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		<title>Economia - Portal Noticias Capixaba</title>
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		<description>Portal de Notícias </description>
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			<title>Portal Noticias Capixaba</title>
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		<copyright>Copyright 2026 noticiascapixaba.com.br</copyright>
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			<title>Ricardo diz que redistribuição de royalties de petróleo é “covardia”</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 08 May 2026 05:00:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço (MDB), afirmou nesta quinta-feira (07) que a lei que redistribui os royalties do petróleo e gás entre os estados e municípios é uma “covardia”.O Supremo Tribunal Federal (STF) discutiu a constitucionalidade da lei nestas quarta (06) e quinta-feira (07). O julgamento foi suspenso após o ministro Flávio Dino pedir vista, ou seja, mais tempo para analisar o processo.A ministra Cármen Lúcia, relatora do caso, entendeu que a lei é...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O governador do <strong>Espírito Santo</strong>, <strong>Ricardo Ferraço</strong> (MDB), afirmou nesta quinta-feira (07) que a lei que redistribui os <strong>royalties do petróleo e gás</strong> entre os estados e municípios é uma <strong>“covardia”</strong>.</p><p>O Supremo Tribunal Federal (<strong>STF</strong>) discutiu a constitucionalidade da lei nestas quarta (06) e quinta-feira (07). O <strong>julgamento foi suspenso</strong> após o ministro Flávio Dino pedir vista, ou seja, mais tempo para analisar o processo.</p><p>A ministra Cármen Lúcia, relatora do caso, entendeu que a lei é inconstitucional e <strong>votou contra a redistribuição</strong>, mantendo o modelo atual.</p><p>O governador Ricardo classificou o voto da ministra como uma “notícia muito positiva”, que segundo ele é muito importante por ser relatora do caso. Os demais ministros ainda precisam votar para definir a decisão final da Suprema Corte.</p><p>A ministra Cármen Lúcia acaba de proferir o seu voto e o seu parecer, mantendo a preservação do justo interesse do Estado do Espírito Santo. A ministra reconheceu a inconstitucionalidade, a covardia que querem fazer, alterando uma lei que proporciona aos Estados produtores a compensação.</p><p>Ricardo Ferraço (MDB), governador do ES</p><p>O Espírito Santo, junto com Rio de Janeiro e São Paulo, são estados produtores que seriam afetados caso a lei passe a valer. Procuradores dos três estados <strong>apresentaram suas sustentações</strong> no plenário do STF nesta quarta-feira (06).</p><p>Entenda a redistriubuição</p><p>A redistribuição dos <strong>royalties</strong> de petróleo, prevista na <strong>Lei nº 12.734/2012</strong>, propõe uma redistribuição radical dos recursos. A norma está suspensa desde 2013, por decisão da ministra Cármen Lúcia, após pedido do Governo do Rio de Janeiro.</p><p>De acordo com a regra atual, a União recebe em torno de 30% do total de royalties. Se a lei de 2012 entrar em vigor, esse percentual cairá para 20%. Estados e municípios produtores de 61% para 26%, depois de um período de transição de sete anos. Já o Fundo especial, destinado a estados e municípios não produtores, subirá de 8,75% para 54%.</p><p>As participações especiais também mudariam:</p><p>Estados e municípios não produtores, que hoje não recebem nada, passariam a receber 30%.</p><p>União passaria de 50% para 46%;</p><p>Estados e municípios produtores: redução de 50% para 24%.</p><p>O peso do petróleo na economia capixaba</p><p>Dados do Observatório Findes revelam que o setor de petróleo e gás responde por <strong>5,1%</strong> do Produto Interno Bruto (PIB) do Espírito Santo. A atividade representa <strong>21,4%</strong> da indústria capixaba e gera mais de <strong>17 mil</strong> empregos formais.</p><p>Em 2025, o Estado arrecadou aproximadamente <strong>R$ 2,42 bilhões</strong> em royalties e participações especiais. Desse montante, cerca de <strong>R$ 1,43 bilhão</strong> foram destinados ao governo estadual e <strong>R$ 996,4 milhões</strong> aos municípios capixabas.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Thiago Soares/Folha Vit&oacute;ria]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Audiência pública vai discutir instalação da Havan em Vila Velha</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7620/audiencia-publica-vai-discutir-instalacao-da-havan-em-vila-velha.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 08 May 2026 05:00:27 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Prefeitura de Vila Velha realizará uma audiência pública para apresentação e debate do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) da nova loja da Havan, com construção prevista na Avenida Carlos Lindenberg, no bairro Nossa Senhora da Penha, próximo ao viaduto da Rodovia Darly Santos.A audiência é uma etapa é obrigatória dentro do processo de licenciamento urbanístico e deve acontecer no dia 14 de maio, às 19h, em formato híbrido, com participação presencial no auditório da Bridi ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Prefeitura de <strong>Vila Velha</strong> realizará uma audiência pública para apresentação e debate do <strong>Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV)</strong> da nova loja da <strong>Havan</strong>, com construção prevista na Avenida Carlos Lindenberg, no bairro Nossa Senhora da Penha, próximo ao viaduto da Rodovia Darly Santos.</p><p>A audiência é uma etapa é obrigatória dentro do processo de licenciamento urbanístico e deve acontecer no dia 14 de maio, às 19h, em formato híbrido, com participação presencial no auditório da Bridi Madeira, no bairro <strong>Nossa Senhora da Penha</strong>, com transmissão online.</p><p>A <strong>audiência pública</strong> seguirá um roteiro com abertura institucional, apresentação das regras, exposição do empreendimento pelos responsáveis técnicos e, em seguida, espaço para perguntas e manifestações da sociedade.</p><p>A participação pode ser feita presencialmente ou de forma online, mediante acesso aos links disponibilizados pela Prefeitura. Também é necessário realizar inscrição prévia para quem desejar se manifestar virtualmente.</p><p>Data: 14 de maio de 2026 (quinta-feira)</p><p>Local: Auditório da Bridi Madeira – Av. Carlos Lindenberg, 08, Nossa Senhora da Penha</p><p>Acesso on-line: <strong>Link</strong></p><p>Inscrição para participação virtual: <strong>Link</strong></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Audi&ecirc;ncia P&uacute;blica &ndash; Estudo de Impacto de Vizinhan&ccedil;a (EIV) &ndash; Empreendimento Havan]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Especialista alerta que Desenrola Rural não resolve crise do agro</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7616/especialista-alerta-que-desenrola-rural-nao-resolve-crise-do-agro.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 08 May 2026 05:00:21 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A ampliação do programa Desenrola Rural pelo governo federal tem sido vista como uma alternativa importante para aliviar o endividamento de produtores e facilitar o acesso ao crédito no campo. Apesar disso, especialistas avaliam que a medida não deve ser suficiente para conter a crise financeira enfrentada pelo agronegócio brasileiro, marcada pelo aumento da inadimplência e dos pedidos de recuperação judicial., especialista em recuperação de empresas e integrante da Comissão Especial ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A ampliação do programa Desenrola Rural pelo governo federal tem sido vista como uma alternativa importante para aliviar o endividamento de produtores e facilitar o acesso ao crédito no campo. Apesar disso, especialistas avaliam que a medida não deve ser suficiente para conter a crise financeira enfrentada pelo agronegócio brasileiro, marcada pelo aumento da inadimplência e dos pedidos de recuperação judicial.</p><p>, especialista em recuperação de empresas e integrante da Comissão Especial de Falências do Conselho Federal da OAB, avalia que o programa contribui para ampliar a renegociação de dívidas, especialmente entre agricultores familiares, mas não enfrenta os principais fatores que vêm pressionando o setor.</p><p>“O Desenrola Rural é importante porque cria uma oportunidade de reorganização imediata para milhares de produtores que estavam completamente excluídos do crédito. Porém, a crise do agro hoje é muito mais profunda e envolve fatores como queda de margem, aumento do custo financeiro, eventos climáticos extremos e dificuldade de acesso a capital de giro”, afirma.</p><p>Segundo o especialista, o crescimento dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio mostra que muitos produtores já enfrentam um desequilíbrio econômico prolongado, e não apenas dificuldades momentâneas para pagar dívidas.</p><p>“A renegociação ajuda a ganhar fôlego, mas não substitui medidas estruturais de financiamento, segurança jurídica e previsibilidade econômica. Em muitos casos, o produtor precisa de uma reestruturação financeira mais ampla, com revisão de passivos e reorganização operacional”, explica.</p><p>O debate ocorre em meio aos estudos do governo federal para renegociar até R$ 81,6 bilhões em dívidas rurais. O cenário reflete a pressão crescente sobre o setor agropecuário, afetado por juros elevados, aumento dos custos de produção e perdas provocadas por eventos climáticos.</p><p>Para Bruno Finamore, o avanço das recuperações judiciais também acende um alerta para instituições financeiras e para o mercado de crédito rural.</p><p>“Existe um risco de agravamento da restrição de crédito no agro se não houver soluções coordenadas. O aumento das recuperações judiciais gera um efeito em cadeia sobre financiamentos, fornecedores e investimentos no setor”, pontua.</p><p>O advogado defende que programas emergenciais podem ajudar no curto prazo, mas precisam ser acompanhados de políticas permanentes de fortalecimento da atividade rural.</p><p>“O agro brasileiro continua sendo extremamente competitivo e estratégico para a economia nacional. Mas o produtor precisa de mecanismos sustentáveis de proteção financeira, e não apenas de medidas temporárias para atravessar momentos de crise”, conclui.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Bruno Finamore, advogado &ndash; Foto: divulga&ccedil;&atilde;o
O debate ocorre em meio aos estudos do governo federal para renegociar at&eacute; R$ 81,6 bilh&otilde;es em d&iacute;vidas rurais. O cen&aacute;rio reflete a press&atilde;o crescente sobre o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Imposto de Renda: até que idade os idosos precisam fazer a declaração?</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7606/imposto-de-renda-ate-que-idade-os-idosos-precisam-fazer-a-declaracao.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:00:34 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O prazo para declarar o Imposto de Renda (IR) 2026 já entrou no último mês, e uma dúvida comum entre os contribuintes é: até que idade os idosos precisam entregar a declaração?No Brasil, idosos não são automaticamente isentos de declarar o Imposto de Renda apenas por causa da idade. A obrigatoriedade depende da renda, patrimônio e outros critérios definidos pela Receita Federal.Veja quem é obrigado a declarar IR:Devem declarar o Imposto de Renda em 2026 os contribuintes...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O prazo para declarar o <strong>Imposto de Renda (IR)</strong> 2026 já entrou no último mês, e uma dúvida comum entre os contribuintes é: <strong>até que idade os idosos precisam entregar a declaração?</strong></p><p>No <strong>Brasil</strong>, idosos não são automaticamente isentos de declarar o Imposto de Renda apenas por causa da idade. A obrigatoriedade depende da renda, patrimônio e outros critérios definidos pela <strong>Receita Federal</strong>.</p><p>Veja quem é obrigado a declarar IR:</p><p>Devem declarar o Imposto de Renda em 2026 os contribuintes que:</p><p>receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584,00 ao longo de 2025;</p><p>tiveram receita bruta anual de atividade rural superior a R$ 177.920,00;</p><p>receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil;</p><p>possuíam, em 31 de dezembro de 2025, bens ou direitos acima de R$ 800 mil;</p><p>optaram pela isenção do imposto sobre ganho de capital na venda de imóveis residenciais;</p><p>possuem bens, direitos ou entidades controladas no exterior, conforme a legislação vigente;</p><p>passaram à condição de residentes no Brasil durante o ano de 2025.</p><p>Há algum benefício para idosos?</p><p>Existe um benefício específico para aposentados e pensionistas com 65 anos ou mais.</p><p>A partir dessa idade, há uma parcela extra de isenção sobre rendimentos de aposentadoria, pensão ou reforma. Mesmo assim, o idoso ainda pode precisar declarar o Imposto de Renda caso ultrapasse os limites anuais estabelecidos pela Receita Federal.</p><p>Ou seja, não existe uma idade máxima para deixar de declarar o IR. Uma pessoa com 70, 80 ou 90 anos ainda pode ser obrigada a entregar a declaração, dependendo da situação financeira.</p><p>Projeto de lei visa dar Isenção de Imposto de Renda para idosos</p><p>Um projeto de lei apresentado na <strong>Câmara dos Deputados</strong> pelo deputado Zé Vitor propõe ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda para aposentados e pensionistas conforme o avanço da idade.</p><p>A proposta altera a legislação atual para criar um modelo progressivo, em que o valor da isenção aumenta gradualmente ao longo do envelhecimento.</p><p>Pelo texto, a ampliação ocorreria a cada cinco anos, a partir dos 70 anos de idade:</p><p>70 anos: limite de isenção subiria para R$ 3.807,96;</p><p>75 anos: valor passaria para R$ 5.711,94;</p><p>80 anos: chegaria a R$ 7.615,92.</p><p>A progressão seguiria até alcançar R$ 15.231,84 mensais para pessoas com 100 anos ou mais. As informações são do Congresso em Foco.</p><p>O modelo substituiria o sistema atual de limite único, considerado insuficiente para atender às diferentes necessidades da população idosa.</p><p>A proposta também mantém a isenção já existente na tabela do Imposto de Renda. Dessa forma, os novos valores seriam aplicados de forma adicional ao benefício atual.</p><p>*Texto sob a supervisão da editora Erika Santos</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rafa Neddermeyer/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>STF retoma votação sobre royalties nesta quinta e pode afetar ES</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7605/stf-retoma-votacao-sobre-royalties-nesta-quinta-e-pode-afetar-es.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:00:33 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF), que julga a redistribuição dos royalties de petróleo, foi suspensa nesta quarta-feira (06). A votação será retomada nesta quinta-feira (07), com os votos da relatora Cármen Lúcia e dos demais ministros da Corte.Na sessão desta quarta, a ministra leu o seu relatório e os procuradores dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo apresentaram suas sustentações. Os três estados são produtores de petróleo.O processo ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A sessão plenária do <strong>Supremo Tribunal Federal</strong> (STF), que julga a redistribuição dos <strong>royalties de petróleo</strong>, foi suspensa nesta quarta-feira (06). A votação será retomada nesta quinta-feira (07), com os votos da relatora <strong>Cármen Lúcia</strong> e dos demais ministros da Corte.</p><p>Na sessão desta quarta, a ministra leu o seu relatório e os <strong>procuradores dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo apresentaram suas sustentações</strong>. Os três estados são produtores de petróleo.</p><p>O processo julga a constitucionalidade da Lei 12.734/12, que ampliou os repasses de royalties para entes não produtores, em 2012. A norma foi suspensa no ano seguinte por liminar da ministra Cármen Lúcia e segue inválida até hoje.</p><p>A lei propõe uma redistribuição radical dos recursos. Pela regra atual, municípios e estados produtores, como o Espírito Santo, ficam com <strong>61%</strong> dos royalties. Com a nova norma, esse percentual cairia para apenas <strong>26%</strong> após um período de transição de sete anos.</p><p>O Fundo especial, destinado a regiões não produtoras, saltaria de <strong>8,75%</strong> para <strong>54%</strong>. As participações especiais também seriam afetadas.</p><p>Estados e municípios produtores teriam sua fatia reduzida de <strong>50%</strong> para <strong>24%</strong>. Enquanto isso, regiões não produtoras, que hoje não recebem nada, passariam a receber <strong>30%</strong>.</p><p>Governo do ES acompanha julgamento</p><p>O governo do <strong>Espírito Santo</strong> acompanha o julgamento dos royalties de petróleo no STF. O Estado seria afetado pelas mudanças, caso a Lei 12.734/12 passe a valer.</p><p>Segundo o governador <strong>Ricardo Ferraço</strong> (MDB), a mudança pode ser considerada uma “injustiça com o Espírito Santo”. Apesar do risco, o governador evitou apresentar uma estimativa de perdas por conta da indefinição sobre o formato final da decisão do STF.</p><p>Atualmente, os royalties e participações especiais representam uma importante fonte de receita para o Estado. Em 2025, segundo a <strong>coluna Mundo Business,</strong> o Espírito Santo arrecadou <strong>R$ 2,42 bilhões</strong>, considerando os repasses ao governo estadual e aos municípios.</p><p>O governador afirmou que está em diálogo com representantes de outros estados produtores e com ministros do STF, em especial a relatora Cármen Lúcia.</p><p>O governo do Rio de Janeiro, outro estado produtor, defendeu que, se a lei for considerada constitucional, que passe a valer apenas para contratos futuros, não alterando os acordos vigentes.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[A ministra C&aacute;rmen L&uacute;cia &eacute; a relatora do caso. Foto: Antonio Augusto/STF]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Espírito Santo vive boom em logística e feira projeta mais de R$ 100 milhões em negócios</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7601/espirito-santo-vive-boom-em-logistica-e-feira-projeta-mais-de-rs-100-milhoes-em-negocios.