CFM, incluindo inventário de sistemas, classificação de risco, validação científica, criação de protocolos internos e capacitação das equipes.</p><p>O material traz um checklist institucional e um glossário com os principais conceitos relacionados à inteligência artificial na saúde, como <strong>IA generativa</strong>, modelos de linguagem e vieses algorítmicos. </p><p>“Para a AMB, a iniciativa busca apoiar os médicos brasileiros na incorporação segura e ética da inteligência artificial, promovendo inovação sem abrir mão da qualidade assistencial e da autonomia profissional.”</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rawpick/Freepik]]></media:title> 
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			<title>Sono monitorado em excesso pode prejudicar descanso</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7443/sono-monitorado-em-excesso-pode-prejudicar-descanso.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 05:00:44 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A obsessão por dormir bem tem tirado o sono de muita gente. Em uma era em que tudo é mensurável, do número de passos ao tempo de concentração, o descanso noturno também passou a ser monitorado, avaliado e, para alguns, cobrado como meta de desempenho. Nesse cenário, cresce um comportamento ainda pouco conhecido fora dos consultórios, mas cada vez mais presente na prática clínica: a ortosonia.Embora não seja reconhecida formalmente como um transtorno, a ortosonia já chama a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A obsessão por dormir bem tem tirado o sono de muita gente. Em uma era em que tudo é mensurável, do número de passos ao tempo de concentração, o descanso noturno também passou a ser monitorado, avaliado e, para alguns, cobrado como meta de desempenho. Nesse cenário, cresce um comportamento ainda pouco conhecido fora dos consultórios, mas cada vez mais presente na prática clínica: a ortosonia.</p><p>Embora não seja reconhecida formalmente como um transtorno, a ortosonia já chama a atenção de especialistas por seus impactos reais na saúde. A médica do sono Jéssica Polese explica que o problema não está no cuidado com o sono em si, mas no excesso.</p><p>“A ortosonia é um comportamento disfuncional ligado ao sono. Na prática, observo pacientes muito preocupados em atingir padrões considerados ideais, geralmente baseados em números. Essa busca acaba gerando ansiedade e, paradoxalmente, piorando o próprio sono”, afirma.</p><p>O fenômeno não surge por acaso. Ele dialoga diretamente com o modo de vida contemporâneo. A busca por produtividade, eficiência e controle se estendeu também ao descanso, criando a ideia de que existe um modelo ideal a ser seguido todas as noites. “Vivemos em uma lógica de desempenho em que tudo precisa ser otimizado. Isso inclui o sono. A ideia de perfeição acaba sendo aplicada a um processo que é naturalmente variável”, diz a especialista.</p><p><strong>Tecnologia, controle e paradoxo do sono</strong></p><p>Segundo a especialista, a tecnologia tem papel central nesse processo. Relógios inteligentes, aplicativos e outros dispositivos transformaram o sono em gráficos e indicadores, como tempo em sono profundo, número de despertares e eficiência do descanso. Entre eles, anéis inteligentes como o “Oura Ring” ganharam popularidade ao oferecer análises detalhadas da noite de sono diretamente no celular.</p><p>Embora úteis em alguns casos, essas ferramentas podem reforçar uma relação pouco saudável com o ato de dormir. “Eles contribuem porque transformam o sono em métricas. Para alguns perfis isso pode ser útil, mas para outros aumenta a vigilância e a preocupação com resultados que nem sempre são precisos”, explica a especialista.</p><p>Na prática, o que deveria ajudar pode acabar atrapalhando. Pessoas com perfil mais ansioso tendem a se apegar aos dados e interpretá-los de forma rígida, o que gera frustração quando os números não correspondem às expectativas. “Os dados precisam ser interpretados com cuidado”, reforça. Segundo ela, o parâmetro mais importante ainda é subjetivo sobre como a pessoa se sente ao longo do dia.</p><p>De acordo com a especialista em sono, os sinais de alerta costumam aparecer de forma gradual. Ansiedade antes de dormir, necessidade constante de checar aplicativos, rigidez na rotina noturna e frustração recorrente são alguns dos indícios de que o cuidado virou cobrança. Em muitos casos, o efeito é o oposto do desejado. “Outro ponto importante é quando o sono piora por causa dessa preocupação”, observa Polese.