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		<title>Economia - Portal Noticias Capixaba</title>
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		<description>Portal de Notícias </description>
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			<title>Portal Noticias Capixaba</title>
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			<title>Administradora capixaba abre em mais quatro cidades e quer fechar 2026 com faturamento de R$ 20 milhões</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 21:00:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A QualiSaúde vai investir R$ 2 milhões para abrir operação em São José do Rio Preto, Natal, Santos e Porto Alegre. O movimento leva a administradora capixaba de benefícios a 15 praças e presença em 21 estados brasileiros. A expectativa é acrescentar cerca de 3 mil novas vidas à carteira, que hoje soma 56 mil beneficiários. Mais do que uma expansão geográfica, o movimento coloca uma empresa nascida no Espírito Santo em uma disputa cada vez mais nacional dentro do mercado de saúde ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A QualiSaúde vai investir R$ 2 milhões para abrir operação em São José do Rio Preto, Natal, Santos e Porto Alegre. O movimento leva a administradora capixaba de benefícios a 15 praças e presença em 21 estados brasileiros. A expectativa é acrescentar cerca de 3 mil novas vidas à carteira, que hoje soma 56 mil <strong>beneficiários</strong>. Mais do que uma expansão geográfica, o movimento coloca uma empresa nascida no Espírito Santo em uma disputa cada vez mais nacional dentro do mercado de <strong>saúde suplementar</strong>. Do mesmo modo, <strong>a QualiSaúde projeta fechar 2026 com 60 mil vidas e faturamento mensal de R$ 20 milhões. E, ainda, chegar a 80 mil beneficiários e R$ 30 milhões por mês em 2027. </strong></p><p>A estratégia é crescer sem romper a estrutura de atendimento construída no Estado. <strong>“Estamos ampliando nossa presença de forma estruturada, chegando a novas regiões e levando a experiência construída pela QualiSaúde no Espírito Santo para diferentes mercados”, afirmou o CEO, Flávio Cirilo.</strong> A entrada simultânea em cidades relevantes do Sudeste, Nordeste e Sul também amplia o acesso da empresa a novos parceiros e reduz a dependência de mercados específicos.</p><p>Do ES para uma operação nacional</p><p>Para o mercado capixaba, o avanço tem um peso que vai além da própria QualiSaúde. <strong>Empresas locais que ganham escala nacional ajudam a mostrar que o Espírito Santo também consegue exportar serviços, gestão e conhecimento</strong>. E não apenas produtos industriais ou commodities. No caso da saúde suplementar, isso é ainda mais relevante porque se trata de <strong>um setor regulado, competitivo e que exige escala, tecnologia, bem como capacidade operacional para crescer sem deteriorar o atendimento.</strong></p><p>No cenário nacional, a expansão reforça a disputa por espaço entre administradoras capazes de atuar em diferentes regiões. Bem como adaptar a operação às particularidades de cada mercado. Porém. o teste real começa agora. <strong>Crescer em número de vidas é relativamente simples quando comparado ao desafio de sustentar qualidade, rede de parceiros e atendimento com a mesma eficiência. </strong>A própria <strong>empresa</strong> reconhece esse ponto.</p><p>Expandir não significa apenas estar em mais lugares. É fundamental garantir estrutura, proximidade e capacidade de atendimento.</p><p>Flávio Cirilo, CEO da QualiSaúde</p><p>A projeção de 3 mil novas vidas nas quatro novas praças será, portanto, um primeiro indicador concreto para medir o resultado da estratégia.</p><p>A régua seguinte é mais alta. Afinal, a projeção é de <strong>60 mil vidas e faturamento mensal de R$ 20 milhões. E chegar a 80 mil beneficiários e R$ 30 milhões por mês em 2027. </strong>Isso significaria ampliar em um terço a base de clientes entre o fim de 2026 e 2027 e elevar o faturamento mensal em 50% no mesmo intervalo.</p><p>Os números deixam claro o tamanho da ambição. <strong>Transformar uma operação capixaba em uma plataforma nacional de saúde suplementar, com escala suficiente para competir fora de casa sem perder o vínculo e a estrutura construídos no Espírito Santo.</strong></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Sede da QualiSa&uacute;de: Meta de alcan&ccedil;ar faturamento de R$ 30 milh&otilde;es por m&ecirc;s em 2027. Foto: divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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			<title>Dinheiro esquecido do PIS/Pasep cai na conta hoje; veja quem recebe</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 17:00:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Um novo grupo de trabalhadores e herdeiros começa a receber nesta sexta-feira (25) valores esquecidos no antigo fundo PIS/Pasep. O pagamento segue o calendário oficial de ressarcimento divulgado pela Caixa Econômica Federal.O lote contempla pedidos apresentados até 31 de agosto de 2026 e aprovados pelo Ministério da Fazenda. Portanto, o dinheiro não será depositado automaticamente para todos que trabalharam no período atendido pelo programa.Para receber nesta sexta, é necessário ter...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Um novo grupo de trabalhadores e herdeiros começa a receber nesta sexta-feira (25) valores esquecidos no antigo fundo <strong>PIS/Pasep</strong>. O pagamento segue o calendário oficial de ressarcimento divulgado pela <strong>Caixa Econômica Federal</strong>.</p><p>O lote contempla pedidos apresentados até <strong>31 de agosto de 2026 e aprovados pelo Ministério da Fazenda</strong>. Portanto, o dinheiro não será depositado automaticamente para todos que trabalharam no período atendido pelo programa.</p><p>Para receber nesta sexta, é necessário ter solicitado o ressarcimento dentro do prazo e acompanhado a aprovação pelo aplicativo <strong>FGTS</strong> ou em uma agência da Caixa.</p><p><strong>Quem recebe o dinheiro esquecido do PIS/Pasep?</strong></p><p>As cotas são destinadas a pessoas que trabalharam com carteira assinada ou como servidoras públicas entre 1971 e 1988 e ainda não sacaram todo o saldo existente no antigo fundo.</p><p>Também podem receber os beneficiários legais de um trabalhador que morreu sem retirar os recursos. Nesse caso, será necessário comprovar a condição de dependente ou herdeiro.</p><p>O pagamento desta sexta atende especificamente:</p><p>trabalhadores que tinham saldo no antigo fundo PIS/Pasep;</p><p>herdeiros ou dependentes legais de titulares falecidos;</p><p>pessoas que solicitaram o ressarcimento até 31 de agosto de 2026;</p><p>pedidos analisados e autorizados pelo Ministério da Fazenda.</p><p>Mesmo quem trabalhou no período indicado precisa consultar se realmente possui dinheiro disponível. O vínculo profissional, isoladamente, não garante a existência de saldo.</p><p><strong>Pagamento não é o abono salarial</strong></p><p>O dinheiro liberado agora não deve ser confundido com o abono salarial PIS/Pasep de 2026.