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:00:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Espírito Santo vive um novo ciclo de crescimento logística, com bilhões em investimentos e projetos em andamento. Nesse cenário, a Modal Expo 2026 deve movimentar mais de R$ 100 milhões em negócios e antecipar até 30% das negociações das empresas participantes.A feira será realizada entre os dias 16 e 18 de junho, no Pavilhão de Carapina, na Serra, reunindo empresas dos setores de transporte, comércio exterior, infraestrutura e distribuição.O evento chega em um momento de forte...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Espírito Santo vive um novo ciclo de crescimento<strong> logística</strong>, com bilhões em investimentos e projetos em andamento. Nesse cenário, a <strong>Modal Expo</strong> 2026 deve movimentar mais de R$ 100 milhões em negócios e antecipar até 30% das negociações das empresas participantes.</p><p>A feira será realizada entre os dias 16 e 18 de junho, no Pavilhão de Carapina, na Serra, reunindo empresas dos setores de transporte, comércio exterior, infraestrutura e distribuição.</p><p>O evento chega em um momento de forte expansão econômica, com o estado se consolidando como um dos principais hubs logísticos do país, impulsionado por investimentos públicos e privados.</p><p>Dados do Instituto Jones dos Santos Neves mostram que o Espírito Santo tem cerca de R$ 137,6 bilhões previstos até 2029, distribuídos em mais de 1.200 projetos.</p><p>Desse total, aproximadamente R$ 35 bilhões estão diretamente ligados à infraestrutura logística, incluindo portos, rodovias e ferrovias.</p><p>Portos lideram transformação logística</p><p>O setor portuário concentra grande parte dos investimentos, com cerca de R$ 6,5 bilhões previstos para terminais no estado. Entre os principais projetos estão:</p><p>Modernização dos terminais de Vitória e Vila Velha</p><p>Também avança a construção de um novo terminal em Aracruz, com investimento estimado em R$ 2,7 bilhões e previsão de operação a partir de 2026.</p><p>A expansão logística também passa pela integração entre diferentes modais de transporte.</p><p>Obras na BR-101 e projetos ferroviários estratégicos ampliam a conexão do Espírito Santo com polos produtivos do país, aumentando a eficiência e reduzindo custos operacionais.</p><p>Modal Expo aposta em conexões e geração de negócios</p><p>Inserida nesse cenário, a Modal Expo se posiciona como uma plataforma de negócios e articulação do setor. “A Modal Expo nasce justamente com esse propósito de conectar os principais elos da cadeia logística em um momento extremamente favorável para o Espírito Santo”, afirma o diretor da feira, Marcos Milanez.</p><p>Segundo ele, o evento funciona como um acelerador de negócios, aproximando empresas, investidores e projetos.</p><p>A expectativa do setor é que o evento ajude a encurtar ciclos de negociação e ampliar a visibilidade de soluções logísticas. Para as empresas, isso representa não apenas geração imediata de negócios, mas também posicionamento estratégico em um mercado cada vez mais competitivo.</p><p><strong>Saiba mais:</strong></p><p>– A primeira edição da Modal Expo, realizada em 2025, registrou números que reforçam a relevância do evento, consolidando-se como um dos principais ambientes de networking e geração de oportunidades do setor. Ao longo de três dias, reuniu mais de 7 mil visitantes, com participação de representantes de 22 estados brasileiros.</p><p>– A projeção de negócios gerados ultrapassou R$ 65 milhões, evidenciando o potencial econômico. O evento também contou com mais de 100 marcas expositoras, cerca de 74 painelistas e uma programação que somou 72 horas de conteúdo.</p>]]></content:encoded>
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			<title>Vinho como conceito imobiliário: empreendimento nas montanhas capixabas que aposta em identidade cultural</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 07 May 2026 05:00:27 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O mercado imobiliário de alto padrão no Brasil está em busca de novos argumentos de venda. O preço por metro quadrado, a localização e a lista de amenidades já não bastam para um perfil de comprador que cresceu — em renda, em repertório e em exigência. O que esse público procura agora tem nome mais difícil de quantificar: identidade. E é exatamente aí que o Vive Le Vin, empreendimento implantado nas montanhas do Espírito Santo com vista para a Pedra Azul, encontra seu...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O mercado imobiliário de alto padrão no Brasil está em busca de novos argumentos de venda. O preço por metro quadrado, a localização e a lista de amenidades já não bastam para um perfil de comprador que cresceu — em renda, em repertório e em exigência. O que esse público procura agora tem nome mais difícil de quantificar: identidade. E é exatamente aí que o Vive Le Vin, empreendimento implantado nas montanhas do Espírito Santo com vista para a Pedra Azul, encontra seu diferencial de mercado.</p><p>A proposta da incorporadora Invite Inc. usa o universo enológico — o vinho, sua sensorialidade, seu terroir, seus processos — como linguagem estruturante de um produto imobiliário. Não como tema decorativo, mas como conceito que orienta decisões de arquitetura, design, uso dos espaços e curadoria de arte. O resultado é um empreendimento que vende uma forma de viver, não apenas um endereço.</p><p><strong>Identidade como estratégia de diferenciação</strong></p><p>O mercado de destinos de montanha no Espírito Santo vem crescendo de forma consistente nos últimos anos, impulsionado pela valorização do turismo de experiência e pela migração de parte da demanda urbana de alto padrão para destinos com apelo natural. Nesse contexto competitivo, empreendimentos genéricos perdem espaço para projetos com narrativa clara — e o Vive Le Vin nasce exatamente dessa leitura.</p><p>“Existe hoje uma busca por projetos que tenham identidade, que façam sentido para as pessoas. O Vive Le Vin nasce dessa proposta de integrar arquitetura, natureza e experiências em um mesmo lugar.”<strong>  — Cecília Zon, CEO da Invite Inc.</strong></p><p>Do ponto de vista de produto, a coerência conceitual tem valor comercial mensurável: ela reduz a necessidade de concessões de preço, atrai um perfil de comprador mais qualificado e sustenta o posicionamento da marca ao longo do ciclo de vendas.</p><p><strong>Arquitetura assinada como argumento de venda</strong></p><p>O projeto de interiores é assinado pela Inspira Conceito & Design, das arquitetas Paula e Bruna Rody, com referências sensoriais diretamente ligadas ao vinho. Luz, textura e movimento — presentes no ato de servir a bebida — foram reinterpretados nos materiais e ambientações. Painéis artísticos inspirados no fluxo do vinho na taça, estruturas que remetem a parreirais e elementos como o muro de gabião compõem uma identidade que percorre todos os espaços de convivência.</p><p>“O desafio foi traduzir a riqueza do universo do vinho — sua sensorialidade, o terroir, a uva e seus processos — em uma linguagem capaz de despertar sensações que vão além do projeto de interiores. Essa narrativa se revela em todas as escalas, da escolha das áreas comuns à curadoria de materiais, elementos e texturas.”<strong>  — Paula Rody, arquiteta e sócia da Inspira Conceito & Design</strong></p><p>No mercado imobiliário de alto padrão, projeto assinado por escritório com identidade própria funciona como selo de qualidade — e como elemento de valorização patrimonial ao longo do tempo.</p><p><strong>Arte integrada como camada de valor</strong></p><p>O Vive Le Vin incorpora obras de artistas como Ana Paula Castro, Romilda Patez e Samira Pavesi, que dialogam com a arquitetura e os interiores. A curadoria artística não é ornamental: ela amplia a experiência do espaço e adiciona uma camada de valor cultural ao produto. Em empreendimentos premium, arte integrada à arquitetura contribui diretamente para a percepção de exclusividade — e para a formação de preço.</p><p><strong>Modelo de negócio: moradia e hospitalidade no mesmo produto</strong></p><p>Um dos diferenciais estruturais do Vive Le Vin é a estrutura de resort com operação hoteleira integrada. O modelo permite que o proprietário use o imóvel como residência e, nos períodos em que não estiver presente, coloque a unidade na grade de hospedagem do empreendimento — gerando renda passiva sobre o investimento imobiliário.</p><p>Esse formato vem ganhando tração nos destinos de montanha do Sudeste brasileiro, especialmente em regiões como o entorno da Pedra Azul e do Caparaó, onde a demanda por hospedagem de alto padrão supera consistentemente a oferta qualificada. Para o comprador, é a possibilidade de transformar patrimônio imobiliário em ativo gerador de renda. Para a incorporadora, é um argumento de venda que vai além da moradia.</p><p><strong>A paisagem como componente do produto</strong></p><p>O posicionamento do empreendimento nas montanhas capixabas não é apenas cenário — é parte ativa do produto. Mirantes e áreas de convivência foram projetados para enquadrar a vista da Pedra Azul, incorporando a paisagem à experiência cotidiana. Ambientes de degustação, tasting room, adega, espaços de confraria e áreas ao ar livre inspiradas em parreirais completam uma proposta que vende um estilo de vida ancorado no território capixaba.</p><p>Para o mercado imobiliário do Espírito Santo, o Vive Le Vin sinaliza uma mudança de linguagem: quando identidade cultural vira conceito imobiliário, o produto ganha profundidade — e o comprador, razões para comprar que vão muito além do metro quadrado.</p>]]></content:encoded>
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			<title>Idalberto Luiz Moro é reeleito presidente da Fecomércio: veja nova diretoria</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:00:25 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O empresário Idalberto Luiz Moro foi reeleito nesta terça-feira (5) para continuar a presidir a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Espírito Santo (Fecomércio-ES) até 2030.A eleição foi realizada na sede da instituição, em Vitória, e também definiu a nova diretoria da federação. De acordo com a Fecomércio, o processo ocorreu de forma unânime entre os 25 sindicatos presentes.Mesmo com a reeleição, o novo quadriênio contará com uma reformulação...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O empresário Idalberto Luiz Moro foi reeleito nesta terça-feira (5) para continuar a presidir a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Espírito Santo (<strong>Fecomércio-ES</strong>) até 2030.</p><p>A eleição foi realizada na sede da instituição, em Vitória, e também definiu a nova diretoria da federação. De acordo com a Fecomércio, o processo ocorreu de forma unânime entre os 25 sindicatos presentes.</p><p>Mesmo com a reeleição, o novo quadriênio contará com uma reformulação da gestão, com a definição de novos eixos estratégicos de atuação, voltados principalmente para setores como turismo, serviços e comércio.</p><p><strong>“A proposta é ampliar a representatividade institucional, intensificar o diálogo com o poder público e fortalecer a atuação da Fecomércio-ES na defesa dos interesses empresariais, contribuindo diretamente para o desenvolvimento econômico e social do Espírito Santo”</strong>, afirmou a Fecomércio por nota.</p><p>Durante o primeiro quadriênio, foi estabelecido um novo modelo de governança, com maior alinhamento da instituição junto ao <strong>Serviço Social do Comércio no Espírito Santo</strong> (Sesc-ES) e <strong>Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Administração Regional no Espírito Santo</strong> (Senac-ES).</p><p>Isso fez com que aumentasse o número de municípios atendidos pelas três instituições, passando de 32 na gestão anterior, para todas as cidades do Estado.</p><p>De acordo com a Fecomércio, até  2028, mais de R$ 400 milhões estão sendo destinados para expandir e modernizar estruturas e serviços nas áreas de qualificação profissional, assistência social, cultura, educação, saúde, assistência social, turismo e lazer.</p><p>Ao comentar a reeleição, o presidente  agradeceu a empresários e sindicatos que fazem parte da instituição.</p><p>Agradeço a confiança dos meus pares e aos empresários do comércio do estado do Espírito Santo, que movem 70% da nossa economia e geram mais de 700 mil empregos. O nosso compromisso é seguir atuando de forma firme e avançando nos setores do comércio, serviços e turismo</p><p>Idalberto Luiz Moro, presidente da Fecomércio-ES</p><p><strong>Vice-presidente de Gestão, Planejamento e Administração</strong>: Luiz Coelho Coutinho</p><p><strong>Vice-presidente</strong>: Cláudio Pagiola Sipolatti</p><p><strong>Vice-presidente</strong>: José Carlos Bergamin</p><p><strong>Vice-presidente</strong>: César Bressan</p><p><strong>Vice-presidente</strong>: Moacyr Artemes Menegatti Júnior</p><p><strong>Primeiro Diretor Financeiro</strong>: Aurélio Cardoso da Fonseca</p><p><strong>Segundo Diretor Financeiro</strong>: Rogério Abranches Alcântara</p><p><strong>Primeiro Diretor Secretário</strong>: Lésio Rômulo Contarini Júnior</p><p><strong>Segundo Diretor Secretário</strong>: Jorge Luiz Nicchio</p><p><strong>Diretor de Patrimônio</strong>: Maurício Meireles Rocha Júnior</p><p><strong>Diretor do Setor de Comércio</strong>: Marcelo Salles Barbosa</p><p><strong>Diretor do Setor de Serviços</strong>: Waldês Calvi</p><p><strong>Diretor do Setor de Turismo</strong>: Elcimar Teixeira de Paula</p><p><strong>Diretor de Relações Institucionais</strong>: Marcus Mendes de Magalhães</p><p><strong>DIRETORES SUPLENTES: </strong>Aderbauer Ruy Pedroni, Agnaldo de Assis Martins Júnior, Ana Claudia Groberio, Carlos Antônio Marianelli, Glenda Ursula Puziol Amaral, Ilson Xavier Bozi, João Alfonso da Silva, João Luiz Dorigueti, João Tarcísio Falqueto, José Antônio Pupin, José Olavo Medici Macedo, Julio César Campagnaro, Marcos Milanez Milaneze, Renato Vianna Maia, William Carone Júnior.</p><p><strong>CONSELHO FISCAL: </strong>Sidemar de Lima Acosta, Ricardo Gomes da Silva, Darcy Junior Lugão dos Santos.</p><p><strong>CONSELHO FISCAL SUPLENTE: </strong>Delci Pereira da Silva, Eric Perim da Cruz e Erimar Trindade Ambrosio.</p><p><strong>DELEGADOS REPRESENTANTES JUNTO AO CONSELHO DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO DE BENS, SERVIÇOS E TURISMO:</strong></p><p><strong>Efetivos </strong>Idalberto Luiz Moro e José Lino Sepulcri.</p><p><strong>Suplentes: </strong>Cláudio Pagiola Sipolatti e Luiz Coelho Coutinho.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Idalberto pretende intensificar o di&aacute;logo com o poder p&uacute;blico e fortalecer a atua&ccedil;&atilde;o da Fecom&eacute;rcio-ES. Reprodu&ccedil;&atilde;o/Fecom&eacute;rcio-ES]]></media:title> 
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			<title>Preço do cacau dispara e produtores brasileiros podem ganhar espaço</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7584/preco-do-cacau-dispara-e-produtores-brasileiros-podem-ganhar-espaco.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:00:25 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O preço do cacau subiu US$ 287 em um único dia na segunda-feira, 4 de maio, fechando a US$ 3.883 por tonelada na bolsa internacional, o maior valor desde fevereiro. O gatilho foi climático: a Costa do Marfim, maior produtora mundial da amêndoa, registrou chuvas irregulares num período crítico para a formação dos frutos da safra intermediária (ciclo de março a agosto, menor que a principal, mas relevante para o abastecimento entre colheitas).A alta surpreende pelo contexto. Em 2024, o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O preço do cacau subiu US$ 287 em um único dia na segunda-feira, 4 de maio, fechando a US$ 3.883 por tonelada na bolsa internacional, o maior valor desde fevereiro. O gatilho foi climático: a Costa do Marfim, maior produtora mundial da amêndoa, registrou chuvas irregulares num período crítico para a formação dos frutos da safra intermediária (ciclo de março a agosto, menor que a principal, mas relevante para o abastecimento entre colheitas).</p><p>A alta surpreende pelo contexto. Em 2024, o cacau chegou a US$ 12,5 mil por tonelada, recorde histórico. Ao longo de 2025 e início de 2026, o preço despencou e tocou próximo a US$ 3.400 em abril. O mercado respirava aliviado com projeções de superávit global, mas as chuvas irregulares colocaram essas estimativas em xeque.</p><p>A Costa do Marfim responde por cerca de 40% da produção mundial. Junto com Gana, os dois países concentram mais de 60% de tudo que o mundo produz da amêndoa. Problemas na janela intermediária reacendem a preocupação com oferta num momento em que o mercado já monitorava outros riscos: escassez de fertilizantes em regiões produtoras africanas e a probabilidade crescente do El Niño para a safra 2026/27, que tende a trazer condições mais secas ao continente.</p><p>A reação foi imediata. O contrato de julho atingiu máxima de US$ 3.940 durante a sessão, e o mercado já trabalha com zonas de resistência entre US$ 4.200 e US$ 4.400 por tonelada. As duas principais consultorias do setor projetavam superávit global para a safra 2025/26, mas com sinais divergentes na magnitude: a StoneX estimava 287 mil toneladas excedentes; a Hedgepoint, 365 mil toneladas. Os dois números apontavam para o mesmo diagnóstico de equilíbrio no curto prazo. A irregularidade climática na Costa do Marfim começa a questionar as duas projeções.</p><p>Toda vez que a África Ocidental tropeça, o mercado procura alternativas. O Brasil é o quinto maior produtor mundial de cacau e vive expansão consistente. O Equador, segundo maior produtor global, exportou 568 mil toneladas no ano-safra 2024/25, crescimento superior a 35%. Brasil e Equador são os dois grandes fornecedores fora do eixo africano e acumulam credibilidade como opção quando a oferta do continente enfrenta dificuldades.</p><p>O Espírito Santo está no centro dessa janela. O estado é o terceiro maior produtor de cacau do Brasil, com 12.166 toneladas produzidas em 2024, distribuídas em 49 municípios e 2.806 estabelecimentos, 69% deles da agricultura familiar. Linhares concentra cerca de 70% da produção estadual, seguida por Colatina, Rio Bananal, São Mateus e Águia Branca. O Valor Bruto da Produção do cacau capixaba chegou a R$ 543,5 milhões em 2024, com projeção de crescimento de 6% para 2025.</p><p>A produtividade dá dimensão do que aconteceu na última década: saltou de 195 quilos por hectare em 2014 para 771 quilos em 2024, avanço de 295%, impulsionado por melhoramento genético e assistência técnica.</p><p>Há ainda um diferencial de posicionamento. O ES possui Indicação de Procedência registrada no Ministério da Agricultura desde 2012. Linhares é o sexto maior município produtor do Brasil em volume e realiza o Concurso de Qualidade de Amêndoas de Cacau Capixaba, que chega à 10ª edição em 2026. Num mercado que valoriza rastreabilidade e origem, esse histórico pesa na hora da negociação.</p><p><strong>Cenário de médio prazo</strong></p><p>A alta desta semana é um movimento de curto prazo. A demanda global ainda se recupera dos anos em que o preço proibitivo reduziu o consumo de chocolate: a moagem caiu quase 15% no Brasil em 2025 e quase 9% na Europa. O mercado segue com perspectiva de equilíbrio no médio prazo.</p><p>Mas o El Niño no horizonte, a revisão do excedente africano e a posição do Brasil como fornecedor alternativo confiável constroem um cenário que o produtor capixaba tem razão em acompanhar de perto.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[O Brasil no centro]]></media:title> 