</p><p>Cabe destacar que em alguns casos o quadro pode evoluir. A pressão para dormir bem ativa o estado de alerta do organismo, elevando níveis de estresse e dificultando o relaxamento necessário para o início do sono. “A pressão para dormir bem mantém o organismo em alerta, o que dificulta o sono e pode levar à insônia e ao aumento da ansiedade”, afirma a médica.</p><p><strong>Quando procurar ajuda e como reconstruir a relação com o sono</strong></p><p>Jéssica alerta que pessoas perfeccionistas, ansiosas ou muito orientadas a resultados tendem a ser mais vulneráveis à ortosonia. O histórico de dificuldades com o sono também pode contribuir, já que alguns indivíduos passam a tentar compensar o problema com controle excessivo.</p><p>Segundo a médica, é importante esclarecer que no centro da ortosonia está um paradoxo. Quanto mais a pessoa tenta dormir bem, pior é o sono, e isso acontece porque o ato de dormir não responde ao esforço direto. “O sono depende de relaxamento. Quando há esforço excessivo, o corpo entra em estado de alerta e libera hormônios ligados ao estresse. Isso interfere diretamente na capacidade de dormir”, explica.</p><p>Essa lógica entra em choque com tendências recentes das redes sociais. Conteúdos que prometem otimizar o descanso, como rotinas rígidas e práticas padronizadas, ganham popularidade e reforçam a ideia de que existe um caminho universal para dormir melhor.</p><p>“Podem contribuir, principalmente quando reforçam a ideia de otimização extrema. Isso gera comparação e pode aumentar a frustração”, diz.</p><p>A desinformação também preocupa. Segundo a especialista, recomendações generalizadas ignoram diferenças individuais e podem levar a práticas inadequadas. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra, especialmente quando se trata de um processo biológico tão sensível quanto o sono.</p><p>Diante desse cenário, o tratamento passa menos por técnicas complexas e mais por uma mudança de relação com o próprio descanso. O objetivo é reduzir a rigidez e reconstruir uma experiência mais natural. Isso inclui diminuir a dependência de dispositivos, flexibilizar hábitos e respeitar os sinais do corpo. “Também é essencial diminuir a cobrança e aceitar variações”, orienta Polese.</p><p>A busca por ajuda especializada deve acontecer quando o sono deixa de ser um processo espontâneo e passa a ser fonte de estresse. Quando há impacto na rotina, no humor ou na qualidade de vida, é hora de olhar para o problema com mais atenção.</p><p>No fim, a ideia de um sono perfeito pode ser justamente o maior obstáculo para dormir bem. “O sono não precisa ser perfeito para ser saudável”, resume a especialista.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: reprodu&ccedil;&atilde;o/anel Oura Ring
Segundo a especialista, a tecnologia tem papel central nesse processo. Rel&oacute;gios inteligentes, aplicativos e outros dispositivos transformaram o sono em gr&aacute;ficos e indic]]></media:title> 
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			<title>Vitória Conecta reúne 60 especialistas em saúde</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 05:00:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A segunda edição do Vitória Conecta já tem data marcada: dias 08 e 09 de maio, no Centro de Convenções de Vitória. O evento reunirá mais de 60 especialistas do Espírito Santo e de todo o país nas áreas de Educação Física, Nutrição, Fisioterapia e Gestão de Negócios Fitness, com programação voltada à atualização profissional, networking e geração de negócios.Idealizado pelo Instituto Valorize, o encontro surge para atender uma demanda do mercado capixaba, que antes...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A segunda edição do Vitória Conecta já tem data marcada: dias 08 e 09 de maio, no Centro de Convenções de Vitória. O evento reunirá mais de 60 especialistas do <strong>Espírito Santo</strong> e de todo o país nas áreas de Educação Física, Nutrição, Fisioterapia e Gestão de Negócios Fitness, com programação voltada à <strong>atualização profissional</strong>, networking e geração de negócios.