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		<title>Saúde - Portal Noticias Capixaba</title>
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			<title>Portal Noticias Capixaba</title>
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			<title>IA na saúde: o legado pelas lentes de um pai</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9592/ia-na-saude-o-legado-pelas-lentes-de-um-pai.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 13:00:05 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A coluna Saúde em Fórum conta com a contribuição de Milton José F. B. Jr., cofundador do Instituto de Medicina Reprodutiva e especialista em Transformação Digital pelo Hospital Albert Einstein. Ele é colunista convidado para análises do setor. Suas análises acompanham os principais movimentos da área, sempre a partir do encontro entre tecnologia, consciência e propósito.Nesta semana em que celebramos o Dia dos Pais, sua análise convida o leitor a refletir sobre um legado que vai...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A coluna <strong>Saúde em Fórum</strong> conta com a contribuição de <strong>Milton José F. B. Jr</strong>., cofundador do Instituto de Medicina Reprodutiva e especialista em Transformação Digital pelo Hospital Albert Einstein. Ele é colunista convidado para análises do setor. Suas análises acompanham os principais movimentos da área, sempre a partir do encontro entre tecnologia, consciência e propósito.</p><p>Nesta semana em que celebramos o Dia dos Pais, sua análise convida o leitor a refletir sobre um legado que vai muito além da herança material ou dos ensinamentos formais. Em tempos marcados pelo avanço acelerado da inteligência artificial e pela abundância de informações, talvez uma das competências mais valiosas continue sendo profundamente humana: a capacidade de interpretar a realidade com discernimento.</p><p>A partir de uma cena simples entre pai e filho, Milton José propõe uma reflexão sobre aprendizado, propósito e as lentes que utilizamos para compreender o mundo.</p><p>Um pai seguia de mãos dadas com o filho quando, de repente, a criança parou diante de</p><p>uma pequena porção de água formada pela chuva da noite anterior.</p><p>Enquanto o pai enxergava apenas lama, o menino sorriu.</p><p>— Pai… olha o céu aqui embaixo.</p><p>Os dois observavam exatamente o mesmo lugar.</p><p>Nenhum dos dois estava errado.</p><p>Apenas enxergavam realidades diferentes.</p><p>Talvez a paternidade comece exatamente aí.</p><p>Não quando um pai ensina um filho a olhar.</p><p>Mas quando percebe que também pode aprender uma nova maneira de enxergar.</p><p>Essa pequena cena talvez diga mais sobre a formação humana do que imaginamos.</p><p>Ao longo da vida descobrimos que as maiores diferenças entre as pessoas raramente estão</p><p>Elas surgem na maneira como interpretam aquilo que observam.</p><p>Dois irmãos podem crescer na mesma casa, receber os mesmos conselhos, frequentar a</p><p>mesma escola e compartilhar a mesma mesa. Ainda assim, construir leituras completamente</p><p>Dois médicos podem analisar os mesmos exames e levantar hipóteses distintas.</p><p>Dois líderes podem enfrentar a mesma crise e produzir culturas completamente diferentes.</p><p>Quase nunca são apenas os fatos.</p><p>Vivemos fascinados pelas respostas.</p><p>A inteligência artificial responde em segundos.</p><p>Os mecanismos de busca oferecem milhões de resultados.</p><p>Os algoritmos antecipam padrões antes mesmo que consigamos percebê-los.</p><p>Nunca tivemos tanto acesso ao conhecimento.</p><p>Paradoxalmente, nunca convivemos tanto com a sensação de desorientação.</p><p>Talvez porque informação nunca tenha sido sinônimo de discernimento.</p><p>Informações organizam fatos</p><p><strong>O discernimento organiza propósitos.</strong></p><p>Nem como uma concorrente da inteligência artificial.</p><p>Mas como um conceito em movimento.</p><p>Uma lente capaz de ampliar a capacidade humana de discernir para revelar aquilo que</p><p>permanece invisível às leituras apressadas.</p><p>Porque quase todos os grandes equívocos da vida começam quando acreditamos estar</p><p>vendo o todo, enquanto enxergamos apenas uma parte.</p><p>Talvez essa seja a maior herança de um pai.</p><p>Muito antes de transmitir patrimônio, profissão ou sobrenome, ele transmite uma maneira de</p><p>interpretar a existência.</p><p>Muito antes de ensinar respostas, ensina critérios.</p><p>Muito antes de formar profissionais, ajuda a formar consciência.</p><p>São essas lentes que acompanharão um filho muito depois que ele aprender a caminhar</p><p>Quando enxergar não basta</p><p>Muito antes de compreender conceitos, uma criança aprende observando.</p><p>Observa como o pai trata as pessoas.</p><p>É nesse cotidiano quase invisível que se forma aquilo que chamamos de caráter.</p><p>Talvez por isso os filhos não herdem apenas comportamentos.</p><p>Também assimilam prioridades.</p><p>E levam consigo formas de interpretar a vida.</p><p>Essa percepção atravessa séculos.</p><p>Viktor Frankl observou que pessoas submetidas às mesmas circunstâncias encontravam</p><p>razões completamente diferentes para continuar vivendo.</p><p>Carl Jung percebeu que muitas crises escondiam processos profundos de transformação</p><p>Aristóteles chamou de phronesis a prudência necessária para discernir, em cada</p><p>circunstância, o caminho que conduz ao verdadeiro bem.</p><p>Curiosamente, todos convergiam para a mesma direção.</p><p>O ser humano não é definido apenas pelos acontecimentos que vive.</p><p>É definido pela maneira como lhes atribui propósito.</p><p>A tradição bíblica percorre o mesmo caminho.</p><p>Quando Salomão assume o governo de Israel, não pede riqueza, poder ou longevidade.</p><p>Pede um coração capaz de discernir.</p><p>Não porque lhe faltasse inteligência.</p><p>Mas porque compreendia que inteligência sem discernimento pode construir grandes obras</p><p>e, ainda assim, perder aquilo que realmente importa.</p><p>Talvez seja exatamente essa a oração silenciosa de todo pai.</p><p>E, quem sabe, de todo filho.</p><p>Não possuir todas as respostas.</p><p>Mas aprender a fazer as perguntas certas.</p><p>Porque enxergar nunca foi suficiente.</p><p>Quem ainda espera ser chamado de pai</p><p>Existe uma cena que raramente aparece nas homenagens do Dia dos Pais.</p><p>Ela não costuma estar nas fotografias.</p><p>Não ocupa espaço nas propagandas.</p><p>E, quase sempre, permanece escondida atrás dos sorrisos de quem aprendeu a esperar.</p><p>Em algum lugar, um homem entra discretamente em um quarto que ainda está vazio.</p><p>Recomeça uma conversa difícil.</p><p>Respira fundo antes da próxima consulta.</p><p>Volta para casa sustentando uma esperança que quase ninguém consegue enxergar.</p><p>Ele ainda não é chamado de pai.</p><p>Mas talvez já esteja aprendendo a amar como um.</p><p>Durante muito tempo, a infertilidade foi interpretada quase exclusivamente sob a</p><p>Hoje, a própria ciência ampliou essa compreensão.</p><p>Sabemos que fatores masculinos também participam de uma parcela significativa dos casos</p><p>de infertilidade. Sabemos mais sobre genética, embriologia, medicina reprodutiva e novas</p><p>possibilidades terapêuticas.</p><p>Esse avanço merece ser celebrado.</p><p>Mas existe algo que continua escapando aos exames, aos protocolos e às estatísticas.</p><p>Muitos homens ainda atravessam essa jornada acreditando que precisam suportá-la</p><p>Como se reconhecer a própria dor diminuísse sua dignidade.</p><p>Talvez porque tenhamos ensinado gerações inteiras a esconder sentimentos, quando</p><p>deveríamos tê-las ensinado a discerni-los.</p><p>É aqui que uma lente reduzida produz interpretações injustas.</p><p>Quem olha apenas para a superfície vê um casal aguardando um tratamento.</p><p>Quem amplia o discernimento percebe algo muito maior.</p><p>Também está a perseverança.</p><p>Está um amor que antecede o nascimento.</p><p>E uma paternidade que começa antes mesmo de existir um filho nos braços.</p><p>Talvez seja essa a primeira demonstração de um pai</p><p>Não segurar uma criança.</p><p>Mas sustentar uma esperança.</p><p>Ela amplia nosso campo de visão para enxergar pessoas que normalmente permanecem</p><p>Porque toda celebração também abriga histórias de espera.</p><p>Toda conquista convive com alguém que ainda persevera.</p><p>Toda mesa preparada para celebrar um pai nos lembra, silenciosamente, daqueles que</p><p>continuam preparando o coração para o dia em que também ocuparão esse lugar.</p><p>Discernir os tempos talvez seja exatamente isso.</p><p>Reconhecer que uma mesma data desperta gratidão em alguns, saudade em outros e</p><p>esperança naqueles que ainda caminham.</p><p>Nenhuma dessas experiências invalida a outra.</p><p>Todas pertencem ao mesmo tempo.</p><p>E todas merecem ser vistas.</p><p>Existe uma pergunta que, ao longo dos anos, transformou profundamente a maneira como</p><p>passei a observar pessoas, organizações e histórias.</p><p>O que ainda permanece invisível neste cenário?</strong></p><p>À primeira vista, parece apenas uma boa pergunta.</p><p>Na prática, ela reorganiza completamente a interpretação da realidade.</p><p>Porque quase nunca os maiores erros acontecem por falta de inteligência.</p><p>Eles acontecem quando uma variável decisiva permanece fora do nosso campo de visão.</p><p>Na medicina, isso ocorre quando um sintoma é tratado sem que se compreenda a história</p><p>Na educação, quando um comportamento é corrigido antes de ser compreendido.</p><p>Nas empresas, quando excelentes indicadores escondem equipes emocionalmente</p><p>Nas famílias, quando conflitos persistem porque todos discutem as consequências, mas</p><p>ninguém consegue enxergar a origem.</p><p>Talvez por isso a história da ciência seja, em grande parte, a história da descoberta de</p><p>Os microrganismos sempre existiram antes de serem vistos.</p><p>Os genes sempre estiveram presentes antes de serem compreendidos.</p><p>A farmacogenética revelou que dois pacientes podem receber exatamente o mesmo</p><p>medicamento e responder de maneiras completamente diferentes.</p><p>Não porque a ciência anterior estivesse errada.</p><p>Mas porque novas variáveis passaram a ser consideradas.</p><p>A ciência não evolui apenas acumulando respostas.</p><p>Ela evolui ampliando perguntas.</p><p>É exatamente isso que a Inteligência Ampliada propõe.</p><p>Ela não substitui o conhecimento técnico.</p><p>Amplia o campo de observação.</p><p>E nos convida, diante de qualquer situação, a perguntar:</p><p><strong>“O que ainda não estou conseguindo enxergar?”</strong></p><p>Talvez essa seja a diferença entre enxergar e discernir.</p><p>Enxergar identifica aquilo que está diante dos olhos.</p><p>Discernir revela aquilo que reorganiza completamente o significado do que está diante deles.</p><p>E talvez seja justamente essa capacidade que torne o ser humano insubstituível.</p><p>Algoritmos reconhecem padrões.</p><p>Pessoas discernem propósitos.</p><p>Essa talvez seja a diferença mais importante do nosso tempo.Algoritmos reconhecem padrões.</p><p><strong>Pessoas discernem propósitos.</strong></p><p>Essa talvez seja a diferença mais importante do nosso tempo.</p><p>Talvez seja por isso que a verdadeira paternidade nunca tenha sido apenas um</p><p>Ela é, antes de tudo, uma construção de presença.</p><p>Um pai não entrega apenas um nome.</p><p>Nem apenas um patrimônio.</p><p>Entrega uma maneira de olhar para a vida.</p><p>Tampouco como uma concorrente da inteligência artificial.</p><p>E sim como um conceito em movimento.</p><p>E talvez chegue um dia em que esse mesmo filho devolva ao pai um presente inesperado.</p><p>Uma nova forma de enxergar</p><p>Porque toda paternidade amadurece quando compreende que ensinar e aprender deixam</p><p>de ocupar lados opostos da mesma relação.</p><p>Talvez seja por isso que aquela criança tenha parado diante de uma pequena porção de</p><p>água enquanto o pai seguia caminhando.</p><p>Ela não viu apenas um reflexo.</p><p>Ela viu uma possibilidade.</p><p>Onde um adulto enxergava apenas a consequência da chuva, um filho enxergava o céu.</p><p>O céu nunca desceu até ela.</p><p>Talvez seja exatamente isso que aconteça com a vida.</p><p>Os acontecimentos não revelam apenas o mundo.</p><p>Revelam também quem nos tornamos diante dele.</p><p>Uma perda pode nos tornar mais duros ou mais compassivos.</p><p>Uma conquista pode alimentar a arrogância ou aprofundar a gratidão.</p><p>Uma espera pode produzir desespero ou amadurecer a esperança.</p><p>O que transforma a história é a forma como aprendemos a interpretá-los.</p><p>É justamente por isso que o discernimento não organiza apenas informações.</p><p>Propósito não nasce apenas daquilo que acontece conosco.</p><p>Nasce da maneira como escolhemos responder ao que nos acontece.</p><p>Talvez essa seja a maior herança que um pai possa deixar.</p><p>Mas a capacidade de continuar discernindo.</p><p>Mas perguntas que preservem a humildade diante da vida.</p><p>Não um caminho sem dificuldades.</p><p>Mas uma forma de caminhar quando elas chegarem.</p><p>Vivemos um tempo extraordinário.</p><p>A inteligência artificial continuará revolucionando a medicina, a educação, a ciência, os</p><p>negócios e praticamente todas as áreas do conhecimento humano.</p><p>Isso não deve nos assustar.</p><p>Porque talvez o maior desafio da nossa geração não seja construir máquinas cada vez mais</p><p>Seja formar seres humanos cada vez mais capazes de discernir.</p><p>A inteligência artificial amplia nossa capacidade de responder.</p><p>A Inteligência Ampliada amplia nossa capacidade de compreender.</p><p>Algoritmos reconhecem padrões.</p><p><strong>Pessoas discernem propósitos</strong></p><p>Essa continuará sendo uma fronteira profundamente humana.</p><p>No início deste ensaio, um pai enxergava lama.Um filho enxergava o céu.</p><p>Agora percebemos que nenhum dos dois observava apenas aquela pequena porção de</p><p>Naquele instante, ambos estavam aprendendo um com o outro.</p><p>Talvez essa seja a verdadeira herança entre gerações.</p><p>Não aquilo que passa de uma mão para outra.</p><p>Mas aquilo que passa de um olhar para outro.</p><p>É por isso que um pai nunca oferece apenas respostas.</p><p>E um filho amadurece quando aprende, um dia, a agradecer pelas lentes que recebeu… e</p><p>pela coragem de ampliá-las.</p><p>Porque informações organizam fatos.</p><p><strong>O discernimento organiza propósitos.</strong></p><p>Talvez seja exatamente aí que comece a verdadeira <strong>Inteligência Ampliada.</strong></p><p>Não como uma nova tecnologia.</p><p>Mas como um <strong>conceito em movimento</strong>, comprometido em ampliar a capacidade humana de discernir para revelar aquilo que permanece invisível às leituras apressadas.</p><p>Porque, no fim, não seremos lembrados apenas pelas respostas que encontramos.</p><p>Seremos lembrados, sobretudo, pelas lentes que ajudamos outras pessoas a construir.</p><p>Por, Milton José F. B. Jr.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Conhecimento organiza ideias.]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Vai tirar o siso? Descubra por que o inverno pode ser a melhor época para a cirurgia</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9586/vai-tirar-o-siso-descubra-por-que-o-inverno-pode-ser-a-melhor-epoca-para-a-cirurgia.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 09:00:27 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Todos os anos, com a chegada do inverno, os consultórios de cirurgia bucomaxilofacial registram um aumento na procura pela extração dos terceiros molares, popularmente conhecidos como dentes do siso. A coincidência não acontece por acaso. Embora a remoção desses dentes possa ser realizada em qualquer época do ano, os meses mais frios costumam oferecer condições que tornam o período pós-operatório mais confortável para muitos pacientes.Mas será que existe realmente uma vantagem...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Todos os anos, com a chegada do <strong>inverno</strong>, os consultórios de cirurgia bucomaxilofacial registram um aumento na procura pela extração dos terceiros molares, popularmente conhecidos como dentes do siso. A coincidência não acontece por acaso. Embora a remoção desses dentes possa ser realizada em qualquer época do ano, os meses mais frios costumam oferecer condições que tornam o período pós-operatório mais confortável para muitos pacientes.</p><p>Mas será que existe realmente uma vantagem científica em operar durante o inverno?</p><p>A resposta é sim, embora seja importante esclarecer que o sucesso da cirurgia depende muito mais do planejamento adequado, da experiência do cirurgião e dos cuidados do paciente do que da estação do ano. Ainda assim, fatores ambientais típicos do inverno podem favorecer uma recuperação mais tranquila e reduzir alguns desconfortos comuns do pós-operatório.</p><p>Quando o dente do siso precisa ser retirado?</p><p>Os dentes do siso são os últimos <strong>dentes</strong> permanentes a nascer, <strong>geralmente entre os 17 e os 25 anos de idade.</strong> Em muitas pessoas, eles não encontram espaço suficiente para erupcionar adequadamente, permanecendo parcialmente cobertos pela gengiva ou totalmente inclusos dentro do osso.</p><p>Nessas situações, podem provocar:</p><p>Reabsorção do dente vizinho;</p><p>Tornando necessária sua remoção cirúrgica.</p><p>Entretanto, nem todo dente do siso precisa ser extraído. Quando esses dentes erupcionam completamente, apresentam posição adequada, participam normalmente da mastigação e permitem boa higiene, podem permanecer na boca sob acompanhamento periódico do cirurgião-dentista.</p><p>A decisão pela extração deve sempre ser individualizada, com base no exame clínico e na avaliação radiográfica.</p><p>O frio ajuda a controlar o inchaço?</p><p>Independentemente da época do ano, toda cirurgia desencadeia uma resposta inflamatória natural do organismo. Nos primeiros dias, é esperado que ocorram edema, sensibilidade, limitação da abertura da boca e algum desconforto.</p><p>Durante o inverno, as temperaturas mais amenas podem proporcionar uma sensação de maior conforto no período pós-operatório. O calor favorece a dilatação dos vasos sanguíneos, aumentando o fluxo de sangue para os tecidos e podendo intensificar a sensação de inchaço.</p><p>Já o clima mais frio torna mais confortável o uso das compressas frias, uma das principais medidas para ajudar a controlar edema e dor nas primeiras 48 horas após a cirurgia.</p><p>Alimentação também pode ser mais confortável</p><p>Após a extração dos sisos, recomenda-se uma dieta com alimentos frios, mornos e de consistência macia, como iogurtes, vitaminas, purês, sorvetes sem pedaços, cremes, sopas mornas e frutas amassadas.</p><p>Durante o inverno, esse tipo de alimentação costuma ser melhor aceito e preparado de forma mais adequada, sem a necessidade de consumir refeições muito quentes. Nas primeiras horas após o procedimento, temperaturas elevadas podem aumentar o fluxo sanguíneo local e favorecer pequenos sangramentos.</p><p>O inverno favorece o repouso?</p><p>O clima mais ameno também pode estimular o repouso. Nos dias frios, muitas pessoas tendem a permanecer mais tempo em casa, reduzindo atividades físicas intensas e a exposição ao sol.</p><p>Esse comportamento coincide com algumas das principais recomendações para os primeiros dias após a cirurgia. Nesse período, esforços físicos devem ser evitados para reduzir o risco de sangramentos, aumento do edema e desconforto.</p><p>As férias escolares e universitárias, frequentemente concentradas em julho, também ajudam a explicar o aumento da procura. Muitos adolescentes e adultos jovens aproveitam o intervalo para realizar procedimentos eletivos sem comprometer as atividades acadêmicas.</p><p>Como os primeiros dias de recuperação costumam exigir repouso relativo, o período de férias pode facilitar esse processo e reduzir o impacto sobre a rotina.</p><p>O frio diminui o risco de infecção?</p><p>Não. Esse é um dos principais mitos relacionados à extração dos dentes do siso no inverno.</p><p>Não existe evidência científica de que a estação do ano, isoladamente, reduza a ocorrência de infecções após a cirurgia. Quando essas complicações acontecem, geralmente estão relacionadas a fatores como dificuldade de higiene, presença prévia de infecção, tabagismo, doenças sistêmicas, procedimentos mais complexos ou descumprimento das orientações pós-operatórias.</p><p>Da mesma forma, o verão não é contraindicado para a extração dos sisos. Milhares de procedimentos são realizados com sucesso durante todo o ano.</p><p>O que pode mudar nos meses mais quentes é a necessidade de alguns cuidados adicionais, como evitar exposição prolongada ao calor, manter uma boa hidratação e controlar o edema com compressas frias e repouso.</p><p>Quais cuidados são importantes após a cirurgia?</p><p>Independentemente da estação, algumas orientações são fundamentais para uma boa recuperação.</p><p>Nas primeiras 24 a 48 horas, recomenda-se aplicar compressas frias na face, evitar esforço físico, não fumar, não consumir bebidas alcoólicas e seguir rigorosamente a medicação prescrita pelo cirurgião.</p><p>A higiene bucal também deve ser mantida, respeitando as orientações específicas para cada caso. A limpeza adequada é importante para reduzir o risco de complicações.</p><p>É melhor esperar o inverno para retirar o siso?</p><p>Muitas pessoas aguardam o aparecimento de dor intensa para procurar atendimento. Entretanto, quando existe indicação para a extração, adiar o procedimento pode favorecer o surgimento de processos infecciosos recorrentes ou danos aos tecidos vizinhos.</p><p>A remoção programada, quando indicada, tende a permitir um procedimento mais previsível e uma recuperação mais favorável.</p><p>Por isso, mais importante do que esperar uma determinada estação é <strong>avaliar o momento adequado para cada paciente.</strong></p><p>Existe uma época ideal para retirar o siso?</p><p>Se existe uma época ideal para retirar os sisos, ela depende principalmente da saúde do paciente e do planejamento adequado do tratamento.