</p><p>O abono é um benefício anual destinado a trabalhadores que atendem a critérios de renda, tempo de cadastro e período trabalhado no ano-base. O valor pode chegar a um salário mínimo e segue um calendário relacionado ao mês de nascimento.</p><p>Já o ressarcimento pago nesta sexta envolve cotas acumuladas no antigo fundo PIS/Pasep. Entre 1971 e 1988, as contribuições eram depositadas em contas individuais vinculadas aos trabalhadores.</p><p>Após a Constituição de 1988, o funcionamento do programa mudou. Os saldos que não foram retirados posteriormente foram transferidos ao Tesouro Nacional, mas os titulares e seus beneficiários legais mantiveram o direito de solicitar a devolução.</p><p><strong>Como consultar o saldo do PIS/Pasep</strong></p><p>A consulta pode ser feita gratuitamente pelo Repis Cidadão, plataforma mantida pelo Ministério da Fazenda.</p><p>Para acessar o sistema, o interessado precisa entrar com uma conta Gov.br de nível prata ou ouro. Depois do login, o saldo do próprio trabalhador é apresentado automaticamente, caso existam recursos disponíveis.</p><p>No caso de uma pessoa falecida, o herdeiro ou dependente deve entrar com a própria conta Gov.br e informar o número de inscrição PIS/Pasep do titular.</p><p>Também é possível verificar as informações pelo aplicativo FGTS. Nesse canal, a consulta digital é disponibilizada ao próprio titular. Trabalhadores e beneficiários ainda podem buscar atendimento em qualquer agência da Caixa.</p><p>O ressarcimento também é diferente dos valores esquecidos em bancos e instituições financeiras, cuja consulta é realizada pelo Sistema de Valores a Receber do Banco Central.</p><p><strong>Como solicitar o ressarcimento</strong></p><p>Quem descobrir que possui saldo precisa fazer o pedido pelo aplicativo FGTS ou presencialmente em uma agência da Caixa.</p><p>No aplicativo, o trabalhador deve procurar a opção referente ao ressarcimento do PIS/Pasep e seguir as orientações apresentadas na tela. O documento básico exigido é uma identificação oficial.</p><p>Para beneficiários de titulares falecidos, podem ser solicitados documentos adicionais, como:</p><p>certidão PIS/Pasep/FGTS com a relação de dependentes habilitados à pensão por morte;</p><p>carta de concessão da pensão e relação de beneficiários emitidas pelo INSS;</p><p>declaração de dependentes emitida pelo órgão responsável pelo benefício;</p><p>autorização judicial ou declaração de únicos herdeiros emitida em cartório.</p><p>A documentação necessária pode variar conforme a situação familiar e a forma de comprovação do direito ao dinheiro.</p><p><strong>Onde o dinheiro será depositado?</strong></p><p>O pagamento é feito exclusivamente em uma conta individual da Caixa. Quem já possui conta corrente, poupança ou conta digital no banco recebe o crédito diretamente.</p><p>Caso o beneficiário não tenha uma conta, a Caixa informa que pode abrir automaticamente uma Poupança Social Digital, sem cobrança adicional. O dinheiro pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem.</p><p>A Caixa recebe os pedidos e encaminha as informações ao Ministério da Fazenda. Cabe ao ministério analisar e autorizar o pagamento. Depois da aprovação, o banco realiza o depósito de acordo com o calendário.</p><p>A liberação também depende da disponibilidade de recursos no orçamento federal. Se não houver verba suficiente no ano da solicitação, o pagamento poderá ser transferido para o ano seguinte, com a correção prevista.</p><p><strong>Perdeu o prazo deste lote?</strong></p><p>Quem não solicitou o ressarcimento até 31 de agosto ainda pode consultar o saldo e apresentar o pedido.</p><p>Segundo o calendário oficial, as solicitações feitas até 30 de setembro têm pagamento previsto para 26 de outubro, desde que sejam aprovadas. Já os pedidos apresentados até 31 de outubro estão programados para receber em 25 de novembro.</p><p>Confira as próximas datas:</p><p>pedido até 30 de setembro: pagamento em 26 de outubro;</p><p>pedido até 31 de outubro: pagamento em 25 de novembro;</p><p>pedido até 30 de novembro: pagamento em 28 de dezembro;</p><p>pedido até 31 de dezembro: pagamento previsto para janeiro de 2027.</p><p>O acompanhamento pode ser realizado pelo aplicativo FGTS ou em uma agência da Caixa. O serviço de consulta pelo Repis Cidadão é gratuito.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Valores de cotas antigas do PIS/Pasep podem ser solicitados por trabalhadores e benefici&aacute;rios legais. Foto: Marcello Casal Jr/ Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Pesquisa vai descobrir quanto turistas gastam e o que procuram em Vitória e Vila Velha</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10727/pesquisa-vai-descobrir-quanto-turistas-gastam-e-o-que-procuram-em-vitoria-e-vila-velha.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 09:00:21 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Ministério do Turismo e o Itaipu Parquetec realizam entrevistas com turistas em Vila Velha e Vitória para mapear gastos, tempo de permanência e avaliação dos serviços nos dois destinos capixabas. A coleta integra a Pesquisa Nacional de Demanda Turística (PNDT).O levantamento ouvirá cerca de 22,5 mil visitantes em 50 municípios brasileiros até 3 de outubro. Dessa forma, os dados devem orientar melhorias em serviços, infraestrutura e roteiros turísticos.Em Vila Velha e Vitória, os...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Ministério do Turismo e o Itaipu Parquetec realizam entrevistas com turistas em <strong>Vila Velha</strong> e <strong>Vitória</strong> para mapear gastos, tempo de permanência e avaliação dos serviços nos dois destinos capixabas. A coleta integra a Pesquisa Nacional de Demanda Turística (PNDT).</p><p>O levantamento ouvirá cerca de 22,5 mil visitantes em 50 municípios brasileiros até 3 de outubro. Dessa forma, os dados devem orientar melhorias em serviços, infraestrutura e roteiros turísticos.</p><p>Em <strong>Vila Velha</strong> e <strong>Vitória</strong>, os pesquisadores perguntam de onde os viajantes vêm, como se deslocam, quanto tempo pretendem ficar e quais atividades realizam durante a estadia. Além disso, o questionário reúne informações sobre a composição dos grupos de viagem, opções de hospedagem e gastos.</p><p>A pesquisa inclui a percepção dos visitantes sobre infraestrutura, qualidade dos serviços, acessibilidade, segurança, conectividade e preços. Pesquisadores com crachá aplicarão as entrevistas em pontos de circulação e concentração de <strong>turistas</strong>.</p><p>Podem participar turistas brasileiros e estrangeiros com 18 anos ou mais que não residam no município pesquisado. Também há a necessidade de ter ter realizado ou pretender realizar ao menos um pernoite no destino durante a viagem.</p><p>As informações coletadas passarão a integrar o Observatório Nacional de Turismo Sustentável. Por fim, os painéis do observatório devem disponibilizar, até abril de 2027, resultados com representatividade estatística por município.