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		<item>
			<title>TVV quer competir cargas com Rio e Santos após expansão de R$ 35 milhões</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:00:25 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Receita Federal autorizou o alfandegamento da Retroárea Penedo, nova área operacional do Terminal de Vila Velha (TVV), controlada pela Log-In no Porto de Vitória. Com isso, o TVV ganha 70 mil m2 de espaço habilitado para receber cargas de comércio exterior, o equivalente a 60% de sua área.Alfandegamento é o ato pelo qual a Receita Federal habilita uma área para operar com cargas de comércio exterior, sujeitando-a ao controle para nacionalização e recolhimento de tributos.A...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Receita Federal autorizou o alfandegamento da Retroárea Penedo, nova área operacional do Terminal de Vila Velha (TVV), controlada pela Log-In no Porto de Vitória. Com isso, o TVV ganha 70 mil m2 de espaço habilitado para receber cargas de comércio exterior, o equivalente a 60% de sua área.</p><p>Alfandegamento é o ato pelo qual a Receita Federal habilita uma área para operar com cargas de comércio exterior, sujeitando-a ao controle para nacionalização e recolhimento de tributos.</p><p>A expansão chega em momento de grande demanda sobre o terminal, que vem crescendo ao longo dos anos. O TVV é o único que opera contêineres no estado.</p><p>“Estávamos muito apertados. Desde 2022 negociávamos essa expansão, e em 2025 fechamos o contrato. A estrutura ficou pronta e estava pendente só o alfandegamento”, disse Gustavo Paixão, diretor de terminais da Log-In e responsável pelo TVV.</p><p>O investimento na nova área é de R$ 35 milhões. Segundo Paixão, a expansão é a conclusão de um ciclo de curto prazo que começou pela renovação tecnológica do terminal, concluída em 2024. O TVV encerrou aquele ano com movimentação acima de sua capacidade máxima, sendo a safra de café como principal vetor de crescimento.</p><p>Com a nova área operacional, a Log-In projeta não apenas absorver a demanda reprimida de clientes já presentes no Espírito Santo – café e rochas naturais são dois produtos relevantes – mas disputar cargas que hoje fluem dos estados do Sudeste e Centro-Oeste para os portos do Rio de Janeiro e Santos. </p><p>“A nossa operação em capacidade máxima gerou um efeito ruim: perdemos carga para o Rio e para Santos. Agora temos condições de reverter isso, pois temos mais área alfandegada e retomamos a conexão com a ferrovia”, afirmou Paixão.</p><p>A competição se concentra em alguns eixos já mapeados. O primeiro é pelo café de Minas Gerais e do sul da Bahia, commodity em que custo logístico e prazo são determinantes para a margem do exportador no mercado internacional. </p><p>O segundo é o segmento de tubos offshore: segundo Paixão, o TVV já se posicionou como operador logístico de dois dos principais operadores desse segmento e passou a receber cargas que o Rio de Janeiro não consegue absorver.</p><p>“Nos especializamos nesse segmento e abrimos um caminho de concorrência expressivo para cargas que usam a ferrovia”, disse o executivo. A ferrovia é o modal que conecta o interior de o centro do país ao Porto de Vitória, tornando o Espírito Santo geograficamente competitivo para cargas originadas naquele estado.</p><p>Do lado do TVV, o ciclo de curto prazo encerrado com o alfandegamento da Retroárea Penedo soma <strong>R$ 205 milhões</strong>: R$ 170 milhões em renovação tecnológica concluída em 2024 e R$ 35 milhões na expansão da área operacional. Paixão afirma que há mais <strong>R$ 500 milhões </strong>em compromissos de investimento de longo prazo já sinalizados para o terminal.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Duplo Ouro em concurso nacional: a cachaçaria de Linhares que colocou o Espírito Santo no topo dos destilados do Brasil</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7581/duplo-ouro-em-concurso-nacional-a-cachacaria-de-linhares-que-colocou-o-espirito-santo-no-topo-dos-de.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:00:19 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Às margens do Rio Doce, na Fazenda Tupã em Linhares, uma operação familiar está redefinindo o que o mercado nacional espera de uma cachaça artesanal capixaba. O Alambique Princesa Isabel acaba de conquistar quatro medalhas na edição 2026 do Concurso New Spirits — competição de referência no setor de destilados no Brasil —, com o ápice sendo o Duplo Ouro para a Princesa Isabel Nebbiolo: a distinção máxima do concurso, concedida apenas a bebidas de excelência sensorial fora da ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Às margens do Rio Doce, na Fazenda Tupã em Linhares, uma operação familiar está redefinindo o que o mercado nacional espera de uma cachaça artesanal capixaba. O Alambique Princesa Isabel acaba de conquistar quatro medalhas na edição 2026 do Concurso New Spirits — competição de referência no setor de destilados no Brasil —, com o ápice sendo o Duplo Ouro para a Princesa Isabel Nebbiolo: a distinção máxima do concurso, concedida apenas a bebidas de excelência sensorial fora da curva.</p><p>O resultado não é episódico. É a mais recente entrega de uma estratégia de longo prazo que combina investimento em infraestrutura, rigor técnico na produção e uma ambição deliberada de ocupar espaço no segmento premium dos destilados nacionais.</p><p><strong>R$ 2 milhões para competir no topo</strong></p><p>Entre 2025 e 2026, o alambique investiu R$ 2 milhões na modernização da destilação e na ampliação da capacidade de armazenamento em madeiras nobres — Jequitibá-Rosa, Jaqueira, Carvalho e Amburana. O investimento não altera a essência do processo: colheita manual da cana, fermentação com leveduras selecionadas e maturação longa em tonéis de madeira. Ele amplia a escala sem abrir mão do método, que é justamente o diferencial que o mercado premium valoriza e que os jurados de concursos internacionais reconhecem.</p><p>“O reconhecimento nos mostra que estamos no caminho certo.”<strong>  — Pedro Cellia, proprietário do Alambique Princesa Isabel</strong></p><p>A aposta é consistente com o comportamento do consumidor de destilados premium no Brasil: um comprador que pesquisa origem, processo de produção e certificações antes de escolher uma garrafa. Medalhas em concursos de prestígio funcionam, nesse contexto, como atestados de qualidade com validade de mercado.</p><p><strong>Medalhas que abrem mercado nacional</strong></p><p>O Duplo Ouro no New Spirits 2026 teve um desdobramento comercial imediato: como prêmio pela conquista, o Alambique Princesa Isabel garantiu stand exclusivo na ExpoCachaça BH 2026, a maior feira do setor no país, realizada em Belo Horizonte. O evento é o principal ponto de contato entre produtores artesanais, sommeliers, importadores e distribuidores — uma vitrine direta para o mercado nacional e para a distribuição qualificada.</p><p>Para uma cachaçaria do interior do Espírito Santo, estar presente nesse ambiente com stand exclusivo não é apenas reconhecimento: é acesso a canais de distribuição que podem escalar o negócio de forma sustentável.</p><p><strong>Resultados no Concurso New Spirits 2026</strong></p><p><strong>Duplo Ouro</strong>: Princesa Isabel Nebbiolo — premiação máxima da competição</p><p><strong>Ouro</strong>: Princesa Isabel Jequitibá Rosa</p><p><strong>Prata</strong>: Princesa Isabel Carvalho/Amburana</p><p><strong>Mérito Sensorial</strong>: Mar Gin</p><p><strong>Um histórico que antecede o sucesso recente</strong></p><p>A trajetória do Alambique Princesa Isabel não começa em 2026. A cachaçaria acumula uma sequência de premiações que atravessa mercados e continentes — e que justifica o patamar de investimento atual:</p><p><strong>Cúpula da Cachaça 2018</strong>: 1º lugar na categoria Cachaça Branca</p><p><strong>Spirits Selection by Concours Mondial de Bruxelles 2021</strong>: Grande Ouro (Carvalho) e Ouro (Amburana)</p><p><strong>Spirits Selection Internacional — Itália 2023</strong>: Ouro para a Soleira Brasileira</p><p><strong>ExpoCachaça 2020 e 2023</strong>: múltiplas medalhas de Ouro em diferentes rótulos</p><p><strong>Cúpula da Cachaça 2026</strong>: única cachaça capixaba na fase final do ranking</p><p>O histórico de premiações internacionais — especialmente o Grande Ouro em Bruxelas, um dos concursos de destilados mais respeitados do mundo — posiciona a Princesa Isabel num seleto grupo de cachaças brasileiras com credencial de exportação.</p><p><strong>Da biodiversidade capixaba ao mercado nacional</strong></p><p>Fundado por Adão Cellia e Maria Isabel de Moraes, o alambique é conduzido hoje por Pedro Cellia com a supervisão técnica do mestre de adega Leandro Marelli. A operação explora a biodiversidade da região do Rio Doce para escolha das madeiras de maturação — um ativo territorial que nenhum concorrente de outra região pode replicar.</p><p>Para o Espírito Santo, o caso do Alambique Princesa Isabel é um modelo de como produção artesanal com investimento consistente e foco em qualidade pode transformar um empreendimento familiar em referência nacional — e colocar Linhares no mapa do mercado premium de destilados do Brasil.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Parte do parque fabril do Alambique Princesa Isabel, em Linhares (Divulga&ccedil;&atilde;o)
Entre 2025 e 2026, o alambique investiu R$ 2 milh&otilde;es na moderniza&ccedil;&atilde;o da destila&ccedil;&atilde;o e na amplia&ccedil;&atilde;o da capacidade de armazen]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Idalberto Luiz Moro é reeleito presidente da Fecomércio-ES para mandato até 2030</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:00:18 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[reelegeu, nesta terça-feira (5), o presidente Idalberto Luiz Moro, juntamente com a nova diretoria da entidade. A eleição foi realizada na sede da instituição, em Vitória, e definiu a gestão para o quadriênio 2026–2030.Com a inscrição de chapa única, o processo eleitoral ocorreu de forma unânime entre os sindicatos participantes — 25 dos 26 filiados — consolidando a recondução da atual liderança. O resultado reflete a confiança das entidades representativas e das...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>reelegeu, nesta terça-feira (5), o <strong>presidente Idalberto Luiz Moro</p><p></strong>, juntamente com a nova diretoria da entidade. A eleição foi realizada na sede da instituição, em Vitória, e definiu a gestão para o quadriênio 2026–2030.</p><p>Com a inscrição de chapa única, o processo eleitoral ocorreu de forma unânime entre os sindicatos participantes — 25 dos 26 filiados — consolidando a recondução da atual liderança. O resultado reflete a confiança das entidades representativas e das lideranças empresariais na continuidade do trabalho desenvolvido pela Federação.</p><p>O novo mandato marca também um momento de reformulação estratégica. A proposta da gestão é ampliar a representatividade institucional, fortalecer o diálogo com o poder público e intensificar a atuação na defesa dos interesses dos setores de comércio, serviços e turismo, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Espírito Santo.</p><p><strong data-start="1050" data-end="1080">Avanços da gestão anterior</strong></p><p>O ciclo 2022–2026 foi destacado por uma série de avanços estruturais e institucionais. Entre eles, a implantação de um novo modelo de governança integrada entre a Federação, o Sesc-ES</p><p>Também houve fortalecimento sindical, com o aumento do número de entidades filiadas — de 22 para 26 sindicatos —, além da ampliação da atuação das instituições em todo o estado, passando de 32 para 78 municípios atendidos.</p><p>Outros destaques incluem o incentivo ao turismo como vetor de desenvolvimento econômico, a modernização da infraestrutura hoteleira do Sesc-ES em cidades como Domingos Martins, Guarapari e Praia Formosa, em Aracruz, além da construção da nova sede integrada do Sistema Comércio-ES.</p><p>Até 2028, mais de R$ 400 milhões devem ser investidos na expansão e modernização de estruturas e serviços nas áreas de qualificação profissional, assistência social, cultura, educação, saúde, turismo e lazer.</p><p><strong data-start="2061" data-end="2098">Compromisso com o setor produtivo</strong></p><p>Ao comentar a reeleição, Idalberto Luiz Moro destacou o compromisso com o fortalecimento do setor produtivo e o papel estratégico da entidade.</p><p>“Agradeço à confiança dos meus pares e aos empresários do comércio do Espírito Santo, que movem cerca de 70% da nossa economia e geram mais de 700 mil empregos. Nosso compromisso é seguir avançando nos setores do comércio, serviços e turismo”, afirmou.</p><p>O presidente também ressaltou a importância da atuação conjunta com sindicatos e instituições do Sistema Comércio na transformação social do estado.</p><p><strong data-start="2654" data-end="2681">Desafios da nova gestão</strong></p><p>A diretoria reeleita assume com o desafio de dar continuidade às ações institucionais e implementar iniciativas inovadoras que fortaleçam ainda mais o Sistema Comércio no Espírito Santo. A expectativa é consolidar a Fecomércio-ES como referência na defesa dos interesses empresariais e no desenvolvimento dos setores que representa.</p><p><strong data-start="3021" data-end="3051">Nova diretoria (2026–2030)</strong></p><p><strong data-start="3053" data-end="3068">Presidente:</strong> Idalberto Luiz Moro<strong data-start="3091" data-end="3151">Vice-presidente de Gestão, Planejamento e Administração:</strong> Luiz Coelho Coutinho<strong data-start="3175" data-end="3196">Vice-presidentes:</strong> Cláudio Pagiola Sipolatti, José Carlos Bergamin, César Bressan e Moacyr Artemes Menegatti Júnior<strong data-start="3296" data-end="3322">Diretores financeiros:</strong> Aurélio Cardoso da Fonseca e Rogério Abranches Alcântara<strong data-start="3382" data-end="3408">Diretores secretários:</strong> Lésio Rômulo Contarini Júnior e Jorge Luiz Nicchio<strong data-start="3462" data-end="3488">Diretor de Patrimônio:</strong> Maurício Meireles Rocha Júnior<strong data-start="3522" data-end="3546">Diretores setoriais:</strong> Marcelo Salles Barbosa (Comércio), Waldês Calvi (Serviços) e Elcimar Teixeira de Paula (Turismo)<strong data-start="3646" data-end="3685">Diretor de Relações Institucionais:</strong> Marcus Mendes de Magalhães</p><p>Além disso, a estrutura conta com diretores suplentes, conselho fiscal e delegados representantes junto à Confederação Nacional do Comércio (CNC), reforçando a governança da entidade para o novo ciclo.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Diretoria eleita para a nova gest&atilde;o da Fecom&eacute;rcio-ES &ndash; Foto: divulga&ccedil;&atilde;o
Compromisso com o setor produtivo