</p><p>O inverno reúne algumas características que podem tornar o período mais confortável: temperaturas mais amenas, menor exposição ao calor e, para muitos pacientes, maior disponibilidade de tempo durante as férias.</p><p>Mas o procedimento pode ser realizado com segurança em qualquer época do ano, desde que exista indicação correta, planejamento criterioso e acompanhamento por um cirurgião bucomaxilofacial habilitado.</p><p>Mais do que esperar a estação perfeita, o importante é cuidar do problema no momento adequado. Assim, a recuperação tende a ser mais tranquila e a saúde bucal pode ser preservada em qualquer época do ano.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Guarapari emite alerta de aumento de casos de catapora; veja sintomas e prevenção</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9582/guarapari-emite-alerta-de-aumento-de-casos-de-catapora-veja-sintomas-e-prevencao.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 21:00:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Um alerta de aumento de casos de catapora (varicela) foi emitido, nesta quinta-feira (6), pela Prefeitura de Guarapari, por meio da Secretaria Municipal de Saúde. A doença pode afetar pessoas de todas as idades, sendo mais grave em gestantes, adultos e pessoas com baixa imunidade.Os sintomas de catapora incluem: febre alta, dor no corpo, mal-estar, lesões avermelhadas, doloridas ou com pus e perda de apetite. A transmissão pode ocorrer pelo ar ou por meio de fala, tosse ou espirro, contato...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Um alerta de aumento de casos de <strong>catapora (varicela)</strong> foi emitido, nesta quinta-feira (6), pela <strong>Prefeitura de Guarapari</strong>, por meio da Secretaria Municipal de Saúde. A doença pode afetar pessoas de todas as idades, sendo mais grave em gestantes, adultos e pessoas com baixa imunidade.</p><p>Os sintomas de catapora incluem: <strong>febre alta, dor no corpo, mal-estar, lesões avermelhadas, doloridas ou com pus e perda de apetite</strong>. A transmissão pode ocorrer pelo ar ou por meio de fala, tosse ou espirro, contato direto com líquido das feridas e objetos compartilhados.</p><p>A doença é considerada altamente contagiosa e começa a ser transmitida um a dois dias antes das lesões até todas as bolhas virarem crostas.</p><p>A prefeitura ressaltou que a <strong>vacina</strong> é a principal forma de prevenir a doença e é oferecida gratuitamente pelo <strong>SUS</strong>. É importante evitar contato com pessoas doentes, lavar sempre as mãos e não compartilhar objetos pessoais.</p><p>Após contrair varicela, apenas os sintomas podem ser aliviados, as medidas de tratamento envolvem: isolamento até a cicatrização das feridas, repouso, hidratação, remédios de dor e febre e cuidados com a pele.</p><p>Segundo a administração municipal, em caso de dois ou mais sintomas, <strong>os pacientes devem procurar uma unidade de saúde.</strong></p><p>A reportagem procurou a administração municipal para obter os dados sobre vacinação de catapora e sobre quantidade de infectados. Assim que tivemos retorno, essa matéria será atualizada.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Canva]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Especialistas explicam: após os 60 anos, além de caminhar por 20 minutos, exercícios como agachamento na cadeira e flexão na bancada ajudam a preservar músculos, equilíbrio e independência</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9569/especialistas-explicam-apos-os-60-anos-alem-de-caminhar-por-20-minutos-exercicios-como-agachamento-n.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 13:00:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A caminhada continua sendo uma das atividades mais acessíveis para manter o corpo em movimento depois dos 60 anos. Ela beneficia o coração, melhora o condicionamento e ajuda a reduzir o tempo passado sentado. No entanto, caminhar não trabalha sozinho todos os componentes necessários para preservar a autonomia.Agachamentos feitos com o apoio de uma cadeira, flexões na bancada da cozinha e exercícios de equilíbrio podem complementar a rotina. A recomendação das autoridades de saúde...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A <strong>caminhada</strong> continua sendo uma das <strong>atividades</strong> mais acessíveis para manter o corpo em movimento <strong>depois dos 60 anos</strong>. Ela beneficia o coração, melhora o condicionamento e ajuda a reduzir o tempo passado sentado. No entanto, caminhar não trabalha sozinho todos os componentes necessários para preservar a autonomia.</p><p>Agachamentos feitos com o apoio de uma cadeira, flexões na bancada da cozinha e exercícios de equilíbrio podem complementar a rotina. A recomendação das autoridades de saúde não é trocar a caminhada por essas atividades, mas <strong>combinar exercícios aeróbicos, fortalecimento muscular e equilíbrio</strong>.</p><p><strong>CAMINHAR 20 MINUTOS DEIXOU DE SER SUFICIENTE?</strong></p><p>Não. Uma caminhada de 20 minutos continua contando como atividade física e pode fazer parte da meta semanal. O problema está em considerar que apenas caminhar será suficiente para desenvolver força nos braços, no tronco e em diferentes grupos musculares das pernas.</p><p>A Organização Mundial da Saúde recomenda que pessoas idosas realizem pelo menos <strong>150 minutos de atividade aeróbica moderada por semana</strong>, além de exercícios de fortalecimento muscular em dois ou mais dias. Atividades voltadas ao equilíbrio também devem entrar na rotina, principalmente quando existe dificuldade de mobilidade.</p><p>Esses minutos não precisam ser cumpridos de uma só vez. Caminhadas mais curtas realizadas em diferentes momentos da semana também entram na conta.</p><p>O Ministério da Saúde destaca que a atividade física na terceira idade contribui para manter a mobilidade, a independência e a disposição para as tarefas cotidianas. A escolha da modalidade deve considerar o estado de saúde, a capacidade funcional e as preferências de cada pessoa.</p><p><strong>POR QUE OS EXERCÍCIOS DE FORÇA GANHAM IMPORTÂNCIA APÓS OS 60?</strong></p><p>O organismo perde massa muscular gradualmente com o envelhecimento. Quando essa perda se torna mais acentuada, ações comuns, como levantar de uma cadeira, carregar compras ou subir uma escada, podem exigir esforço maior.</p><p>A força também interfere no equilíbrio e na capacidade de reagir diante de um tropeço. Por isso, exercitar os músculos não está relacionado somente à aparência física. O objetivo é manter funções necessárias para uma vida independente.</p><p>A caminhada movimenta principalmente os membros inferiores e trabalha o sistema cardiovascular. Já os exercícios de resistência submetem os músculos a um esforço específico, que pode ser produzido pelo peso do próprio corpo, por faixas elásticas, aparelhos ou pesos.</p><p>Não é obrigatório frequentar uma academia para começar. Movimentos adaptados, realizados com uma cadeira ou uma bancada firme, podem ser alternativas para pessoas que receberam autorização para se exercitar.</p><p><strong>5 EXERCÍCIOS SIMPLES PARA COMPLEMENTAR A CAMINHADA</strong></p><p>Os movimentos precisam ser executados em um espaço livre de objetos, com calçados seguros e apoios firmes. A quantidade de repetições e a intensidade devem respeitar a capacidade individual.</p><p><strong>1. Levantar e sentar na cadeira</strong></p><p>O movimento reproduz uma tarefa realizada várias vezes ao longo do dia e trabalha músculos das pernas e dos quadris.</p><p>Use uma cadeira firme, sem rodinhas, preferencialmente apoiada contra a parede. Coloque os pés no chão, incline levemente o tronco e levante-se de maneira controlada. Depois, volte a sentar sem se jogar sobre o assento.</p><p>Quem ainda não consegue realizar o movimento sem ajuda pode usar os braços da cadeira como apoio. O objetivo é progredir com segurança, não executar o exercício rapidamente.</p><p><strong>2. Flexão na bancada da cozinha</strong></p><p>A flexão adaptada fortalece braços, ombros e peito sem exigir que a pessoa se deite no chão.</p><p>Apoie as mãos em uma bancada firme, afaste os pés e mantenha o corpo alinhado. Dobre os cotovelos lentamente, aproximando o peito da bancada, e empurre novamente até retornar à posição inicial.</p><p>Quanto maior a distância entre os pés e o apoio, maior tende a ser a dificuldade. Bancadas soltas, mesas leves e superfícies escorregadias não devem ser utilizadas.</p><p><strong>3. Elevação dos calcanhares</strong></p><p>Esse exercício trabalha as panturrilhas, importantes para caminhar, subir degraus e manter a estabilidade.</p><p>Em pé, segure o encosto de uma cadeira firme ou uma bancada. Eleve os calcanhares, permanecendo apoiado na ponta dos pés, e volte lentamente à posição inicial. O apoio deve permanecer ao alcance durante todo o movimento.</p><p><strong>4. Marcha parada com apoio</strong></p><p>A marcha pode contribuir para a coordenação, a mobilidade dos quadris e o controle corporal.</p><p>Segure uma cadeira ou bancada e eleve um joelho de cada vez, como se estivesse caminhando sem sair do lugar. Não é necessário levantar as pernas até uma altura desconfortável. O movimento deve permanecer controlado e sem inclinação excessiva do tronco.</p><p><strong>5. Equilíbrio com os pés alinhados</strong></p><p>Fique próximo de uma parede ou de um apoio firme. Posicione um pé à frente do outro, como se estivesse sobre uma linha, e tente manter a posição durante alguns segundos.</p><p>Pessoas com histórico de quedas, tontura ou dificuldade para permanecer em pé não devem fazer exercícios de equilíbrio sozinhas. Nesses casos, a orientação de um fisioterapeuta ou profissional de educação física é especialmente importante.</p><p><strong>COMO COMBINAR CAMINHADA, FORÇA E EQUILÍBRIO</strong></p><p>Uma rotina completa não precisa concentrar todas as atividades no mesmo dia. A caminhada pode ser distribuída ao longo da semana, enquanto os exercícios de fortalecimento são realizados em pelo menos dois dias, conforme as recomendações internacionais.</p><p>Os movimentos de equilíbrio podem ser incluídos em sessões curtas, desde que o ambiente seja seguro. Também é possível escolher atividades que reúnem mais de um componente, como dança, hidroginástica e práticas corporais orientadas.</p><p>A regularidade é mais importante do que começar com treinos longos ou difíceis. O Colégio Americano de Medicina do Esporte destaca que exercícios feitos com o peso corporal, elásticos ou pesos podem produzir benefícios quando são praticados de maneira consistente.</p><p><strong>OS CUIDADOS ANTES DE COMEÇAR EM CASA</strong></p><p>Uma pessoa sedentária ou com alguma doença não deve copiar automaticamente uma sequência encontrada na internet. Hipertensão descontrolada, problemas cardíacos, limitações articulares, cirurgias recentes e histórico de quedas podem exigir adaptações.</p><p>O exercício deve ser interrompido diante de <strong>dor no peito, falta de ar incomum, tontura, sensação de desmaio ou dor intensa</strong>. Esses sinais precisam de avaliação médica.</p><p>Também é necessário conferir se a cadeira está firme, retirar tapetes soltos e manter água e telefone ao alcance. Quem utiliza bengala, andador ou outro dispositivo não deve abandonar o apoio para executar os movimentos.</p><p>Caminhar permanece importante depois dos 60. Agachamentos na cadeira e flexões na bancada cumprem outra função: ajudam a desenvolver a força necessária para levantar, empurrar, carregar objetos e manter a independência. A rotina mais completa é aquela que reúne as duas estratégias e acrescenta exercícios de equilíbrio de acordo com as condições de cada pessoa.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[H&aacute;bitos saud&aacute;veis ajudam a ter um envelhecimento mais saud&aacute;vel. Imagem: Magnific]]></media:title> 
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			<title>Usa Ozempic ou Mounjaro? Novo consenso internacional mostra como deve ser a alimentação durante o tratamento</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9553/usa-ozempic-ou-mounjaro-novo-consenso-internacional-mostra-como-deve-ser-a-alimentacao-durante-o-tra.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 17:00:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os medicamentos à base de semaglutida e tirzepatida transformaram o tratamento da obesidade nos últimos anos. Eles promovem perda de peso expressiva, reduzem o apetite e ajudam no controle da glicemia. Mas existe um ponto que muitas pessoas ainda ignoram: a caneta reduz a fome, mas não escolhe a qualidade dos alimentos que chegam ao prato.Agora, um novo consenso internacional, publicado na revista The Lancet Diabetes & Endocrinology, reuniu orientações práticas sobre como deve ser a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os medicamentos à base de semaglutida e tirzepatida transformaram o tratamento da obesidade nos últimos anos. Eles promovem perda de peso expressiva, reduzem o apetite e ajudam no controle da glicemia. Mas existe um ponto que muitas pessoas ainda ignoram: a caneta reduz a fome, mas não escolhe a qualidade dos alimentos que chegam ao prato.</p><p>Agora, um novo consenso internacional, publicado na revista The Lancet Diabetes & Endocrinology, reuniu orientações práticas sobre como deve ser a alimentação de pessoas que utilizam esses medicamentos. O objetivo é simples: potencializar os resultados, preservar a saúde e reduzir os efeitos colaterais.</p><p>Com menos apetite, cada refeição passa a ter muito mais importância. Por isso, o consenso recomenda priorizar alimentos ricos em proteína antes dos demais componentes da refeição.</p><p>Ovos, leite, iogurte, frango, peixe, carne, feijão, lentilha, grão-de-bico e tofu são algumas das principais opções. A recomendação geral é individualizar a ingestão entre 1 e 1,5 g de proteína por quilo de peso ajustado, garantindo pelo menos 60 g de proteína ao longo do dia, distribuídas entre as refeições.</p><p>Essa estratégia ajuda a preservar a massa muscular durante o emagrecimento, melhora a saciedade e contribui para manter o metabolismo mais ativo.</p><p>O consenso também faz um alerta importante: restringir carboidratos de forma exagerada não é uma boa estratégia. Embora muitas pessoas associem emagrecimento a dietas muito baixas em carboidratos, essa prática pode aumentar a fadiga, reduzir o desempenho físico e dificultar a ingestão adequada de nutrientes.</p><p>Fibra também ganha protagonismo</p><p>Outro destaque do documento é o consumo de fibras. A meta é atingir pelo menos 25 g por dia.</p><p>Frutas, verduras, legumes, aveia, feijões, lentilhas, sementes e cereais integrais ajudam a alcançar esse objetivo.</p><p>Além de favorecerem o funcionamento do intestino, as fibras contribuem para maior saciedade, melhor controle glicêmico e saúde da microbiota intestinal.</p><p>Como o esvaziamento do estômago já fica mais lento com esses medicamentos, aumentar o consumo de fibras de forma gradual costuma ser uma estratégia mais confortável para evitar desconfortos gastrointestinais.</p><p>Hidratação merece atenção especial</p><p>A hidratação também faz parte do tratamento.</p><p>O consenso recomenda, de forma geral, entre 2 e 2,5 litros de água por dia, sempre com ajustes conforme características individuais, nível de atividade física e condições clínicas.</p><p>Esse cuidado se torna ainda mais importante porque a redução da fome frequentemente diminui também a vontade de beber líquidos. Além disso, sintomas como náuseas, vômitos e diarreia podem aumentar o risco de desidratação.</p><p>Como adaptar a alimentação aos efeitos colaterais</p><p>Os sintomas gastrointestinais são mais comuns no início do tratamento e durante o aumento das doses. Felizmente, pequenas mudanças na alimentação costumam ajudar.</p><p>Em caso de náuseas, refeições menores, menos gordurosas, pratos mais simples e preparações frias costumam ser melhor tolerados.</p><p>Quando o principal problema é o refluxo, vale evitar refeições volumosas à noite e não se deitar logo após comer.</p><p>Já na constipação, é importante lembrar que aumentar apenas a fibra pode piorar o problema. O funcionamento adequado do intestino depende da combinação entre fibras, ingestão suficiente de líquidos e atividade física regular.</p><p>A caneta não substitui uma boa alimentação</p><p>Os medicamentos representam um enorme avanço no tratamento da obesidade, mas não funcionam isoladamente.</p><p>Uma alimentação bem planejada continua sendo fundamental para preservar massa muscular, evitar deficiências nutricionais, reduzir efeitos adversos e aumentar as chances de manter os resultados após o tratamento.</p><p>O próprio consenso reforça que essas orientações servem como base, mas não substituem um plano alimentar individualizado. Cada paciente possui necessidades diferentes, e o melhor resultado acontece quando médicos, nutricionistas e outros profissionais trabalham de forma integrada.</p><p>A caneta pode diminuir a fome. Mas é a qualidade das escolhas alimentares que ajuda a transformar a perda de peso em um ganho real de saúde.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Freepik]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Quantas engenharias são necessárias para manter um hospital funcionando?</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9540/quantas-engenharias-sao-necessarias-para-manter-um-hospital-funcionando.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:00:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Da energia que não pode falhar aos equipamentos que sustentam a vida, diferentes áreas da engenharia trabalham silenciosamente para garantir a segurança de pacientes e profissionais.Quando pensamos em um hospital, é natural lembrarmos primeiro dos médicos, enfermeiros, técnicos e demais profissionais que atuam diretamente no cuidado. Mas, por trás de cada atendimento, existe uma estrutura complexa que precisa funcionar de forma contínua, segura e integrada.A energia não pode falhar. A...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Da energia que não pode falhar aos equipamentos que sustentam a vida, diferentes áreas da engenharia trabalham silenciosamente para garantir a segurança de <strong>pacientes</strong> e profissionais.</p><p>Quando pensamos em um <strong>hospital</strong>, é natural lembrarmos primeiro dos médicos, enfermeiros, técnicos e demais profissionais que atuam diretamente no cuidado. Mas, por trás de cada atendimento, existe <strong>uma estrutura complexa que precisa funcionar de forma contínua, segura e integrada.</strong></p><p>A energia não pode falhar. A água precisa chegar com qualidade. O ar deve ser tratado de acordo com as necessidades de cada ambiente. Os gases medicinais precisam estar disponíveis. Os equipamentos devem funcionar corretamente. Os materiais utilizados nos procedimentos precisam ser adequadamente processados e esterilizados.</p><p>Infraestrutura que garante a assistência</p><p>A engenharia elétrica, por exemplo, é responsável pelos sistemas que fornecem energia aos diversos setores da instituição. Em um hospital, uma interrupção elétrica pode comprometer cirurgias, exames, equipamentos de suporte à vida e o funcionamento de unidades críticas.</p><p>Por isso, além das instalações convencionais, existem geradores, nobreaks, sistemas de emergência, dispositivos de proteção, aterramento e circuitos específicos. Tudo precisa ser planejado e mantido para que, mesmo diante de uma falha no fornecimento externo, a assistência continue com segurança.</p><p>A engenharia mecânica também está presente em áreas essenciais. Os sistemas de climatização hospitalar não servem apenas para proporcionar conforto. Em ambientes críticos, eles contribuem para o controle da temperatura, da umidade, da pressão e da qualidade do ar.</p><p>Centros cirúrgicos, unidades de terapia intensiva, laboratórios, áreas de isolamento e centrais de material e esterilização possuem necessidades específicas. Uma falha na climatização pode interferir no controle de contaminações, na conservação de materiais, no funcionamento dos equipamentos e na segurança dos profissionais e pacientes.</p><p>A engenharia mecânica participa ainda do planejamento e da manutenção das redes de gases medicinais, como oxigênio, ar comprimido medicinal e vácuo clínico. Esses sistemas percorrem diferentes áreas do hospital e precisam operar com confiabilidade, pois estão diretamente ligados ao atendimento.</p><p>A engenharia civil é responsável pelo planejamento, pela construção e pela conservação das estruturas físicas dos hospitais, assegurando a estabilidade, a segurança e a durabilidade das edificações. Sua atuação envolve pisos, paredes, coberturas, fundações, reservatórios, instalações hidráulicas, redes de esgoto e sistemas de abastecimento de água.</p><p>Em um hospital, uma infiltração aparentemente simples pode atingir instalações elétricas, favorecer o surgimento de microrganismos e até provocar a interdição de um ambiente. Por isso, a manutenção da infraestrutura também faz parte da segurança assistencial.</p><p>Tecnologia a serviço da segurança do paciente</p><p>Na Central de Material e Esterilização (CME), diversas engenharias também se encontram. É nesse setor que os materiais utilizados nos procedimentos passam por etapas como limpeza, preparo, esterilização, armazenamento e distribuição.</p><p>Autoclaves, termodesinfectoras, lavadoras ultrassônicas, sistemas de tratamento de água, climatização, vapor, energia elétrica e exaustão precisam trabalhar de maneira integrada. Não basta instalar um equipamento: é necessário verificar se a infraestrutura consegue atender às suas exigências técnicas e se o ambiente favorece um fluxo seguro dos materiais. Nesse processo, engenheiros mecânicos, elétricos, civis, clínicos e outros profissionais trabalham em conjunto com as equipes da assistência e do controle de infecção.</p><p>A engenharia clínica e a engenharia biomédica atuam no gerenciamento das tecnologias médicas. Ventiladores pulmonares, incubadoras, monitores, bombas de infusão, desfibriladores, aparelhos de anestesia e muitos outros equipamentos precisam ser corretamente especificados, instalados, testados, mantidos e acompanhados durante todo o seu ciclo de vida.