</p><p>Idealizado pelo Instituto Valorize, o encontro surge para atender uma demanda do <strong>mercado capixaba</strong>, que antes precisava buscar fora do estado eventos de grande porte, como Fitness Brasil e Arnold Sports Festival South America. A proposta é consolidar o <strong>Vitória Conecta</strong> no calendário educacional e corporativo local.</p><p>Vitória Conecta: Movimento de Valorização</p><p>Além de <strong>palestras</strong> e painéis temáticos, o evento contará com feira de expositores, área de convivência e experiências interativas. A iniciativa é conduzida por Henrique Batista, Vinícius Batista e Júlio Papeschi, que destacam o foco no <strong>conteúdo técnico</strong> como principal diferencial.</p><p>Na <strong>edição de estreia</strong>, em 2025, o evento reuniu 44 <strong>palestrantes</strong> e mais de 1.300 visitantes. Para 2026, a expectativa é ampliar os números, com cerca de 1.400 congressistas, mais de 1.000 visitantes e 26 horas de programação.</p><p>Expectativas de Crescimento para 2026</p><p>Entre os <strong>palestrantes confirmados</strong> estão nomes como Paulo Gentil, Antônio Arruda, Júlio Serrão, Thiago Fukuda, Fabiana Sales e João Muzy. A curadoria busca equilibrar referências nacionais e valorizar <strong>profissionais capixabas</strong>.</p><p>Com <strong>caráter multidisciplinar</strong>, o Vitória Conecta propõe maior integração entre <strong>áreas da saúde</strong>, incentivando uma atuação mais colaborativa. A programação também inclui acesso para estudantes, com o objetivo de aproximá-los do mercado desde o início da formação.</p><p>Para os organizadores, o evento vai além da capacitação: trata-se de um <strong>movimento de valorização</strong> dos <strong>profissionais da saúde</strong> e do fitness no estado, com potencial de expansão para outras regiões.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Registro da primeira edi&ccedil;&atilde;o do Vit&oacute;ria Conecta. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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		<item>
			<title>Anvisa suspende venda de xaropes com clobutinol por risco de arritmia grave</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 05:00:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (27), a suspensão da comercialização, distribuição e uso de todos os medicamentos que contenham a substância clobutinol, presente em alguns xaropes vendidos no Brasil.A decisão foi tomada após análise técnica que identificou risco de arritmia cardíaca grave associada ao uso desses produtos.De acordo com a Gerência de Farmacovigilância da agência, os efeitos adversos ligados ao clobutinol são...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (<strong>Anvisa</strong>) determinou, nesta segunda-feira (27), a suspensão da comercialização, distribuição e uso de todos os <strong>medicamentos </strong>que contenham a substância <strong>clobutinol,</strong> presente em alguns xaropes vendidos no Brasil.</p><p>A decisão foi tomada após análise técnica que identificou risco de <strong>arritmia cardíaca grave</strong> associada ao uso desses produtos.</p><p>De acordo com a Gerência de Farmacovigilância da agência, os efeitos adversos ligados ao clobutinol são considerados relevantes e superam os possíveis benefícios terapêuticos.</p><p>A avaliação aponta que o risco à saúde é significativo, o que motivou a retirada imediata desses medicamentos do mercado.</p><p>Risco à saúde motivou decisão</p><p>Segundo a Anvisa, <strong>o clobutinol pode provocar alterações no ritmo cardíaco</strong>, levando a quadros potencialmente graves. Diante desse cenário, a suspensão foi considerada necessária como medida preventiva para evitar novos casos associados ao uso da substância.</p><p>A decisão inclui todos os medicamentos que tenham o princípio ativo em sua composição, independentemente da marca ou fabricante.</p><p>A medida foi formalizada por meio da Resolução (RE) nº 1.684/2026, publicada no Diário Oficial da União. O documento detalha a suspensão e pode ser consultado na íntegra pelo público.</p><p>O que o consumidor deve fazer</p><p>De acordo com a resolução, com a suspensão, a recomendação é interromper o uso de produtos que contenham a substância e buscar orientação de profissionais de saúde ara avaliar alternativas seguras e adequadas ao tratamento. Farmácias e distribuidores também devem retirar os itens de circulação.</p><p>*Texto sob a supervisão da editora Erika Santos</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Canv]]></media:title> 