</p><p>Segundo o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, o levantamento deve apoiar o planejamento de políticas públicas e as decisões do setor privado.</p><p><strong>“Conhecer melhor quem visita nossos destinos é fundamental para que possamos planejar políticas públicas, promover experiências de maior qualidade e fortalecer a competitividade do turismo brasileiro”</strong>, afirmou.</p><p>A Rede Brasileira de Observatórios de Turismo (RBOT) coordena o planejamento metodológico, a coleta e a consolidação dos resultados. Os 50 municípios participantes foram selecionados a partir do Mapa do Turismo Brasileiro e do Índice Geral dos Municípios, que avalia 70 indicadores distribuídos em dez dimensões ligadas ao turismo.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Praia da Costa, em Vila Velha: O levantamento ouvir&aacute; cerca de 22,5 mil visitantes em 50 munic&iacute;pios brasileiros at&eacute; 3 de outubro. Foto: Thiago Soares/Folha Vit&oacute;ria]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Tá dando match: agências capixaba e argentina conversam para promover negócios</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10717/ta-dando-match-agencias-capixaba-e-argentina-conversam-para-promover-negocios.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 21:00:19 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Tem um “match” em curso entre a NOVA ES, agência capixaba de atração de investimentos, e a PromArgentina, a agência correlata dos “hermanos”. As duas instituições iniciaram conversas para fechar bons negócios para os dois lados. E a aproximação chega em um momento especialmente oportuno: a menos de um mês do primeiro voo direto entre Vitória e Buenos Aires, em 17 de outubro. E vale lembrar que o ES é um dos maiores importadores de vinhos argentinos do Brasil.A agência...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Tem um “match” em curso entre a NOVA ES, agência capixaba de atração de <strong>investimentos</strong>, e a <strong>PromArgentina</strong>, a agência correlata dos “hermanos”. As duas instituições iniciaram conversas para fechar bons negócios para os dois lados. E a aproximação chega em um momento especialmente oportuno: a menos de um mês do primeiro voo direto entre Vitória e <strong>Buenos Aires</strong>, em 17 de outubro. E vale lembrar que o ES é um dos maiores importadores de vinhos argentinos do Brasil.</p><p>A agência capixaba iniciou, durante a Rio Oil and Gas (ROG.e) 2026, tratativas para uma parceria institucional com a agência argentina de promoção de exportações e investimentos. <strong>O movimento ajuda a ampliar uma ponte que até agora vinha sendo construída principalmente pelo turismo. No entanto, ela pode ganhar escala em comércio exterior, atração de empresas e investimentos.</strong></p><p>A conversa reuniu ainda representantes do Consulado-Geral da Argentina no Rio de Janeiro e da Embaixada argentina no Brasil. <strong>É esse tipo de encontro que dá à NOVA ES mais poder de articulação dentro da estratégia de internacionalização do Estado.</strong> Ou seja, identificar quem decide, aproximar empresas e transformar vantagens competitivas capixabas em projetos. “A agência vai aonde as decisões de negócios são tomadas e leva o Espírito Santo para essa mesa”, afirmou a diretora-presidente da NOVA ES, Patrícia Gouvêa.</p><p>Do avião à mesa de negócios</p><p>O calendário ajuda. <strong>Em 17 de outubro, a Gol fará o voo experimental direto entre Vitória e Buenos Aires,</strong> com retorno em 24 de outubro. A operação, com cerca de 170 lugares comercializada pela CVC, foi concebida não apenas para transportar turistas, mas para testar a demanda e abrir espaço para uma conexão regular. <strong>O projeto inclui promoção do Espírito Santo na Argentina, aproximação com operadoras e rodadas de negócios.</strong> A expectativa já apresentada pelo governo é que, se o teste responder bem, operações regulares possam surgir ainda na alta temporada.</p><p>Essa relação econômica já existe antes mesmo do primeiro avião decolar. O mercado de vinhos é um bom exemplo. <strong>Como mostramos na semana passada, só o Grupo Víssimo, dono das marcas Evino e Grand Cru, movimenta atualmente entre 90 e 100 carretas por mês com vinhos importados principalmente do Chile e da Argentina. </strong></p><p>Víssimo, Wine e Vila Porto respondem juntos por cerca de 33% de todo o vinho importado pelo Brasil. E, do mesmo modo, o<strong> Espírito Santo já é o segundo maior importador nacional do produto. Em 2025, as importações capixabas de vinho chegaram a US$ 94,8 milhões, ou R$ 487,5 milhões. </strong></p><p>Desafio é transformar relacionamento em investimento</p><p>É aí que a atuação da NOVA ES pode ter efeito multiplicador. <strong>Uma agência de investimentos conectada diretamente à PromArgentina pode usar fluxos comerciais que já existem para encontrar novos negócios.</strong> E nesse sentido, aproximar exportadores argentinos de operadores logísticos capixabas, identificar empresas interessadas em usar o Estado como plataforma de distribuição no Brasil, bem como apresentar projetos locais a investidores argentinos. </p><p>O mesmo raciocínio vale para turismo, alimentos e bebidas, energia, petróleo e gás, tecnologia e infraestrutura.</p><p>Quando apresentamos o Estado a investidores internacionais, mostramos que temos condições importantes para quem busca novos mercados. Possuímos localização estratégica, solidez fiscal e estabilidade, além de um conjunto de incentivos competitivos e estruturas de acesso a capital.</p><p>Patrícia Gouvêa, diretora-presidente da NOVA ES</p><p>Muito além de um voo teste</p><p>Há, porém, uma linha que separa internacionalização de agenda internacional. <strong>Reuniões, missões e memorandos só ganham peso econômico quando produzem investimento, emprego, contratos ou aumento do fluxo comercial.</strong> O voo também será submetido ao mesmo teste: não bastará inaugurar a rota. Ou seja, será necessário ocupá-la, repetir a operação e transformá-la em ligação regular. </p><p><strong>O próprio desenho apresentado para Buenos Aires reconhece isso ao combinar conectividade, promoção e comercialização, em vez de tratar o voo como evento isolado. </strong></p><p>Por isso, o próximo passo da NOVA ES precisa ser mensurável. <strong>Vale acompanhar quantas empresas argentinas entram no radar da agência, quantas visitas empresariais chegam ao Estado, quantos projetos avançam para negociação e quanto o comércio bilateral cresce.</strong> </p><p>Corredor Vitória x Buenos Aires</p><p>Do outro lado, outubro dará um indicador concreto: ocupação do voo, venda de pacotes e possibilidade de novas frequências. Se essas duas frentes se encontrarem, <strong>a conexão Vitória-Buenos Aires poderá valer muito mais do que as três horas e meia de viagem. Pode transformar uma rota aérea em corredor permanente de negócios entre o Espírito Santo e a Argentina.</strong></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[A Argentina j&aacute; faz parte, portanto, de uma cadeia que passa por portos, armazenagem, transporte, com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico e distribui&ccedil;&atilde;o a partir do Esp&iacute;rito Santo para todo o pa&iacute;s.]