</p><p>Comprar uma tecnologia não significa apenas escolher um equipamento. É preciso avaliar a infraestrutura necessária, os treinamentos, a manutenção, a disponibilidade de peças, a rastreabilidade, os alertas de segurança e as condições reais de utilização.</p><p>Integração entre diferentes áreas da engenharia</p><p>A engenharia de produção contribui para organizar processos, fluxos, estoques e recursos. Em uma instituição que funciona 24 horas por dia, o planejamento logístico ajuda a garantir que medicamentos, materiais e equipamentos estejam disponíveis no local e no momento em que são necessários.</p><p>Até a engenharia agronômica pode contribuir com ações relacionadas à prevenção e ao manejo de pragas e vetores, especialmente na avaliação da vegetação, das áreas externas e das condições ambientais que possam favorecer a presença de insetos e outros animais. Esse trabalho deve estar integrado às equipes responsáveis pelo controle sanitário e ambiental.</p><p>Engenharia de segurança do trabalho, engenharia ambiental, engenharia de alimentos, automação, telecomunicações e tecnologia da informação também integram esse universo. Cada área possui responsabilidades próprias, mas nenhuma trabalha completamente sozinha.</p><p>Um trabalho que quase nunca aparece, mas é indispensável</p><p><strong>Um hospital é, por natureza, multidisciplinar</strong>. A segurança depende do diálogo entre engenharia, assistência, controle de <strong>infecção</strong>, administração, manutenção e diversas outras equipes.</p><p><strong>No hospital, a engenharia nem sempre é percebida, mas está presente em cada ambiente e em cada atendimento</strong>. Quando tudo funciona como deveria, ela cumpre o seu papel mais importante: <strong>oferecer condições seguras para que os profissionais cuidem e para que os pacientes possam se recuperar.</strong></p><p>Essa divisão reduz a quantidade de subtítulos, evita um aspecto excessivamente “fragmentado” e organiza o conteúdo em cinco grandes eixos: <strong>visão geral, infraestrutura, tecnologia, integração das engenharias e conclusão</strong>. É um formato bastante utilizado em reportagens e artigos institucionais.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Para que tudo isso aconte&ccedil;a, o hospital depende do trabalho de diferentes engenharias.]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Dia Nacional da Saúde reforça importância dos cuidados com o couro cabeludo</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9533/dia-nacional-da-saude-reforca-importancia-dos-cuidados-com-o-couro-cabeludo.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:00:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Celebrado em 5 de agosto, o Dia Nacional da Saúde convida à reflexão sobre a importância dos hábitos que contribuem para o bem-estar físico e emocional. Embora os cuidados com a pele, alimentação e prática de exercícios estejam entre os mais lembrados, especialistas destacam que a saúde do couro cabeludo também merece atenção por seu papel na proteção da pele e no desenvolvimento dos fios.Sintomas como oleosidade excessiva, coceira, descamação, sensibilidade, irritações,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Celebrado em 5 de agosto, o <strong>Dia Nacional da Saúde</strong> convida à reflexão sobre a importância dos hábitos que contribuem para o bem-estar físico e emocional. Embora os cuidados com a pele, alimentação e prática de exercícios estejam entre os mais lembrados, especialistas destacam que a saúde do couro cabeludo também merece atenção por seu papel na proteção da pele e no desenvolvimento dos fios.</p><p>Sintomas como oleosidade excessiva, coceira, descamação, sensibilidade, irritações, feridas e queda acentuada de <strong>cabelo</strong> podem indicar desequilíbrios na região e interferir não apenas na aparência dos fios, mas também no conforto e na qualidade de vida.</p><p>Segundo Érika Daiany, hairstylist e tricologista da TRUSS, o excesso de oleosidade favorece alterações que comprometem o equilíbrio do couro cabeludo.</p><p><strong>“O couro cabeludo oleoso cria um ambiente desfavorável para a saúde da pele, favorecendo processos inflamatórios e desequilíbrios que podem impactar diretamente a raiz do cabelo. Quando não tratado corretamente, esse cenário tende a se agravar e comprometer o bem-estar”, afirma.</strong></p><p><strong>COURO CABELUDO TAMBÉM PRECISA DE CUIDADOS</strong></p><p>Assim como acontece com a pele do rosto, o couro cabeludo sofre influência de diversos fatores ao longo do tempo.</p><p>Predisposição genética, alterações hormonais, alimentação, estresse, poluição, exposição ao sol e hábitos de higiene podem alterar o equilíbrio da região.</p><p>Além disso, o acúmulo de oleosidade, resíduos de finalizadores e células mortas pode favorecer processos inflamatórios e criar um ambiente menos saudável para o crescimento dos fios.</p><p>Por isso, especialistas ressaltam que os cuidados não devem se limitar ao comprimento do cabelo, mas incluir também a raiz.</p><p><strong>O QUE É SCALP CARE</strong></p><p>Nos últimos anos, o conceito de scalp care passou a integrar a rotina de cuidados capilares.</p><p>Inspirado no skincare, o método concentra a atenção no couro cabeludo por meio de produtos desenvolvidos para limpar, hidratar, equilibrar o microbioma e reduzir desconfortos na região.</p><p>Karina Diniz, diretora de curadoria da Drogaria Iguatemi e Discover, explica que a tendência ampliou a oferta de tratamentos específicos.</p><p><strong>“O scalp care é uma tendência inspirada no skincare, que traz ativos como ácido salicílico, niacinamida e peptídeos para o cuidado do couro cabeludo. O foco deixa de ser apenas o comprimento dos fios e passa a priorizar a saúde da raiz, equilibrando o microbioma e prevenindo problemas como queda, descamação e sensibilidade. Impulsionado pelas redes sociais, esse movimento ampliou a oferta de produtos e transformou o couro cabeludo em uma etapa essencial da rotina de cuidados capilares.”</strong></p><p>Entre os ingredientes encontrados nesses produtos estão ácido salicílico, niacinamida, peptídeos, cafeína, biotina e ativos calmantes voltados para equilibrar a pele da região.</p><p><strong>DETOX CAPILAR PODE AJUDAR EM ALGUNS CASOS</strong></p><p>Outra prática que passou a fazer parte da rotina de quem busca um couro cabeludo saudável é o detox capilar.</p><p>O procedimento promove uma limpeza mais profunda da região, auxiliando na remoção de resíduos acumulados de cosméticos, oleosidade e impurezas.</p><p>A técnica costuma ser indicada principalmente para pessoas que utilizam finalizadores com frequência, apresentam excesso de oleosidade ou permanecem vários dias sem lavar os cabelos.</p><p>Segundo Érika Daiany, manter o couro cabeludo saudável favorece todo o ciclo de desenvolvimento dos fios.</p><p><strong>“Manter essa região saudável é fundamental para o ciclo de crescimento do cabelo. Quando ela está em boas condições, o fio tende a crescer mais forte, com melhor estrutura e aparência mais uniforme, além de responder melhor aos tratamentos aplicados no comprimento. Por isso o detox é tão importante.”</strong></p><p><strong>COMO IDENTIFICAR SINAIS DE ALERTA</strong></p><p>Embora pequenas alterações possam ocorrer ocasionalmente, alguns sintomas merecem atenção quando persistem.</p><p>Nessas situações, a orientação é buscar avaliação especializada para identificar a causa e indicar o tratamento adequado.</p><p><strong>HÁBITOS QUE AJUDAM A MANTER O EQUILÍBRIO</strong></p><p>Além da escolha de produtos específicos, alguns cuidados diários contribuem para preservar a saúde do couro cabeludo.</p><p>Lavar os cabelos na frequência adequada ao tipo de fio evita o acúmulo excessivo de oleosidade e resíduos.</p><p>Também é importante utilizar produtos compatíveis com as características do couro cabeludo, já que fórmulas muito agressivas podem provocar irritação e até efeito rebote, aumentando a produção de oleosidade.</p><p>Outro hábito recomendado é evitar água muito quente durante a lavagem, pois temperaturas elevadas podem sensibilizar a pele e favorecer o ressecamento.</p><p><strong>PRODUTOS PARA INCLUIR NA ROTINA</strong></p><p><strong>Sérum Calmante Capilar Patauá+ Cuidado com o Couro | R$ 79,90</strong></p><p>Desenvolvido para aliviar irritações, hidratar o couro cabeludo e proporcionar sensação refrescante sem deixar resíduos oleosos.</p><p><strong>Combo TRUSS Equilibrium Scalp | R$ 649,96</strong></p><p>Indicado para caspa e oleosidade, combina ativos que ajudam a acalmar o couro cabeludo, controlar a oleosidade e reduzir a descamação.</p><p><strong>Lilyeve Grow Turn Exosome Brush Ampoule | A partir de R$ 149,90</strong></p><p>Sérum com exossomos vegetais, cafeína, biotina e peptídeos que fortalece a raiz, auxilia na redução da queda e estimula o crescimento dos fios.</p><p><strong>Lilyeve Scalp Turn CICA PDRN Brush Ampoule | A partir de R$ 149,90</strong></p><p>Desenvolvido para couro cabeludo sensível, ajuda a controlar a oleosidade, aliviar desconfortos e criar um ambiente mais saudável para o crescimento capilar.</p><p><strong>Xampu Verbena & Bambu Avatim 200 ml | R$ 32,00</strong></p><p>Shampoo que limpa profundamente, controla a oleosidade e proporciona sensação de frescor sem ressecar os fios.</p><p><strong>Moroccanoil Dry Scalp Treatment | R$ 250,00</strong></p><p>Sérum pré shampoo indicado para couro cabeludo seco ou com descamação, formulado com ácido salicílico, óleo de argan e vitamina E.</p><p><strong>Combo Eudora Siàge Hidratação Micelar | R$ 170,98</strong></p><p>Kit com shampoo, condicionador e máscara que promove hidratação, maciez e equilíbrio dos fios por meio do Sistema Micelar Inteligente.</p><p><strong>L’Occitane en Provence Sérum Revitalizante Pro Youth | R$ 279,00</strong></p><p>Sérum antioxidante para o couro cabeludo com peptídeos, ácido hialurônico e óleo essencial de Immortelle, voltado para hidratação e fortalecimento da região.</p><p><strong>L’Occitane au Brésil Shampoo Bonjour Leveza | R$ 44,90</strong></p><p>Shampoo com capim limão e Zinco PCA que ajuda a controlar a oleosidade e proporciona limpeza purificante.</p><p><strong>SAÚDE CAPILAR FAZ PARTE DO AUTOCUIDADO</strong></p><p>Especialistas destacam que cuidar do couro cabeludo vai além da preocupação estética.</p><p>Uma região equilibrada favorece o desenvolvimento saudável dos fios, reduz desconfortos e contribui para o bem-estar diário.</p><p>No Dia Nacional da Saúde, a data reforça que observar sinais como coceira persistente, oleosidade excessiva, descamação ou queda acentuada faz parte de uma rotina de autocuidado. Ao lado de hábitos como alimentação equilibrada, hidratação e prática de atividades físicas, os cuidados com o couro cabeludo também integram uma abordagem mais ampla de promoção da saúde e qualidade de vida.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o/Truss]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Atleta revela o que ainda afasta pessoas com deficiência do esporte</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9526/atleta-revela-o-que-ainda-afasta-pessoas-com-deficiencia-do-esporte.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 17:00:21 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Neste episódio de Invisible, conversamos com André Gonçalves, farmacêutico, atleta e ativista da inclusão no esporte.Com deficiência física causada pelo pé torto congênito, ele compartilha como a corrida transformou sua vida e se tornou uma ferramenta de pertencimento, autonomia e luta por direitos.Durante a conversa, André fala sobre as barreiras que pessoas com deficiência ainda enfrentam para participar de corridas de rua, a importância da acessibilidade, o direito à inclusão...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Neste episódio de <strong>Invisible</strong>, conversamos com André Gonçalves, farmacêutico, atleta e ativista da inclusão no esporte.</p><p>Com deficiência física causada pelo pé torto congênito, ele compartilha como a corrida transformou sua vida e se tornou uma ferramenta de pertencimento, autonomia e luta por direitos.</p><p>Durante a conversa, André fala sobre as barreiras que pessoas com deficiência ainda enfrentam para participar de corridas de rua, a importância da acessibilidade, o direito à inclusão nas competições e o movimento que vem conquistando mais espaço e reconhecimento para atletas PCD.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Andr&eacute; Gon&ccedil;alves fala sobre inclus&atilde;o, acessibilidade e os desafios de atletas PCD no esporte]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Quando a testosterona realmente precisa de reposição</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9520/quando-a-testosterona-realmente-precisa-de-reposicao.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 13:00:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Nos últimos anos, a testosterona passou a ocupar um espaço crescente nas conversas sobre saúde masculina. Popularizada nas redes sociais e frequentemente associada a desempenho físico e sexual, a reposição hormonal tem sido tratada, muitas vezes, como solução simples para sintomas complexos. Mas é preciso cautela: nem todo cansaço, queda de libido ou alteração de humor está ligado à chamada “baixa testosterona”.Do ponto de vista médico, o diagnóstico de deficiência de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a testosterona passou a ocupar um espaço crescente nas conversas sobre saúde masculina. Popularizada nas <strong>redes sociais</strong> e frequentemente associada a desempenho físico e sexual, a reposição hormonal tem sido tratada, muitas vezes, como solução simples para sintomas complexos. Mas é preciso cautela: nem todo cansaço, queda de libido ou alteração de humor está ligado à chamada <strong>“baixa testosterona”</strong>.</p><p>Do ponto de vista médico, o diagnóstico de deficiência de testosterona, ou hipogonadismo, exige critérios bem definidos. Não basta um exame isolado com níveis reduzidos. É necessário avaliar sintomas clínicos associados, repetir dosagens em horários adequados e investigar causas subjacentes, como obesidade, diabetes, distúrbios do sono ou uso de medicamentos.</p><p>Estilo de vida também influencia os níveis hormonais</p><p>Um dos principais equívocos é acreditar que a reposição hormonal é indicada para qualquer homem com sinais inespecíficos de fadiga ou <strong>envelhecimento</strong>. A testosterona não é um “elixir da juventude”. Quando utilizada sem indicação adequada, pode trazer riscos importantes, como alterações cardiovasculares, infertilidade e supressão da produção natural do hormônio.</p><p>Outro ponto que merece atenção é a influência do estilo de vida sobre os níveis hormonais. Sedentarismo, alimentação inadequada, estresse crônico e privação de sono estão diretamente ligados à redução da testosterona. Em muitos casos, mudanças nesses hábitos podem trazer melhora significativa, sem necessidade de intervenção medicamentosa.</p><p><strong>Envelhecimento não é doença</strong></p><p>Além disso, há um fenômeno crescente de medicalização do envelhecimento masculino. É natural que os níveis hormonais diminuam com o passar dos anos, e isso não significa, necessariamente, doença. Transformar esse processo em algo patológico pode levar a tratamentos desnecessários e expectativas irreais.</p><p>Por isso, o papel da Endocrinologia é fundamental para diferenciar o que é fisiológico do que é patológico. A abordagem deve ser individualizada, baseada em evidências e sempre focada na saúde global do paciente, e não apenas em números laboratoriais.</p><p>Informação de qualidade é a melhor forma de combater mitos e exageros. Quando bem indicada e acompanhada, a terapia hormonal pode ser benéfica. Mas, fora desse contexto, pode representar mais risco do que solução.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Imagem de gpointstudio no Magnific]]></media:title> 
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		<item>
			<title>Burnout: quando o trabalho começa a adoecer você</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9515/burnout-quando-o-trabalho-comeca-a-adoecer-voce.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:00:07 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Marcelo sempre foi o funcionário que todos admiravam. Era o primeiro a chegar, o último a sair e nunca dizia “não”. Durante anos, acreditou que dedicação era sinônimo de disponibilidade absoluta. Que não havia diferença entre trabalho e vida pessoal.Até que um dia percebeu que não conseguia mais responder um simples e-mail sem sentir uma ansiedade intensa. O coração disparava a cada notificação no celular ou ligação inesperada. O sono estava cada vez pior. E junto a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Marcelo sempre foi o funcionário que todos admiravam. Era o primeiro a chegar, o último a sair e nunca dizia “não”. Durante anos, acreditou que dedicação era sinônimo de disponibilidade absoluta. Que não havia diferença entre trabalho e vida pessoal.</p><p>Até que um dia percebeu que não conseguia mais responder um simples e-mail sem sentir uma ansiedade intensa. O coração disparava a cada notificação no celular ou ligação inesperada. O sono estava cada vez pior. E junto a sensação de cansaço crônico.</p><p>Não era falta de competência. Era “burnout”. Junto com ele a falta de esperança, ansiedade e tristeza.</p><p>Nem toda pessoa que trabalha muito desenvolve “burnout”. Mas praticamente toda pessoa com “burnout” passou tempo demais acreditando que precisava dar conta de tudo. De que poderia funcionar como uma máquina.</p><p>Mas além dessa pressão interna de performance, existem as pressões externas como prazos curtos de entrega, assédio moral, problemas de relacionamento na equipe, questões com os chefes, equipes reduzidas, distância do trabalho e a própria questão de estar ou não encaixado no lugar certo.</p><p>“Burnout” não é frescura. Já passei diversas vezes por isso trabalhando em corporações e posso dizer com propriedade que é difícil.Talvez essa experiência tenha contribuído para a minha escolha pela psicologia. Primeiro precisei aprender a lidar com o meu próprio “burnout”. Depois, com o de amigos. E hoje as pessoas que chegam ao consultório vivendo esse sofrimento.</p><p>O fato é que todos os níveis hierárquicos estão sujeitos a isso. Do chão de fábrica ao CEO. O chão de fábrica recebe exigências excessivas. O CEO lida com a solidão das decisões e a pressão por números.</p><p>Durante muito tempo esse sofrimento foi tratado apenas como “estresse”. Hoje sabemos que ele tem nome, critérios diagnósticos e, mais recentemente, passou a receber maior atenção também na legislação trabalhista.</p><p>Surgiu a NR-1 que não resolverá esses problemas, mas pelo menos irá mapear, falar sobre o assunto e punir empresas que não tratam essa questão com seriedade. É um marco.</p><p>O Brasil registrou mais de <strong>546 mil afastamentos do trabalho</strong> por transtornos de saúde mental em 2025, um aumento de 15% em relação a 2024 São os maiores números da última década segundo o Ministério da Previdência Social.</p><p>Mas será que a culpa é somente das empresas? Elas podem ter uma grande participação, e isso se inicia na própria contratação. Uma contratação errada vai gerar sofrimento para todos. O colaborador não vai performar e entregará o básico com o nível de estresse mais alto. A empresa não receberá o que está esperando. No final as duas partes ficam insatisfeitas.</p><p>Também existe a responsabilidade do colaborador de cuidar da própria saúde física e emocional. Dormir bem, praticar atividade física, desenvolver resiliência, capacidade de trabalhar em equipe e inteligência emocional para aumentar as chances de enfrentar ambientes exigentes sem adoecer.</p><p>Existem empresas adoecedoras. Existem chefes e equipes hostis. Mas também pessoas incapazes de pedir ajuda, de estabelecer limites ou de aceitar que não conseguirão fazer tudo perfeitamente. Algumas carregam a crença de que seu valor depende exclusivamente daquilo que são profissionalmente.</p><p>Quando essa combinação encontra um ambiente de alta pressão ou de assédio, o resultado costuma ser devastador. E o “burnout” pode aparecer.</p><p>Talvez o maior desafio não seja apenas ensinar as empresas a cuidar da saúde mental de seus colaboradores. Talvez seja ensinar cada um de nós a reconhecer que produtividade não pode ser a única medida de valor de uma vida. E até mesmo se você deve continuar nessa empresa ou mudar de carreira.</p><p>Trabalhar é importante. Entregar resultados também. Mas nenhum cargo, bônus ou promoção compensa perder a capacidade de dormir em paz, de estar presente com a família ou de sentir prazer nas pequenas coisas.</p><p>No fim das contas, uma carreira de sucesso não é aquela que consome a sua saúde, mas aquela que permite que você continue saudável para vivê-la.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Menopausa aumenta risco de infarto e AVC; veja 7 cuidados para proteger o coração</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9509/menopausa-aumenta-risco-de-infarto-e-avc-veja-7-cuidados-para-proteger-o-coracao.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 21:00:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A prevenção de doenças vasculares e a importância de hábitos que favoreçam a saúde da circulação é debatido neste mês, conhecido como Agosto Azul e Vermelho.Esse cuidado com o sistema vascular merece atenção especial das mulheres, especialmente após os 40 anos ou durante a menopausa, período em que a queda dos níveis de estrogênio está associada ao aumento do risco cardiovascular.Durante esta fase, tornam-se frequentes alterações como elevação da pressão arterial, aumento ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A <strong>prevenção de doenças vasculares e a importância de hábitos</strong> que favoreçam a saúde da circulação é debatido neste mês, conhecido como <strong>Agosto Azul e Vermelho</strong>.</p><p>Esse cuidado com o sistema vascular merece atenção especial das mulheres, especialmente após os 40 anos ou durante a <strong>menopausa</strong>, período em que a queda dos níveis de estrogênio está associada ao aumento do risco cardiovascular.