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			<title>Castanha de caju: afinal, engorda ou ajuda a emagrecer?</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7436/castanha-de-caju-afinal-engorda-ou-ajuda-a-emagrecer.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 05:00:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A castanha de caju costuma gerar dúvida em muita gente. De um lado, ela é vista como saudável. Do outro, aparece como um alimento calórico que pode atrapalhar a dieta.Afinal, ela engorda ou pode ajudar no emagrecimento?A resposta não é tão simples quanto parece, mas dá para entender bem o efeito dela no corpo quando você olha para os nutrientes e a forma de consumo.A CASTANHA DE CAJU É CALÓRICA, MAS ISSO NÃO CONTA A HISTÓRIA TODAEsse é o primeiro ponto que gera confusão.A...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A castanha de caju costuma gerar dúvida em muita gente. De um lado, ela é vista como <strong>saudável</strong>. Do outro, aparece como um alimento calórico que pode atrapalhar a dieta.</p><p>Afinal, ela engorda ou pode ajudar no emagrecimento?</p><p>A resposta não é tão simples quanto parece, mas dá para entender bem o efeito dela no corpo quando você olha para os nutrientes e a forma de consumo.</p><p><strong>A CASTANHA DE CAJU É CALÓRICA, MAS ISSO NÃO CONTA A HISTÓRIA TODA</strong></p><p>Esse é o primeiro ponto que gera confusão.</p><p>A castanha de caju é, sim, um alimento calórico. Em 100 gramas, pode chegar a cerca de 580 calorias.</p><p>Só que isso não significa automaticamente que ela causa ganho de peso.</p><p>O que realmente importa é o contexto. Quantidade, frequência e o restante da alimentação fazem muito mais diferença do que o alimento isolado.</p><p><strong>POR QUE ELA PODE AJUDAR NO EMAGRECIMENTO</strong></p><p>Mesmo sendo calórica, a castanha de caju tem características que podem favorecer o controle de peso.</p><p>Ela é rica em gorduras boas, proteínas e fibras. Esses três elementos ajudam a aumentar a saciedade, fazendo com que você sinta menos fome ao longo do dia.</p><p>Na prática, isso pode reduzir o consumo de outros alimentos mais calóricos ou menos nutritivos.</p><p>Além disso, a digestão mais lenta contribui para manter os níveis de energia mais estáveis, evitando picos de fome.</p><p><strong>O PROBLEMA ESTÁ NO EXCESSO</strong></p><p>Aqui está o ponto mais importante.</p><p>Por ser calórica, a castanha de caju pode sim contribuir para o ganho de peso quando consumida em excesso.</p><p>É fácil exagerar sem perceber. Um punhado pequeno pode virar dois ou três rapidamente, e isso aumenta bastante a ingestão calórica do dia.</p><p>Por isso, o consumo moderado faz toda a diferença.</p><p><strong>BENEFÍCIOS QUE VÃO ALÉM DO PESO</strong></p><p>A castanha de caju não impacta apenas o peso. Ela traz vários benefícios para a saúde.</p><p>ajuda a melhorar o colesterol, reduzindo o LDL e aumentando o HDL</p><p>contribui para a saúde do coração</p><p>fornece minerais importantes como magnésio, zinco e fósforo</p><p>auxilia no funcionamento do sistema imunológico</p><p>Esses efeitos estão ligados principalmente à presença de gorduras saudáveis e antioxidantes.</p><p><strong>ELA ENGORDA OU NÃO?</strong></p><p>A resposta mais honesta é: depende.</p><p>Se consumida em excesso, pode contribuir para o ganho de peso, como qualquer alimento calórico.</p><p>Mas, quando consumida com equilíbrio, pode até ajudar no controle do apetite e fazer parte de uma alimentação voltada ao emagrecimento.</p><p><strong>QUANTIDADE IDEAL PARA CONSUMO</strong></p><p>Não existe um número único que funcione para todo mundo, mas a recomendação mais comum é consumir pequenas porções.</p><p>Algo em torno de um punhado por dia já é suficiente para aproveitar os benefícios sem exagerar nas calorias.</p><p>Esse equilíbrio é o que faz a diferença no resultado final.</p><p><strong>COMO INCLUIR NA ROTINA SEM EXAGERAR</strong></p><p>A melhor forma de consumir castanha de caju é como complemento, não como base da alimentação.</p><p>como lanche entre refeições</p><p>em pequenas porções ao longo do dia</p><p>Evitar o consumo em grandes quantidades de uma vez ajuda a manter o controle.</p><p><strong>UM DETALHE QUE MUITA GENTE IGNORA</strong></p><p>Nem sempre o problema é a castanha em si.</p><p>Versões industrializadas com sal, açúcar ou outros ingredientes podem aumentar ainda mais o valor calórico e reduzir os benefícios.