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Subsídio de R$ 2,12 ao diesel deve ser mantido por 30 dias</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10709/subsidio-de-rs-2-12-ao-diesel-deve-ser-mantido-por-30-dias.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 17:00:25 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O governo federal deve manter por mais 30 dias a subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel, disse nesta quinta-feira (24) o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. A prorrogação deverá ser anunciada ainda nesta semana.Atualmente, o benefício é resultado da combinação de duas medidas. Uma subvenção de R$ 1,12 por litro, cuja validade termina neste sábado (26). E outra de R$ 1 por litro, anunciada pelo governo no início de setembro.Em entrevista para explicar a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O governo federal deve manter por mais 30 dias a subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel, disse nesta quinta-feira (24) o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. <strong>A prorrogação deverá ser anunciada ainda nesta semana</strong>.</p><p>Atualmente, o benefício é resultado da combinação de duas medidas. Uma subvenção de R$ 1,12 por litro, cuja validade termina neste sábado (26). E outra de R$ 1 por litro, anunciada pelo governo no início de setembro.</p><p>Em entrevista para explicar a liberação de R$ 1,8 bilhão no Orçamento de 2026, Moretti afirmou nesta quinta-feira (24) que <strong>a tendência é manter o valor atual por mais um mês</strong>.</p><p>“Vamos levar ao presidente [<strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong>] , mas, frente aos indicadores, a tendência é que a gente mantenha [a subvenção]”, ressaltou o ministro.</p><p>A subvenção de R$ 1,12 por litro teve criação por uma medida provisória que perde validade no sábado. Já a MP mais recente, que estabeleceu o adicional de R$ 1, permite ao governo alterar o valor do benefício de acordo com as condições do mercado.</p><p>Na prática, o <strong>governo</strong> poderá elevar a subvenção prevista na medida mais recente para preservar o valor total de R$ 2,12 por litro.</p><p>A decisão ocorre em meio à preocupação com os efeitos da alta do petróleo e com problemas no mercado internacional de combustíveis relacionados ao conflito no Oriente Médio.</p><p>A subvenção tem como objetivo reduzir a pressão sobre o preço do diesel no mercado doméstico, combustível utilizado principalmente no transporte de cargas e no transporte coletivo.</p><p>Segundo o governo, a medida também busca reduzir o risco de problemas no abastecimento interno diante das oscilações no mercado internacional.</p><p>Além do diesel, o Executivo anunciou neste mês outras medidas para reduzir os preços dos combustíveis:</p><p>desoneração de R$ 0,63 por litro de PIS/Cofins sobre a gasolina;</p><p>desoneração de R$ 0,19 por litro sobre o etanol;</p><p>nova subvenção de R$ 1 por litro de diesel, somada ao benefício de R$ 1,12 já existente.</p><p>Somadas, as medidas adicionais anunciadas pelo governo representam um custo estimado de aproximadamente R$ 7 bilhões por mês para a União.</p><p>A manutenção do benefício ainda depende da formalização pelo governo. Moretti afirmou que a decisão será levada ao presidente Lula, mas indicou que a avaliação técnica da equipe econômica é favorável à continuidade da subvenção.</p><p>Caso haja a confirmação, a medida evitará uma redução abrupta do benefício a partir deste sábado.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Na pr&aacute;tica, o governo poder&aacute; elevar a subven&ccedil;&atilde;o prevista na medida mais recente para preservar o valor total de R$ 2,12 por litro. Foto:
Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Greve dos bancários da Caixa continua após impasse nas negociações</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10699/greve-dos-bancarios-da-caixa-continua-apos-impasse-nas-negociacoes.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 13:00:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A greve dos bancários da Caixa Econômica Federal continua por tempo indeterminado após as negociações sobre o Acordo Coletivo de Trabalho terminarem sem acordo. A instituição protocolou um pedido de dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST) na manhã desta quinta-feira (24).Na quarta-feira (23), a Vice-Presidência do TST realizou uma sessão de mediação entre representantes da Caixa, da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf) e da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A <strong>greve</strong> dos bancários da <strong>Caixa Econômica Federal</strong> continua por tempo indeterminado após as negociações sobre o Acordo Coletivo de Trabalho terminarem sem acordo. A instituição protocolou um pedido de dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST) na manhã desta quinta-feira (24).</p><p>Na quarta-feira (23), a Vice-Presidência do TST realizou uma sessão de mediação entre representantes da Caixa, da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec). <strong>O encontro terminou sem consenso.</strong></p><p>Com o pedido de dissídio coletivo, a Caixa levou à Justiça do Trabalho o impasse nas negociações. Não foram informados, até o momento, os prazos para análise do caso pelo TST ou para uma nova rodada de conversas entre as partes.</p><p>Os dirigentes Carlos Pereira de Araujo, representante no Comando Nacional, e Ronan Teixeira, representante da Fetraf RJ/ES na Comissão Executiva dos Empregados (CEE), participam de uma reunião do Comando Nacional para discutir os próximos passos do movimento.</p><p>Segundo Ronan Teixeira, a categoria deve manter a mobilização. “<strong>A greve não acabou. É preciso manter a nossa mobilização nos piquetes. Vamos continuar fortes no nosso movimento reivindicando uma proposta melhor</strong>”, afirmou.</p><p>A greve dos bancários começou no dia 10 de setembro. Entre as críticas da categoria está a proposta para o Saúde Caixa, plano de saúde dos empregados. O sindicato aponta que a medida amplia a participação da Caixa no custeio de 6,5% para 8% e eleva a contribuição dos trabalhadores de 7% para 9%.</p><p>Anteriormente, os bancários do <strong>Banco do Brasil</strong> também participaram da greve. Porém, em 13 de setembro, a categoria aprovou  a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2026-2028 e voltaram aos trabalhos.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Pr&eacute;dio da Caixa Econ&ocirc;mica Federal. (Foto: Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil)]]></media:title> 
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		<item>