</p><p>Durante esta fase, tornam-se frequentes alterações como elevação da <strong>pressão arterial, aumento do colesterol e maior propensão ao acúmulo de gordura abdominal, fatores que podem favorecer infarto e acidente vascular cerebral (AVC).</strong></p><p>Especialistas listam sete cuidados importantes para essa fase da vida.</p><p>Menopausa também muda a saúde do coração</p><p>A menopausa costuma ser associada apenas a ondas de calor e alterações hormonais. Mas a fase também representa mudança na proteção cardiovascular, já que a redução do estrogênio favorece alterações metabólicas de forma silenciosa.</p><p>O estrogênio exerce um papel protetor no sistema cardiovascular feminino. Quando ocorre a redução desse hormônio, principalmente após a menopausa, a mulher passa a perder parte dessa proteção natural e fica mais vulnerável a alterações metabólicas que aumentam o risco de doenças cardiovasculares.</p><p>Patrícia Gracitelli, endocrinologista.</p><p>Não espere sintomas para cuidar da saúde vascular</p><p>As doenças que acometem artérias e veias costumam evoluir lentamente. Segundo a cirurgiã vascular Nayara Cioffi Batagini, os sintomas muitas vezes só aparecem quando a doença já está avançada.</p><p><strong>“Grande parte das doenças vasculares apresenta evolução lenta e silenciosa. Controlar os fatores de risco e manter acompanhamento médico quando necessário é a melhor forma de evitar complicações futuras”</strong>, explica.</p><p>Acompanhamento médico durante o climatério</p><p>A transição para a menopausa é um momento importante para revisar a saúde como um todo. Exames laboratoriais e avaliação clínica permitem identificar precocemente alterações que aumentam o risco cardiovascular.</p><p><strong>“O check-up endocrinológico permite acompanhar como o organismo está respondendo às mudanças hormonais. Pequenas alterações identificadas precocemente podem ser controladas com mudanças no estilo de vida e, quando necessário, tratamento adequado”</strong>, diz Gracitelli.</p><p>Sinais que podem indicar trombose</p><p>A trombose venosa profunda exige avaliação médica imediata para evitar complicações graves, como a embolia pulmonar.</p><p>Os sinais mais comuns são inchaço em apenas uma perna, dor, aumento da temperatura local, vermelhidão ou mudança na coloração da pele. Diante desses sintomas, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente.</p><p>Nayara Cioffi Batagini, cirurgiã vascular.</p><p>Após a menopausa, o risco cardiovascular da mulher se aproxima do observado entre os homens. Por isso, controlar <strong>pressão arterial, colesterol, glicemia e peso corporal se torna ainda mais importante nessa fase.</strong></p><p><strong>“Existe uma falsa sensação de que a mulher está protegida contra infarto e AVC, mas essa proteção diminui com a queda do estrogênio. Depois da menopausa, as doenças cardiovasculares passam a representar uma das principais causas de morte entre mulheres”</strong>, afirma Gracitelli.</p><p>Hábitos que favorecem a circulação sanguínea</p><p>A prática regular de atividade física, alimentação equilibrada, controle do peso, abandono do cigarro e cuidados durante viagens prolongadas ajudam a preservar a circulação. Segundo Batagini, essas medidas reduzem significativamente o risco de doenças vasculares ao longo da vida.</p><p><strong>“Os vasos sanguíneos refletem diretamente nossos hábitos de vida. Pequenas mudanças na rotina podem fazer uma enorme diferença na prevenção de doenças graves e na preservação da qualidade de vida”</strong>, diz a cirurgiã vascular.</p><p>Plano de prevenção individualizado</p><p>Nem toda mulher precisa fazer <strong>reposição hormonal</strong>, assim como nem todas apresentam os mesmos fatores de risco cardiovasculares. Por isso, o acompanhamento especializado permite definir estratégias personalizadas para cada fase da vida.</p><p><strong>“A reposição hormonal não deve ser utilizada como uma fórmula única para todas as mulheres. A decisão depende da idade, do momento da menopausa, dos sintomas, do histórico pessoal e dos riscos individuais de cada paciente”</strong>, diz Gracitelli.</p><p>As especialistas reforçam que o envelhecimento não precisa ser sinônimo de perda de qualidade de vida. Com acompanhamento médico, diagnóstico precoce e hábitos saudáveis, é possível reduzir o risco de doenças cardiovasculares e vasculares.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Canva]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>ES lança pacto para fortalecer políticas da primeira infância durante evento em Vitória</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9498/es-lanca-pacto-para-fortalecer-politicas-da-primeira-infancia-durante-evento-em-vitoria.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 13:00:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Espírito Santo lançará, nesta quarta-feira (5), o Pacto Capixaba pela Primeira Infância, iniciativa que reúne instituições públicas para fortalecer as políticas voltadas às crianças de até 6 anos. A assinatura ocorrerá durante a Jornada Capixaba pela Primeira Infância, promovida pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-ES), em Vitória.O evento ainda reunirá gestores públicos, representantes do sistema de Justiça e profissionais das áreas de saúde, educação e assistência...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <strong>Espírito Santo</strong> lançará, nesta quarta-feira (5), o<strong> Pacto Capixaba pela Primeira Infância</strong>, iniciativa que reúne instituições públicas para fortalecer as políticas voltadas às crianças de até 6 anos. A assinatura ocorrerá durante a <strong>Jornada Capixaba pela Primeira Infância</strong>, promovida pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-ES), em Vitória.</p><p>O evento ainda reunirá gestores públicos, representantes do sistema de Justiça e profissionais das áreas de saúde, educação e assistência social para discutir políticas voltadas à infância. As inscrições podem ser feitas on-line no site do Tribunal.</p><p>Segundo o <strong>TCE-ES</strong>, o objetivo do pacto é fortalecer a articulação entre os órgãos públicos e os municípios para ampliar e qualificar as políticas destinadas à primeira infância, incentivando ações integradas.</p><p>Além do órgão, também participam como instituições fundadoras o Ministério Público do Espírito Santo (MPES), o Governo do Estado, a Defensoria Pública, o Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), a Assembleia Legislativa e a Associação dos Municípios do Espírito Santo (Amunes). Juntas, elas formarão a Rede Capixaba pela Primeira Infância.</p><p>Programação inclui especialistas e oficinas</p><p>A programação da Jornada Capixaba pela Primeira Infância será realizada das 8h às 16h30, na sede do Tribunal de Contas.</p><p>Pela manhã, especialistas nacionais discutirão temas como desenvolvimento infantil, fortalecimento dos vínculos familiares e prevenção de traumas na infância. Entre os convidados estão o pediatra Daniel Becker e a pediatra Priscila Xavier.</p><p>À tarde, serão promovidas oficinas voltadas às equipes técnicas dos municípios, com temas como parentalidade positiva, prevenção da violência na primeira infância e aperfeiçoamento do Programa Criança Feliz.</p><p>De acordo com o órgão, até o fim de 2025 a maioria dos municípios capixabas ainda não havia aprovado seus planos municipais para a primeira infância, cenário que o Tribunal pretende ajudar a reverter por meio de ações de orientação técnica e capacitação.</p><p>Confira a programação completa: </p><p><strong>8h00 | </strong>Credenciamento e Café de Boas-Vindas </p><p><strong>8h30 | </strong>Solenidade de Abertura </p><p><strong>9h00 | </strong>Apresentação e assinatura do Pacto Capixaba pela Primeira Infância </p><p>Lançamento da Rede Capixaba pela Primeira Infância </p><p><strong>9h15 | </strong>Assinatura de adesão ao Pacto Capixaba pela Primeira Infância pelos municípios </p><p><strong>10h00 | PAINEL TEMÁTICO – COMEÇAR BEM: CUIDADO, VÍNCULOS E DESENVOLVIMENTO</strong> </p><p>10h – Dr. Daniel Becker, Pediatra e ativista pela infância </p><p>11h – Dra. Priscila Xavier, Pediatra e especialista em prevenção de traumas na infância </p><p><strong>12h00 | Intervalo para Almoço</strong> </p><p><strong>14h00 | Oficinas Temáticas</strong> </p><p>As oficinas ocorrerão simultaneamente. O participante poderá inscrever-se em apenas uma. </p><p><strong>Oficina Temática 1 — PARENTALIDADE POSITIVA</strong> </p><p>Dra. Gabriela Leonidio Santana – Psicóloga Clínica, mestranda em Psicologia (Ufes) </p><p><strong>Oficina Temática 2 — PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS NA PRIMEIRA INFÂNCIA</strong> </p><p>Franciéle Marabotti Costa Leite – Professora da Ufes, enfermeira e doutora em Epidemiologia. </p><p><strong>Oficina Temática 3 — REORDENAMENTO DO PROGRAMA CRIANÇA FELIZ</strong> </p><p>Equipe da Proteção Social Básica da Secretaria de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social – SETADES </p><p><strong>16h30 | Café de Encerramento </strong> </p><p><strong>Jornada Capixaba pela Primeira Infância</strong></p><p><strong>Data: </strong>5 de agosto</p><p><strong>Horário:</strong> a partir das 8h</p><p><strong>Local: </strong>sede do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE-ES), em Vitória</p><p><strong>Inscrições:</strong> acessando o <strong>link</strong>.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Os prefeitos presentes poder&atilde;o aderir ao pacto durante o evento.]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Fibra: o que é, tipos e como escolher a melhor para seu intestino</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9493/fibra-o-que-e-tipos-e-como-escolher-a-melhor-para-seu-intestino.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 09:00:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Numa outra coluna eu contei sobre um cliente meu, executivo, disciplinadíssimo, que me mostrou orgulhoso a despensa lotada de produtos com selo high protein e mesmo assim vivia com fomeNaquele dia, olhando a despensa dele, eu percebi o que faltava. Mas pedi uma coisa antes de concluir. Pedi para ele abrir a geladeira.Sabe o que tinha na gaveta de legumes?A gaveta estava vazia, limpa, seca. Parecia a gaveta de uma geladeira nova, na loja, que nunca tinha sido usada. Nenhuma folha, nenhum...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Numa outra coluna eu contei sobre um cliente meu, executivo, disciplinadíssimo, que me mostrou orgulhoso a despensa lotada de produtos com selo high protein e mesmo assim vivia com fome</p><p>Naquele dia, olhando a despensa dele, eu percebi o que faltava. Mas pedi uma coisa antes de concluir. Pedi para ele abrir a geladeira.</p><p>Sabe o que tinha na gaveta de legumes?</p><p>A gaveta estava vazia, limpa, seca. Parecia a gaveta de uma geladeira nova, na loja, que nunca tinha sido usada. Nenhuma folha, nenhum legume, nenhuma verdura. A casa inteira abastecida de proteína embalada, e nem uma única fonte de <strong>fibra</strong> de verdade.</p><p>E a <strong>fibra</strong> é a protagonista desta coluna, a parceira silenciosa que segura a sua fome ao lado da proteína, sem selo reluzente e sem custar caro, e que o mercado te fez esquecer.</p><p>Enquanto todo mundo caça proteína e briga pelo whey caro, a <strong>fibra</strong> fica pra trás. E é justamente ela que faltava na geladeira vazia do meu cliente, o mesmo que atacava a gaveta de biscoito às 3 da tarde.</p><p>O déficit que ninguém sente na hora</p><p>A maioria das pessoas não chega nem perto da <strong>fibra</strong> que deveria comer por dia.</p><p>É um déficit silencioso, porque falta de <strong>fibra</strong> não dá sintoma dramático. Dá fome fora de hora, pico de açúcar, intestino preguiçoso e aquela vontade de doce que você jura ser falta de força de vontade.</p><p>Deixa eu traduzir o que a <strong>fibra</strong> faz.</p><p>Imagina que você comeu um prato de carboidrato, arroz, pão, massa. Sem fibra, esse carboidrato entra no sangue quase de uma vez. O açúcar dispara, a insulina dispara atrás, e vem a montanha-russa: sobe rápido, desce rápido, e na descida bate a fome de novo.</p><p>A <strong>fibra</strong> é o freio dessa montanha-russa.</p><p>Ela deixa a digestão mais lenta, o açúcar entra aos poucos, e a saciedade dura mais. O mesmo prato, com fibra, te sustenta o dobro do tempo.</p><p>E tem uma segunda função, que amarra com uma conversa que a gente já teve aqui.</p><p>Lembra da coluna sobre a caneta de emagrecer?</p><p>Aquela medicação funciona mandando um sinal de saciedade forte, o GLP-1. Pois o seu corpo produz esse mesmo sinal sozinho, e uma das coisas que o estimulam é justamente a fibra fermentando no intestino.</p><p>[Link externo no trecho “a fibra fermentando no intestino”: artigo publicado na revista Cell.]</p><p>Quero ser honesta, porque odeio promessa inflada: a fibra não é uma caneta natural, não faz o que a semaglutida faz, nem perto.</p><p>O efeito é fisiológico e suave, uma ajuda, não um milagre.</p><p>Mas é uma ajuda de graça, que vem do prato, e trabalha na mesma direção da proteína, não contra ela. As duas seguram a fome, por caminhos diferentes.</p><p>O guia de fibras que ninguém te dá</p><p>Aqui é onde eu, como farmacêutica, gosto de entrar, porque <strong>fibra</strong> não é tudo igual, e a fibra errada para o seu intestino faz mais mal que bem.</p><p>De modo geral, existe a <strong>fibra solúvel</strong>, que vira um gel, segura o açúcar e dá saciedade, e a <strong>insolúvel</strong>, que dá volume ao bolo e funciona como uma vassoura do intestino.</p><p>O que muda é como o seu intestino reage a cada uma.</p><p>Psyllium e goma guar parcialmente hidrolisada</p><p>As mais suaves e mais bem toleradas são o psyllium e a goma guar parcialmente hidrolisada.</p><p>O <strong>psyllium</strong> forma um gel que ajuda tanto na glicemia quanto no intestino preso, fermenta devagar e incomoda pouco.</p><p>A <strong>goma guar parcialmente hidrolisada</strong> é uma fibra bem estudada por deixar poucos sintomas, boa para quem tem o intestino sensível.</p><p>São as que eu costumo sugerir para quem está começando ou para quem sofre com gases.</p><p>Inulina e fibra de raiz de chicória</p><p>Do outro lado estão as mais potentes como alimento das bactérias boas, a inulina e a <strong>fibra de raiz de chicória</strong>.</p><p>Elas nutrem muito bem a flora intestinal, mas são rapidamente fermentadas, e por isso são as que mais dão gás, estufamento e flatulência.</p><p>E aqui entra um ponto importante para muita gente que sofre e não sabe o nome do que tem.</p><p>Existe uma condição chamada <strong>SIBO</strong>, sigla em inglês para supercrescimento bacteriano no intestino delgado.</p><p>Em português claro: é quando bactérias que deveriam viver no intestino grosso se multiplicam onde não deviam, no intestino delgado, e fermentam a comida cedo demais.</p><p>Quem tem <strong>SIBO</strong> vive com a barriga estufada logo depois de comer, gases em excesso, desconforto e alteração do funcionamento do intestino, sintomas que costumam ser confundidos com má digestão comum e se arrastam por anos sem diagnóstico.</p><p>Se você come e em seguida incha como um balão, especialmente depois de refeições ricas em carboidrato, vale investigar isso com um gastroenterologista, que confirma com um teste respiratório simples.</p><p>Para quem tem <strong>SIBO</strong>, as <strong>fibras</strong> muito fermentáveis, como a <strong>inulina</strong> e a chicória, costumam piorar tudo, porque jogam combustível exatamente onde já há fermentação demais.</p><p>Nesse caso, as <strong>fibras suaves</strong>, como o <strong>psyllium</strong>, são as indicadas, e as potentes ficam de fora até o quadro ser tratado.</p><p>Quantidade diária de fibra e a importância da água</p><p>A dose se constrói devagar, sempre.</p><p>Começa com pouco, uns 3 a 5 gramas por dia, e sobe aos poucos rumo aos 25 a 35 gramas diários que são a meta geral, porque intestino desacostumado reclama.</p><p>E bebe água, porque sem água a <strong>fibra</strong> trava em vez de ajudar.</p><p>Existe um caminho magistral que me interessa muito, o dos moduladores do pico de açúcar.</p><p>Há um extrato de folha de amoreira branca, conhecido no mercado pelo nome <strong>Reducose</strong>, que age no intestino atrasando a quebra do carboidrato, fazendo por fora um freio parecido com o que a fibra faz por dentro.</p><p>Tomado antes da refeição, ele achata de forma consistente o pico de glicose e de insulina depois de comer.</p><p>E aqui eu faço questão de ser justa com ele: o efeito é real, é medido em estudo, e acontece mesmo quando a refeição não foi das melhores.</p><p>Ele trabalha sozinho, independente do prato.</p><p>É uma ferramenta de verdade, não um coadjuvante tímido.</p><p>Dito isso, a lógica da casa continua a mesma: o prato vem primeiro, sempre.</p><p>O <strong>Reducose</strong> não existe para justificar comer mal, existe para somar.</p><p>É a diferença entre quem constrói a base certa e ainda ganha um reforço potente, e quem tenta usar o reforço para tapar um buraco que só a comida de verdade preenche.</p><p>Quando a pessoa e o médico concluem que faz sentido, ele entra e entrega.</p><p>Fibra e proteína: a dupla que segura a fome</p><p>Simples, como as coisas que funcionam costumam ser.</p><p><strong>Fibra</strong> em cada refeição, a escolhida certa para o seu intestino, começando devagar e sempre com água.</p><p>Se você tem intestino sensível ou suspeita de <strong>SIBO</strong>, comece pelas suaves, como o <strong>psyllium</strong>, e evite as muito fermentáveis.</p><p>E o truque de graça: coma a fibra e a proteína antes do carboidrato mais pesado.</p><p>Começar o prato pela salada e pela proteína, deixando o arroz e o pão pro fim, já muda a curva do seu açúcar naquela refeição.</p><p>Você sente na fome da tarde.</p><p>Volto uma última vez pro meu cliente da despensa proteica.</p><p>Ele não estava errado em valorizar proteína.</p><p>Ele estava desequilibrado.</p><p>Encheu a casa de um nutriente da moda e esqueceu do outro que trabalha junto com ele pra segurar a fome.</p><p>A fome das 3 da tarde não era falta de proteína.</p><p>A <strong>fibra</strong> não tem selo reluzente, não custa caro e não vira trend de prateleira com a mesma força.</p><p>Mas é ela, silenciosa, que segura a sua fome ao lado da proteína.</p><p>As duas juntas fecham a conta.</p><p>Faltando uma, o prato não sustenta.</p><p>Koh A. et al. (2016). From dietary fiber to host physiology: short-chain fatty acids as key bacterial metabolites. Cell.</p><p>Frontiers in Endocrinology (2026). Dietary fibers to boost endogenous GLP-1 secretion and satiety: a scoping review.</p><p>McRorie J.W. & McKeown N.M. (2017). Understanding the physics of functional fibers in the gastrointestinal tract. Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics.</p><p>Kimura I. et al. (2011). Mulberry leaf extract with enriched 1-deoxynojirimycin content on postprandial glycemic control. Journal of Diabetes Investigation.</p><p>Rezaie A. et al. (2017). Hydrogen and methane-based breath testing in gastrointestinal disorders: the North American Consensus. American Journal of Gastroenterology.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[A fibra mais potente pra sua flora &eacute; justamente a pior pra quem tem SIBO. O guia de fibras que ningu&eacute;m te d&aacute;, com o que evitar e o que preferir, est&aacute; na coluna de hoje.]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Simulação realística ganha espaço na formação médica</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9490/simulacao-realistica-ganha-espaco-na-formacao-medica.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 01:00:05 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Imagine um estudante de Medicina diante de um paciente que sofre uma parada cardiorrespiratória. O monitor dispara alarmes, os sinais vitais se alteram e a equipe precisa agir em poucos minutos. A cena poderia acontecer em uma emergência hospitalar, mas ocorre dentro de um laboratório de simulação realística, tecnologia que vem ganhando espaço na formação médica brasileira.O avanço dessas ferramentas reflete uma transformação no ensino da saúde. Cada vez mais, instituições de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Imagine um estudante de Medicina diante de um paciente que sofre uma parada cardiorrespiratória. O monitor dispara alarmes, os sinais vitais se alteram e a equipe precisa agir em poucos minutos. A cena poderia acontecer em uma emergência hospitalar, mas ocorre dentro de um laboratório de <strong>simulação realística</strong>, tecnologia que vem ganhando espaço na formação médica brasileira.</p><p>O avanço dessas ferramentas reflete uma transformação no ensino da saúde. Cada vez mais, instituições de ensino investem em ambientes que reproduzem situações clínicas reais para que os estudantes desenvolvam habilidades técnicas, capacidade de tomada de decisão e trabalho em equipe antes mesmo do contato direto com pacientes.</p><p>No Espírito Santo, um dos exemplos desse movimento está na ampliação dos investimentos em inovação e infraestrutura voltados à formação médica. Desde 2024, a <strong>Multivix</strong> passou a integrar a rede internacional <strong>Galileo Global Education</strong>, ampliando o acesso a experiências acadêmicas, metodologias e tecnologias utilizadas em diferentes países.</p><p>Tecnologia a serviço do aprendizado</p><p>Entre os investimentos realizados pela instituição está a implantação de um Centro de Simulação Médica Realística de Alta Fidelidade. O espaço reúne simuladores de corpo inteiro, mesas anatômicas digitais e recursos de realidade virtual capazes de reproduzir situações encontradas em hospitais, ambulatórios e unidades de terapia intensiva.</p><p>A proposta é permitir que os estudantes treinem procedimentos, enfrentem cenários complexos e desenvolvam raciocínio clínico em um ambiente controlado, reduzindo riscos e ampliando a segurança durante o processo de aprendizagem.