Ao comentar a reelei&ccedil;&atilde;o, Idalberto Luiz Moro destacou o compromisso com o fortalecimento do se]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Novo Desenrola com uso do FGTS: saiba quando usar ou se o melhor é evitar</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 05 May 2026 05:00:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O novo Programa Desenrola Brasil agora prevê que o trabalhador possa usar parte do saldo disponível no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar a quitar dívidas renegociadas.O programa foi assinado nessa segunda-feira (4) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pelas regras, haverá a possibilidade de utilizar até 20% do saldo do FGTS ou o limite máximo de R$ 1 mil, valendo o menor valor entre eles.De acordo com as novas regras:o consumidor renegocia a dívida dentro...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O novo Programa Desenrola Brasil agora prevê que o trabalhador possa usar parte do saldo disponível no <strong>Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)</strong> para ajudar a quitar dívidas renegociadas.</p><p>O programa foi assinado nessa segunda-feira (4) pelo presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong>. Pelas regras, haverá a possibilidade de utilizar até 20% do saldo do FGTS ou o limite máximo de R$ 1 mil, valendo o menor valor entre eles.</p><p>De acordo com as novas regras:</p><p>o consumidor renegocia a dívida dentro do programa;</p><p>após a aprovação, parte do saldo do FGTS poderá ser usada para reduzir ou quitar o débito;</p><p>o recurso será direcionado diretamente para o pagamento da dívida negociada.</p><p>Segundo o governo, a medida busca diminuir o valor financiado e facilitar o pagamento das parcelas, reduzindo o risco de inadimplência.</p><p>O FGTS é um dinheiro que empresas depositam todos os meses para trabalhadores com carteira assinada. Esse valor fica guardado em uma conta vinculada ao trabalhador e funciona como uma espécie de reserva financeira.</p><p>Normalmente, o FGTS pode ter utilizações em situações específicas, como:</p><p>demissão sem justa causa;</p><p>No novo Programa Desenrola Brasil, o governo quer permitir que parte desse dinheiro também tenha utilidade para pagar dívidas.</p><p>Na prática, funciona como usar uma parte da sua própria reserva do FGTS para diminuir o valor que você deve ao banco ou à financeira.</p><p>Para entrar no Desenrola, os endividados podem procurar os canais oficiais dos bancos e operadoras de cartão de crédito.</p><p>O governo informou ainda que a mobilização nacional do programa terá duração inicial de 90 dias. Nesse período, bancos e instituições financeiras devem concentrar campanhas e condições especiais para estimular a renegociação das dívidas.</p><p>Com o novo modelo, muitas pessoas se perguntaram se utilizar o FGTS na quitação de dívidas realmente vale à pena.</p><p>Para sanar essas dúvidas, o economista-chefe do o <strong>Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Espírito Santo</strong> (Ibef-ES), Felipe Storch, relata que a modalidade faz sentido quando a dívida tem juros muito elevadas, como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal não consignado.</p><p>Nessas situações, o custo da dívida costuma ser muito superior ao rendimento do FGTS, que historicamente é baixo. Trocar uma dívida cara por um recurso com baixa rentabilidade tende a gerar ganho financeiro imediato, reduzindo o endividamento e o risco de inadimplência.</p><p>Felipe Storch, economista-chefe do Ibef-ES</p><p>Ele explica que a adesão é vantajosa quando há desconto relevante no valor total da dívida ou redução expressiva da taxa de juros.</p><p>Além disso, também é positiva quando melhora o fluxo de caixa da família, reduzindo parcelas mensais e liberando renda para consumo básico ou reorganização financeira. Outro ponto importante é a possibilidade de limpar o nome, o que reabre acesso ao crédito formal.</p><p>A modalidade também pode ajudar devedores a aumentarem o score de crédito, o que facilitaria acesso a cartões e outros benefícios.</p><p>Em termos macroeconômicos, pode estimular o consumo no curto prazo ao liberar renda, segundo ele.</p><p>O especialista explica que algumas coisas devem ser evitadas quando o assunto é a utilização do FGTS. Quando usado para quitar dívidas pequenas ou com juros baixos, por exemplo.</p><p>Isso porque, segundo ele, a pessoa pode perder uma reserva importante e voltar rapidamente à inadimplência.</p><p>Ele explica que quando não é viável utilizar o Desenrola, a melhor alternativa é negociar diretamente com o credor. Dessa forma é possível, talvez, ter um aumento de prazo para a quitação ou redução de juros.</p><p><strong>“Em alguns casos, a portabilidade de crédito para linhas mais baratas é mais eficiente. Também é fundamental reorganizar o orçamento, priorizando o pagamento das dívidas mais caras e evitando novas contrações de crédito”</strong>, disse.</p><p>O <strong>Desenrola Brasil</strong> prevê descontos significativos, variando de 30% a 90% sobre o valor total da dívida.</p><p>Outra novidade é a oferta de um novo crédito para que o consumidor consiga quitar pendências financeiras. Esse financiamento poderá ser usado para pagar dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 e que estejam em atraso entre 90 dias e dois anos.</p><p>Segundo as regras anunciadas, a <strong>taxa máxima de juros será de 1,99% ao mês</strong>, com prazo de até 48 meses para o pagamento das parcelas.</p><p>Após os descontos aplicados, o valor máximo da renegociação será de até R$ 15 mil por pessoa em cada instituição financeira.</p><p>O programa também contará com garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO), que é um mecanismo usado pelo governo para reduzir o risco das operações e facilitar a concessão do crédito.</p><p>Por fim, o governo ainda anunciou que as pessoas que aderirem ao Desenrola ficarão bloqueados de todas as <strong>plataformas de apostas</strong>, ou bets, durante um ano.</p><p>Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos. Não foi nosso governo que deixou as bets entrarem no Brasil, mas é o nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando.</p><p>Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, em pronunciamento de rádio e TV no dia 1º</p><p>*Texto sob a supervisão da editora Jaqueline Vianna.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[FGTS pode ser usado para quitar d&iacute;vidas, mas &eacute; necess&aacute;rio avaliar vantagens. Cr&eacute;dito: Jo&eacute;dson Alves/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Diretoria da CVC vem ao ES e mira voo direto com Argentina</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7565/diretoria-da-cvc-vem-ao-es-e-mira-voo-direto-com-argentina.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 05 May 2026 05:00:27 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A CVC Corp está em fase avançada de negociações para realizar sua Convenção Nacional de Vendas em Vitória e já enxerga a possibilidade do primeiro voo de passageiros internacional na capital.O CEO da companhia, Fabio Mader, e o CFO, Felipe Gomes, estiveram em Vitória ontem para uma reunião com o Sebrae-ES e a Fecomércio-ES – duas organizações que tem investido no desenvolvimento do turismo no estado.Esse foi primeiro encontro formal entre as partes para viabilizar o evento, que...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A CVC Corp está em fase avançada de negociações para realizar sua Convenção Nacional de Vendas em Vitória e já enxerga a possibilidade do primeiro voo de passageiros internacional na capital.</p><p>O CEO da companhia, Fabio Mader, e o CFO, Felipe Gomes, estiveram em Vitória ontem para uma reunião com o Sebrae-ES e a Fecomércio-ES – duas organizações que tem investido no desenvolvimento do turismo no estado.</p><p>Esse foi primeiro encontro formal entre as partes para viabilizar o evento, que deve reunir 2.200 participantes entre lideranças do Brasil e da Argentina. “Estamos praticamente finalizando de trazer a convenção da CVC Corp para a região”, disse Mader. “Toda a liderança da companhia Brasil e Argentina estará aqui.”</p><p>Para Mader, a convenção é ponto de partida para um plano maior de desenvolver o turismo no estado. “É uma iniciativa que não termina com a convenção. Começa com a convenção”, disse. </p><p> Um dos principais desdobramentos discutidos pela CVC para atuar como formadora de demanda para um voo direto entre Vitória e a Argentina. Essa rota  já circula como possibilidade no setor de aviação e poderia ser viabilizada ainda neste ano.</p><p>“A gente queria que a CVC fosse uma geradora de demanda”, afirmou Mader. A companhia é a maior operadora de viagens da América Latina,  com uma rede de 1.600 lojas espalhadas pelo Brasil e presença relevante no mercado de pacotes turísticos para destinos sul-americanos.</p><p>Segundo o Idalberto Moro, presidente da Fecomércio-ES e presidente do conselho do Sebrae/ES, já existem conversas em aberto sobre o voo internacional e a CVC será uma parceira importante nesse movimento.</p><p>“A CVC chega ao Espírito Santo em um momento em que o estado vem se consolidando como destino turístico. A vinda deles fortalece esse movimento, dado o potencial capixaba em turismo gastronômico, religioso e cultural. Eles saíram impressionados. Estão receptivos exatamente por causa do bom momento que o estado vive.” O Sebrae-ES e a Fecomércio-ES estão apoiando institucionalmente a agenda da Convenção de Vendas, reforçando com nossa capacidade técnica. A CVC tem capacidade de venda que atinge milhões de pessoas no Brasil e na Argentina. Isso abre espaço inclusive para um voo fretado para a Argentina”, afirma Idalberto.</p><p>O objetivo de médio prazo é ampliar o fluxo de turistas argentinos para o Espírito Santo e estimular a venda de pacotes do estado para o turismo lá.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Fabio Mader, CEO da CVC Corp]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Fim da escala 6×1: O que falta para aprovar a mudança? Quem será afetado? Tire 15 dúvidas</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7564/fim-da-escala-6-1-o-que-falta-para-aprovar-a-mudanca-quem-sera-afetado-tire-15-duvidas.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 05 May 2026 05:00:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A PEC (proposta de emenda à Constituição) pelo fim da escala 6×1 —seis dias de trabalho e um de descanso — avança na Câmara dos Deputados. Na quarta-feira (29), foi instalada a comissão especial para andamento da medida, que pode reduzir a jornada de trabalho de 44 horas semanais para 36 horas.O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou os deputados Leo Prates (Republicanos-BA) como relator e Alencar Santana (PT-SP) como presidente da comissão. Motta destacou que ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A PEC (proposta de emenda à Constituição) pelo fim da escala 6×1 —seis dias de trabalho e um de descanso — avança na Câmara dos Deputados. Na quarta-feira (29), foi instalada a comissão especial para andamento da medida, que pode reduzir a jornada de trabalho de 44 horas semanais para 36 horas.</p><p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou os deputados Leo Prates (Republicanos-BA) como relator e Alencar Santana (PT-SP) como presidente da comissão. Motta destacou que a condução do processo deve ser equilibrada e defendeu a proposta como uma forma de buscar justiça para a classe trabalhadora brasileira.</p><p>Dados do Google Trends mostram que as buscas sobre o fim da escala 6×1 atingiram pico no mês de abril. Apesar do avanço da discussão na Câmara, muitos brasileiros ainda têm dúvidas sobre a jornada e como serão afetados pela mudança. Confira as principais perguntas e respostas sobre o fim da escala 6×1.</p><p><strong>COMO FUNCIONA A ESCALA 6X1? QUANTAS HORAS SEMANAIS SE TRABALHA NA ESCALA 6X1?</strong></p><p>A escala 6×1 é aquela na qual o funcionário trabalha seis dias da semana e folga apenas um, geralmente aos domingos. A jornada padrão no país é de 44 horas semanais, conforme está previsto pela Constituição. Como o total de horas trabalhadas por dia está limitada a oito, em geral, o trabalhador cumpriria a jornada de 40 horas na semana ao trabalhar de segunda a sexta e, aos sábados, deveria cumprir mais quatro horas.</p><p><strong>COMO SERIA O FIM DA ESCALA 6X1? QUAL A PROPOSTA DA PEC?</strong></p><p>Há propostas diferentes em discussão. As duas PECs que estão sendo debatidas na Câmara — dos deputados Reginaldo Lopes (PT-MG) e Erika Hilton (PSOL-SP) — preveem a redução da jornada de 44 horas semanais para 36. Elas alteram trecho do artigo 7º da Constituição e não trazem detalhamento sobre outros direitos.</p><p>A PEC de Erika Hilton propõe redução de 44 para 36 horas semanais, com limite de oito horas de trabalho por dia e jornada de quatro dias por semana, sem redução de salário, e com possibilidade de acordo ou convenção coletiva para outra forma de compensação de horas.</p><p>A PEC de Reginaldo Lopes propõe jornada de trabalho de 36 horas semanais, com limite de oito horas por dia, mas sem determinar que deverão ser apenas quatro dias de trabalho e três de descanso, e prevendo também uma transição por até dez anos.</p><p>Há ainda um projeto de lei enviado pelo governo Lula que reduz a jornada para 40 horas semanais, cria a escala 5×2, e deixa claro que não pode haver redução de salário. Hugo Motta, porém, optou pela tramitação das PECs. O projeto, no entanto, tem tramitação de urgência e vai trancar a pauta do Congresso se não for votado até julho.</p><p>O texto final ainda será avaliado e votado no plenário. A comissão especial criada para a PEC vai debater pontos importantes, como, por exemplo, se poderá haver redução salarial ou não, se haverá compensação tributária para as empresas, qual será o limite de horas e dias trabalhados, e se a transição será gradual ou imediata.</p><p><strong>O FIM DA ESCALA 6X1 É IMPOSSÍVEL?</strong></p><p>Não, o fim da escala 6×1 não é impossível e o país já teve redução de jornada em outro momento. Na Constituição de 1988, a jornada de trabalho no Brasil caiu de 48 horas para 44 horas semanais. A jornada pode tanto mudar por PEC quanto por projeto de lei. A PEC é mais segura do ponto de vista jurídico.</p><p>No entanto, segundo juristas e especialistas em direito do trabalho, o projeto de lei também tem validade e poderia fazer com que houvesse redução da jornada de trabalho de forma mais rápida, por ter tramitação mais agilizada. Além disso, obedece ao que está na Constituição, propondo uma jornada menor, não maior.</p><p>O texto constitucional é um limitador da carga horária. Ele estabelece que a jornada deve ser de até 44 horas semanais. Qualquer medida que proponha algo menor é válida. Aumentar a jornada é que teria de ser, obrigatoriamente, por PEC.</p><p><strong>A PARTIR DE QUANDO MUDARIA?</strong></p><p>Não é possível prever uma data para a redução da jornada de trabalho. Isso porque depende da aprovação da PEC, de como ela será aprovada, ou seja, quais os novos termos serão previstos na proposta, após a tramitação da medida tanto na Câmara quanto no Senado.</p><p>Além disso, há ainda o projeto de lei do governo, que tem regime de urgência e, se não for aprovado até julho, tranca a pauta de todo o Congresso. Nas celebrações de 1º de Maio, integrantes da cúpula governista afirmaram esperar que a escala 6×1 esteja “enterrada” até julho.</p><p>Na Câmara, o presidente e o relator da comissão especial disseram que pretendem votar a PEC até o dia 28 de maio. A implementação da mudança, porém, é um dos pontos centrais da discussão. Há propostas para que a transição seja feita de forma gradual, em até dez anos, no caso da PEC de Reginaldo Lopes, ou que entre em vigor 360 dias após sua promulgação, como na proposta de Erika Hilton.</p><p>O projeto do governo prevê alteração imediata assim que houver sanção presidencial e publicação da lei.</p><p><strong>O QUE FALTA PARA O FIM DA ESCALA 6X1?</strong></p><p>A comissão especial para discutir o tema já está instalada na Câmara dos Deputados e pode durar até 40 sessões do plenário. A expectativa, porém, é que a Câmara vote a proposta até o dia 28 de maio. A aprovação, no entanto, depende do que se chama de maioria qualificada.</p><p>Por se tratar de PEC, é necessário que haja votação em dois turnos em cada uma das casas, ou seja, na Câmara e no Senado, com ao menos três quintos dos parlamentares a favor da medida: 308 deputados e 49 senadores favoráveis em cada uma das votações. Depois, para passar a valer, precisa ser promulgada no Congresso.</p><p>O projeto de lei exige maioria simples, com 50% dos votos mais um, além de sanção presidencial. Em ambos os casos, se houver alteração no Senado do texto que foi votado na Câmara, ele precisa voltar para a Câmara para ser votado novamente, o que pode atrasar ainda mais a medida.</p><p><strong>QUAIS SÃO OS ARGUMENTOS A FAVOR DO FIM DA ESCALA 6X1?</strong></p><p>Há diversos argumentos contra o fim da escala 6×1, que vão desde econômicos, a mudanças no mercado de trabalho e impactos na saúde dos trabalhadores e da população em geral.</p><p>Há ainda argumentos ligados ao desenvolvimento de crianças e adolescentes, já que os pais — em especial, as mães — passariam mais tempo em casa; possíveis melhoras em índices educacionais; e até mesmo questões religiosas, com mais tempo para que trabalhadores — em especial, mulheres — possam professar sua fé.</p><p>O impacto na saúde física e mental dos trabalhadores é comprovado por dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho) que afirma que mais de 840 mil pessoas por ano morrem por consequências de problemas psicossociais decorrentes do trabalho, como burnout, AVC (Acidente Vascular Cerebral), doenças cardiovasculares e suicídio.</p><p>Um estudo da universidade americana Boston College mostrou que os funcionários de empresas que reduziram os dias de trabalho tiveram reduções significativas de burnout, melhora na saúde mental e física, maior satisfação com o trabalho e aumento da produtividade.</p><p>A nova escala também vai possibilitar o convívio do trabalhador com a família, além de mais tempo para investir em estudo e qualificação profissional, lazer e prática de atividades físicas.</p><p>No que diz respeito aos argumentos econômicos, estudo do professor Naercio Menezes Filho, do Insper e da FEA/USP (Faculdade de Economia Aplicada da Universidade de São Paulo), feito por ele e colegas nas décadas de 1980 e 1990, quando a jornada de trabalho foi reduzida de 48 para 44 horas semanais, mostra que os afetados não tiveram aumento de desemprego em relação aos demais e que a probabilidade de saída do trabalho até diminuiu.</p><p>Segundo o professor, a renda cresceu e o bem-estar foi comprovado.</p><p><strong>ARGUMENTOS CONTRA O FIM DA ESCALA 6X1?</strong></p><p>Os principais argumentos contra o fim da escala 6×1 são econômicos e estão ligados aos impactos no PIB (Produto Interno Bruto). Levantamento do economista Daniel Duque, da FGV-Ibre (Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas), mostrou que diminuir jornada sem cortar salário elevaria o custo do trabalho, pressionando empresas a ajustar preços.</p><p>O estudo projeta redução de cerca de 638 mil postos de trabalho, com impactos maiores em setores como construção, comércio e agropecuária e queda de 0,7% no PIB.</p><p>Há ainda a preocupação com o aumento da informalidade. O levantamento conclui que a consequência da redução de horas trabalhadas seria uma queda de até 2% na produção do setor formal.</p><p>Outro estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostrou que a medida elevaria o custo da mão de obra em 7,84% no país, levando-se em consideração o trabalho formal, com contratos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), e uma redução de 44 horas para 40 horas semanais com escala 5×2.</p><p>Para implantação da escala 4×3, com 36 horas de trabalho por semana, os custos subiriam 17,57%. A alta, no entanto, poderia ser absorvida pela economia, por se assemelhar à política de valorização do salário mínimo, com reajuste acima da inflação.</p><p><strong>QUAL A POSIÇÃO DE LULA SOBRE O FIM DA ESCALA 6X1?