			<title>Herdeiros podem vender imóvel antes da partilha? Veja o que muda</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10691/herdeiros-podem-vender-imovel-antes-da-partilha-veja-o-que-muda.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 09:00:26 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Quem recebe um imóvel como herança nem sempre precisa esperar o fim do inventário e da partilha para negociar o bem. Em determinadas situações, a legislação permite a alienação do imóvel antes da conclusão do inventário, mas o procedimento depende da situação da sucessão e exige o cumprimento de formalidades específicas.Segundo a advogada especialista em Direito Imobiliário Christina Magalhães, o inventário ainda não concluído não significa, por si só, que nenhuma venda...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Quem recebe um imóvel como <strong>herança</strong> <strong>nem sempre</strong> <strong>precisa esperar o fim do inventário e da partilha</strong> para negociar o bem. Em determinadas situações, a legislação permite a alienação do imóvel <strong>antes da conclusão do inventário</strong>, mas o procedimento depende da situação da sucessão e exige o cumprimento de formalidades específicas.</p><p>Segundo a advogada especialista em Direito Imobiliário <strong>Christina Magalhães</strong>, o inventário ainda não concluído não significa, por si só, que nenhuma venda possa ser feita. Enquanto o imóvel integrar o espólio, porém, a negociação precisa observar as regras do direito sucessório.</p><p><strong>“Um inventário ainda não concluído não significa, por si só, que nenhuma alienação seja possível”</strong>, explica.</p><p>No inventário judicial, a alienação de bens pelo inventariante depende de autorização judicial, observados os requisitos previstos no Código de Processo Civil.</p><p>Já no inventário extrajudicial, a regulamentação do Conselho Nacional de Justiça passou a admitir a alienação de imóvel do espólio sem autorização judicial, mediante escritura pública e desde que sejam cumpridos os requisitos estabelecidos pela norma.</p><p>E se um dos herdeiros não quiser vender?</p><p>A falta de consenso entre os herdeiros pode ser um dos obstáculos para a venda. Christina explica que não é possível simplesmente obrigar um herdeiro a assinar uma venda particular com a qual ele não concorda.</p><p><strong>Não é possível simplesmente obrigar um herdeiro a assinar uma venda particular com a qual ele não concorda.</strong></p><p>Christina Magalhães, advogada especialista em Direito Imobiliário</p><p>A advogada destaca que é preciso diferenciar o período em que a herança ainda está indivisa da situação após a partilha. Enquanto a herança permanece indivisa, aplicam-se as regras próprias <strong>da sucessão e do inventário</strong>.</p><p>Depois da partilha, caso o mesmo imóvel seja atribuído a vários herdeiros, pode existir um condomínio entre eles. Nesse cenário, <strong>nenhum coproprietário é obrigado a permanecer indefinidamente em condomínio.</strong></p><p>Se não houver acordo, podem ser avaliadas alternativas como a aquisição da participação dos demais por um dos coproprietários ou, conforme as circunstâncias, a extinção do condomínio.</p><p>Em caso de imóvel indivisível e sem solução consensual, a questão pode chegar à alienação judicial do bem, com posterior divisão do valor de acordo com a participação de cada proprietário.</p><p>Documentação pode atrasar venda</p><p>Além do inventário, a situação registral e documental do imóvel também pode <strong>impedir ou atrasar a negociação.</strong></p><p>Entre os problemas que precisam ser verificados estão matrícula desatualizada, construção não averbada, divergência de área, penhora, indisponibilidade, usufruto, financiamento e outras restrições registradas. Pendências tributárias e condominiais também podem interferir na venda.</p><p>Por isso, Christina recomenda que a família faça uma análise jurídica e registral antes de iniciar a negociação.</p><p><strong>“Muitas famílias encontram o comprador primeiro e somente depois descobrem uma irregularidade que impede a escritura, o financiamento ou o registro da aquisição”</strong>, destaca.</p><p>A orientação é verificar a matrícula atualizada, o estágio do inventário, a documentação dos herdeiros, eventual testamento, a situação do ITCMD, IPTU ou ITR, débitos condominiais, financiamentos e a existência de penhoras, indisponibilidades, usufrutos ou outros ônus.</p><p>Também é necessário conferir se a realidade física do imóvel corresponde ao que consta na matrícula e nos cadastros públicos. <strong>Construções e ampliações não averbadas, divergências de área ou parcelamentos irregulares podem dificultar a venda, o financiamento bancário e o posterior registro da aquisição.</strong></p><p>Cessão de direitos é diferente de venda do imóvel</p><p>Outra possibilidade durante o inventário é a <strong>cessão de direitos hereditários.</strong> Christina ressalta, porém, que esse negócio não deve ser confundido com uma compra e venda convencional do imóvel.</p><p><strong>“É importante não confundir a operação com uma compra e venda convencional do próprio imóvel: juridicamente, o objeto e os efeitos do negócio são diferentes”</strong>, disse.</p><p>Por isso, antes de prometer a venda de um imóvel que ainda está em inventário, é necessário <strong>analisar a situação sucessória e definir qual instrumento jurídico é adequado para aquela operação.</strong></p><p>Os custos para regularizar e vender um imóvel herdado variam conforme o Estado, o valor dos bens, a modalidade do inventário e a situação documental e registral do imóvel.</p><p>De modo geral, podem ser considerados o <strong>ITCMD incidente sobre a transmissão por herança, honorários advocatícios, emolumentos notariais e registrais, certidões e outras despesas</strong> necessárias à formalização do inventário e da transmissão do patrimônio.</p><p>Se o imóvel tiver irregularidades, também podem surgir <strong>despesas com averbações, retificações, regularização de construções, levantamentos técnicos e contratação de profissionais</strong> como engenheiros ou arquitetos.</p><p>Também devem ser analisados eventuais débitos de <strong>IPTU ou ITR, condomínio e outras obrigações relacionadas ao imóvel.</strong></p><p>Na venda posterior, é necessário verificar ainda a eventual incidência de Imposto de Renda sobre ganho de capital, considerando as particularidades da sucessão e da alienação.</p><p>O que fazer antes de negociar?</p><p>Para Christina, o primeiro passo é fazer um <strong>diagnóstico sucessório, registral, fiscal e documental do imóvel.</strong></p><p>Nem toda pendência precisa necessariamente estar resolvida antes de o imóvel ser anunciado. Algumas questões podem ser solucionadas durante a estruturação da operação. O essencial, segundo a advogada, é identificar os problemas antecipadamente, saber quais efetivamente impedem a transferência e estabelecer uma estratégia para regularizá-los.</p><p>Uma venda segura começa pela análise do inventário, passa pela matrícula e pela situação fiscal e documental do imóvel e termina com a escolha correta da forma de transmissão.