</p><p>Segundo <strong>Tadeu Penina</strong>, CEO e sócio da Multivix, a conexão internacional tem contribuído para acelerar esse processo de inovação.</p><p>“A parceria com a Galileo Global Education amplia nossa capacidade de inovar, investir e incorporar experiências de referência internacional. Ao mesmo tempo, seguimos fiéis aos princípios que construíram a trajetória da Multivix, com foco no ensino de excelência e na formação de profissionais preparados para gerar valor para o mercado e para a sociedade. Nosso objetivo é unir a força da nossa história às oportunidades que essa conexão global proporciona”, afirma.</p><p>Formação médica em transformação</p><p>Especialistas em educação médica apontam que a incorporação de tecnologias de simulação acompanha uma tendência observada em diferentes países. O objetivo é aproximar a formação acadêmica da realidade dos serviços de saúde e preparar os futuros profissionais para um ambiente cada vez mais complexo e tecnológico.</p><p>Nesse contexto, a integração da <strong>Multivix</strong> à rede internacional também tem ampliado parcerias com instituições de referência no Brasil e no exterior, fortalecendo oportunidades de intercâmbio acadêmico e acesso a novas metodologias de ensino.</p><p>Para <strong>Tadeu Penina</strong>, a Medicina é uma das áreas que mais se beneficia desse intercâmbio de conhecimento. “A Medicina está entre as áreas que mais se beneficiam da troca de experiências e do acesso a novas tecnologias. A parceria com a Galileo amplia oportunidades de investimentos, incorporação de metodologias internacionais e intercâmbio acadêmico, fortalecendo uma formação cada vez mais alinhada aos padrões globais de excelência”, afirma.</p><p>O futuro da formação em saúde</p><p>Além dos investimentos em infraestrutura, a tendência é de expansão das experiências internacionais e do uso de tecnologias educacionais voltadas à prática clínica. O movimento acompanha uma mudança mais ampla na formação dos profissionais da saúde, marcada pela integração entre conhecimento científico, inovação tecnológica e treinamento prático.</p><p>Nesse cenário, ferramentas como <strong>simulação realística</strong>, realidade virtual e metodologias imersivas deixam de ser diferenciais e passam a ocupar um papel cada vez mais relevante na preparação dos médicos que atuarão nos sistemas de saúde nos próximos anos.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Faculdade tem centro de Simula&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica Real&iacute;stica, resultado de um investimento superior a R$15 milh&otilde;es]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Sua pele fica ressecada no inverno? dermatologista explica o que fazer para evitar o problema</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9485/sua-pele-fica-ressecada-no-inverno-dermatologista-explica-o-que-fazer-para-evitar-o-problema.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 21:00:08 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Preciso fazer uma confissão: a saúde da minha pele fica em segundo plano durante o inverno. Banhos muito quentes, pouca ingestão de água e até o abandono do protetor solar passam a ser meu novo normal durante a época mais fria do ano, o que, claro, leva ao ressecamento da pele.Além dos maus hábitos, com a queda das temperaturas e da umidade do ar, a barreira natural da pele já fica mais vulnerável, o que favorece descamação, coceira e até fissuras.Por isso, perguntei a uma...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Preciso fazer uma confissão: <strong>a saúde da minha pele fica em segundo plano durante o inverno</strong>. Banhos muito quentes, pouca ingestão de água e até o abandono do <strong>protetor solar</strong> passam a ser meu novo normal durante a época mais fria do ano, o que, claro, leva ao ressecamento da pele.</p><p>Além dos maus hábitos, com a queda das temperaturas e da umidade do ar, a barreira natural da pele já fica mais vulnerável, o que favorece descamação, coceira e até fissuras.</p><p>Por isso, perguntei a uma dermatologista quais cuidados simples ajudam a evitar esses problemas e vou te contar o que ela me disse. <strong>Confira!</strong></p><p>Banho quente é um dos maiores vilões</p><p>Segundo a dermatologista Priscila Passamani, um dos hábitos que mais prejudicam a saúde da pele no <strong>inverno</strong> é o banho muito quente e demorado. A água em alta temperatura remove os lipídios naturais responsáveis por proteger a pele e evitar a perda de água.</p><p>Quando essa barreira é destruída, a pele perde hidratação com muito mais facilidade. O resultado é ressecamento, descamação e coceira.</p><p>Priscila Passamani, dermatologista</p><p>A recomendação é que <strong>o banho dure entre cinco e dez minutos e seja feito, de preferência, com água morna.</strong> Para quem vai lavar os cabelos, a orientação é usar água fria, que também beneficia os fios e o couro cabeludo.</p><p>Usar o mesmo sabonete no corpo todo pode piorar o ressecamento</p><p>Outro erro frequente é usar sabonete convencional em todo o corpo, principalmente mais de uma vez ao dia.</p><p>Segundo Priscila, o produto deve ser concentrado apenas nas regiões que realmente necessitam de limpeza mais intensa, como axilas, virilhas e pés. Para o restante do corpo, ela recomenda o uso de óleos de limpeza ou produtos específicos para peles sensíveis.</p><p><strong>“Produtos com álcool, ingredientes muito perfumados ou formulações concentradas com apelo mais de perfumaria do que dermatológico devem ser evitados, especialmente no inverno”</strong>, complementa.</p><p>Protetor solar continua sendo indispensável</p><p>O uso do protetor solar é outro hábito que precisa ser relembrado durante o inverno.</p><p>Apesar da redução da sensação de calor, a radiação ultravioleta continua presente durante o inverno. Por isso, abandonar o produto nos dias frios ou nublados não é recomendado.</p><p>Segundo a dermatologista,<strong> o filtro solar faz parte dos cuidados diários com a pele em qualquer estação do ano.</strong></p><p>Hidratante deve ser usado todos os dias</p><p>Quem nunca deixou a pele “repuxar” para aplicar hidratante que atire a primeira pedra.</p><p>A médica explica que a hidratação deve fazer parte da rotina diária, mesmo quando não há sinais aparentes de ressecamento. O melhor momento para aplicar o produto é logo após o banho.</p><p><strong>A orientação é secar a pele delicadamente e aplicar o hidratante nos primeiros três minutos após sair do chuveiro, quando ela ainda está levemente úmida.</strong></p><p>Priscila Passamani, dermatologista</p><p>O que observar na composição dos produtos no inverno?</p><p>Para reforçar a hidratação no inverno, Priscila recomenda produtos que contenham ingredientes capazes de restaurar a barreira cutânea e reter água.</p><p>Quem tem pele oleosa também não deve abrir mão da hidratação.</p><p>Nesse caso, a recomendação é optar por produtos oil free, com textura em gel-creme, que hidratam sem aumentar a oleosidade ou obstruir os poros.</p><p>Lábios, mãos e pernas exigem atenção especial</p><p>Algumas áreas do corpo costumam sofrer ainda mais com o frio.</p><p><strong>Lábios rachados</strong>, mãos ásperas e coceira nas pernas estão entre as queixas mais comuns durante a estação.</p><p>Para essas regiões, a dermatologista recomenda hidratantes específicos com ingredientes como pantenol, ceramidas e ácido hialurônico. Máscaras labiais de uso noturno também podem ajudar na recuperação dos lábios ressecados.</p><p><strong>“Em casos mais severos, dermatologistas podem indicar produtos específicos com ureia para essas regiões”</strong>, explica.</p><p>Quando procurar um dermatologista?</p><p>Embora o ressecamento seja comum no inverno, alguns sinais indicam que é hora de procurar avaliação médica. São eles:</p><p>Existem doenças que se manifestam justamente com esse ressecamento acentuado, como psoríase e dermatite atópica, e que exigem tratamento específico e acompanhamento médico.</p><p>Priscila Passamani, dermatologista</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Cuidados com a pele ajudam a evitar o ressecamento no inverno. Imagem: Magnific]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Colonoscopia é segura? Médicos explicam sobre principal exame para prevenir câncer de intestino</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9479/colonoscopia-e-segura-medicos-explicam-sobre-principal-exame-para-prevenir-cancer-de-intestino.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:00:32 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Considerada o principal exame para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer colorretal, a colonoscopia é um procedimento seguro e com baixíssimo índice de complicações quando realizada por profissionais habilitados e com indicação adequada. Além de identificar alterações no intestino, o exame permite a retirada de pólipos que podem evoluir para câncer, tornando-se também uma importante ferramenta de prevenção, segundo especialistas.O tema voltou a ganhar repercussão...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Considerada o principal exame para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer colorretal, a colonoscopia é um procedimento seguro e com baixíssimo índice de complicações quando realizada por profissionais habilitados e com indicação adequada. Além de identificar alterações no intestino, o exame permite a retirada de pólipos que podem evoluir para câncer, tornando-se também uma importante ferramenta de prevenção, segundo especialistas.</p><p>O tema voltou a ganhar repercussão após a morte de uma mulher, em São Paulo, que sofreu uma perfuração intestinal durante o procedimento. Ela foi submetida a uma cirurgia de emergência, mas não resistiu às complicações.</p><p>Especialistas, no entanto, ressaltam que esse tipo de intercorrência é raro e não reduz a importância da colonoscopia para a prevenção e a detecção precoce de doenças intestinais.</p><p>“O benefício da colonoscopia supera amplamente os riscos do procedimento. Além de diagnosticar, ela permite prevenir o câncer colorretal ao retirar pólipos antes que eles se transformem em tumores”, explica o cirurgião do aparelho digestivo Felipe Mustafa.</p><p>Segundo o médico, complicações graves, como perfuração intestinal e sangramento, são incomuns.</p><p>“A perfuração ocorre em uma parcela muito pequena dos exames e, quando acontece, na maioria das vezes é identificada durante o próprio procedimento, permitindo tratamento imediato. O risco costuma ser maior em pacientes submetidos à retirada de pólipos extensos ou que apresentam condições predisponentes, como divertículos e aderências”, afirma.</p><p>Um estudo publicado na Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, que analisou quase 9 mil colonoscopias, mostrou que apenas 0,033% dos pacientes apresentaram perfuração intestinal e 0,044% tiveram hemorragia digestiva. As complicações leves, como dor abdominal e distensão, foram as mais frequentes e, em geral, resolvidas com tratamento conservador.</p><p>A gastroenterologista Diana Vivas reforça que a colonoscopia deve ser encarada como uma aliada da prevenção.</p><p>“O exame é indicado para investigar sintomas como sangue nas fezes, anemia sem causa aparente, alterações persistentes do hábito intestinal, dor abdominal recorrente e também como método de rastreamento do câncer colorretal, mesmo em pessoas sem sintomas.”</p><p>A médica lembra que a recomendação atual é iniciar o rastreamento aos 45 anos em pessoas com risco habitual para a doença.</p><p>“Quem possui histórico familiar de câncer colorretal ou outras condições que aumentam o risco pode precisar realizar o exame mais cedo, conforme orientação médica.”</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>IBGE faz pesquisa em domicílios do ES para mapear a saúde da população</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:00:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Moradores do Espírito Santo podem receber, até novembro, a visita de agentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para participar da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2026.No Estado, cerca de 5,2 mil entrevistas serão realizadas para levantar informações que vão subsidiar políticas públicas voltadas à saúde.A coleta de dados começou no dia 7 de julho e segue até novembro. Durante esse período, Agentes de Pesquisa e Mapeamento (APM) visitarão domicílios...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Moradores do <strong>Espírito Santo</strong> podem receber, até novembro, a visita de agentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<strong>IBGE</strong>) para participar da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2026.</p><p>No Estado, cerca de <strong>5,2 mil entrevistas</strong> serão realizadas para levantar informações que vão subsidiar políticas públicas voltadas à saúde.</p><p>A coleta de dados começou no dia 7 de julho e segue até novembro. Durante esse período, Agentes de Pesquisa e Mapeamento (APM) visitarão domicílios selecionados em diferentes municípios capixabas.</p><p>A Pesquisa Nacional de Saúde está na terceira edição e é considerada uma das principais fontes de informações sobre as condições de saúde da população brasileira. Os dados coletados auxiliam no planejamento, acompanhamento e avaliação de políticas públicas, além de contribuir para estudos e pesquisas.</p><p>Os entrevistadores estarão identificados com crachá, uniforme e equipamentos oficiais do IBGE. Os moradores também podem confirmar a identidade do servidor por meio do site <strong>“Respondendo ao IBGE”</strong> ou pelo telefone 0800 721 8181.</p><p>Coleta de sangue e urina será realizada na Grande Vitória</p><p>Pela primeira vez, a Pesquisa Nacional de Saúde contará com a coleta de biomarcadores. Entre julho e outubro, uma parte dos moradores da <strong>Grande Vitória</strong> será convidada a participar da coleta domiciliar de <strong>sangue e urina</strong>.</p><p>Os exames permitirão produzir indicadores sobre doenças crônicas, fatores metabólicos, função renal, exposição a contaminantes ambientais e outros agravos à saúde.</p><p>Além disso, participantes selecionados em todo o ES também passarão por aferições de pressão arterial, peso e altura durante a visita dos agentes. Os resultados dos exames serão entregues gratuitamente aos participantes.</p><p>Dados ajudam na criação de políticas públicas</p><p>Segundo o coordenador da PNS 2026, Ilmar Moreira, a participação da população é essencial para atualizar o panorama da saúde no Brasil.</p><p><strong>“Por meio da PNS 2026, será feito o levantamento de importantes pontos como o número de pessoas que receberam diagnóstico de diabetes, depressão; a condição a que pessoas idosas estão submetidas; a utilização de remédios de uso contínuo; o acesso a exames para a saúde da mulher; sedentarismo; castração de pets, dentre outros”</strong>, disse Ilmar.</p><p>Esses dados servirão de base para que gestores públicos definam prioridades e direcionem investimentos em ações e políticas de saúde.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: T&acirc;nia R&ecirc;go/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Aos 31 anos, servidora do Tribunal de Contas do ES morre após batalha contra o câncer</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9473/aos-31-anos-servidora-do-tribunal-de-contas-do-es-morre-apos-batalha-contra-o-cancer.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 13:00:07 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A servidora do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCEES), Gabriela Chamoun Merizio, morreu neste domingo (2), aos 31 anos, após uma batalha contra o câncer. A informação foi confirmada por colegas e também pela Corte.Em nota publicada nas redes sociais, o Tribunal de Contas lamentou a morte da servidora e prestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho.É com profundo pesar que o Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo comunica o falecimento da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A servidora do<strong> </strong><strong>Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCEES)</strong>, <strong>Gabriela Chamoun Merizio</strong>, morreu neste domingo (2), aos 31 anos, após uma batalha contra o câncer. A informação foi confirmada por colegas e também pela Corte.</p><p>Em nota publicada nas<strong> redes sociais</strong>, o<strong> Tribunal de Contas</strong> lamentou a morte da servidora e prestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho.</p><p>É com profundo pesar que o Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo comunica o falecimento da servidora Gabriela Chamoun Merizio. Neste momento de dor, a instituição manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho, expressando suas mais sinceras condolências e homenageando a memória da servidora.</p><p>Tribunal de Contas do Espírito Santo, em nota nas redes sociais</p><p>Em entrevista a um jornal local em 2022, Gabriela contou que havia descoberto um nódulo na mama no mês de maio e alertou sobre o diagnóstico precoce. “Não espere o Outubro Rosa para fazer o autoexame, é preciso se atentar à doença. Quanto mais cedo, a chance de cura é maior”.</p><p>Amigos e colegas prestam homenagens</p><p>Após a publicação da nota de pesar do Tribunal de Contas, amigos e colegas de Gabriela utilizaram as redes sociais para prestar homenagens e lamentar a morte.</p><p>“Gabi, você deixará tanta saudade no mundo!!! Mas sei que olhará por nós do Céu”, disse uma colega.</p><p>Já outra afirmou: “Uma querida, doce e sorridente. Atenciosa. Carinhosa. Leve. Vai fazer muita falta”.</p><p>O velório de Gabriela aconteceu a partir das 6h desta segunda-feira (3), na Paz Eterna. O sepultamento está marcado para as 16h, no Cemitério Parque Paraíso, em Guarapari.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: TCEES/ Instagram/ Reprodu&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Quatro pequenas glândulas que podem mudar a saúde dos seus rins e dos seus ossos</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9470/quatro-pequenas-glandulas-que-podem-mudar-a-saude-dos-seus-rins-e-dos-seus-ossos.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 09:00:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Quando pensamos na região do pescoço, normalmente lembramos da tireoide. No entanto, poucas pessoas sabem que existem quatro pequenas glândulas localizadas logo atrás dela, chamadas paratireoides, que desempenham um papel fundamental no equilíbrio do cálcio, do fósforo e da vitamina D. Apesar do tamanho reduzido, alterações no seu funcionamento podem comprometer ossos, rins e até o sistema cardiovascular.Na prática clínica, percebo que muitos pacientes só ouvem falar das...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Quando pensamos na região do pescoço, normalmente lembramos da <strong>tireoide</strong>. No entanto, poucas pessoas sabem que existem quatro pequenas glândulas localizadas logo atrás dela, chamadas paratireoides, que desempenham um papel fundamental no equilíbrio do cálcio, do fósforo e da vitamina D. Apesar do tamanho reduzido, alterações no seu funcionamento podem comprometer ossos, rins e até o sistema cardiovascular.</p><p>Na prática clínica, percebo que muitos pacientes só ouvem falar das paratireoides depois que um exame de sangue mostra alterações no cálcio ou quando surgem cálculos renais de repetição. Em outros casos, principalmente em pessoas com doença renal crônica, essas glândulas passam a trabalhar de forma exagerada como uma tentativa de compensar a perda da função dos rins.</p><p>As paratireoides produzem o hormônio da paratireoide, conhecido como PTH. Ele funciona como um regulador do cálcio no organismo. Quando esse hormônio é produzido em excesso, pode ocorrer retirada de cálcio dos ossos, aumentando o risco de osteoporose e fraturas. Além disso, o excesso de cálcio circulante favorece a formação de cálculos renais e pode contribuir para calcificações dos vasos sanguíneos.</p><p>Quando o excesso de PTH se torna um problema</p><p>Existem diferentes formas de hiperparatireoidismo. No hiperparatireoidismo primário, o problema está na própria glândula, que passa a produzir PTH em excesso. Já no hiperparatireoidismo secundário, muito frequente em pacientes com doença renal crônica, os rins deixam de controlar adequadamente o equilíbrio do cálcio, do fósforo e da vitamina D, estimulando continuamente as paratireoides.</p><p>Os sintomas nem sempre aparecem no início. <strong>Cansaço, dores ósseas, fraqueza muscular, cálculos renais recorrentes e fraturas podem ser manifestações da doença</strong>, mas muitos pacientes são diagnosticados apenas por alterações em exames de rotina.</p><p>Como é feito o diagnóstico e o tratamento</p><p>Felizmente, o diagnóstico costuma ser simples. A dosagem do cálcio, do fósforo, da vitamina D e do PTH, associada à avaliação da função renal, permite identificar a maioria dos casos. Em pacientes com doença renal crônica, esse acompanhamento é essencial para prevenir complicações ósseas e cardiovasculares.</p><p>Nos últimos anos, o tratamento também evoluiu. Hoje dispomos de melhores estratégias para controlar o hiperparatireoidismo, incluindo reposição adequada de vitamina D quando indicada, medicamentos específicos para reduzir a produção de PTH e, em situações selecionadas, tratamento cirúrgico. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores são as chances de preservar a saúde dos ossos, proteger os <strong>rins</strong> e melhorar a qualidade de vida.</p><p>Embora pequenas, as paratireoides exercem um papel gigantesco no equilíbrio do organismo. Conhecer sua função e valorizar alterações precoces pode evitar complicações que muitas vezes se desenvolvem de forma silenciosa.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Imagem de stefamerpik no Magnific]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Tratar deformidades faciais na infância pode melhorar a respiração e o sono; entenda</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9459/tratar-deformidades-faciais-na-infancia-pode-melhorar-a-respiracao-e-o-sono-entenda.