</p><p>Por isso, a versão mais natural costuma ser a melhor escolha.</p><p><strong>VALE A PENA CONSUMIR?</strong></p><p>Sim, desde que com moderação.</p><p>A castanha de caju é um alimento nutritivo, rico em gorduras boas e com benefícios importantes para a saúde.</p><p>O segredo está no equilíbrio. Pequenas quantidades podem ajudar. Exageros, por outro lado, podem ter o efeito contrário.</p><p>No fim, ela não é vilã nem solução milagrosa. É apenas mais um alimento que, quando usado da forma certa, pode contribuir para uma rotina mais equilibrada.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Ar poluído aumenta risco de câncer e ameaça avanço no combate à doença, aponta relatório global</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7426/ar-poluido-aumenta-risco-de-cancer-e-ameaca-avanco-no-combate-a-doenca-aponta-relatorio-global.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7426/ar-poluido-aumenta-risco-de-cancer-e-ameaca-avanco-no-combate-a-doenca-aponta-relatorio-global.html</guid>
			<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 05:00:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A exposição prolongada à poluição do ar está associada a um aumento significativo no risco de desenvolver e morrer de câncer, segundo novo relatório da UICC (Union for International Cancer Control), a mais antiga e maior organização global dedicada ao combate à doença.O documento, divulgado nesta semana, amplia o entendimento sobre os impactos da poluição além da já conhecida relação com o câncer de pulmão e aponta para desigualdades marcantes na distribuição desses...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A exposição prolongada à poluição do ar está associada a um aumento significativo no risco de desenvolver e morrer de câncer, segundo novo relatório da UICC (Union for International Cancer Control), a mais antiga e maior organização global dedicada ao combate à doença.</p><p>O documento, divulgado nesta semana, amplia o entendimento sobre os impactos da poluição além da já conhecida relação com o câncer de pulmão e aponta para desigualdades marcantes na distribuição desses riscos.</p><p>De acordo com o levantamento, a exposição contínua a partículas finas (PM2,5) eleva em 11% o risco geral de desenvolver câncer e em 12% o risco de morte pela doença.</p><p>Entre os tipos mais afetados estão câncer de fígado e colorretal, com aumentos de incidência de 32% e 18%, respectivamente. A mortalidade também cresce de forma desigual: o risco de morte por câncer de mama sobe 20%, por câncer de fígado, 14%, e por câncer de pulmão, 13%.</p><p>Os dados reforçam que a poluição atmosférica atua como um fator de risco “multicâncer”, conceito ainda pouco explorado em pesquisas anteriores. O estudo, conduzido pelo The George Institute for Global Health, reúne evidências de 42 meta-análises publicadas entre 2019 e 2024.</p><p>“Fizemos grandes avanços na redução das mortes por câncer, mas o ar poluído está minando silenciosamente esse progresso”, afirma Cary Adams, CEO da UICC. A entidade foi fundada em 1933, é sediada em Genebra (Suíça) e reúne mais de 1.100 organizações-membro em mais de 170 países. “É um risco que afeta desproporcionalmente mulheres, crianças e pessoas em situação de pobreza”, reforça.</p><p>O relatório também chama atenção para o papel das partículas maiores (PM10), associadas a um aumento de 10% no risco geral de câncer e a elevações específicas na mortalidade por câncer de pulmão (13%) e de mama (11%).</p><p>Há ainda indicações que relacionam a absorção prolongada de PM2,5 a um risco 63% maior de câncer cerebral. O dado, ainda preliminar, preocupa especialistas pela capacidade dessas partículas de penetrar na corrente sanguínea e atingir o cérebro.</p><p>As disparidades sociais aparecem como um dos pontos centrais do estudo. Mulheres expostas à poluição doméstica, especialmente em contextos de uso de combustíveis sólidos para cozinhar e aquecer, têm risco até 69% maior de desenvolver câncer de pulmão.</p><p>Trabalhadores ao ar livre e populações que vivem próximas a áreas industriais –frequentemente comunidades de baixa renda– também enfrentam níveis mais altos de exposição.</p><p>Países de baixa e média renda concentram a maior parte desse impacto. Além de lidarem com maior poluição, dispõem de menos recursos para prevenção e tratamento, o que agrava tanto os desfechos de saúde quanto as desigualdades econômicas.