</p><p>Christina Magalhães, advogada especialista em Direito Imobiliário</p><p>Assim, a existência de <strong>um imóvel herdado não significa que ele esteja automaticamente pronto para ser vendido</strong>. A situação do inventário, a documentação do bem e a concordância entre os herdeiros são alguns dos pontos que precisam ser analisados antes da negociação.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Canva]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Empreendedores do ES terão R$ 1,5 bilhão para financiar negócios em 2027</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10685/empreendedores-do-es-terao-rs-1-5-bilhao-para-financiar-negocios-em-2027.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 01:00:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Empreendedores da área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) no Espírito Santo terão R$ 1,5 bilhão do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) em 2027. A programação prevê recursos para agricultura, infraestrutura, indústria, comércio, serviços, pecuária e turismo.O valor foi apresentado nesta quarta-feira (23), em Vitória, durante encontro com representantes de entidades de desenvolvimento, órgãos governamentais e lideranças do...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Empreendedores da área de atuação da <strong>Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene)</strong> no <strong>Espírito Santo</strong> terão R$ 1,5 bilhão do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) em 2027. A programação prevê recursos para agricultura, infraestrutura, indústria, comércio, serviços, pecuária e turismo.</p><p>O valor foi apresentado nesta quarta-feira (23), em Vitória, durante encontro com representantes de entidades de desenvolvimento, órgãos governamentais e lideranças do setor produtivo. O Conselho Deliberativo da Sudene ainda analisará a estimativa inicial em dezembro.</p><p>A <strong>agricultura</strong> terá a maior parcela dos recursos, com R$ 618,6 milhões. Em seguida, aparecem infraestrutura, com R$ 418,9 milhões; indústria, com R$ 201,4 milhões; e comércio e serviços, com R$ 189,7 milhões.</p><p>A programação também reserva R$ 88,6 milhões para a pecuária e R$ 30,2 milhões para o turismo. Pessoas físicas terão R$ 2 milhões destinados a financiamentos estudantis pelo P-Fies e à implantação de sistemas residenciais de energia solar.</p><p>Segundo o planejamento, o orçamento representa o piso de aplicações do FNE no Espírito Santo. Na prática, o volume de financiamentos poderá ser maior conforme os projetos apresentados para contratação de crédito.</p><p>Financiamento de áreas produtivas</p><p>Em toda a área de atuação da Sudene, o FNE terá R$ 60,9 bilhões em 2027 para financiar atividades produtivas. O montante é 16% superior ao programado para o ano anterior.</p><p>Do total do Fundo, a programação deverá destinar 62% a empreendedores de portes prioritários, como mini, micro, pequenos e pequeno-médios negócios. Para infraestrutura, a programação estabelece orçamento específico equivalente a 35% dos recursos do FNE.</p><p>A distribuição considera diretrizes do Conselho Deliberativo da Sudene e as características econômicas e territoriais dos estados atendidos pela autarquia. Cada estado terá limites de participação que variam entre 5% e 30% do orçamento do Fundo.</p><p>Por fim, o semiárido nordestino deverá receber cerca de R$ 30,5 bilhões. As áreas classificadas como prioritárias pela Política Nacional de Desenvolvimento Regional terão R$ 42,7 bilhões, enquanto as Regiões Integradas de Desenvolvimento receberão R$ 1,82 bilhão e as Cidades Intermediadoras, R$ 3,01 bilhões.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Caf&eacute; conilon: A agricultura ter&aacute; a maior parcela dos recursos, com R$ 618,6 milh&otilde;es. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o/ Governo do ES]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Anac muda regras em caso de atrasos e cancelamentos de voos</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10680/anac-muda-regras-em-caso-de-atrasos-e-cancelamentos-de-voos.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 21:00:23 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou mudanças nas regras do transporte aéreo de passageiros que ampliam as obrigações das companhias aéreas de informar clientes sobre atrasos, cancelamentos e interrupções de voos. As alterações entram em vigor 30 dias após a publicação da resolução no Diário Oficial da União.Entre as principais novidades, as empresas deverão informar, no momento da compra da passagem, que a operação aérea pode sofrer mudanças por motivos...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A <strong>Agência Nacional de Aviação Civil </strong>(Anac) aprovou mudanças nas regras do transporte aéreo de passageiros que ampliam as obrigações das companhias aéreas de informar clientes sobre atrasos, cancelamentos e interrupções de voos. As alterações entram em vigor 30 dias após a publicação da resolução no Diário Oficial da União.</p><p>Entre as principais novidades, as empresas deverão informar, no momento da compra da passagem, que a operação aérea pode sofrer mudanças por motivos como condições meteorológicas e exigências de segurança.</p><p>Em situações de atraso, cancelamento ou interrupção do serviço, as companhias terão de avisar os passageiros por canais digitais assim que tomarem conhecimento do problema.</p><p>As informações devem incluir a previsão de partida do voo, as opções de reacomodação e a forma de acesso à assistência material.</p><p><strong>Alimentação, hospedagem e transporte</strong></p><p>A assistência aos passageiros continua obrigatória. Após duas horas de espera, a empresa deverá oferecer alimentação. Em casos que exijam pernoite após quatro horas de atraso, a companhia terá de fornecer hospedagem e transporte de ida e volta ao local de acomodação.</p><p>A atualização também esclarece, na própria resolução, as regras sobre a responsabilidade das empresas aéreas por danos causados por atrasos, cancelamentos, interrupções do serviço ou preterição de embarque.</p><p><strong>Comprovantes e reembolso</strong></p><p>Outra mudança permite que, em situações excepcionais, como falta de infraestrutura aeroportuária ou indisponibilidade de fornecedores locais, a assistência material seja prestada por meio de reembolso. Nesse caso, o passageiro deverá guardar os comprovantes das despesas com alimentação, transporte e hospedagem, que deverão ser ressarcidas pela companhia em até sete dias.</p><p>A Anac também poderá definir, temporariamente, formas alternativas de cumprimento da assistência material em eventos que provoquem impactos generalizados na operação aérea, sem afastar a obrigação de atendimento aos passageiros.</p><p>The post Anac muda regras em caso de atrasos e cancelamentos de voos appeared first on Sim Notícias.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>ES apresenta oportunidades de investimentos na ROG.e 2026</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10679/es-apresenta-oportunidades-de-investimentos-na-rog-e-2026.