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 09:01:05 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Quando pensamos em Ortodontia, normalmente lembramos de dentes alinhados e de um sorriso bonito. No entanto, as pesquisas científicas dos últimos anos mostram que a atuação do ortodontista vai muito além da estética.O desenvolvimento adequado dos ossos da face durante a infância pode influenciar diretamente a respiração, a qualidade do sono e até reduzir fatores anatômicos associados à apneia obstrutiva do sono na vida adulta.Os distúrbios respiratórios do sono, especialmente a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Quando pensamos em Ortodontia, normalmente lembramos de <strong>dentes alinhados</strong> e de um sorriso bonito. No entanto, as pesquisas científicas dos últimos anos mostram que a atuação do ortodontista vai muito além da estética.</p><p>O desenvolvimento adequado dos ossos da face durante a infância pode influenciar diretamente a respiração, a qualidade do sono e até reduzir fatores anatômicos associados à apneia obstrutiva do sono na vida adulta.</p><p>Os distúrbios respiratórios do <strong>sono</strong>, especialmente a apneia obstrutiva do sono, são caracterizados por episódios repetidos de obstrução da passagem do ar durante o sono. Em adultos, a doença está relacionada ao aumento do risco de hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, diabetes, acidentes de trânsito e redução da qualidade de vida.</p><p>Nas crianças, as manifestações costumam ser diferentes:</p><p>Dificuldade de concentração;</p><p>Durante muitos anos acreditou-se que esses problemas eram provocados apenas pelo aumento das amígdalas ou pelo excesso de peso. Hoje, entretanto, já existe um consenso de que o formato da face e o desenvolvimento dos ossos da maxila e da mandíbula também exercem papel importante na respiração durante o sono.</p><p>Crianças com palato estreito, mordida cruzada, maxila pouco desenvolvida ou mandíbula posicionada mais para trás podem apresentar uma via aérea superior naturalmente mais estreita, aumentando a predisposição ao colapso dessa região durante o sono.</p><p>Por que a infância é a melhor fase para intervir?</p><p>É justamente nesse ponto que a Ortodontia preventiva e interceptativa ganha importância. A infância representa uma fase única do desenvolvimento, em que os ossos ainda estão em crescimento e respondem muito melhor aos estímulos ortopédicos. Aproveitar essa janela de oportunidade permite corrigir alterações esqueléticas de forma menos invasiva e com resultados que dificilmente seriam alcançados após o término do crescimento facial.</p><p>Um aspecto importante é que essa oportunidade tem prazo para acontecer. Após o término do crescimento facial, a capacidade de modificar a posição dos ossos por meio de aparelhos ortopédicos praticamente desaparece. Assim, discrepâncias esqueléticas moderadas ou graves que poderiam ter sido tratadas durante a infância muitas vezes passam a exigir, na vida adulta, um tratamento combinado entre Ortodontia e cirurgia ortognática para reposicionar a maxila, a mandíbula ou ambas.</p><p>Embora a cirurgia ortognática seja um procedimento seguro e altamente previsível quando bem indicada, ela é muito mais complexa e invasiva do que os tratamentos realizados durante a fase de crescimento. Isso reforça a importância do diagnóstico precoce, permitindo que muitas crianças sejam tratadas de forma mais simples, aproveitando o potencial natural de crescimento e reduzindo a necessidade de intervenções cirúrgicas no futuro.</p><p>Tratamentos que favorecem a respiração</p><p>Entre os tratamentos mais estudados está a expansão rápida da maxila. Quando o céu da boca é muito estreito, o ortodontista pode utilizar aparelhos expansores capazes de aumentar a largura da maxila. Além de corrigir mordidas cruzadas, esse procedimento amplia a cavidade nasal, reduz a resistência à passagem do ar e favorece a respiração pelo nariz.</p><p>Revisões sistemáticas e metanálises demonstram que, em crianças selecionadas, essa intervenção pode melhorar significativamente os índices respiratórios durante o sono e aumentar o volume das vias aéreas superiores.</p><p>Outro exemplo são os aparelhos ortopédicos utilizados para estimular a posição mais anterior da mandíbula em crianças com retrognatia, condição em que a mandíbula está posicionada mais para trás. Diversos estudos mostram que esse tratamento pode aumentar o espaço disponível para a língua e ampliar o calibre da via aérea faríngea. Embora isso não signifique que a criança estará protegida contra a apneia no futuro, contribui para reduzir um dos importantes fatores anatômicos relacionados à doença.</p><p>A importância da abordagem multidisciplinar</p><p>Também merece atenção a respiração predominantemente pela boca. Seja causada por alergias, aumento das adenoides, hipertrofia das amígdalas ou obstruções nasais, ela pode modificar o padrão de crescimento facial ao longo dos anos. O resultado costuma ser uma face mais alongada, palato estreito, mordidas alteradas e redução do espaço disponível para a língua. Por isso, o tratamento raramente depende apenas do ortodontista.</p><p>A participação do otorrinolaringologista, do pediatra, do fonoaudiólogo e, em alguns casos, do especialista em medicina do sono é fundamental para restabelecer uma respiração nasal adequada e favorecer um desenvolvimento facial saudável.</p><p>Ortodontia é muito mais do que estética</p><p>É importante destacar que nenhum aparelho ortodôntico é capaz de impedir, sozinho, que uma pessoa desenvolva apneia obstrutiva do sono na vida adulta. A doença possui origem multifatorial e também sofre influência da genética, da <strong>obesidade</strong>, do envelhecimento e dos hábitos de vida.</p><p>Entretanto, as evidências científicas atuais mostram de forma consistente que corrigir precocemente determinadas discrepâncias esqueléticas pode favorecer o desenvolvimento das vias aéreas superiores, melhorar a função respiratória durante a infância e reduzir fatores anatômicos que aumentam o risco de apneia ao longo da vida.</p><p>Essa mudança de visão transformou a Ortodontia moderna. Hoje, o objetivo não é apenas alinhar dentes, mas promover crescimento facial equilibrado, mastigação adequada, respiração nasal eficiente e um sono de melhor qualidade.</p><p>Afinal, investir na saúde da face durante a infância significa oferecer benefícios que acompanham o indivíduo por toda a vida. Em muitos casos, um diagnóstico precoce pode representar não apenas um sorriso mais bonito, mas também uma infância mais saudável e um adulto com melhor qualidade de vida.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Freepik]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Câncer de pulmão no Espírito Santo é diagnosticado em fase avançada em 94% dos casos</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9454/cancer-de-pulmao-no-espirito-santo-e-diagnosticado-em-fase-avancada-em-94-dos-casos.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9454/cancer-de-pulmao-no-espirito-santo-e-diagnosticado-em-fase-avancada-em-94-dos-casos.html</guid>
			<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 09:00:53 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Dados inéditos do Radar do Câncer, plataforma vinculada ao Instituto Oncoguia, revelam um cenário crítico na saúde pública capixaba: 94,28% dos pacientes diagnosticados com câncer de pulmão no Espírito Santo nos últimos três anos iniciaram o tratamento médico já em estadiamento avançado (estágios 3 e 4). O índice coloca o Estado na quarta posição nacional em relação ao retardo na descoberta da doença, superando a média do Brasil, que é de 87%. O ranking é liderado por...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Dados inéditos do Radar do Câncer, plataforma vinculada ao Instituto Oncoguia, revelam um cenário crítico na saúde pública capixaba: 94,28% dos pacientes diagnosticados com câncer de pulmão no Espírito Santo nos últimos três anos iniciaram o tratamento médico já em estadiamento avançado (estágios 3 e 4). O índice coloca o Estado na quarta posição nacional em relação ao retardo na descoberta da doença, superando a média do Brasil, que é de 87%. O ranking é liderado por Rondônia, com 98,97%.</p><p>Os dados são impulsionados pelo Agosto Branco, campanha dedicada à conscientização sobre a neoplasia pulmonar. Na prática médica, o estadiamento é o parâmetro técnico utilizado para determinar a extensão do tumor. Enquanto nas fases 1 e 2 as intervenções visam à cura, os estágios 3 e 4 indicam metástase ou severidade tumoral, o que reduz substancialmente os índices de recuperação e exige métodos terapêuticos de maior complexidade.</p><p>Para a presidente e fundadora do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz, os números expõem lacunas na atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS) e na agilidade de atendimento.</p><p>“O diagnóstico tardio é o retrato doloroso de uma jornada que começou errada. Não estamos falando apenas de estatísticas, mas de vidas que perderam um tempo precioso. Precisamos treinar as equipes de saúde para pensar em câncer de pulmão desde os primeiros sintomas identificados. O tempo que a pessoa leva para realizar consultas e exames pode ser crucial para avançar de uma fase que seria curável para um quadro muito mais complexo. Já sabemos os caminhos, precisamos implementá-los”, analisa Luciana Holtz.</p><p>Demora no tratamento do câncer de pulmão no Espírito Santo viola lei federal</p><p>Além do atraso na confirmação da enfermidade, o levantamento expõe o desrespeito à Lei Federal nº 12.732/12, conhecida como a Lei dos 60 Dias. A norma estabelece o prazo máximo de dois meses entre a assinatura do laudo histopatológico (biópsia) e o início da abordagem terapêutica na rede pública de saúde.</p><p>No Espírito Santo, cerca de 40% dos pacientes diagnosticados com o tumor pulmonar enfrentam tempo de espera superior ao limite legal. A demora faz com que o doente aguarde a liberação de terapias enquanto a enfermidade evolui sem assistência hospitalar imediata.</p><p>Centralização exige deslocamento de 74% dos pacientes capixabas</p><p>Outro entrave identificado no levantamento do Radar do Câncer diz respeito à distribuição da infraestrutura médica. A limitação da oferta de exames diagnósticos e unidades oncológicas especializadas em determinados municípios capixabas força a migração interna de quem busca por tratamento.</p><p>De acordo com o mapeamento, 74,77% dos pacientes com câncer de pulmão atendidos no Espírito Santo precisaram se deslocar de suas cidades de origem para obter assistência oncológica básica em outros municípios capixabas.</p><p>“Para os pacientes com câncer de pulmão, onde quase todos estão em estágios avançados da doença, se deslocar para fora da sua cidade ou até do seu estado pode ter impacto muito grande, inclusive com sofrimento financeiro e emocional. Precisamos que o sistema de saúde olhe também para essas questões e dê acesso a cuidados em saúde de forma ágil, com qualidade e melhor distribuída no país”, reforça a presidente do Instituto Oncoguia.</p><p><strong>Agosto Azul e Vermelho</strong></p><p>Outra campanha realizada no mês de agosto, voltada para a saúde, é a Agosto Azul e Vermelho, dedicada à conscientização sobre a saúde vascular. Criada pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), a campanha recebeu esse nome porque as cores representam os principais vasos do sistema circulatório: o azul simboliza as veias e o vermelho, as artérias. A iniciativa busca ampliar o conhecimento da população sobre doenças que acometem artérias, veias e vasos linfáticos, incentivando consultas preventivas e hábitos de vida mais saudáveis.</p><p>Segundo o médico cirurgião vascular Wanderley de Paula, a maioria das doenças vasculares pode ser evitada quando os fatores de risco são identificados e controlados. “Controlar a pressão arterial, a glicemia e o colesterol, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente e abandonar o cigarro são medidas que reduzem o risco de desenvolver diversas doenças vasculares. O acompanhamento médico também é fundamental, principalmente para quem possui fatores de risco ou histórico familiar”, explica.</p><p>Além dos cuidados com alimentação e atividade física, pequenas mudanças na rotina também fazem diferença. Permanecer muito tempo sentado ou em pé, por exemplo, dificulta a circulação sanguínea. “Durante o expediente ou em viagens longas, é importante levantar, caminhar por alguns minutos, movimentar as pernas e, quando houver indicação médica, utilizar meias de compressão. São cuidados simples que fazem diferença na prevenção”, orienta o especialista. Ele reforça que alguns sintomas exigem avaliação médica sem demora.</p><p>“Dor intensa e repentina em uma das pernas acompanhada de inchaço, falta de ar com dor no peito, sintomas como boca torta, dificuldade para falar ou perda de força em um dos lados do corpo, além de feridas que não cicatrizam ou alterações bruscas na cor das pernas, precisam de avaliação médica urgente.” Já situações como varizes sintomáticas, inchaço persistente e dor ao caminhar também merecem investigação por um especialista para evitar a evolução da doença.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Queda de cabelo tem cura? Conheça os tipos de alopecia e quando procurar ajuda</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9436/queda-de-cabelo-tem-cura-conheca-os-tipos-de-alopecia-e-quando-procurar-ajuda.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 13:00:10 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Perder o cabelo assusta. E faz sentido que assuste: o cabelo carrega identidade, autoestima e, muitas vezes, é o primeiro sinal visível de que algo no organismo não está bem. Mas antes de entrar em pânico ao ver fios no ralo do chuveiro, é preciso entender o que está acontecendo. Nem toda queda de cabelo é igual, e o primeiro passo para tratar é saber com o que estamos lidando.A alopecia, termo médico para a queda ou ausência de cabelo, ganhou visibilidade nos últimos anos. As redes ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Perder o cabelo assusta. E faz sentido que assuste: o <strong>cabelo </strong>carrega identidade, autoestima e, muitas vezes, é o primeiro sinal visível de que algo no organismo não está bem. Mas antes de entrar em pânico ao ver fios no ralo do chuveiro, é preciso entender o que está acontecendo. <strong>Nem toda queda de cabelo é igual, e o primeiro passo para tratar é saber com o que estamos lidando.</strong></p><p>A alopecia, termo médico para a queda ou ausência de cabelo, ganhou visibilidade nos últimos anos. As redes sociais tiveram papel importante nisso: famosos e influenciadores que passaram a compartilhar publicamente suas experiências com a condição ajudaram a tirar o assunto do silêncio e a dar nome ao que muita gente já vivia sem saber identificar.</p><p>Esse movimento é positivo, porque quanto mais pessoas reconhecem os sinais, mais cedo buscam ajuda. Mas a visibilidade não substitui o diagnóstico, e o diagnóstico correto faz toda a diferença no resultado do tratamento.</p><p><strong>A alopecia não é uma única doença.</strong> É um grupo de condições com causas, mecanismos e tratamentos diferentes. E ao contrário do que muita gente pensa, ela não afeta só homens ou só pessoas mais velhas. Pode começar aos 25 anos, ser desencadeada por uma virose, por estresse intenso, por uma cirurgia ou até por um emagrecimento rápido demais.</p><p><strong>Alopécia androgenética:</strong></p><p>A alopecia androgenética é a mais conhecida, que afeta homens e mulheres, aquela com componente genético, que nos homens costuma se manifestar já por volta dos 25 a 30 anos, com o afinamento progressivo do cabelo e as famosas entradas.</p><p>Na maioria das mulheres aparece de forma diferente, não como uma calvície localizada, mas como um afinamento gradual dos fios e redução do volume, especialmente na região central do couro cabeludo.</p><p><strong>Alopécia imunológica: </strong></p><p>Já a <strong>alopecia areata – que recentemente foi relatada pela influenciadora Virgínia</strong> – é de origem imunológica. Esse tipo pode afetar homens e mulheres, em qualquer idade. O próprio sistema imunológico ataca os folículos capilares, causando aquelas falhas circulares características, as “clareiras”, que podem aparecer no couro cabeludo, na barba ou nas sobrancelhas.</p><p>Em casos mais graves, pode evoluir para a alopecia universal, onde há perda completa de pelos em todo o corpo, incluindo cílios e sobrancelhas. É uma condição que afeta profundamente a autoestima e a saúde mental de quem convive com ela.</p><p><strong>Alopécia senescente:</strong></p><p>Existe ainda a <strong>alopecia relacionada ao envelhecimento</strong>, que acomete a todos nós em algum grau. É a perda natural de cabelo que surge com o passar dos anos. Com a redução natural dos hormônios ao longo dos anos, os folículos vão afinando, o espaçamento entre eles aumenta e o volume capilar diminui progressivamente. Não necessariamente evolui para calvície, mas é uma mudança real e esperada.</p><p>O que pode desencadear a queda</p><p>Além dos fatores genéticos e imunológicos, existem gatilhos que podem acelerar ou provocar a queda de cabelo. Deficiências de vitamina D, vitamina B e zinco estão entre os mais comuns. Doenças da tireoide, anemia, infecções virais como Covid-19 e dengue, momentos de estresse intenso e procedimentos cirúrgicos também entram nessa lista.</p><p>Um detalhe importante a se observar é que a queda costuma acontecer dois a três meses após o evento desencadeador. Por isso, muita gente não consegue relacionar os fios que estão caindo agora com a gripe forte que teve no início do ano. Essa janela de tempo é fundamental para o diagnóstico correto.</p><p>Quando procurar um dermatologista</p><p>No primeiro sinal de dúvida, procure um médico dermatologista. Não espere a queda se agravar. O médico dispõe de ferramentas específicas, como a tricoscopia, um exame do couro cabeludo com aumento, que permite identificar os sinais precoces de cada tipo de alopecia e direcionar o tratamento com precisão.</p><p>Suplementos genéricos vendidos em farmácias raramente resolvem o problema. O que trata é o diagnóstico correto seguido do protocolo adequado.</p><p>Uma dica prática enquanto você ainda não chegou ao consultório: na hora de lavar o cabelo, fotografe a quantidade de fios perdidos. Esse registro simples ajuda o dermatologista a avaliar a evolução do quadro.</p><p>Tratamentos disponíveis hoje</p><p>Os recursos evoluíram muito. No consultório, o laser Fotona realiza uma biomodulação do couro cabeludo, estimulando a regeneração do bulbo capilar. A fotobioestimulação com LED promove a renovação dos vasos sanguíneos que nutrem os folículos. Medicamentos podem ser entregues diretamente no couro cabeludo por meio de eletroporação, microagulhamento ou mesoterapia, procedimentos sem dor e com respaldo científico crescente.</p><p>Para os casos de alopecia areata, existem hoje medicamentos inibidores da JAK e tratamentos biológicos que podem reverter a resposta imunológica e permitir o crescimento do cabelo novamente. São tratamentos de longo prazo, que exigem acompanhamento, mas que transformam a vida de quem passa por essa condição. Alopecia tem tratamento. Quanto antes começar, melhores são os resultados.</p><p>A alopécia pode ter diversas causas e tem tratamento, o quanto antes começar e buscar o médico dermatologista, melhores são os resultados.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Imagem de user18526052 no Magnific]]></media:title> 