</strong></p><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é um defensor da jornada de 40 horas semanais desde que era sindicalista no ABC Paulista, no início da década de 1980. Ele e outros deputados do PT e de partidos ligados à centro-esquerda foram os responsáveis pela redução da jornada de 48 horas para 44 horas semanais na Constituição de 1988.</p><p>O sindicalista Miguel Torres, presidente da Força Sindical e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, se lembra de quando os metalúrgicos faziam greve em São Paulo por jornadas de trabalho menores. “Ocupávamos a fábrica e a greve só acabava quando a jornada era reduzida. Houve um momento de passarmos 30 dias cercados pela polícia na fábrica”, conta.</p><p>Lula defendeu o fim da 6×1, com redução da jornada de 44 para 40 horas, sem redução salarial em pronunciamento em rede nacional na véspera do 1º de Maio como forma de aproximar as famílias.</p><p>“Muitas mães saem de casa para trabalhar cedo, com os filhos ainda dormindo e voltam tarde, com os filhos já na cama. Ela só tem um dia para descansar e cuidar da família. Isso não é justo”, disse o presidente. “O trabalho dignifica, constrói o país, mas não pode separar mães e filhos.”</p><p><strong>QUAL A POSIÇÃO DE FLÁVIO BOLSONARO SOBRE O FIM DA ESCALA 6X1?</strong></p><p>Flávio Bolsonaro (PL-RJ), até o momento, não se pronunciou publicamente sobre a questão. Seu partido, o PL, defende alterações no texto, como o regime de contratação por hora, o que na prática representaria corte salarial proporcional à redução da jornada.</p><p>Parlamentares alinhados à direita não querem que a proposta seja votada antes das eleições por temer que até mesmo deputados e senadores da base sejam pressionados a aprovar a medida visando o espólio eleitoral.</p><p>Na avenida Paulista, movimentos de direita apoiadores da candidatura de Flávio e defensores da liberdade de Jair Bolsonaro (PL) realizaram manifestação contra o 1º de Maio. Eles tentaram se esquivar do debate sobre o fim da escala 6×1, mas um de seus organizadores, Giovani Falcone, disse à Folha de S.Paulo que é contra acabar com essa escala e que o movimento defende os empresários e seu direito de adotar qualquer tipo de jornada.</p><p><strong>EMPRESÁRIOS SÃO CONTRA O FIM DA ESCALA 6X1?</strong></p><p>A classe empresarial brasileira está dividida sobre a pauta, mas com maioria das federações e associações de empregadores contra a medida. Alguns setores, como o agronegócio e a indústria, vêm fazendo críticas à proposta e apresentando estudos com impactos econômicos negativos muito relevantes.</p><p>Em evento recente, o presidente da ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu), o pecuarista Arnaldo Borges, fez um apelo aos parlamentares para que “apoiem contrariamente essa pauta tão nociva para o nosso agro”.</p><p>O presidente da Fiemg (Federação das Indústrias de Minas Gerais), Mário Marques, disse que a proposta “é uma medida eleitoreira, pensada mais nas eleições do que nas consequências práticas para a economia.”</p><p>O presidente da Abras (Associação Brasileira de Supermercados), João Galassi, propõe um modelo de contratação no qual o funcionário seria pago por hora trabalhada. “Não concordamos em reduzir o número de horas de 44 para 40 porque não fecha a conta”, disse ele à Folha de S.Paulo.</p><p>Já alguns empresários são a favor e, inclusive, já implementaram a nova escala, observando resultados positivos. É o caso de Caito Maia, CEO da Chilli Beans, e Jerônimo Bocayuva, sócio da rede de restaurantes Gurumê. Ao adotar a escala 5×2, Bocayuva viu o índice de rotatividade diminuir em 30% e as faltas, com ou sem justificativa por atestado, caírem quase pela metade.</p><p><strong>MERCADOS VÃO ABRIR AOS DOMINGOS COM O FIM DA ESCALA 6X1?</strong></p><p>Sim. A ideia não é afetar o consumidor, e sim reduzir a jornada do trabalhador. O comércio deve continuar funcionando normalmente, já que a Constituição permite organização da jornada por meio de acordo ou convenção coletiva.</p><p>Embora as PECs não tratem diretamente de como seria o funcionamento de locais de trabalho onde outras escalas são necessárias, como é o caso de hospitais, por exemplo, o projeto do governo determina uma escala de trabalho 5×2, com dois dias de descanso, mas não determina em quais dias da semana.</p><p>A proposta do Executivo também deixa claro que as outras escalas podem continuar existindo, desde que se respeite o novo limite de trabalho de 40 horas semanais e que todo trabalhador tenha o direito a dois dias de descanso semanal.</p><p><strong>QUAIS PAÍSES ABOLIRAM A ESCALA 6X1?</strong></p><p>França, Holanda e Reino Unido são alguns exemplos. Na França, a jornada de trabalho é de 35 horas, implementada em 1998. Na Holanda, a jornada é ainda menor, de 32 horas divididas na escala 4×3, ou seja, o indivíduo trabalha quatro dias por semana e folga nos outros três. No Reino Unido, várias empresas já funcionam na escala 4×3, embora a determinação ainda não seja oficial.</p><p><strong>QUAL O CUSTO DO FIM DA ESCALA 6X1?</strong></p><p>Uma projeção do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostrou alta de 7,84% no custo da mão de obra considerando a redução da jornada para 40 horas. O custo, porém, deve ser reabsorvido pela economia, segundo o pesquisador Felipe Pateo, técnico de planejamento do Ipea e um dos responsáveis pelo estudo.</p><p>Outro estudo, da CNI (Confederação Nacional da Indústria), mostrou que o fim da escala 6×1 elevaria os custos das empresas brasileiras em até R$ 267,2 bilhões por ano. O montante equivale a 7% da folha de pagamento e leva em conta redução da jornada de 44 para 40 horas semanais.</p><p>Os gastos podem ser menores ou maiores a depender da estratégia adotada: se contratação de pessoal — o que custa mais — ou pagamento de horas extras. Neste último cenário, a alta de despesas chegaria a R$ 178,2 bilhões por ano. O impacto percentual na indústria seria de 11,1%, com elevação de custos entre R$ 87,8 bilhões no primeiro cenário e R$ 58,5 bilhões no segundo.</p><p><strong>QUANTAS PESSOAS TRABALHAM NA ESCALA 6X1?</strong></p><p>Segundo dados da Rais (Relação Anual de Informações Sociais) de 2023, dos 44 milhões de trabalhadores contratados pela CLT no Brasil, 31,8 milhões trabalham na jornada de 44 horas semanais. Estudo do Ipea mostrou, porém, que os profissionais com jornada de trabalho de 44 horas semanais — em geral, em escala 6×1 — têm salário 57,7% menor, em média, do que os que trabalham 40 horas semanais.</p><p>Os dados mostram que o salário médio do brasileiro de quem tem jornada de até 40 horas por semana — em geral, em escala 5×2 — é de R$ 6.211. Quem tem jornada de 44 horas recebe 42,3% desse valor, o que dá R$ 2.626,05. Quando o pagamento é por hora, a remuneração é ainda menor. O valor médio corresponde a 38,5% de R$ 6.211, o que dá R$ 2.391,24.</p><p>De acordo com o estudo, a diferença seria explicada por conta da baixa escolaridade. Mais de 83% dos vínculos de quem tem jornada de 44 horas é de pessoas com o ensino médio completo. O percentual cai para 53% entre os que têm ensino superior.</p><p><strong>QUAL A PROPORÇÃO DA POPULAÇÃO QUE APOIA O FIM DA ESCALA 6X1?</strong></p><p>Segundo pesquisa Datafolha feita em março, 71% dos brasileiros apoiam o fim da escala 6×1, enquanto 27% é contra a mudança e 3% não opinou.</p><p><strong>SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – ANAHI MARTINHO E CRISTIANE GERCINA</strong></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Reprodu&ccedil;&atilde;o
O FIM DA ESCALA 6X1 &Eacute; IMPOSS&Iacute;VEL?]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>80% vendido antes da entrega: Royal Lancaster confirma Itaparica como o endereço mais quente do mercado imobiliário capixaba</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 05 May 2026 05:00:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Oitenta por cento das unidades vendidas antes da entrega. Esse índice, em qualquer praça do mercado imobiliário brasileiro, seria lido como sinal claro de demanda reprimida e produto bem posicionado. Na Praia de Itaparica, em Vila Velha, ele confirma algo que o setor já vinha sinalizando: a região virou o endereço mais competitivo do segmento de médio e alto padrão no Espírito Santo.O empreendimento que protagoniza esse desempenho é o Royal Lancaster Residence, da Proeng, situado na...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Oitenta por cento das unidades vendidas antes da entrega. Esse índice, em qualquer praça do mercado imobiliário brasileiro, seria lido como sinal claro de demanda reprimida e produto bem posicionado. Na Praia de Itaparica, em Vila Velha, ele confirma algo que o setor já vinha sinalizando: a região virou o endereço mais competitivo do segmento de médio e alto padrão no Espírito Santo.</p><p>O empreendimento que protagoniza esse desempenho é o Royal Lancaster Residence, da Proeng, situado na Avenida Saturnino Rangel Mauro, na segunda quadra do mar. Com apartamentos de três quartos e unidades garden, o projeto foi desenvolvido com conceito inspirado no icônico Royal Lancaster London — referência de sofisticação e contemporaneidade que a construtora traz para o litoral capixaba.</p><p><strong>Itaparica como ativo imobiliário</strong></p><p>O sucesso de vendas do Royal Lancaster não é um fenômeno isolado — é produto de uma transformação urbana consolidada nos últimos anos. Itaparica combina infraestrutura estabelecida, orla com apelo natural, proximidade com serviços e um perfil de público que mistura compradores de moradia e investidores em busca de valorização de longo prazo.</p><p>“O crescimento ordenado, a excelente infraestrutura e o apelo natural da região transformaram o bairro em um polo urbano altamente desejado por diferentes perfis de público.”<strong>  — Andrea Lessa, gerente geral comercial da Proeng</strong></p><p>Esse posicionamento tem consequências diretas sobre o VGV — Valor Geral de Vendas — dos empreendimentos lançados na área. Quanto maior a percepção de segurança e valorização do bairro, mais rápida a absorção das unidades pelo mercado. Os 80% de vendas do Royal Lancaster antes da entrega são, nesse contexto, um indicador de liquidez: o produto encontra comprador antes mesmo de estar pronto.</p><p><strong>Produto pensado para dois perfis de comprador</strong></p><p>A leitura da Proeng sobre o sucesso do empreendimento aponta para uma combinação deliberada de atributos que servem tanto ao comprador de moradia quanto ao investidor.</p><p>“O Royal Lancaster Residence reúne localização privilegiada, conceito contemporâneo e a solidez de uma empresa com forte atuação no Espírito Santo, o que gera confiança e atratividade tanto para moradia quanto para investimento.”<strong>  — Andrea Lessa, gerente geral comercial da Proeng</strong></p><p>No segmento de médio e alto padrão, essa dualidade é estratégica: ampliar o universo de compradores potenciais reduz o tempo de absorção das unidades e sustenta o patamar de preço ao longo do ciclo de vendas.</p><p><strong>Diferenciais que precificam o produto</strong></p><p>Do ponto de vista de produto, o Royal Lancaster entrega lazer na cobertura com vista privilegiada — elemento de alto impacto em precificação de imóveis de padrão elevado. A Proeng ancora o empreendimento em três selos proprietários que funcionam como promessas mensuráveis ao comprador: o Proeng Eco, voltado ao uso de materiais de baixo impacto ambiental e gestão de resíduos; o Proeng Tecno, com tecnologias para redução do consumo de energia; e o Proeng Smart, que incorpora o conceito europeu de Cidades de 15 Minutos — a capacidade de resolver a rotina diária com deslocamentos mínimos, a partir de uma localização cercada por escolas, supermercados e serviços.</p><p>Esse último atributo tem ganhado peso crescente nas decisões de compra de imóveis urbanos no Brasil, impulsionado por mudanças de comportamento pós-pandemia e pela valorização da mobilidade a pé como qualidade de vida.</p><p><strong>36 anos de presença em Vila Velha</strong></p><p>Por trás do Royal Lancaster está uma empresa com histórico mensurável no mercado capixaba. O Grupo Proeng S.A. tem 36 anos de atuação e, somente em Vila Velha, já entregou 18 empreendimentos — mais de 200 mil metros quadrados construídos e mais de 1.400 unidades. É esse histórico que transforma a marca em argumento de venda: no mercado imobiliário, reputação é garantia.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Fachada noturna do empreendimento (Divulga&ccedil;&atilde;o)
A leitura da Proeng sobre o sucesso do empreendimento aponta para uma combina&ccedil;&atilde;o deliberada de atributos que servem tanto ao comprador de moradia quanto ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Oportunidades do Espírito Santo na cadeia da indústria química</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7550/oportunidades-do-espirito-santo-na-cadeia-da-industria-quimica.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Mon, 04 May 2026 05:00:25 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As guerras entre Rússia e Ucrânia e entre Israel, EUA e Irã fizeram retomar, de forma mais intensa, o debate sobre a dependência do mundo em relação aos combustíveis fósseis. Não que essa preocupação já não tivesse sido colocada e provocado reações. Afinal, desde a primeira crise do petróleo, no início da década de 1970, e as que se seguiram, movimentos foram feitos em busca de fontes alternativas de energia. Nesse aspecto, o Brasil foi pioneiro com o etanol. E, no mundo,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As guerras entre Rússia e Ucrânia e entre Israel, EUA e Irã fizeram retomar, de forma mais intensa, o debate sobre a dependência do mundo em relação aos combustíveis fósseis. Não que essa preocupação já não tivesse sido colocada e provocado reações. Afinal, desde a primeira crise do petróleo, no início da década de 1970, e as que se seguiram, movimentos foram feitos em busca de fontes alternativas de energia. Nesse aspecto, o Brasil foi pioneiro com o etanol. E, no mundo, novas fontes energéticas e veículos elétricos já indicam mudanças profundas.</p><p>A questão é que, no caso desses dois conflitos, outras frentes de preocupações e desafios se tornaram mais evidentes. Entre elas, destaca-se o suprimento global de insumos críticos para as cadeias produtivas de fertilizantes e derivados da indústria gás-química — duas frentes estratégicas das quais o Brasil ainda mantém forte dependência externa. Para agravar, trata-se justamente de áreas sob influência de conflitos, sujeitas a interrupções, como ocorre no momento. No caso dos fertilizantes, a situação é ainda mais crítica, pois afeta diretamente o agronegócio.</p><p>Observando mais atentamente esses dois cenários, que na verdade se fundem em um só — já que convergem para o tema central da transição energética —, podemos vislumbrar boas e estratégicas oportunidades para o Espírito Santo. Afinal, além de dispor de insumos como petróleo, gás e grande reserva de sal-gema, o estado conta com uma localização estratégica que possibilita conexões globais e nacionais, além de logística integrada e em grande escala (portos, rodovias e ferrovia).</p><p>O que se quer dizer com isso é que existem espaços abertos para o Espírito Santo integrar-se a cadeias globais e, ao mesmo tempo, cobrir déficits internos — ou seja, onde o consumo aparente supera a produção.</p><p>Esse cenário de possibilidades e oportunidades não é novo. Quando da elaboração do ES 2025, plano de desenvolvimento de longo prazo para o Espírito Santo, em 2005, foi definido como projeto estruturante e estratégico a implantação de um polo gás-químico — antecipando-se, inclusive, ao “boom” da extração de petróleo e gás offshore que ocorreria poucos anos depois.</p><p>Curiosamente, o referido projeto integrava a macroestratégia “Agregação de valor e diversificação da economia do Espírito Santo”. Ao longo do tempo, essa macroestratégia evoluiu e, na versão ES 500 Anos, passou a se denominar Missão 1, incorporando inovação e sustentabilidade.</p><p>Em nota técnica anexa ao ES 2025, a empresa Macroplan desenvolveu de forma detalhada o que posteriormente se transformaria em projeto da Petrobras: o polo gás-químico. O projeto chegou a estágio avançado, inclusive com definição de localização entre Aracruz e Linhares.</p><p>Previa-se ali, tendo o gás como matéria-prima, a produção de metanol — produto básico da petroquímica —, amônia e ureia — utilizadas em fertilizantes —, hidrogênio e eteno, a partir da separação de etano e propano. No caso do propano, abria-se caminho para a cadeia de plásticos e PVC, com ampla gama de aplicações.</p><p>Há ainda outra frente de oportunidades ao norte do estado, mais precisamente em Conceição da Barra, onde se encontra uma grande reserva de sal-gema. A partir desse recurso, é possível desenvolver uma variada gama de produtos e subprodutos. Destacam-se os grandes ramos: cloro, soda cáustica e hidrogênio.</p><p>Do cloro pode-se chegar ao PVC, derivado do cloreto de vinila (VCM) e a diversos produtos derivados. A “árvore de produtos” da soda cáustica também é extensa, incluindo sabões, detergentes e insumos para diferentes usos industriais, como nas indústrias têxtil, de papel e celulose e de alumínio.</p><p>Entretanto, é no grupo do hidrogênio que se encontram oportunidades mais alinhadas com o cenário de transição energética, que se apresenta como eixo estratégico central. De um lado, ao atender à urgência atual de garantir o suprimento de insumos para a produção de fertilizantes, por meio da amônia. De outro, com um olhar voltado para o futuro, ao apostar no desenvolvimento do hidrogênio verde.</p><p>Temos, assim, importantes frentes de oportunidades para a atração de investimentos no estado.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Sooretama atrai investimentos e avança em polo industrial de café</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7549/sooretama-atrai-investimentos-e-avanca-em-polo-industrial-de-cafe.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Mon, 04 May 2026 05:00:24 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Sooretama não é mais apenas um município produtor de café conilon. Nos últimos 12 meses, o município deu passos concretos para se posicionar como um dos principais polos de industrialização e beneficiamento de café do Brasil e uma nova negociação em curso reforça esse movimento.O município negocia a instalação de uma empresa do setor cafeeiro entre as 10 maiores do segmento de beneficiamento de café no país. A empresa manifestou interesse na implantação de um parque...