</p><p>A projeção global de casos de câncer –de 20 milhões em 2022 para 35 milhões até 2050– tende a pressionar ainda mais esses sistemas de saúde, segundo o documento.</p><p>Apesar do cenário preocupante, o relatório sustenta que há soluções viáveis e já testadas. Medidas como a transição para a energia limpa, o fortalecimento de padrões de emissão para transporte e indústria e o redesenho urbano com foco em mobilidade ativa podem reduzir a exposição da população.</p><p>Exemplos concretos incluem iniciativas como os “superblocos” de Barcelona (Espanha), cujo conceito central é criar células urbanas onde a prioridade máxima é do pedestre e do ciclista, transformando ruas que antes eram dominadas por carros em áreas de lazer, convivência e espaços verdes.</p><p>O programa de ruas abertas em Bogotá (Colômbia), que também priorizam pedestres e ciclistas e reduzem o tráfego de veículos, é outro exemplo citado no relatório. Essas políticas têm sido associadas à diminuição de mortes evitáveis e à melhoria da qualidade do ar.</p><p>A implementação, porém, ainda é limitada. Embora mais de 140 países possuam padrões de qualidade do ar, apenas cerca de um terço deles os aplica de forma efetiva. Para os autores, a lacuna entre regulamentação e execução mantém populações inteiras expostas a riscos evitáveis.</p><p>Entre as recomendações do relatório estão a adoção de padrões alinhados às diretrizes da OMS (Organização Mundial da Saúde), a ampliação do monitoramento da qualidade do ar –especialmente em regiões mais vulneráveis– e a integração de metas ambientais aos planos nacionais de controle do câncer.</p><p>“Ar limpo é urgentemente necessário para conter o aumento esperado de casos de câncer nas próximas décadas, especialmente em países de baixa e média renda. Sem isso, décadas de investimento em pesquisa e tratamento serão comprometidas”, afirma Nina Renshaw, chefe de saúde do Clean Air Fund, que apoiou o estudo.</p><p>“Os benefícios da ação serão medidos em vidas salvas, tratamentos bem-sucedidos e redução de custos para os sistemas de saúde”, diz. A Clean Air Fund é uma organização filantrópica global que trabalha com governos, empresas e pesquisadores para combater a poluição atmosférica e garantir ar limpo.</p><p>Para o patologista Paulo Saldiva, professor titular da USP e que há mais de 30 anos pesquisa os efeitos da poluição do ar na saúde, o relatório representa uma mudança importante na forma de entender os riscos ambientais à saúde.</p><p>Segundo ele, diferentemente de agentes isolados–como arsênico ou radônio–, a poluição atmosférica é um “conjunto complexo de exposições”, o que torna sua avaliação mais desafiadora, mas também mais próxima da realidade vivida nas grandes cidades.</p><p>Esse reconhecimento, ressalta, ganhou força após a classificação da poluição do ar como carcinógeno pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer.</p><p>Saldiva ressalta que as evidências já são robustas no caso do câncer de pulmão: estima-se que entre 12% e 15% dos casos estejam associados à exposição crônica à poluição.</p><p>Ele observa ainda que esse tipo de câncer apresenta características específicas, como maior incidência de adenocarcinomas em regiões periféricas do pulmão, com padrão molecular distinto –frequentemente ligado a mutações no receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR). Esse perfil reforça a ligação biológica entre a poluição e o desenvolvimento da doença.</p><p>O professor afirma que também há indícios crescentes de associação com outros tipos de câncer, embora ainda sem consenso científico definitivo.</p><p>O relatório da UICC, segundo ele, avança justamente ao reunir essas evidências emergentes, o que pode influenciar futuras regulações e políticas públicas. A tendência, diz Saldiva, é que novos estudos ampliem a lista de doenças relacionadas à poluição do ar.</p><p>Para os pesquisadores, ainda que existam lacunas, o conjunto atual de dados já é suficiente para justificar ações imediatas, sobretudo porque, diferentemente de outros fatores de risco, a poluição do ar não é uma escolha individual, mas um problema coletivo que exige resposta coordenada de governos e políticas públicas.</p><p><strong>SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – CLÁUDIA COLLUCCI</strong></p>]]></content:encoded>
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