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			<title>Câncer de pulmão no Espírito Santo é diagnosticado em fase avançada em 94% dos casos</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 09:00:25 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Dados inéditos do Radar do Câncer, plataforma vinculada ao Instituto Oncoguia, revelam um cenário crítico na saúde pública capixaba: 94,28% dos pacientes diagnosticados com câncer de pulmão no Espírito Santo nos últimos três anos iniciaram o tratamento médico já em estadiamento avançado (estágios 3 e 4). O índice coloca o Estado na quarta posição nacional em relação ao retardo na descoberta da doença, superando a média do Brasil, que é de 87%. O ranking é liderado por...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Dados inéditos do Radar do Câncer, plataforma vinculada ao Instituto Oncoguia, revelam um cenário crítico na saúde pública capixaba: 94,28% dos pacientes diagnosticados com câncer de pulmão no Espírito Santo nos últimos três anos iniciaram o tratamento médico já em estadiamento avançado (estágios 3 e 4). O índice coloca o Estado na quarta posição nacional em relação ao retardo na descoberta da doença, superando a média do Brasil, que é de 87%. O ranking é liderado por Rondônia, com 98,97%.</p><p>Os dados são impulsionados pelo Agosto Branco, campanha dedicada à conscientização sobre a neoplasia pulmonar. Na prática médica, o estadiamento é o parâmetro técnico utilizado para determinar a extensão do tumor. Enquanto nas fases 1 e 2 as intervenções visam à cura, os estágios 3 e 4 indicam metástase ou severidade tumoral, o que reduz substancialmente os índices de recuperação e exige métodos terapêuticos de maior complexidade.</p><p>Para a presidente e fundadora do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz, os números expõem lacunas na atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS) e na agilidade de atendimento.</p><p>“O diagnóstico tardio é o retrato doloroso de uma jornada que começou errada. Não estamos falando apenas de estatísticas, mas de vidas que perderam um tempo precioso. Precisamos treinar as equipes de saúde para pensar em câncer de pulmão desde os primeiros sintomas identificados. O tempo que a pessoa leva para realizar consultas e exames pode ser crucial para avançar de uma fase que seria curável para um quadro muito mais complexo. Já sabemos os caminhos, precisamos implementá-los”, analisa Luciana Holtz.</p><p>Demora no tratamento do câncer de pulmão no Espírito Santo viola lei federal</p><p>Além do atraso na confirmação da enfermidade, o levantamento expõe o desrespeito à Lei Federal nº 12.732/12, conhecida como a Lei dos 60 Dias. A norma estabelece o prazo máximo de dois meses entre a assinatura do laudo histopatológico (biópsia) e o início da abordagem terapêutica na rede pública de saúde.</p><p>No Espírito Santo, cerca de 40% dos pacientes diagnosticados com o tumor pulmonar enfrentam tempo de espera superior ao limite legal. A demora faz com que o doente aguarde a liberação de terapias enquanto a enfermidade evolui sem assistência hospitalar imediata.</p><p>Centralização exige deslocamento de 74% dos pacientes capixabas</p><p>Outro entrave identificado no levantamento do Radar do Câncer diz respeito à distribuição da infraestrutura médica. A limitação da oferta de exames diagnósticos e unidades oncológicas especializadas em determinados municípios capixabas força a migração interna de quem busca por tratamento.</p><p>De acordo com o mapeamento, 74,77% dos pacientes com câncer de pulmão atendidos no Espírito Santo precisaram se deslocar de suas cidades de origem para obter assistência oncológica básica em outros municípios capixabas.</p><p>“Para os pacientes com câncer de pulmão, onde quase todos estão em estágios avançados da doença, se deslocar para fora da sua cidade ou até do seu estado pode ter impacto muito grande, inclusive com sofrimento financeiro e emocional. Precisamos que o sistema de saúde olhe também para essas questões e dê acesso a cuidados em saúde de forma ágil, com qualidade e melhor distribuída no país”, reforça a presidente do Instituto Oncoguia.</p><p><strong>Agosto Azul e Vermelho</strong></p><p>Outra campanha realizada no mês de agosto, voltada para a saúde, é a Agosto Azul e Vermelho, dedicada à conscientização sobre a saúde vascular. Criada pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), a campanha recebeu esse nome porque as cores representam os principais vasos do sistema circulatório: o azul simboliza as veias e o vermelho, as artérias. A iniciativa busca ampliar o conhecimento da população sobre doenças que acometem artérias, veias e vasos linfáticos, incentivando consultas preventivas e hábitos de vida mais saudáveis.</p><p>Segundo o médico cirurgião vascular Wanderley de Paula, a maioria das doenças vasculares pode ser evitada quando os fatores de risco são identificados e controlados. “Controlar a pressão arterial, a glicemia e o colesterol, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente e abandonar o cigarro são medidas que reduzem o risco de desenvolver diversas doenças vasculares. O acompanhamento médico também é fundamental, principalmente para quem possui fatores de risco ou histórico familiar”, explica.</p><p>Além dos cuidados com alimentação e atividade física, pequenas mudanças na rotina também fazem diferença. Permanecer muito tempo sentado ou em pé, por exemplo, dificulta a circulação sanguínea. “Durante o expediente ou em viagens longas, é importante levantar, caminhar por alguns minutos, movimentar as pernas e, quando houver indicação médica, utilizar meias de compressão. São cuidados simples que fazem diferença na prevenção”, orienta o especialista. Ele reforça que alguns sintomas exigem avaliação médica sem demora.</p><p>“Dor intensa e repentina em uma das pernas acompanhada de inchaço, falta de ar com dor no peito, sintomas como boca torta, dificuldade para falar ou perda de força em um dos lados do corpo, além de feridas que não cicatrizam ou alterações bruscas na cor das pernas, precisam de avaliação médica urgente.” Já situações como varizes sintomáticas, inchaço persistente e dor ao caminhar também merecem investigação por um especialista para evitar a evolução da doença.</p>]]></content:encoded>
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		<item>
			<title>O que faz um profissional da saúde ganhar mais?</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9423/o-que-faz-um-profissional-da-saude-ganhar-mais.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 21:00:07 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Investir em formação faz diferença no contracheque dos profissionais da saúde. No Espírito Santo, trabalhadores com ensino superior recebem, em média, mais de 130% acima daqueles com ensino fundamental, segundo o RAIS Saúde 2025, estudo do Connect Fecomércio-ES elaborado a partir de dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), base oficial do Ministério do Trabalho e Emprego.O levantamento revela uma transformação no mercado: hospitais, clínicas e demais serviços vêm...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Investir em formação faz diferença no contracheque dos profissionais da saúde. No Espírito Santo, trabalhadores com ensino superior recebem, em média, mais de 130% acima daqueles com ensino fundamental, segundo o RAIS Saúde 2025, estudo do Connect Fecomércio-ES elaborado a partir de dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), base oficial do Ministério do Trabalho e Emprego.</p><p>O levantamento revela uma transformação no mercado: hospitais, clínicas e demais serviços vêm buscando profissionais cada vez mais preparados para atuar em um cenário marcado pelo avanço das tecnologias, pelo envelhecimento da população e pela crescente complexidade da assistência à saúde.</p><p>Mercado exige novas competências</p><p>A remuneração acompanha o nível de escolaridade. Enquanto profissionais com ensino superior recebem, em média, R$ 4.989,49, aqueles com ensino médio têm rendimento médio de R$ 2.815,81. Entre os trabalhadores com ensino fundamental, a média é de R$ 2.152,57.</p><p>Para a<strong> professora do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e pesquisadora em Saúde, Karina Tonini, </strong>o levantamento evidencia uma transformação no perfil dos profissionais que o mercado procura.</p><p>“O setor da saúde vive uma mudança importante. A incorporação de novas tecnologias, o aumento das doenças crônicas e o envelhecimento da população exigem profissionais com maior capacidade técnica, pensamento crítico e atualização permanente. A formação deixou de ser apenas um diferencial para se tornar um requisito essencial para acompanhar a complexidade crescente da assistência.”</p><p>Segundo a pesquisadora, o estudo também demonstra que investir em educação significa ampliar oportunidades de crescimento profissional e contribuir diretamente para a qualidade do atendimento prestado à população.</p><p>“Quando os serviços investem em profissionais mais qualificados, os ganhos vão além da remuneração. Há impacto na segurança do paciente, na qualidade do cuidado e na eficiência dos próprios serviços de saúde.”</p><p>Retrato do mercado capixaba</p><p>Para o <strong>coordenador do Observatório do Comércio do Connect Fecomércio-ES, André Spalenza,</strong> os dados do RAIS Saúde ajudam a compreender como o mercado de trabalho vem evoluindo no Estado. “O levantamento mostra que a saúde continua sendo um dos setores mais dinâmicos da economia capixaba. Ao mesmo tempo em que gera empregos, também aumenta a demanda por profissionais mais qualificados, refletindo as transformações tecnológicas e organizacionais que vêm ocorrendo nas instituições de saúde, destaca o coordenador.</p><p>Ele observa ainda que a tendência é de continuidade desse movimento nos próximos anos. “Os dados indicam que a valorização da qualificação profissional tende a crescer à medida que o setor incorpora novas tecnologias, amplia serviços especializados e passa a exigir competências cada vez mais diversificadas.”</p><p>Aprendizagem contínua passa a fazer parte da profissão</p><p>A necessidade de atualização também é percebida pelas instituições de ensino. Além da formação inicial, cursos de aperfeiçoamento e educação continuada ganham espaço para acompanhar a velocidade das mudanças tecnológicas na assistência.</p><p>Para <strong>Thaís Cristina Kiefer,</strong> <strong>especialista de Educação Profissional em Saúde do Senac-ES</strong> e mestre em Ciências da Saúde, o mercado já espera profissionais preparados para atuar em ambientes cada vez mais digitalizados.</p><p>“Hoje não basta dominar apenas as técnicas da profissão. O mercado procura profissionais capazes de utilizar tecnologias digitais, interpretar informações, trabalhar de forma colaborativa e tomar decisões com foco na segurança do paciente. Essas competências passaram a fazer parte da prática cotidiana da saúde.”</p><p>Para ela, a aprendizagem deixa de acontecer apenas na graduação. “A formação na saúde passa a ser permanente. As mudanças acontecem em ritmo acelerado e exigem atualização constante. Investir em educação continuada significa acompanhar a evolução da assistência e oferecer um cuidado mais seguro, eficiente e humanizado”, ressalta Thaís.</p><p>Qualificação como investimento</p><p>O levantamento reforça uma tendência observada em todo o setor: a <strong>valorização profissional</strong> está cada vez mais associada ao conhecimento e à capacidade de adaptação às transformações da assistência. Em um cenário marcado pela inovação tecnológica e pelo envelhecimento da população, investir em qualificação deixou de representar apenas uma oportunidade de crescimento na carreira. Tornou-se uma estratégia para acompanhar as novas demandas do mercado e contribuir para uma assistência em saúde mais resolutiva e de melhor qualidade.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Cr&eacute;dito foto: Divulga&ccedil;&atilde;o Canva]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>ES inicia campanha para atualizar vacinas de menores de 15 anos; veja as doses disponíveis</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9418/es-inicia-campanha-para-atualizar-vacinas-de-menores-de-15-anos-veja-as-doses-disponiveis.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 17:00:25 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Mais de 400 mil crianças e adolescentes menores de 15 anos no Espírito Santo estão com alguma vacina em atraso ou sequer iniciaram o esquema vacinal. Para ampliar a cobertura e reduzir esse déficit, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) inicia nesta segunda-feira (3) a Estratégia de Multivacinação, que segue até 1º de setembro em todos os municípios capixabas.A campanha é voltada para crianças e adolescentes de até 14 anos, 11 meses e 29 dias. Durante o período, pais e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Mais de 400 mil crianças e adolescentes menores de 15 anos no <strong>Espírito Santo</strong> estão com alguma vacina em atraso ou sequer iniciaram o esquema vacinal. Para ampliar a cobertura e reduzir esse déficit, a Secretaria de Estado da Saúde (<strong>Sesa</strong>) <strong>inicia nesta segunda-feira (3) a Estratégia de Multivacinação</strong>, que segue até 1º de setembro em todos os municípios capixabas.</p><p>A campanha é voltada para crianças e adolescentes de até 14 anos, 11 meses e 29 dias. Durante o período, pais e responsáveis poderão levar a caderneta de vacinação às salas de vacinação para que os profissionais verifiquem quais doses estão pendentes e atualizem o esquema vacinal.</p><p>O Dia D de mobilização está marcado para <strong>22 de agosto</strong>.</p><p>Objetivo é recuperar esquemas vacinais atrasados</p><p>Conhecida como Estratégia de Atualização da Caderneta de Vacinação dos Menores de 15 Anos, a ação busca identificar crianças e adolescentes que deixaram de receber alguma dose prevista no Calendário Nacional de Vacinação e completar os esquemas vacinais.</p><p>Serão ofertadas todas as vacinas indicadas para cada faixa etária, incluindo imunizantes contra poliomielite, sarampo, caxumba, rubéola, <strong>meningite</strong>, HPV, dengue, influenza e covid-19, entre outros.</p><p>A Sesa orienta que pais e responsáveis levem a caderneta de vacinação, documento que permite aos profissionais identificar quais doses ainda precisam ser aplicadas.</p><p>Cobertura vacinal ainda está abaixo da meta</p><p>Os dados da Sesa mostram que diversas vacinas infantis ainda estão abaixo da cobertura recomendada pelo Ministério da Saúde.</p><p>Entre janeiro e junho deste ano, alguns dos índices registrados no Espírito Santo foram:</p><p>Influenza: <strong>50,79%</strong> (meta de 90%);</p><p>Covid-19: <strong>1,57%</strong> (meta de 90%);</p><p>Febre amarela: <strong>70,4%</strong> (meta de 95%);</p><p>Poliomielite: <strong>83,13%</strong> (meta de 95%);</p><p>Pentavalente: <strong>83,66%</strong> (meta de 95%);</p><p>Tríplice viral: <strong>88,9%</strong> (meta de 95%).</p><p>Por outro lado, a cobertura da vacina meningocócica ACWY já superou a meta de 80%, alcançando <strong>82,28%</strong>. Já a vacinação contra o HPV atingiu <strong>99,37% entre meninas</strong> e <strong>95,32% entre meninos</strong>.</p><p>Confira as vacinas ofertadas na Estratégia de Multivacinação</p>]]></content:encoded>
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			<title>Nutricionista escolhe 2 frutas para ter sempre em casa; a segunda ajuda a desinchar</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 13:00:19 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Diante de uma banca cheia de frutas, a escolha costuma ser feita pelo preço, pelo sabor ou pela aparência. Mas duas opções comuns podem ganhar espaço no carrinho de quem busca aumentar o consumo de fibras e cuidar do funcionamento do intestino.Se tivesse de escolher apenas duas frutas, o nutricionista finlandês Mikko Rinta incluiria pera e kiwi na lista de compras. A pera se destaca pelo teor de fibras, enquanto o kiwi vem sendo estudado por seus possíveis efeitos sobre a prisão de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Diante de uma banca cheia de <strong>frutas</strong>, a escolha costuma ser feita pelo preço, pelo sabor ou pela aparência. Mas duas opções comuns podem ganhar espaço no carrinho de quem busca aumentar o consumo de fibras e cuidar do funcionamento do intestino.</p><p>Se tivesse de escolher apenas duas frutas, o nutricionista finlandês Mikko Rinta incluiria <strong>pera e kiwi</strong> na lista de compras. A pera se destaca pelo teor de fibras, enquanto o kiwi vem sendo estudado por seus possíveis efeitos sobre a prisão de ventre e o desconforto abdominal.</p><p><strong>POR QUE A PERA ENTRA NO CARRINHO?</strong></p><p>A pera apresenta sabor suave, pode ser transportada com facilidade e está entre as frutas que fornecem uma quantidade relevante de fibras por porção.</p><p>Uma unidade média, com aproximadamente 178 gramas e consumida com a casca, oferece cerca de <strong>5,5 gramas de fibras</strong>. O valor pode se aproximar de 6 gramas dependendo do tamanho e da variedade da fruta.</p><p>As fibras participam da formação do bolo fecal e ajudam no funcionamento intestinal. Também retardam o esvaziamento do estômago, o que pode prolongar a sensação de saciedade depois da refeição.</p><p>Outro benefício é a contribuição para a microbiota intestinal. Parte das fibras chega ao intestino grosso e serve de alimento para bactérias consideradas benéficas.</p><p>Para aproveitar melhor esse nutriente, a recomendação é consumir a pera com a casca. Antes disso, a fruta deve ser higienizada corretamente em água corrente e conforme as orientações sanitárias para alimentos consumidos crus.</p><p><strong>PERA TAMBÉM TEM VITAMINAS E MINERAIS</strong></p><p>As fibras concentram boa parte da atenção, mas não são os únicos nutrientes presentes. A pera fornece vitamina C, potássio e diferentes compostos antioxidantes.</p><p>A quantidade de cada nutriente varia conforme o tipo da fruta, o tamanho, o amadurecimento e a forma de consumo. Por isso, não é correto considerar uma pera isoladamente como suficiente para atender às necessidades diárias do organismo.</p><p>A fruta pode entrar no café da manhã, nos lanches ou depois das refeições. Também combina com aveia, iogurte natural e preparações assadas.</p><p>O consumo da fruta inteira preserva mais fibras do que o suco coado. Além disso, a mastigação e o maior volume do alimento inteiro costumam proporcionar mais saciedade.</p><p><strong>KIWI PODE AJUDAR QUEM SOFRE COM PRISÃO DE VENTRE</strong></p><p>O kiwi reúne fibras, água, vitamina C, potássio e outros nutrientes. O possível efeito sobre o intestino, porém, não depende apenas da quantidade de fibras.</p><p>A fruta contém <strong>actinidina</strong>, uma enzima que participa da quebra de proteínas durante a digestão. Sua atuação, combinada à presença de fibras e água, ajuda a explicar o interesse dos pesquisadores pelo kiwi.</p><p>Um ensaio clínico internacional avaliou o consumo de <strong>dois kiwis verdes por dia</strong> entre adultos saudáveis e pessoas com constipação funcional ou síndrome do intestino irritável com predomínio de prisão de ventre.</p><p>Entre os participantes com constipação, o consumo foi associado ao aumento clinicamente relevante das evacuações espontâneas completas e à melhora de medidas relacionadas ao conforto gastrointestinal.</p><p>Isso não significa que todas as pessoas terão o mesmo resultado nem que o kiwi substitui o tratamento indicado por um profissional de saúde.</p><p><strong>FRUTA REDUZ O INCHAÇO ABDOMINAL?</strong></p><p>O funcionamento inadequado do intestino pode provocar acúmulo de fezes, gases, sensação de peso e distensão abdominal. Quando o kiwi favorece a regularidade intestinal, parte desse desconforto pode diminuir.</p><p>Estudos realizados com pessoas constipadas encontraram melhora no conforto gastrointestinal após o consumo regular da fruta. Alguns trabalhos também observaram redução de sintomas associados à constipação e à síndrome do intestino irritável.</p><p>Ainda assim, dizer que o kiwi “elimina o inchaço” seria um exagero. A distensão abdominal pode ter diferentes causas, como:</p><p>intolerâncias alimentares;</p><p>síndrome do intestino irritável;</p><p>consumo elevado de sódio;</p><p>doenças gastrointestinais.</p><p>O benefício observado nas pesquisas está relacionado principalmente a pessoas com dificuldade para evacuar. Quando o inchaço possui outra origem, acrescentar kiwi à alimentação pode não resolver o problema.</p><p><strong>COMER MAIS FIBRAS EXIGE AUMENTAR A ÁGUA</strong></p><p>Incluir pera e kiwi na rotina sem manter uma hidratação adequada pode produzir um efeito diferente do esperado. As fibras precisam de água para desempenhar adequadamente seu papel na formação e no deslocamento das fezes.</p><p>Quando o consumo aumenta muito rapidamente, algumas pessoas também apresentam gases, cólicas e sensação de estufamento. O ideal é ampliar a quantidade gradualmente e observar a resposta do organismo.</p><p>Uma rotina alimentar favorável ao intestino não depende apenas de duas frutas. Ela inclui água, legumes, verduras, feijão, cereais integrais e prática regular de atividade física.</p><p><strong>PERA PODE AUMENTAR O INCHAÇO EM ALGUMAS PESSOAS</strong></p><p>Apesar de ser rica em fibras, a pera não é bem tolerada por todos. A fruta possui frutose e sorbitol, carboidratos que podem ser fermentados no intestino e provocar gases, cólicas ou distensão em pessoas mais sensíveis.</p><p>Esse cuidado é especialmente relevante para quem apresenta síndrome do intestino irritável. Nesse caso, o acompanhamento com nutricionista ou gastroenterologista ajuda a identificar quais alimentos desencadeiam sintomas e quais quantidades são toleradas.</p><p>Não é necessário retirar a pera da alimentação sem avaliação. A resposta varia entre as pessoas e pode depender do tamanho da porção consumida.</p><p>O kiwi verde, por sua vez, costuma apresentar baixo teor de determinados carboidratos fermentáveis em porções adequadas. Mesmo assim, a tolerância individual deve ser considerada.</p><p><strong>QUEM PRECISA TER CUIDADO COM O KIWI?</strong></p><p>O kiwi pode causar reações alérgicas. Coceira na boca, inchaço dos lábios, irritação na garganta, manchas na pele e dificuldade para respirar são sinais que exigem atenção.</p><p>Pessoas com alergia ao látex ou a determinados alimentos podem apresentar maior possibilidade de reação cruzada, embora isso não aconteça com todos.</p><p>Em caso de dificuldade para respirar, inchaço intenso ou outra reação grave, é necessário procurar atendimento de emergência.</p><p>Quem possui doença renal ou precisa controlar a ingestão de potássio também deve conversar com o profissional responsável antes de aumentar consideravelmente o consumo da fruta.</p><p><strong>QUANTAS PORÇÕES DEVEM SER CONSUMIDAS?</strong></p><p>As pesquisas sobre prisão de ventre avaliaram, em geral, o consumo diário de duas unidades de kiwi durante algumas semanas. Essa quantidade foi utilizada em condições controladas e não deve ser entendida como uma prescrição válida para qualquer pessoa.</p><p>Também não existe uma quantidade universal de pera ou kiwi que garanta melhora do intestino. A necessidade depende da alimentação completa, da ingestão de líquidos, do estado de saúde e da tolerância individual.</p><p>O mais importante é variar. Laranja com bagaço, mamão, ameixa, abacate, frutas vermelhas e outras opções também fornecem fibras e diferentes micronutrientes.</p><p>Pera e kiwi podem ocupar um lugar estratégico no carrinho, mas não precisam substituir todas as demais frutas. A diversidade alimentar aumenta a variedade de fibras, vitaminas, minerais e compostos antioxidantes disponíveis ao organismo.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Pexels]]></media:title> 