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Sooretama não é mais apenas um município produtor de café conilon. Nos últimos 12 meses, o município deu passos concretos para se posicionar como um dos principais polos de industrialização e beneficiamento de café do Brasil e uma nova negociação em curso reforça esse movimento.</p><p>O município negocia a instalação de uma empresa do setor cafeeiro entre as 10 maiores do segmento de beneficiamento de café no país. A empresa manifestou interesse na implantação de um parque logístico numa área de aproximadamente 1 milhão de metros quadrados, onde haverá atividades de armazenamento, beneficiamento, distribuição, compra e venda de café. As tratativas estão em fase de negociação e a identidade da empresa não pode ser divulgada neste momento. </p><p>Sooretama não está sozinha nessa trajetória. Ao lado de Linhares, município vizinho que já concentra tradings e estruturas de beneficiamento consolidadas, os dois municípios formam um dos maiores polos cafeeiros do Brasil, reunindo produção em escala, infraestrutura logística e agora capacidade crescente de industrialização. </p><p>Em setembro de 2025, a DM Descafeinadores do Brasil inaugurou uma unidade fabril no em Sooretama com investimento de R$ 150 milhões. A fábrica, de 9.526 metros quadrados distribuídos em seis pavimentos, projeta adquirir 250 mil sacas de café por ano de produtores capixabas para produzir 200 mil sacas de café descafeinado, além de comercializar a cafeína extraída para as indústrias de alimentos, cosméticos e farmacêutica.  Cerca de 80% da produção será exportada, atendendo marcas como Nespresso e Três Corações. </p><p>“Estamos no centro da maior concentração de coffea canephora do ocidente, que é fundamental para a indústria do solúvel. A vocação logística do Espírito Santo é indiscutível”, destacou o diretor da empresa, Carlos Santana, na inauguração.  </p><p>A escolha de Sooretama especificamente reflete uma combinação que o mercado passou a reconhecer: proximidade da lavoura, acesso à BR-101, corredor logístico para os portos da Grande Vitória e de Aracruz, e custo de terreno significativamente abaixo dos municípios vizinhos que já foram valorizados, como Linhares e Aracruz.</p><p>Para o produtor de conilon do Norte do estado, a consolidação desse polo industrial tem implicações diretas. Mais empresas processando café na região significa mais compradores disputando a produção local, mais opções de comercialização e, potencialmente, maior poder de barganha para o agricultor. Significa também mais empregos industriais na cadeia, do operário da fábrica ao técnico de laboratório de qualidade, e mais receita circulando nos municípios produtores.</p><p>O Espírito Santo é responsável por aproximadamente 70% da produção nacional de conilon, com 286 mil hectares plantados e 49 mil propriedades rurais distribuídas em 68 municípios.  O estado sempre foi grande produtor. O que está mudando agora é que o ES está deixando de exportar apenas o grão para começar a exportar também o produto processado, com mais valor agregado e margem maior por tonelada embarcada. Essa transição não acontece de uma vez. Ela se constrói investimento a investimento, fábrica a fábrica, negociação a negociação.</p>]]></content:encoded>
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		<item>
			<title>Espírito Santo alcança 1 milhão de cooperados pela primeira vez</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Mon, 04 May 2026 05:00:24 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Espírito Santo atingiu a marca de 1 milhão de cooperados pela primeira vez na história, segundo dados preliminares do Sistema OCB/ES. O setor é mais conhecido no estado por cooperativas consolidadas em setores como saúde, crédito e agronegócio, como Unimed, Sicoob e Cooabriel, além de organizações de transporte, consumo e educação.O número se refere exclusivamente a cooperados no estado, independentemente de as cooperativas sediadas no Espírito Santo operarem em outras regiões. ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Espírito Santo atingiu a marca de 1 milhão de cooperados pela primeira vez na história, segundo dados preliminares do Sistema OCB/ES. O setor é mais conhecido no estado por cooperativas consolidadas em setores como saúde, crédito e agronegócio, como Unimed, Sicoob e Cooabriel, além de organizações de transporte, consumo e educação.</p><p>O número se refere exclusivamente a cooperados no estado, independentemente de as cooperativas sediadas no Espírito Santo operarem em outras regiões. O Sicoob ES anunciou 1 milhão de associados no ano passado, mas esse total inclui cooperados do Rio de Janeiro, Bahia e São Paulo.</p><p>Vale lembrar que os cooperados são sócios das cooperativas, com direito a participar da gestão e dos resultados. O dado não inclui funcionários de cooperativas nem o conjunto mais amplo de pessoas economicamente impactadas.</p><p>O dado anterior, de dezembro de 2024, registrava 114 cooperativas e 968 mil cooperados no estado. Em relação a 2020, quando o Espírito Santo somava 435 mil cooperados, o crescimento chega a 129%. Proporcionalmente à população, o Espírito Santo é o segundo estado brasileiro com maior penetração do cooperativismo.</p><p>O principal vetor da expansão foi o cooperativismo de</p><p>“O crescimento significativo do número de cooperados no Espírito Santo nos últimos anos está diretamente ligado à expansão exponencial do cooperativismo de crédito no estado. A expansão do Sicoob ES e a chegada do Sicredi foi igualmente relevante, assim como o crescimento de outros sistemas como o Cresol. Algumas cooperativas do agro e da saúde também se expandiram de maneira expressiva”, afirma Carlos André Santos Oliveira, diretor-executivo do Sistema OCB/ES, que representa o setor no estado.</p><p>O diretor-executivo do Sistema OCB/ES argumenta que essa expansão contribui para o crescimento econômico descentralizado no Espírito Santo, atraindo investimentos e reduzindo a dependência da população do assistencialismo.</p><p>“Dados do IBGE confirmam dois indicadores relevantes: nas regiões com cooperativismo mais forte, o índice de acesso ao Bolsa Família é menor e o IDH é mais elevado, em comparação com outras regiões do país”, defende.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[cr&eacute;dito: o segmento passou de 371 mil para 868 mil cooperados entre 2020 e 2024.]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Feira vai debater avanço da logística e infraestrutura no ES</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7539/feira-vai-debater-avanco-da-logistica-e-infraestrutura-no-es.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sun, 03 May 2026 05:00:24 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Espírito Santo vive um ciclo de expansão de sua infraestrutura logística, consolidando-se como um dos principais polos estratégicos do país, sustentado por uma carteira expressiva de investimentos. De acordo com o Instituto Jones dos Santos Neves, o Estado concentra cerca de R$ 137,6 bilhões em aportes previstos até 2029, distribuídos em mais de 1.200 projetos.É neste contexto que o setor logístico vai debater as perspectivas futuras durante a Modal Expo 2026, feira que reunirá...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <strong>Espírito Santo</strong> vive um ciclo de expansão de sua <strong>infraestrutura logística</strong>, consolidando-se como um dos principais polos estratégicos do país, sustentado por uma carteira expressiva de investimentos. De acordo com o <strong>Instituto Jones dos Santos Neves</strong>, o Estado concentra cerca de R$ 137,6 bilhões em aportes previstos até 2029, distribuídos em mais de 1.200 projetos.</p><p>É neste contexto que o setor logístico vai debater as perspectivas futuras durante a <strong>Modal Expo 2026</strong>, feira que reunirá representantes das áreas de transporte, comércio exterior, infraestrutura e distribuição, entre os dias 16 e 18 de junho, no Pavilhão de Carapina, na Serra.</p><p>A expectativa dos organizadores é de que o evento movimente mais de R$ 100 milhões em negócios.</p><p>Aportes para portos, rodovias e ferrovias</p><p>Levantamento do Instituto Jones dos Santos Neves aponta que o Espírito Santo reúne uma carteira de cerca de R$ 137,6 bilhões em investimentos previstos até 2029, distribuídos em mais de 1.200 projetos.</p><p>Dentro desse montante, aproximadamente R$ 35 bilhões estão destinados ao setor logístico, com prioridade para obras de expansão e modernização de portos, rodovias e ferrovias.</p><p>Investimentos em logística e transporte</p><p>O setor portuário concentra parte significativa desses investimentos. Estão previstos cerca de R$ 6,5 bilhões para os terminais capixabas, incluindo projetos como Porto Central, Porto da Imetame e a modernização dos terminais de Vitória e Vila Velha.</p><p>Também está em andamento a implantação de um novo terminal em Aracruz, com investimento estimado em R$ 2,7 bilhões e previsão de início das operações em 2026. O projeto deve ampliar a capacidade de movimentação de cargas no Estado.</p><p>Além disso, os complexos portuários de Vitória e Vila Velha seguem em expansão. Em 2025, os dois movimentaram cerca de 7,9 milhões de toneladas de cargas, segundo dados do setor.</p><p>Além disso, a ampliação da malha logística também envolve obras de integração entre diferentes modais de transporte. Intervenções na BR-101 e projetos ferroviários buscam fortalecer a conexão do Espírito Santo com outros polos produtivos do país.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o/Modal Expo]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Mais de 200 agroindústrias e associações foram regularizadas no ES</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7537/mais-de-200-agroindustrias-e-associacoes-foram-regularizadas-no-es.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Sun, 03 May 2026 05:00:18 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Além de levar conhecimento, apoio técnico e insumos para o homem e a mulher do campo, o projeto Arranjos Produtivos é uma “mão na roda” na formação de agroindústrias, ajudando a agregar valor à produção, e na organização dos trabalhadores em associações, para que eles possam atuar de forma coletiva.Desde o início do projeto, em 2023, foram mais de 200 agroindústrias e associações que a iniciativa da Assembleia Legislativa (Ales) ajudou a constituir ou regularizar.De Rio...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Além de levar conhecimento, apoio técnico e insumos para o homem e a mulher do campo, o projeto Arranjos Produtivos é uma “mão na roda” na formação de agroindústrias, ajudando a agregar valor à produção, e na organização dos trabalhadores em associações, para que eles possam atuar de forma coletiva.</p><p>Desde o início do projeto, em 2023, foram mais de 200 agroindústrias e associações que a iniciativa da Assembleia Legislativa (Ales) ajudou a constituir ou regularizar.</p><p>De Rio Novo do Sul, Região Sul do Espírito Santo, vêm dois bons exemplos do apoio do Arranjos. Carolini de Freitas Menegardo, proprietária do Bela Vista Café Especial, conta que começou com a marca em 2023, sendo pioneira no café especial no município. Naquele mesmo ano, fez o “lote teste” e, em 2024, entrou definitivamente no mercado de cafés especiais.</p><p>“A nossa maior dificuldade foi conseguir regularizar o café para ter mais mercado. No início a gente vendia só para o consumidor final, mas com o passar dos anos veio a demanda para entrar em supermercados, conveniências, delicatessens e nos mercados digitais. Para isso, a gente precisava se certificar e era muito difícil procurar essa informação e as pessoas que pediam para fazer isso cobravam um valor alto e a gente não sentia confiança nelas”, relata.</p><p>Nesse cenário entrou o trabalho de Alessandra Vasconcelos Albergaria, consultora de Agroindústria do Arranjos Produtivos. “Ela fez todo o processo de rotulagem dos cafés. Hoje, ele está todo certificado para entrar em qualquer mercado. (…) Estamos vendendo também pela Shopee e temos e-commerce próprio no nosso site. A gente pode comercializar para o Brasil todo. (…) E foi muito rápido esse processo com a Alessandra, e gratuito. Já estamos pensando em ter a nossa própria torrefação”, afirma.</p><p>Quem também recebeu o auxílio do Arranjos e viu seu negócio deslanchar foi Drielem Perim Zambe, dona da IceDri Sorvetes e Picolés Artesanais Juçara. A empreendedora começou a produção de forma artesanal, buscando valorizar a juçara, uma palmeira que produz frutos roxos semelhantes ao açaí. “Com o tempo fui aprimorando a produção de sorvetes e trabalhando com a polpa, sempre com foco na qualidade e na valorização da agricultura familiar”, diz.</p><p>Entretanto, Drielem enfrentou dificuldades em seu negócio na parte de estrutura, regularização e orientação técnica, e foi aí que o atendimento dos técnicos do Arranjos Produtivos fez toda a diferença. “Eles ajudaram a esclarecer dúvidas e a organizar melhor o processo produtivo. A regularização do espaço está em andamento, com avanços importantes graças a esse acompanhamento”, frisa.</p><p>Essas duas mulheres de sucesso são unânimes em recomendar o trabalho do projeto. “O Arranjos faz toda a diferença para quem está começando ou enfrentando dificuldades, porque oferece suporte, orientação e incentiva o crescimento dos pequenos empreendedores, fortalecendo toda a cadeia da juçara”, comenta Drielem.</p><p>“A gente indica e recomenda o projeto, porque foi através dele que a gente conseguiu atingir os mercados e aumentar a nossa renda por conta dos registros. Hoje, a gente consegue comercializar a maior quantidade de produtos. E, principalmente, o Arranjos tem profissionais adequados e capacitados para atender, e muito humanos”, reforça Carolini.</p><p>Alessandra menciona que, até o momento, o projeto Arranjos Produtivos atendeu 103 estabelecimentos e que 65 agroindústrias foram regularizadas. As principais áreas foram: torrefação e moagem de café (pó de café), polpa de frutas e leite e derivados (em especial, queijo e iogurte).</p><p>Duas consultoras atuam nos 36 municípios abrangidos pelo projeto: uma é a responsável pelas regiões Noroeste e Norte; e a outra pelo Sul e Caparaó. Em cada região existe um mobilizador e em cada município tem um técnico, são essas pessoas que têm contato direto com o produtor e trazem as demandas para as consultoras organizarem as agendas de atendimento.</p><p>“As consultorias são realizadas de forma presencial, e as visitas técnicas são para avaliação do terreno, ou local de produção, medição dos estabelecimentos etc. De forma remota, realizamos a elaboração dos documentos técnicos, como requerimentos, projetos de adequação ou construção das agroindústrias (plantas baixas), rotulagem do produto (tabela nutricional e demais dizeres técnicos) e outros documentos, a depender da necessidade de cada agroindústria”, explica.</p><p>Alessandra ressalta que a regularização das agroindústrias traz uma série de benefícios, como aumento da renda, agregação de valor ao produto, melhoria na qualidade, identificação da marca por meio dos rótulos, possibilidade de emissão de notas fiscais e ampliação da segurança jurídica e sanitária.</p><p>“Essa regularização permite que o produtor deixe a informalidade e acesse novos mercados. Com o registro sanitário, é possível vender para supermercados, mercearias e participar de licitações públicas, como o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) e o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos)”, salienta.</p><p>Outro braço do projeto ajuda na constituição e regularização de instituições. Já foram 139 até o momento, entre institutos, associações e cooperativas. A maior parte delas (116) são de associações compostas por agricultores familiares, como esclarece João Passos, consultor de Associativismo e Cooperativismo do Arranjos Produtivos.</p><p>“Os produtores nos procuram demais. Muitos têm falta de conhecimento ou uma associação que foi criada sem objetivos. A regularização traz várias vantagens. Eles se tornam mais independentes, mais recursos chegam para o coletivo e ainda podem participar dos projetos em programas governamentais”, enfatiza.</p><p>Um dos agricultores apoiados pelo projeto é Matheus Pancieri Sellin, que produz café e limão. Em julho de 2025, foi formalizada a Associação Princesa do Campo, em Montanha, que já conta com três produtores. Ele fala que conheceu o Arranjos pelas redes sociais e se interessou pela iniciativa.</p><p>“Recebemos orientação técnica para construção de ata saneadora para regularização da associação. A maior dificuldade era ter a formação técnica para elaboração dessa ata e conseguimos com o Arranjos Produtivos, por isso recomendo fazer parte do projeto”, destaca.</p><p>Segundo a secretária da Casa dos Municípios, Joelma Costalonga, o projeto opera na regulamentação das associações em várias vertentes, como na formalização jurídica, organização administrativa, acesso a políticas públicas e enquadramento em programas como economia solidária (via Aderes). Isso permite que os associados tenham acesso a crédito, participem de editais e comercializem seus produtos.</p><p>Já no suporte às agroindústrias, o projeto oferece consultoria técnica especializada, apoio à legalização e licenciamento, orientação estrutural (instalações, produção e normas sanitárias) e melhoria de processos e agregação de valor. “O foco é transformar a produção primária em produto com valor agregado (queijo, derivados etc)”, conclui.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Conta de luz: 325 mil famílias no ES têm direito ao desconto e não sabem</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7527/conta-de-luz-325-mil-familias-no-es-tem-direito-ao-desconto-e-nao-sabem.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 02 May 2026 05:00:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Mais de 325 mil famílias do Espírito Santo podem ter direito à Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), programa dedicado a famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).A Tarifa Social garante isenção na cobrança do consumo mensal de energia de até 80 kWh. Caso o consumo ultrapasse esse limite, a família paga apenas pela diferença. Ou seja, se consumir 100 kWh no mês, a cobrança será referente apenas aos 20 kWh...