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 21:00:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A indústria capixaba está com projetos, oportunidades de iniciativas voltadas a desmontagem de plataformas ou Descomissionamento durante a ROG.e 2026, no Rio de Janeiro. A programação do Estado reuniu especialistas, lideranças e empresas para discutir os próximos ciclos dos setores de energia, petróleo e gás e ampliar conexões com o mercado internacional.A participação capixaba inclui palestras técnicas, um curso sobre descomissionamento e o lançamento internacional do Portal de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A indústria capixaba está com projetos, oportunidades de iniciativas voltadas a desmontagem de plataformas ou Descomissionamento durante a ROG.e 2026, no Rio de Janeiro. A programação do Estado reuniu especialistas, lideranças e empresas para discutir os próximos ciclos dos setores de energia, petróleo e gás e ampliar conexões com o mercado internacional.</p><p>A participação capixaba inclui palestras técnicas, um curso sobre descomissionamento e o lançamento internacional do <strong>Portal de Descomissionamento</strong>, iniciativa voltada a aproximar empresas e oportunidades dos mercados do Brasil e do Reino Unido.</p><p>A feira começou nesta segunda-feira (21) e segue até esta quinta-feira (24). Sendo assim, nesta terça-feira (22), a programação da <strong>Federação das Indústrias do Espírito Santo (FINDES)</strong> no estande capixaba abordou temas como saúde, segurança, investimentos e o futuro da indústria brasileira diante dos novos ciclos de óleo e gás.</p><p>Para o gerente executivo de Articulação e Competitividade da FINDES, Ícaro Gomes, a programação reforçou o papel estratégico do Espírito Santo na agenda energética nacional.</p><p>O Espírito Santo tem uma base industrial sólida, vocação logística, presença relevante na cadeia de petróleo e gás e um conjunto de empresas com potencial para atuar em mercados cada vez mais sofisticados. A nossa presença na ROG.e busca exatamente isso: conectar oportunidades, aproximar empresas capixabas de agendas internacionais e preparar a indústria para novos ciclos de investimento, especialmente em áreas como descomissionamento, offshore e transição energética.</p><p>Ícaro Gomes, gerente executivo de Articulação e Competitividade da FINDES</p><p>IEL-ES lança curso inédito sobre descomissionamento na Firjan</p><p>Antes da programação no estande capixaba na ROG.e 2026, o <strong>IEL-ES</strong> lançou o curso Offshore Decommissioning: Brasil e Mar do Norte. Voltado ao tema do descomissionamento.</p><p>A iniciativa integra as ações da FINDES no evento e tem foco em capacitação, conexões estratégicas e novas oportunidades para a economia do mar.</p><p>A programação que antecede o início das aulas contou com uma masterclass internacional, apresentada pelo SENAI ES. A partir das 9h30, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).</p><p>A jornada formativa terá como público executivos e lideranças em posições de decisão que atuam ou pretendem atuar na cadeia offshore. Além de sócios e lideranças de empresas fornecedoras e prestadoras de serviços que avaliam entrada ou expansão no mercado brasileiro de descomissionamento. Ao todo, serão 13 encontros on-line e síncronos de duas horas, além de encontros presenciais para workshop e encerramento.</p><p>Programação no estande do Espírito Santo</p><p>A programação no estande começou às 14h30 com a palestra “Espírito Santo: plataforma para investimentos em projetos de energia”, conduzida por Danilo Pescuma, diretor de Investimentos, Atração e Promoção da Nova ES.</p><p>A apresentação destacou o potencial do Estado para receber novos projetos ligados ao setor energético e reforçou a posição capixaba como ambiente estratégico para investimentos.</p><p>Às 16h, o CEO da Destri Energy, Mauro José Teixeira Destri, apresentou a palestra “Dos 5 D’s à NR-1: descomissionamento, saúde e dignidade”. O debate abordou a relação entre descomissionamento, segurança, saúde ocupacional e responsabilidade com os profissionais envolvidos em operações de alta complexidade.</p><p>Um dos principais momentos da agenda ocorreu às 17h, com o lançamento internacional do Portal de Descomissionamento. A apresentação foi conduzida, em inglês, por Callum Falconer, diretor de Operações da Decom Mission.</p><p>O lançamento do portal representou um passo importante para ampliar o acesso das empresas locais a informações, referências e conexões estratégicas.</p><p>O descomissionamento é uma agenda concreta de desenvolvimento industrial. Não estamos falando apenas do encerramento de operações offshore, mas de uma cadeia que envolve engenharia, logística, meio ambiente, tecnologia, segurança, reciclagem e serviços especializados. Quanto mais informação qualificada e conexão internacional tivermos, maior será a capacidade das empresas capixabas de se prepararem para competir nesse mercado.</p><p>Ícaro Gomes, gerente executivo de Articulação e Competitividade da FINDES</p><p>Encerrando a programação do dia, às 18h, Marta Franco Lahtermaher, diretora-geral da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), ministrou a palestra “O próximo ciclo do offshore também será um ciclo industrial? Oportunidades para a indústria brasileira diante dos novos investimentos em óleo e gás”.</p><p>A apresentação trouxe uma reflexão sobre como os investimentos previstos no setor podem impulsionar a indústria nacional. E, além disso, ampliar a participação de fornecedores brasileiros em cadeias estratégicas.</p><p>Empresas capixabas em busca de parcerias e negócios</p><p>Além da programação técnica e institucional, o estande do Espírito Santo na ROG.e 2026 também reuniu empresas interessadas em ampliar conexões, prospectar parcerias e gerar novos negócios nos setores de petróleo, gás, energia, logística, indústria e serviços especializados.</p><p>Entre as empresas presentes no espaço capixaba estiveram VPS Group, Milanez & Milaneze S/A, Endserv Engenharia e Serviços, Foco Soluções em Meio Ambiente Ltda., Tyconnex, Log-In, Fusão Ligas e Sistermi.</p><p>Sendo assim, a presença das empresas reforçou o objetivo do estande de apresentar a capacidade produtiva e tecnológica do Espírito Santo. Aproximando, assim, fornecedores locais de mercados estratégicos e de novas oportunidades nas cadeias de energia e offshore.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Entre as empresas presentes no espa&ccedil;o capixaba estiveram VPS Group, Milanez &amp; Milaneze S/A, Endserv Engenharia e Servi&ccedil;os, Foco Solu&ccedil;&otilde;es em Meio Ambiente Ltda., Tyconnex, Log-In, Fus&atilde;o Ligas e Sisterm]]></media:title> 
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		<item>