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			<title>Inverno aumenta o risco de infecções oportunista; veja como proteger o organismo</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 09:01:07 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Com a chegada do inverno, é comum observar um aumento no número de pessoas com dor de garganta, nariz entupido, sinusite, otite, aftas, herpes labial e outras infecções que acometem a região da cabeça e do pescoço. Muitas vezes, essas doenças são atribuídas simplesmente ao frio.No entanto, a ciência mostra que as baixas temperaturas, por si só, não causam infecções. O que ocorre é uma combinação de fatores ambientais, comportamentais e biológicos que favorece a transmissão...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Com a chegada do <strong>inverno</strong>, é comum observar um aumento no número de pessoas com <strong>dor de garganta, nariz entupido, sinusite, otite, aftas, herpes labial e outras infecções</strong> que acometem a região da cabeça e do pescoço. Muitas vezes, essas doenças são atribuídas simplesmente ao frio.</p><p>No entanto, a ciência mostra que as baixas temperaturas, por si só, não causam infecções. O que ocorre é uma combinação de fatores ambientais, comportamentais e biológicos que favorece a transmissão de microrganismos e reduz temporariamente a capacidade de defesa das mucosas respiratórias.</p><p>Por que as infecções aumentam no inverno?</p><p>Durante os meses frios, passamos mais tempo em ambientes fechados, com pouca circulação de ar e maior proximidade entre as pessoas. Esse cenário facilita a disseminação de vírus respiratórios, como <strong>influenza</strong>, rinovírus, vírus sincicial respiratório e coronavírus, além de favorecer a transmissão de algumas bactérias responsáveis por infecções das vias aéreas superiores.</p><p>Ao mesmo tempo, o ar mais frio e seco resseca as mucosas do nariz, da boca e da garganta, comprometendo um dos principais mecanismos naturais de proteção do organismo.</p><p>As mucosas que revestem o nariz e as vias respiratórias funcionam como uma barreira física e imunológica. Elas produzem muco, que retém partículas inaladas, e possuem cílios microscópicos que transportam essas secreções em direção à garganta para sua eliminação.</p><p>Quando o ambiente está muito seco, essa barreira perde eficiência. O muco torna-se mais espesso, o movimento dos cílios diminui e vírus e bactérias encontram maior facilidade para aderir aos tecidos e iniciar uma infecção.</p><p>Nariz e garganta estão entre as regiões mais afetadas</p><p>Na <strong>região da cabeça e do pescoço</strong>, uma das primeiras estruturas afetadas costuma ser o nariz. Crises de rinite alérgica tornam-se mais frequentes no inverno devido ao aumento da exposição a ácaros, poeira doméstica, cobertores, tapetes e ambientes pouco ventilados. A inflamação da mucosa nasal provoca congestão e dificulta a respiração pelo nariz. Como consequência, muitas pessoas passam a respirar pela boca, principalmente durante o sono.</p><p>A respiração oral reduz a umidificação natural do ar inspirado e favorece o ressecamento da cavidade bucal e da garganta. Esse processo aumenta o desconforto ao acordar, favorece o mau hálito e pode facilitar infecções oportunistas, especialmente em indivíduos mais vulneráveis, como idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas.</p><p>Outro problema comum nessa época do ano é a sinusite. Em muitos casos, ela começa após uma infecção viral das vias aéreas superiores. A inflamação dificulta a drenagem dos seios da face, permitindo o acúmulo de secreções. Esse ambiente favorece a proliferação de bactérias e pode resultar em dor facial, sensação de pressão na testa e nas maçãs do rosto, secreção nasal espessa e redução do olfato.</p><p>Embora a maioria dos resfriados seja causada por vírus, a persistência ou piora dos sintomas deve ser avaliada por um profissional de saúde para diferenciar uma infecção viral de uma infecção bacteriana.</p><p>A garganta também merece atenção. As faringites e amigdalites podem ser provocadas tanto por vírus quanto por bactérias. Na maioria dos casos, os quadros virais melhoram espontaneamente com hidratação, repouso e controle dos sintomas. Já algumas infecções bacterianas, como aquelas causadas pelo Streptococcus pyogenes, podem necessitar de tratamento específico para reduzir o risco de complicações.</p><p>Por isso, o uso de antibióticos nunca deve ser feito por conta própria, pois além de ser ineficaz contra vírus, contribui para o aumento da resistência bacteriana, um dos maiores desafios da medicina moderna.</p><p>Aftas, candidíase e herpes também são mais comuns</p><p>Na cavidade bucal, o inverno também favorece algumas alterações. A redução da ingestão de água e a respiração pela boca podem diminuir a lubrificação proporcionada pela saliva. Como a saliva possui proteínas antimicrobianas e desempenha papel importante na proteção dos tecidos, sua diminuição favorece o surgimento de infecções oportunistas, especialmente em pessoas que utilizam medicamentos que reduzem o fluxo salivar ou apresentam doenças sistêmicas.</p><p>É nesse contexto que podem surgir infecções fúngicas, como a candidíase oral, causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans, normalmente presente na boca sem provocar doença. Quando ocorre desequilíbrio do sistema imunológico, uso prolongado de antibióticos, próteses mal adaptadas ou diminuição da saliva, esse microrganismo pode proliferar e provocar placas esbranquiçadas, ardência e desconforto para se alimentar.</p><p>O <strong>herpes labial</strong> também merece destaque. O vírus herpes simples tipo 1 permanece latente no organismo após a infecção inicial e pode ser reativado por diferentes fatores, incluindo estresse, infecções respiratórias, febre, privação de sono e alterações imunológicas temporárias.</p><p>As pequenas bolhas dolorosas que surgem nos lábios representam uma reativação do vírus, e não uma nova infecção. Durante essa fase, é importante evitar compartilhar copos, talheres, toalhas e manter contato direto com a lesão para reduzir o risco de transmissão.</p><p>Como fortalecer as defesas do organismo</p><p>A prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz. Manter uma alimentação equilibrada, rica em frutas, verduras, legumes e proteínas, garante o fornecimento adequado de vitaminas e minerais importantes para o funcionamento do sistema imunológico.</p><p>A hidratação também merece atenção, mesmo quando a sensação de sede diminui no inverno. Dormir bem é outro fator essencial, pois estudos demonstram que a privação de sono compromete a resposta imunológica e aumenta a suscetibilidade às infecções.</p><p>Medidas simples, como lavar as mãos com frequência, manter os ambientes ventilados, evitar o compartilhamento de objetos de uso pessoal, controlar adequadamente doenças alérgicas e manter a vacinação em dia, reduzem significativamente o risco de infecções respiratórias. Além disso, pessoas com rinite devem tratar adequadamente a obstrução nasal para evitar a respiração pela boca e suas consequências.</p><p>Quando é hora de procurar atendimento médico?</p><p>Por fim, é importante lembrar que nem toda dor de garganta, ferida na boca ou aumento de volume no pescoço é consequência de uma infecção comum. Procure atendimento quando:</p><p>Sintomas persistentes por mais de duas semanas;</p><p>Dificuldade importante para engolir;</p><p>Aumento progressivo de linfonodos;</p><p>Feridas que não cicatrizam.</p><p>O diagnóstico precoce permite identificar não apenas infecções mais graves, mas também outras doenças que podem se manifestar inicialmente na região da cabeça e do pescoço.</p><p>Cuidar da saúde durante o inverno vai muito além de vestir um casaco. Proteger as vias respiratórias, manter bons hábitos de higiene, preservar a hidratação e fortalecer o organismo por meio de um estilo de vida saudável são atitudes que ajudam a reduzir o risco de infecções oportunistas e contribuem para uma melhor qualidade de vida em qualquer estação do ano.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Imagem de magnific]]></media:title> 
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			<title>Água com gás todos os dias: médica revela se a bebida emagrece ou engorda</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 09:00:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Trocar o refrigerante por água com gás virou uma estratégia comum entre pessoas que desejam reduzir o açúcar sem abandonar a sensação das bolhas. A substituição parece simples, mas também provoca dúvidas: a bebida engorda, ajuda a emagrecer ou pode ocupar o lugar da água comum?Quando não contém açúcar, xaropes ou outros ingredientes calóricos, a água com gás não engorda e hidrata de maneira semelhante à versão sem gás. Isso não significa, porém, que provoque...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Trocar o refrigerante por <strong>água com gás</strong> virou uma estratégia comum entre pessoas que desejam <strong>reduzir o açúcar </strong>sem abandonar a sensação das bolhas. A substituição parece simples, mas também provoca dúvidas: a bebida engorda, ajuda a emagrecer ou pode ocupar o lugar da água comum?</p><p>Quando não contém açúcar, xaropes ou outros ingredientes calóricos, <strong>a água com gás não engorda e hidrata de maneira semelhante à versão sem gás</strong>. Isso não significa, porém, que provoque emagrecimento ou seja bem tolerada por todas as pessoas.</p><p><strong>ÁGUA COM GÁS EMAGRECE OU ENGORDA?</strong></p><p>A água com gás pura não possui calorias. Por isso, seu consumo não provoca aumento de peso diretamente.</p><p>A bebida também não tem uma propriedade capaz de fazer o organismo eliminar gordura. A perda de peso ocorre quando existe um déficit calórico, ou seja, quando a pessoa consome menos energia do que gasta ao longo do tempo.</p><p>O possível benefício aparece na substituição. Quem troca refrigerantes, sucos adoçados ou outras bebidas calóricas por água com gás reduz a ingestão de açúcar e calorias. Nesse contexto, a mudança pode colaborar com o emagrecimento, mas o efeito vem do que deixou de ser consumido.</p><p>A médica nutróloga Isolda Prado, docente e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), afirma que, de maneira geral, o consumo diário não faz mal à maioria das pessoas. Segundo ela, a água gaseificada hidrata da mesma forma que a água sem gás quando não contém açúcar ou sódio adicionado.</p><p>É importante conferir o rótulo. Água tônica, refrigerante transparente e bebidas gaseificadas saborizadas não são equivalentes à água com gás pura e podem apresentar açúcar, adoçantes, conservantes e calorias.</p><p><strong>BOLHAS PODEM DAR SENSAÇÃO DE ESTÔMAGO CHEIO</strong></p><p>O gás carbônico presente na bebida pode provocar uma distensão temporária do estômago. É daí que surge a sensação de estar mais cheio depois de beber um copo.</p><p>Esse efeito pode diminuir momentaneamente a vontade de comer em algumas pessoas. Entretanto, não há evidência suficiente para recomendar a água com gás como tratamento para controlar a fome ou emagrecer.</p><p>A resposta também não é igual para todos. Enquanto algumas pessoas sentem saciedade, outras apresentam apenas estufamento, arrotos ou desconforto abdominal.</p><p>Pesquisas já investigaram uma possível relação entre bebidas gaseificadas e a grelina, hormônio envolvido na regulação da fome. Os resultados disponíveis ainda não permitem afirmar que a água com gás aumente o apetite ou leve ao ganho de peso em humanos.</p><p>Por isso, não é correto anunciar a bebida como uma maneira de “enganar a fome”. A percepção de saciedade é passageira e não substitui uma alimentação adequada.</p><p><strong>ÁGUA COM GÁS HIDRATA COMO A ÁGUA NORMAL?</strong></p><p>Do ponto de vista da hidratação, a presença do dióxido de carbono não impede que a água seja absorvida pelo organismo. A versão gaseificada pode, portanto, contribuir para a ingestão diária de líquidos.</p><p>Para quem considera a água comum pouco atrativa, as bolhas podem facilitar o consumo. Ela também pode funcionar como transição para abandonar o refrigerante.</p><p>Ainda assim, a troca total não precisa ser incentivada como uma regra. A água sem gás continua sendo a alternativa mais simples, barata e geralmente mais confortável para beber em grandes quantidades.</p><p>A melhor escolha depende da tolerância de cada pessoa. Se a versão gaseificada facilita a hidratação e não provoca sintomas, ela pode fazer parte da rotina. Caso cause desconforto, o consumo pode ser reduzido ou alternado com água comum.</p><p><strong>QUEM TEM REFLUXO PRECISA TER MAIS CUIDADO</strong></p><p>As bolhas podem aumentar a sensação de estômago cheio, favorecer arrotos e provocar inchaço. Esses efeitos são passageiros para a maioria das pessoas, mas podem ser incômodos em quem apresenta sensibilidade digestiva.</p><p>O cuidado deve ser maior em casos de:</p><p>distensão abdominal frequente;</p><p>síndrome do intestino irritável;</p><p>dificuldade para tolerar bebidas gaseificadas.</p><p>A água com gás não causa automaticamente gastrite ou refluxo em todas as pessoas. No entanto, pode intensificar sintomas já existentes. A avaliação deve considerar a quantidade consumida e a reação individual.</p><p>Quem percebe azia, dor, estufamento persistente ou piora do refluxo depois de beber deve reduzir a quantidade e procurar orientação profissional se os sintomas continuarem.</p><p><strong>BEBIDA PREJUDICA OS DENTES?</strong></p><p>Quando o dióxido de carbono se dissolve na água, forma-se ácido carbônico. Isso faz a bebida ficar ligeiramente mais ácida do que a água sem gás.</p><p>Apesar dessa diferença, <strong>a água com gás pura apresenta potencial de erosão muito menor do que refrigerantes, energéticos e sucos ácidos</strong>. O consumo habitual, sem ficar segurando ou bochechando a bebida, tende a representar baixo risco para pessoas sem problemas dentários específicos.</p><p>A atenção deve aumentar com as versões saborizadas. Produtos com açúcar, ácido cítrico, concentrados de frutas ou outros componentes ácidos podem afetar mais o esmalte.</p><p>Para diminuir a exposição dos dentes, alguns cuidados são úteis:</p><p>evitar bochechar a bebida;</p><p>não permanecer tomando pequenos goles durante muitas horas;</p><p>preferir versões sem açúcar e sem aromatizantes ácidos;</p><p>aguardar cerca de 30 minutos antes de escovar os dentes.</p><p>Pessoas com boca seca, erosão dentária, sensibilidade ou tratamento de clareamento devem conversar com um dentista sobre a frequência de consumo.</p><p><strong>ÁGUA COM GÁS AUMENTA A PRESSÃO?</strong></p><p>O gás carbônico não provoca hipertensão crônica. A Sociedade Brasileira de Hipertensão esclarece que não existem evidências consistentes de que a bebida cause elevação significativa e permanente da pressão arterial na maioria das pessoas.</p><p>Estudos identificaram uma alteração pequena e passageira logo após a ingestão de água, com ou sem gás. Esse efeito estaria relacionado ao reflexo da deglutição e dura poucos minutos, sem representar o desenvolvimento de hipertensão.</p><p>O ponto que merece atenção é o <strong>teor de sódio</strong>. A quantidade varia conforme a fonte e o processo de fabricação. Muitas marcas apresentam valores baixos, mas algumas águas minerais e bebidas classificadas como soda podem conter concentrações maiores.</p><p>Pessoas com hipertensão, insuficiência cardíaca ou doença renal devem comparar os rótulos e seguir as orientações do médico responsável pelo tratamento. Também precisam diferenciar a água gaseificada pura de produtos que recebem sais e outros ingredientes.</p><p><strong>ÁGUA COM GÁS PODE SER BEBIDA TODOS OS DIAS?</strong></p><p>Para a maioria dos adultos saudáveis, a água com gás pura pode fazer parte da hidratação diária. Não existe uma quantidade universal estabelecida especificamente para a bebida.</p><p>O limite prático costuma ser determinado pela tolerância. Se grandes volumes provocam estufamento, arrotos ou refluxo, alternar com água sem gás pode tornar a hidratação mais confortável.</p><p>Também é necessário observar o produto escolhido. No rótulo, a lista de ingredientes deve ser curta. Açúcar, xaropes, sucos concentrados e aditivos transformam a composição e podem acrescentar calorias.</p><p>Adicionar rodelas de limão deixa a bebida mais saborosa, mas aumenta a exposição dos dentes à acidez. O uso ocasional é diferente de passar o dia inteiro tomando a mistura em pequenos goles.</p><p>Água tônica exige ainda mais atenção. Apesar da aparência semelhante, ela normalmente contém quinino e pode receber açúcar ou adoçantes. Portanto, não deve ser considerada apenas “água com bolhas”.</p><p>A água gaseificada pura não emagrece nem engorda. Seu maior benefício aparece quando torna a hidratação mais agradável ou ocupa o lugar de uma bebida açucarada. Para quem sente refluxo, gases ou desconforto, a água comum provavelmente continuará sendo a escolha mais adequada.</p>]]></content:encoded>
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			<title>Anvisa suspende lote de medicamento à base de paracetamol por suspeita de bolor</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 21:00:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de um lote do medicamento Paramol 750 mg após identificar a presença de comprimidos com sinais de possível contaminação por bolor, popularmente conhecido como mofo. A medida foi publicada nesta quinta-feira (30).A decisão suspende a distribuição, a comercialização e o uso do lote 114053 do medicamento, na embalagem com 200 comprimidos, fabricado pela Belfar Ltda.Segundo a Anvisa, durante a inspeção...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (<strong>Anvisa</strong>) determinou o recolhimento de um lote do <strong>medicamento Paramol 750 mg após identificar a presença de comprimidos com sinais de possível contaminação por bolor</strong>, popularmente conhecido como mofo. A medida foi publicada nesta quinta-feira (30).</p><p>A decisão suspende a distribuição, a comercialização e o uso do lote <strong>114053</strong> do medicamento, na embalagem com 200 comprimidos, fabricado pela Belfar Ltda.</p><p>Segundo a Anvisa, durante a inspeção foram encontrados comprimidos com sujidade e aparência sugestiva de contaminação por fungos. Por isso, todas as unidades do lote serão recolhidas do mercado.</p><p>O que fazer se você tiver esse medicamento</p><p>A Anvisa orienta que quem possui uma unidade do lote <strong>114053</strong> interrompa imediatamente o uso do medicamento e procure orientação de um médico ou farmacêutico para realizar a substituição por outro produto.</p><p>Em caso de dúvidas sobre reembolso ou troca, os consumidores devem entrar em contato com o <strong>Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da fabricante Belfar.</strong></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[O Paramol &eacute; um medicamento &agrave; base de paracetamol indicado para o tratamento da febre e para o al&iacute;vio de dores leves a moderadas.]]></media:title> 
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			<title>Anvisa aprova novo medicamento para doença rara que afeta os pulmões</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 17:00:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo medicamento para o tratamento da hipertensão pulmonar associada à doença pulmonar intersticial (HP-DPI), condição rara que compromete a circulação nos pulmões e pode reduzir significativamente a qualidade e a expectativa de vida dos pacientes.A decisão representa a primeira aprovação no Brasil de um medicamento indicado especificamente para esse grupo de pessoas.O medicamento, chamado Tyvaso, tem...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (<strong>Anvisa</strong>) aprovou o registro de um novo medicamento para o tratamento da <strong>hipertensão pulmonar associada à doença pulmonar intersticial (HP-DPI)</strong>, condição rara que compromete a circulação nos pulmões e pode reduzir significativamente a qualidade e a expectativa de vida dos pacientes.</p><p>A decisão representa a primeira aprovação no Brasil de um medicamento indicado especificamente para esse grupo de pessoas.</p><p>O medicamento, chamado <strong>Tyvaso</strong>, tem como princípio ativo a <strong>treprostinila</strong> e é administrado por inalação oral. Segundo a Anvisa, o tratamento ajuda a melhorar a capacidade para realizar <strong>atividades físicas</strong> e reduz o esforço do coração ao facilitar o fluxo de sangue pelas artérias pulmonares.</p><p><strong>Apesar do registro, o remédio ainda não está disponível para venda no país.</strong> Antes de chegar ao mercado, o produto precisa ter o preço aprovado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Depois dessa etapa, caberá à empresa fabricante definir quando iniciará a comercialização.</p><p>A treprostinila pertence à classe das prostaciclinas, substâncias que promovem o relaxamento dos vasos sanguíneos. Com isso, as artérias pulmonares se dilatam, permitindo que o sangue circule com mais facilidade.</p><p>Segundo a Anvisa, o medicamento reduz a pressão nas artérias dos pulmões, melhora o fornecimento de oxigênio ao organismo e diminui a sobrecarga sobre o coração. O tratamento deve ser realizado em <strong>quatro sessões diárias de inalação</strong>.</p><p>O que é a hipertensão pulmonar?</p><p>A hipertensão pulmonar é uma doença caracterizada pelo aumento da pressão nas artérias dos pulmões. Esse processo dificulta a circulação do sangue, sobrecarrega o coração e pode levar à insuficiência cardíaca se não houver tratamento adequado.</p><p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença é dividida em cinco grupos, conforme a causa e as características clínicas. O Tyvaso foi aprovado para pacientes do <strong>Grupo 3</strong>, formado por pessoas que desenvolvem hipertensão pulmonar em consequência de doenças pulmonares intersticiais.</p><p>Até agora, não havia nenhum medicamento registrado no Brasil com indicação específica para esse perfil de paciente.</p><p>Doença é considerada rara</p><p>A hipertensão pulmonar é considerada uma doença rara. A estimativa é que ela atinja entre <strong>2 e 5 pessoas por milhão de adultos a cada ano</strong>, com tempo médio de sobrevida de aproximadamente <strong>2,8 anos</strong>, dependendo da causa e da evolução clínica.</p><p>Pelas regras da Anvisa, uma doença rara é aquela que acomete até <strong>65 pessoas a cada 100 mil habitantes</strong>.</p><p>A aprovação do Tyvaso amplia as opções terapêuticas para pacientes com hipertensão pulmonar associada à doença pulmonar intersticial, embora o acesso ao tratamento ainda dependa das próximas etapas regulatórias para definição do preço e início da comercialização no país.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Imagem de pressfoto no Magnific]]></media:title> 
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