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Mais de <strong>325 mil famílias do Espírito Santo podem ter direito à Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE)</strong>, programa dedicado a famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).</p><p>A Tarifa Social garante isenção na cobrança do consumo mensal de energia de até 80 kWh. Caso o consumo ultrapasse esse limite, a família paga apenas pela diferença. Ou seja, se consumir 100 kWh no mês, a cobrança será referente apenas aos 20 kWh excedentes.</p><p>Apesar do benefício, alguns valores continuam sendo cobrados normalmente na conta de energia, como:</p><p>Contribuição para Iluminação Pública (CIP);</p><p>Tributos municipais, que variam conforme a cidade;</p><p>Impostos estaduais e federais, como ICMS, PIS e Cofins;</p><p>Serviços extras contratados pelo cliente, como parcelamentos e taxas avulsas.</p><p>Atualmente, 269 mil famílias capixabas já são contempladas pela Tarifa Social. Para garantir o acesso ao benefício, a <strong>EDP</strong> orienta que os clientes mantenham o <strong>CadÚnico</strong> atualizado e verifiquem se a conta de energia está no nome de um integrante da família cadastrada. Caso não esteja, é necessário solicitar a troca de titularidade junto à distribuidora.</p><p>Quem tem direito ao benefício</p><p>Para receber o benefício, o consumidor deve estar enquadrado nos requisitos abaixo:</p><p>Ter renda familiar mensal de até meio salário mínimo por pessoa que vive na residência;</p><p>Famílias com idosos de 65 anos ou pessoas com necessidades especiais que recebem BPC, o Benefício de Prestação Continuada da assistência social;</p><p>Famílias inscritas no CadÚnico, com renda mensal de até 3 salários-mínimos, com pessoa portadora de doença ou patologia que demande o uso contínuo de aparelhos elétricos;</p><p>Famílias indígenas e quilombolas;</p><p>Estar inscrito no CadÚnico e com os dados atualizados no sistema;</p><p>Famílias inscritas no Cadastro Único com renda mensal de até 3 salários-mínimos, que tenham no domicílio portador de doença ou pessoas com deficiência (física, motora, auditiva, visual, intelectual e múltipla) cujo tratamento, procedimento médico ou terapêutico exija o uso continuado de aparelhos, equipamentos ou instrumentos que, para o seu funcionamento, demandem consumo;</p><p>Como verificar ou solicitar</p><p>Caso você atenda aos critérios e ainda não esteja recebendo o benefício, é possível buscar atendimento pelos canais da <strong>EDP</strong>.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Atualmente, 269 mil fam&iacute;lias capixabas j&aacute; s&atilde;o contempladas pela Tarifa Social. Foto: Marcello Casal Jr/ Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Dia das Mães: preços dos presentes variam até 429% em Vitória</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7526/dia-das-maes-precos-dos-presentes-variam-ate-429-em-vitoria.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7526/dia-das-maes-precos-dos-presentes-variam-ate-429-em-vitoria.html</guid>
			<pubDate>Sat, 02 May 2026 05:00:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Um levantamento do Procon Vitória revelou que os preços de presentes para o Dia das Mães podem variar em até 429% no comércio da capital capixaba. A diferença foi identificada em um mesmo tipo de produto, reforçando a necessidade de pesquisa antes da compra.De acordo com o estudo, o item com maior oscilação foi o lírio (pote 15), encontrado por valores entre R$ 18,90 e R$ 100,00. A pesquisa analisou 52 produtos divididos entre categorias como celulares, eletrônicos,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Um levantamento do <strong>Procon</strong> Vitória revelou que os preços de <strong>presentes</strong> para o <strong>Dia das Mães</strong> podem variar em até 429% no comércio da capital capixaba. A diferença foi identificada em um mesmo tipo de produto, reforçando a necessidade de pesquisa antes da compra.</p><p>De acordo com o estudo, o item com maior oscilação foi o <strong>lírio</strong> (pote 15), encontrado por valores entre <strong>R$ 18,90 e R$ 100,00</strong>. A pesquisa analisou 52 produtos divididos entre categorias como celulares, eletrônicos, eletrodomésticos, perfumes e flores.</p><p>Outros itens também apresentaram diferenças expressivas. Entre os <strong>celulares</strong>, o modelo Xiaomi Redmi Note 14 teve variação de <strong>123,21%</strong>, com preços que vão de R$ 1.120 a R$ 2.499,99.</p><p>Nos <strong>eletrodomésticos</strong>, a fritadeira Philco Air Fryer Oven PFR2000P apresentou diferença de <strong>104,50%</strong>, sendo vendida entre R$ 451,80 e R$ 923,92. Já entre os <strong>perfumes</strong>, o Florasense Desodorante Colônia Jequiti 25ml variou <strong>82,34%</strong>.</p><p>O levantamento também identificou variações entre lojas físicas e virtuais, inclusive dentro de uma mesma rede. <strong>Em alguns casos, produtos vendidos online não apresentaram os menores preços</strong>, contrariando a percepção comum de que o ambiente digital é sempre mais barato.</p><p>A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 28 de abril, com coleta de preços em 11 lojas físicas e 14 lojas virtuais, permitindo a comparação de produtos idênticos.</p><p>Diante das diferenças encontradas, o Procon orienta que consumidores comparem preços em diferentes estabelecimentos, verifiquem condições de compra e <strong>evitem decisões por impulso</strong>, especialmente em datas comemorativas de grande demanda como o Dia das Mães.</p><p>Lírio (pote 15) – Variação: 429,10%</p><p><strong>Eletrônicos</strong></p><p>Smartwatch Galaxy Watch 7 (Samsung) – Variação: 36,37%</p><p><strong>Eletrodomésticos</strong></p><p>Fritadeira Elétrica Philco Air Fryer Oven PFR2000P – Variação: 104,50%</p><p><strong>Celulares</strong></p><p>Smartphone Xiaomi Redmi Note 14 256GB – Variação: 123,21%</p><p>Florasense Desodorante Colônia Jequiti 25ml – Variação: 82,34%</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Imagem gerada com IA]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>A Vale no ES: hub pronto, capacidade disponível, nova mineração e ferrovia no centro</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7510/a-vale-no-es-hub-pronto-capacidade-disponivel-nova-mineracao-e-ferrovia-no-centro.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:01:53 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Espírito Santo está no mapa estratégico da Vale como hub logístico. A companhia enxerga o Estado como o ponto de conexão entre produção, ferrovia e exportação. E deixa claro que essa engrenagem já está pronta para rodar mais. “Nós temos tecnologia de ponta, conhecemos profundamente a cadeia logística e entregamos até os nossos clientes finais”. A fala é do CEO da Vale, Gustavo Pimenta, que esteve em Vitória para os 60 anos da Unidade Tubarão da empresa.Não é só manter...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Espírito Santo está no mapa estratégico da Vale como hub <strong>logístico</strong>. A companhia enxerga o Estado como o ponto de conexão entre produção, <strong>ferrovia</strong> e <strong>exportação</strong>. E deixa claro que essa engrenagem já está pronta para rodar mais. “Nós temos tecnologia de ponta, conhecemos profundamente a cadeia logística e entregamos até os nossos clientes finais”. A fala é do CEO da Vale, Gustavo Pimenta, que esteve em Vitória para os 60 anos da <strong>Unidade Tubarão da empresa</strong>.</p><p>Não é só manter a estrutura. Chegou o momento de escalar ainda mais. A Vale admite que há capacidade disponível para ampliar volumes no porto e na ferrovia. Ou seja, existe espaço físico e operacional para crescer. Porém há um limitador na origem do fluxo. E é aí que entra a EF-118. A ferrovia aparece como peça-chave para destravar essa nova etapa.</p><p>Depois de embates com o governo do Estado, a empresa afirma que atua para viabilizar o projeto, reorganizar o modelo e criar condições econômicas para o leilão. “A gente retomou essa discussão e estou otimista de que a gente consegue concluir o processo este ano”, disse o CEO.</p><p>A Vale não quer ser executora direta da obra. Quer estruturar o caminho. Quer dar viabilidade ao projeto. “Essa proposta de unificar a 118 cria uma condição econômica pra viabilizar”, afirmou Gustavo Pimenta.</p><p>Mas a ferrovia, sozinha, não resolve. O que está por trás desse movimento é uma agenda maior: destravar o setor de mineração no Brasil. E aqui está o ponto mais relevante. A empresa não fala apenas de minério de ferro. Fala de potencial, de escala e de novos minerais. “Se a gente conseguir destravar o setor de mineração no Brasil, a gente consegue crescer”, disse.</p><p>Essa visão amplia o horizonte do Espírito Santo. Porque, se a produção cresce, o fluxo cresce. E, se o fluxo cresce, o hub ganha relevância. O próprio CEO deixa isso implícito ao apontar o diferencial brasileiro. “O Brasil tem um diferencial muito único. Você tem uma tabela periódica no país, em escala e em qualidade”, afirmou.</p><p>Esse movimento encontra um Estado preparado para receber esse ciclo. A leitura da empresa sobre o ambiente local é objetiva. “As empresas olham a logística, a capacidade do Estado e o ambiente institucional regulatório”, disse.</p><p>Não por acaso, a indústria local reconhece esse efeito. Como resumiu o presidente da  Findes, Paulo Baraona: “foi através da Vale que nós criamos uma gama enorme de empresas que hoje prestam serviços no Brasil inteiro e até fora do país”.</p><p>O ponto mais importante aqui é simples. Quando uma empresa do porte da Vale passa a enxergar o Espírito Santo como hub e condiciona o crescimento à mineração e à ferrovia, o jogo muda. Porque deixa de ser uma agenda local. Passa a ser uma equação nacional. E, se essa equação fechar, o Estado não cresce na margem. Cresce em escala.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Gustavo Pimenta: Vale quer destravar setor de minera&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s, setor que apresenta oportunidades de neg&oacute;cios para a empresa. Cr&eacute;dito: Edu Kopernick]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Projeto de R$ 4 bilhões da ArcelorMittal pode começar no início de 2027</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7509/projeto-de-rs-4-bilhoes-da-arcelormittal-pode-comecar-no-inicio-de-2027.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:01:53 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A ArcelorMittal pode iniciar, em 2027, a construção do laminador de tiras a frio no Espírito Santo. O projeto, estimado em R$ 4 bilhões, será o maior investimento privado da história do ES. O estudo de viabilidade, segundo a empresa, segue em andamento e a conclusão deve ser ainda este ano.“Em nenhum momento paramos o estudo. Estamos concluindo essa etapa nos próximos meses e entregamos para votação do nosso conselho até o fim do ano”, afirmou Jorge Oliveira, presidente da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A ArcelorMittal pode iniciar, em 2027, a construção do laminador de tiras a frio no Espírito Santo. O projeto, estimado em R$ 4 bilhões, será o maior <strong>investimento</strong> privado da história do ES. O estudo de viabilidade, segundo a <strong>empresa</strong>, segue em andamento e a conclusão deve ser ainda este ano.</p><p>“Em nenhum momento paramos o estudo. Estamos concluindo essa etapa nos próximos meses e entregamos para votação do nosso conselho até o fim do ano”, afirmou Jorge Oliveira, presidente da ArcelorMittal Brasil e CEO da ArcelorMittal Aços Planos América Latina.</p><p>A decisão final de investimento depende das condições de mercado e da aprovação interna do <strong>grupo</strong>. Ainda assim, a sinalização é de avanço. “A aprovação pode acontecer este ano. A construção talvez comece no início do ano que vem”, disse o executivo.</p><p>O andamento do projeto ocorre em um contexto de resultados pressionados, porém com justificativas e bom horizonte pela frente. Em 2025, a ArcelorMittal registrou prejuízo de R$ 2,2 bilhões, apesar de manter a liderança no Brasil, com 42% da produção nacional de aço bruto. O resultado foi divulgado no final da tarde desta quinta (30).</p><p>Segundo a empresa, o resultado teve impacto de fatores externos, como o aumento das importações e tarifas internacionais. Ainda assim, há efeito contábil relevante no balanço. Trata-se do reconhecimento integral, no resultado de 2025, de um acordo relacionado à aquisição da Votorantim Siderurgia. Embora o pagamento desse acordo seja com parcelamento, as regras contábeis exigem registro do impacto financeiro uma só vez no balanço. Isso gerou um efeito negativo pontual de R$ 2,9 bilhões, distorcendo o resultado final do ano.</p><p>“Se a gente desconta dos R$ 2,2 bilhões, o resultado seria positivo. O negócio efetivamente no ano passado deu um resultado positivo”, afirmou Jorge Oliveira.</p><p>A produção total de aço somou 15,14 milhões de toneladas, queda de 1,3% em relação ao ano anterior. A receita líquida recuou 7,2%, para R$ 61,76 bilhões, enquanto o EBITDA caiu 12%, totalizando R$ 8,08 bilhões.</p><p>Pressão externa e importações</p><p>O desempenho foi impactado principalmente pelo avanço das importações de aço. Em 2025, o volume importado cresceu 20,5% e atingiu 5,7 milhões de toneladas, com taxa de penetração de 21% no mercado brasileiro.</p><p>De acordo com o presidente, o aumento da oferta externa pressionou preços e margens. “Com o volume alto de importação, o preço foi cortado, a lucratividade caiu”, afirmou.</p><p>Além disso, as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao aço brasileiro alteraram a dinâmica global. Para manter competitividade, a empresa absorveu parte desses custos, o que afetou os resultados, sobretudo no segmento de aços planos.</p><p>O cenário global também contribuiu para o ambiente adverso, com tensões geopolíticas, excesso de capacidade produtiva bem como crescimento econômico mais moderado no Brasil.</p><p>Expectativa de reversão e investimentos</p><p>Apesar do cenário, a ArcelorMittal manteve o plano de investimentos de R$ 25 bilhões no Brasil entre 2022 e 2026, com foco em modernização, expansão bem como energia renovável.</p><p>Paralelamente, a empresa acompanha os efeitos das medidas de defesa comercial adotadas pelo governo. A expectativa é de redução gradual das importações ao longo do ano. “A gente acredita que a partir do terceiro trimestre, cai, inverte a tendência”, afirmou Jorge Oliveira.</p><p>A combinação entre melhora do ambiente de mercado e avanço dos investimentos, como o laminador no Espírito Santo, é apontada como determinante para a recuperação do setor e para a retomada do crescimento da companhia no país.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Vista a&eacute;rea da ArcelorMittal: Mega investimento no Esp&iacute;rito Santo e expectativa de barreira para o a&ccedil;o que vem de fora do pa&iacute;s. Cr&eacute;dito: Mosaico Imagem/Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Fundo Soberano: 1 a cada 100 startups que se candidata recebe investimento</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7508/fundo-soberano-1-a-cada-100-startups-que-se-candidata-recebe-investimento.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:01:52 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O FIP Funses 1, fundo de venture capital do Fundo Soberano do Espírito Santo (Funses), já avaliou 5.070 empresas desde sua constituição, em maio de 2022. Desse total, apenas 48 receberam aportes efetivos, uma conversão de menos de 1% do topo do funil.O processo de seleção é estruturado em etapas progressivas. Na fase de mapeamento, 68,5% das empresas avançam para análise. Na etapa de lead, a taxa de aprovação cai para 32,6%. Quando o fundo demonstra interesse pelo investimento,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O FIP Funses 1, fundo de venture capital do Fundo Soberano do Espírito Santo (Funses), já avaliou 5.070 empresas desde sua constituição, em maio de 2022. Desse total, apenas 48 receberam aportes efetivos, uma conversão de menos de 1% do topo do funil.</p><p>O processo de seleção é estruturado em etapas progressivas. Na fase de mapeamento, 68,5% das empresas avançam para análise. Na etapa de lead, a taxa de aprovação cai para 32,6%. Quando o fundo demonstra interesse pelo investimento, passa para a etapa de negociação, onde 87,5% concluem o processo. O resultado final é um portfólio de 48 empresas aprovadas e investidas sobre um universo inicial de mais de cinco mil candidatas.</p><p>Apesar de o fundo exigir sede no Espírito Santo para realizar aportes, o funil de prospecção é nacional. São Paulo lidera o volume de empresas avaliadas, com 2.003, quase 40% do total. O Espírito Santo aparece em segundo lugar, com 591 empresas, seguido por Santa Catarina (530), Paraná (384), Rio de Janeiro (336) e Minas Gerais (319).</p><p>No entanto, mesmo com a forte presença de São Paulo no funil, dentre as 48 investidas, a região metropolitana de Vitória concentra a maior parte dos aportes.</p><p>Fintechs (startups de finanças e crédito) e healthtechs (saúde) dominam as candidaturas. As primeiras representam 15% do total de empresas avaliadas pelo fundo; as segundas, 10%. Juntas, respondem por um quarto de todas as startups analisadas.</p><p>No portfólio efetivamente investido, fintechs e healthtechs também lideram, com cinco empresas cada. Na sequência aparecem hrtechs, de recursos humanos (4), seguidas por Big Data, outros e retailtechs (varejo), com três empresas cada. Setores como inteligência artificial, alimentação, serviços jurídicos, gestão e marketing têm duas empresas cada no portfólio.</p><p><strong>Metas e distância a percorrer</strong></p><p>O fundo de investimento em startups tem horizonte de dez anos e ainda está na fase de investimentos, sem desinvestimentos realizados até o momento. O capital comprometido é de R$ 250 milhões, dos quais R$ 115,6 milhões já foram integralizados e R$ 84,2 milhões efetivamente alocados nas empresas. Outros R$ 8,9 milhões estão comprometidos a investir em operações já aprovadas.</p><p>Em número de empresas, as metas originais preveem até 50 acelerações com investimento e até 30 aportes diretos. O realizado até março de 2026 é de 36 e 12, respectivamente, o que representa 72% e 40% das projeções. O fundo, portanto, está mais adiantado na frente de aceleração do que na de investimento direto, modalidade que demanda empresas em estágio mais avançado de maturidade e tickets maiores.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[De onde v&ecirc;m as empresas]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>A Vale no ES: hub pronto, capacidade disponível, nova mineração e ferrovia no centro</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7493/a-vale-no-es-hub-pronto-capacidade-disponivel-nova-mineracao-e-ferrovia-no-centro.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:00:26 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Espírito Santo está no mapa estratégico da Vale como hub logístico. A companhia enxerga o Estado como o ponto de conexão entre produção, ferrovia e exportação. E deixa claro que essa engrenagem já está pronta para rodar mais. “Nós temos tecnologia de ponta, conhecemos profundamente a cadeia logística e entregamos até os nossos clientes finais”. A fala é do CEO da Vale, Gustavo Pimenta, que esteve em Vitória para os 60 anos da Unidade Tubarão da empresa.Não é só manter...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Espírito Santo está no mapa estratégico da Vale como hub <strong>logístico</strong>. A companhia enxerga o Estado como o ponto de conexão entre produção, <strong>ferrovia</strong> e <strong>exportação</strong>. E deixa claro que essa engrenagem já está pronta para rodar mais. “Nós temos tecnologia de ponta, conhecemos profundamente a cadeia logística e entregamos até os nossos clientes finais”. A fala é do CEO da Vale, Gustavo Pimenta, que esteve em Vitória para os 60 anos da <strong>Unidade Tubarão da empresa</strong>.</p><p>Não é só manter a estrutura. Chegou o momento de escalar ainda mais. A Vale admite que há capacidade disponível para ampliar volumes no porto e na ferrovia. Ou seja, existe espaço físico e operacional para crescer. Porém há um limitador na origem do fluxo. E é aí que entra a EF-118. A ferrovia aparece como peça-chave para destravar essa nova etapa.</p><p>Depois de embates com o governo do Estado, a empresa afirma que atua para viabilizar o projeto, reorganizar o modelo e criar condições econômicas para o leilão. “A gente retomou essa discussão e estou otimista de que a gente consegue concluir o processo este ano”, disse o CEO.</p><p>A Vale não quer ser executora direta da obra. Quer estruturar o caminho. Quer dar viabilidade ao projeto. “Essa proposta de unificar a 118 cria uma condição econômica pra viabilizar”, afirmou Gustavo Pimenta.</p><p>Mas a ferrovia, sozinha, não resolve. O que está por trás desse movimento é uma agenda maior: destravar o setor de mineração no Brasil. E aqui está o ponto mais relevante. A empresa não fala apenas de minério de ferro. Fala de potencial, de escala e de novos minerais. “Se a gente conseguir destravar o setor de mineração no Brasil, a gente consegue crescer”, disse.</p><p>Essa visão amplia o horizonte do Espírito Santo. Porque, se a produção cresce, o fluxo cresce. E, se o fluxo cresce, o hub ganha relevância. O próprio CEO deixa isso implícito ao apontar o diferencial brasileiro. “O Brasil tem um diferencial muito único. Você tem uma tabela periódica no país, em escala e em qualidade”, afirmou.</p><p>Esse movimento encontra um Estado preparado para receber esse ciclo. A leitura da empresa sobre o ambiente local é objetiva. “As empresas olham a logística, a capacidade do Estado e o ambiente institucional regulatório”, disse.</p><p>Não por acaso, a indústria local reconhece esse efeito. Como resumiu o presidente da  Findes, Paulo Baraona: “foi através da Vale que nós criamos uma gama enorme de empresas que hoje prestam serviços no Brasil inteiro e até fora do país”.</p><p>O ponto mais importante aqui é simples. Quando uma empresa do porte da Vale passa a enxergar o Espírito Santo como hub e condiciona o crescimento à mineração e à ferrovia, o jogo muda. Porque deixa de ser uma agenda local. Passa a ser uma equação nacional. E, se essa equação fechar, o Estado não cresce na margem. Cresce em escala.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Gustavo Pimenta: Vale quer destravar setor de minera&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s, setor que apresenta oportunidades de neg&oacute;cios para a empresa. Cr&eacute;dito: Edu Kopernick]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Projeto de R$ 4 bilhões da ArcelorMittal pode começar no início de 2027</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7492/projeto-de-rs-4-bilhoes-da-arcelormittal-pode-comecar-no-inicio-de-2027.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:00:25 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A ArcelorMittal pode iniciar, em 2027, a construção do laminador de tiras a frio no Espírito Santo. O projeto, estimado em R$ 4 bilhões, será o maior investimento privado da história do ES. O estudo de viabilidade, segundo a empresa, segue em andamento e a conclusão deve ser ainda este ano.“Em nenhum momento paramos o estudo. Estamos concluindo essa etapa nos próximos meses e entregamos para votação do nosso conselho até o fim do ano”, afirmou Jorge Oliveira, presidente da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A ArcelorMittal pode iniciar, em 2027, a construção do laminador de tiras a frio no Espírito Santo. O projeto, estimado em R$ 4 bilhões, será o maior <strong>investimento</strong> privado da história do ES. O estudo de viabilidade, segundo a <strong>empresa</strong>, segue em andamento e a conclusão deve ser ainda este ano.</p><p>“Em nenhum momento paramos o estudo. Estamos concluindo essa etapa nos próximos meses e entregamos para votação do nosso conselho até o fim do ano”, afirmou Jorge Oliveira, presidente da ArcelorMittal Brasil e CEO da ArcelorMittal Aços Planos América Latina.</p><p>A decisão final de investimento depende das condições de mercado e da aprovação interna do <strong>grupo</strong>. Ainda assim, a sinalização é de avanço. “A aprovação pode acontecer este ano. A construção talvez comece no início do ano que vem”, disse o executivo.</p><p>O andamento do projeto ocorre em um contexto de resultados pressionados, porém com justificativas e bom horizonte pela frente. Em 2025, a ArcelorMittal registrou prejuízo de R$ 2,2 bilhões, apesar de manter a liderança no Brasil, com 42% da produção nacional de aço bruto. O resultado foi divulgado no final da tarde desta quinta (30).</p><p>Segundo a empresa, o resultado teve impacto de fatores externos, como o aumento das importações e tarifas internacionais. Ainda assim, há efeito contábil relevante no balanço. Trata-se do reconhecimento integral, no resultado de 2025, de um acordo relacionado à aquisição da Votorantim Siderurgia. Embora o pagamento desse acordo seja com parcelamento, as regras contábeis exigem registro do impacto financeiro uma só vez no balanço. Isso gerou um efeito negativo pontual de R$ 2,9 bilhões, distorcendo o resultado final do ano.</p><p>“Se a gente desconta dos R$ 2,2 bilhões, o resultado seria positivo. O negócio efetivamente no ano passado deu um resultado positivo”, afirmou Jorge Oliveira.</p><p>A produção total de aço somou 15,14 milhões de toneladas, queda de 1,3% em relação ao ano anterior. A receita líquida recuou 7,2%, para R$ 61,76 bilhões, enquanto o EBITDA caiu 12%, totalizando R$ 8,08 bilhões.</p><p>Pressão externa e importações</p><p>O desempenho foi impactado principalmente pelo avanço das importações de aço. Em 2025, o volume importado cresceu 20,5% e atingiu 5,7 milhões de toneladas, com taxa de penetração de 21% no mercado brasileiro.</p><p>De acordo com o presidente, o aumento da oferta externa pressionou preços e margens. “Com o volume alto de importação, o preço foi cortado, a lucratividade caiu”, afirmou.</p><p>Além disso, as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao aço brasileiro alteraram a dinâmica global. Para manter competitividade, a empresa absorveu parte desses custos, o que afetou os resultados, sobretudo no segmento de aços planos.</p><p>O cenário global também contribuiu para o ambiente adverso, com tensões geopolíticas, excesso de capacidade produtiva bem como crescimento econômico mais moderado no Brasil.</p><p>Expectativa de reversão e investimentos</p><p>Apesar do cenário, a ArcelorMittal manteve o plano de investimentos de R$ 25 bilhões no Brasil entre 2022 e 2026, com foco em modernização, expansão bem como energia renovável.</p><p>Paralelamente, a empresa acompanha os efeitos das medidas de defesa comercial adotadas pelo governo. A expectativa é de redução gradual das importações ao longo do ano. “A gente acredita que a partir do terceiro trimestre, cai, inverte a tendência”, afirmou Jorge Oliveira.</p><p>A combinação entre melhora do ambiente de mercado e avanço dos investimentos, como o laminador no Espírito Santo, é apontada como determinante para a recuperação do setor e para a retomada do crescimento da companhia no país.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Vista a&eacute;rea da ArcelorMittal: Mega investimento no Esp&iacute;rito Santo e expectativa de barreira para o a&ccedil;o que vem de fora do pa&iacute;s. Cr&eacute;dito: Mosaico Imagem/Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Fundo Soberano: 1 a cada 100 startups que se candidata recebe investimento</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:00:25 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O FIP Funses 1, fundo de venture capital do Fundo Soberano do Espírito Santo (Funses), já avaliou 5.070 empresas desde sua constituição, em maio de 2022. Desse total, apenas 48 receberam aportes efetivos, uma conversão de menos de 1% do topo do funil.O processo de seleção é estruturado em etapas progressivas. Na fase de mapeamento, 68,5% das empresas avançam para análise. Na etapa de lead, a taxa de aprovação cai para 32,6%. Quando o fundo demonstra interesse pelo investimento,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O FIP Funses 1, fundo de venture capital do Fundo Soberano do Espírito Santo (Funses), já avaliou 5.070 empresas desde sua constituição, em maio de 2022. Desse total, apenas 48 receberam aportes efetivos, uma conversão de menos de 1% do topo do funil.</p><p>O processo de seleção é estruturado em etapas progressivas. Na fase de mapeamento, 68,5% das empresas avançam para análise. Na etapa de lead, a taxa de aprovação cai para 32,6%. Quando o fundo demonstra interesse pelo investimento, passa para a etapa de negociação, onde 87,5% concluem o processo. O resultado final é um portfólio de 48 empresas aprovadas e investidas sobre um universo inicial de mais de cinco mil candidatas.</p><p>Apesar de o fundo exigir sede no Espírito Santo para realizar aportes, o funil de prospecção é nacional. São Paulo lidera o volume de empresas avaliadas, com 2.003, quase 40% do total. O Espírito Santo aparece em segundo lugar, com 591 empresas, seguido por Santa Catarina (530), Paraná (384), Rio de Janeiro (336) e Minas Gerais (319).</p><p>No entanto, mesmo com a forte presença de São Paulo no funil, dentre as 48 investidas, a região metropolitana de Vitória concentra a maior parte dos aportes.</p><p>Fintechs (startups de finanças e crédito) e healthtechs (saúde) dominam as candidaturas. As primeiras representam 15% do total de empresas avaliadas pelo fundo; as segundas, 10%. Juntas, respondem por um quarto de todas as startups analisadas.</p><p>No portfólio efetivamente investido, fintechs e healthtechs também lideram, com cinco empresas cada. Na sequência aparecem hrtechs, de recursos humanos (4), seguidas por Big Data, outros e retailtechs (varejo), com três empresas cada. Setores como inteligência artificial, alimentação, serviços jurídicos, gestão e marketing têm duas empresas cada no portfólio.</p><p><strong>Metas e distância a percorrer</strong></p><p>O fundo de investimento em startups tem horizonte de dez anos e ainda está na fase de investimentos, sem desinvestimentos realizados até o momento. O capital comprometido é de R$ 250 milhões, dos quais R$ 115,6 milhões já foram integralizados e R$ 84,2 milhões efetivamente alocados nas empresas. Outros R$ 8,9 milhões estão comprometidos a investir em operações já aprovadas.</p><p>Em número de empresas, as metas originais preveem até 50 acelerações com investimento e até 30 aportes diretos. O realizado até março de 2026 é de 36 e 12, respectivamente, o que representa 72% e 40% das projeções. O fundo, portanto, está mais adiantado na frente de aceleração do que na de investimento direto, modalidade que demanda empresas em estágio mais avançado de maturidade e tickets maiores.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[De onde v&ecirc;m as empresas]]></media:title> 
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		<item>
			<title>R$ 2 milhões em infraestrutura: grupo amplia capacidade hospitalar no ES e projeta crescimento de atendimentos</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7489/rs-2-milhoes-em-infraestrutura-grupo-amplia-capacidade-hospitalar-no-es-e-projeta-crescimento-de-ate.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:00:18 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Num setor onde infraestrutura é sinônimo direto de capacidade de atendimento, o Grupo Meridional está movendo capital de forma consistente. O Hospital Meridional Praia da Costa, em Vila Velha, iniciou em outubro de 2025 uma reforma estrutural de R$ 2 milhões voltada à modernização completa do pronto-socorro adulto e infantil — com impacto direto projetado sobre volume de atendimentos, tempo de espera e experiência do paciente.Em paralelo, o Hospital Meridional Vitória reconfigurou...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Num setor onde infraestrutura é sinônimo direto de capacidade de atendimento, o Grupo Meridional está movendo capital de forma consistente. O Hospital Meridional Praia da Costa, em Vila Velha, iniciou em outubro de 2025 uma reforma estrutural de R$ 2 milhões voltada à modernização completa do pronto-socorro adulto e infantil — com impacto direto projetado sobre volume de atendimentos, tempo de espera e experiência do paciente.</p><p>Em paralelo, o Hospital Meridional Vitória reconfigurou sua Unidade de Terapia Intensiva, ampliando o número de leitos privativos e reorganizando o layout para oferecer mais privacidade e conforto. O movimento das duas unidades sinaliza uma estratégia deliberada de reposicionamento da rede no mercado de saúde privada capixaba.</p><p><strong>Pronto-socorro com meta de crescimento de 12,5%</strong></p><p>Os números do Meridional Praia da Costa mostram uma operação de grande escala: o pronto-socorro registra atualmente uma média de 8 mil atendimentos por mês. Com a conclusão da reforma, a direção projeta ampliar essa capacidade para 9 mil atendimentos mensais — crescimento de 12,5% sobre o volume atual.</p><p>“Estamos investindo na experiência do paciente. A reforma tem como foco melhorar o fluxo interno e proporcionar mais conforto e eficiência no atendimento.”<strong>  — André Carvalho, diretor-geral do Hospital Meridional Praia da Costa</strong></p><p>Além do ganho em volume, a reestruturação dos fluxos internos deve reduzir o tempo de espera para o primeiro atendimento em até 20% — indicador crítico em pronto-socorros e diretamente associado à satisfação e à segurança do paciente.</p><p><strong>O que já foi entregue — e o que ainda vem</strong></p><p>A obra avança em etapas. Já foram concluídas a recepção adulta, os consultórios médicos, os corredores do setor adulto, a sala de raio-X, a farmácia do pronto-socorro e a reforma integral do pronto-socorro infantil. As equipes trabalham agora na finalização da sala de emergência e da sala de medicação — dois pontos críticos do fluxo assistencial.</p><p>O investimento de R$ 2 milhões contemplou também a aquisição de novos equipamentos para a sala de emergência, incluindo monitores e respiradores — itens de alto valor unitário e fundamentais para a capacidade de resposta em situações críticas. A reorganização física veio acompanhada de uma reconfiguração das equipes assistenciais, com foco no fluxo materno-infantil.</p><p><strong>Meridional Vitória: UTI com mais privacidade e leitos individuais</strong></p><p>No Hospital Meridional Vitória, a intervenção foi cirúrgica — no sentido literal de precisa e bem delimitada. A UTI passou por pintura completa, nova marcenaria, alteração de layout e instalação de cortinas individuais. O resultado mais tangível: a unidade saiu de oito leitos sem divisória para uma configuração com dez leitos, sendo um de isolamento, cinco privativos com televisão e quatro separados por cortinas.</p><p>“Antes eram oito leitos sem divisória, o que tirava um pouco da privacidade dos pacientes e dos familiares.”<strong>  — Thais Guzzo, diretora-geral do Hospital Meridional Vitória</strong></p><p>A ampliação de oito para dez leitos representa um acréscimo de 25% na capacidade da UTI — ganho relevante em um segmento onde cada leito intensivo representa alto custo de manutenção e alta demanda reprimida no sistema de saúde capixaba.</p><p><strong>Saúde privada como vetor de investimento no ES</strong></p><p>O movimento do Grupo Meridional insere-se em um contexto mais amplo de expansão da saúde privada no Espírito Santo. Com uma classe média crescente e pressão sobre o sistema público, hospitais e clínicas privadas têm aumentado seus investimentos em infraestrutura para capturar demanda qualificada e fidelizar pacientes. Reformas que combinam eficiência operacional, novos equipamentos e melhoria da experiência do usuário deixaram de ser diferencial — tornaram-se requisito competitivo.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Andr&eacute; Carvalho, diretor-geral do Hospital Meridional Praia da Costa (Divulga&ccedil;&atilde;o)
Os n&uacute;meros do Meridional Praia da Costa mostram uma opera&ccedil;&atilde;o de grande escala: o pronto-socorro registra atualmente uma]]></media:title> 
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