			<title>Wellness vira luxo e movimenta US$ 6,8 tri entre a alta renda</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 17:00:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O novo símbolo de luxo pode até estar no pulso, mas não necessariamente marca as horas. Em academias de alto padrão, uma pulseira é capaz de reconhecer quem chegou, carregar o treino daquela pessoa e fazer com que os equipamentos se ajustem ao seu perfil.Em outros espaços, sistemas de inteligência artificial analisam o corpo, tecnologias importadas prometem otimizar o tempo dedicado ao exercício e o número de clientes por horário é limitado para garantir privacidade.Se durante...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O novo símbolo de luxo pode até estar no pulso, mas não necessariamente marca as horas. Em academias de alto padrão, uma pulseira é capaz de reconhecer quem chegou, carregar o treino daquela pessoa e fazer com que os equipamentos se ajustem ao seu perfil.</p><p>Em outros espaços, sistemas de inteligência artificial analisam o corpo, tecnologias importadas prometem otimizar o tempo dedicado ao exercício e o número de clientes por horário é limitado para garantir privacidade.</p><p>Se durante décadas o imaginário do luxo esteve associado principalmente a carros, relógios, joias, bolsas e viagens, uma nova fronteira vem ganhando espaço no orçamento da alta renda: saúde, longevidade e bem-estar. E não se trata apenas de comportamento. É um mercado bilionário.</p><p>A economia global do wellness alcançou US$ 6,8 trilhões em 2024, depois de crescer 7,9% em apenas um ano, segundo o Global Wellness Institute (GWI). A projeção é chegar a US$ 9,8 trilhões em 2029, com expansão média anual de 7,6%. Para se ter uma ideia da dimensão desse universo, o wellness já representa mais de 6% do PIB mundial e, desde 2013, praticamente dobrou de tamanho.</p><p>O conceito utilizado pelo instituto é amplo e reúne 11 setores, indo de atividade física e alimentação saudável a turismo, beleza, saúde mental e imóveis ligados ao bem-estar. Portanto, os US$ 6,8 trilhões não representam exclusivamente o mercado de luxo. Mas os dados mostram o tamanho da economia que se formou em torno da busca por viver melhor, e é justamente no topo da pirâmide que essa tendência ganha contornos ainda mais sofisticados.</p><p><strong>Saúde como patrimônio</strong></p><p>O estudo True-Luxury Global Consumer Insights 2025, realizado pela Boston Consulting Group em parceria com a Fondazione Altagamma, identificou entre os consumidores de maior poder aquisitivo uma tendência batizada de “health as wealth” – saúde como riqueza.</p><p>Wellness, longevidade, beleza e cuidados relacionados ao bem-estar pessoal estão entre as categorias de maior aceleração de gastos desse público, com expectativa de crescimento de aproximadamente 10% nos 18 meses considerados pelo levantamento. A pesquisa ouviu mais de 7 mil consumidores de luxo e analisou ainda dados de mais de 150 mil indivíduos de alta renda.</p><p>Há uma mudança importante por trás disso. Para esse consumidor, luxo deixa de ser definido apenas pela raridade de um produto. Passa a envolver aquilo que é cada vez mais difícil de comprar: tempo, atenção individual, privacidade, saúde, performance e a possibilidade de envelhecer bem.</p><p>O Brasil não está fora desse movimento. Pelo contrário. O país já ocupa a 11ª posição entre os maiores mercados de wellness do mundo, com uma economia estimada em US$ 125 bilhões em 2024, segundo os dados mais recentes do Global Wellness Institute. É o maior mercado da América Latina e do Caribe.</p><p><strong>R$ 15 milhões em dois projetos de Vitória</strong></p><p>Em Vitória, essa nova economia já ganhou endereço. Dois empreendimentos de perfil premium inaugurados na capital capixaba ajudam a mostrar como a indústria fitness está se aproximando dos códigos tradicionalmente associados ao luxo. Juntos, Studio Biotech Wellness e Liftt Fitness Club representam investimentos de aproximadamente R$ 15 milhões em estrutura, equipamentos e tecnologia.</p><p>Mais do que oferecer aparelhos sofisticados, os dois negócios partem de uma lógica semelhante: reduzir a experiência de massa e aumentar a individualização.</p><p>Na Enseada do Suá, o Studio Biotech Wellness recebeu investimento de cerca de R$ 5 milhões. O espaço foi concebido no formato boutique, com número limitado de clientes por horário e protocolos personalizados que reúnem treino, condicionamento, avaliação corporal, recovery e estética.</p><p>Tecnologias europeias utilizam recursos como vácuo, infravermelho, resistência inteligente, eletroestimulação e compressão pneumática. Um analisador corporal acompanha dados de composição e evolução física, enquanto parte das sessões pode ser realizada em períodos mais curtos, dentro de uma proposta que associa eficiência ao uso do tempo.</p><p>O conceito vai além da sala de treino. O empreendimento possui ainda um lounge exclusivo para membros, projetado para descanso e convivência, incorporando elementos de um clube privado à experiência de wellness.</p><p>Sob o comando dos advogados Kleber Medici e Mirella Auer, o grande diferencial do espaço é justamente a exclusividade. “O modelo de treino profissional é mais curto e altamente personalizado, operando com número limitado de aparelhos e de alunos por hora, o que garante total privacidade e foco. Entre as inovações, destaca-se a tecnologia VacuActiv, que combina vácuo localizado e infravermelho profundo para potencializar os resultados em sessões rápidas de 30 minutos”, comenta Mirella.</p><p>Já Kleber reforça que não abriram apenas um studio, mas um modelo de negócio escalável. “A BioTech une a precisão da inteligência artificial à eficiência do tempo, e este DNA tecnológico é o que sustentará nossa futura expansão por meio de franquias”, complementa.</p><p>É uma combinação que ajuda a compreender para onde está caminhando uma parcela desse mercado: o consumidor não paga apenas para se exercitar. Ele paga pela jornada, pela ausência de filas, pelo acompanhamento próximo, pelo ambiente e pela sensação de que aquele serviço foi pensado para ele.</p><p><strong>Academia que reconhece o aluno</strong></p><p>Na Mata da Praia, a Liftt Fitness Club segue outra vertente dessa transformação. Com aproximadamente R$ 10 milhões investidos em estrutura, equipamentos e capital de giro, o empreendimento adotou o Technogym Ecosystem, sistema que conecta equipamentos, treinamento e informações do usuário.</p><p>Na prática, a tecnologia permite que o aluno seja reconhecido e tenha seus exercícios e parâmetros integrados ao ambiente digital. A estrutura utiliza equipamentos 100% Technogym e reúne ainda avaliações e acompanhamento voltados à individualização dos treinos. A própria Liftt se posiciona como uma academia inspirada em clubes fitness de alto padrão do Brasil e do exterior.</p><p>Em planos de maior valor, mensalidades do segmento fitness premium em Vitória já chegam à faixa de R$ 1,2 mil a R$ 2 mil, evidenciando a disposição de uma parcela do mercado em pagar mais por atendimento individualizado, tecnologia e menor concentração de pessoas.</p><p>“O modelo de negócio se sustenta na personalização extrema. A tecnologia reconhece o aluno, adapta os exercícios e gera indicadores de desempenho, enquanto uma equipe multidisciplinar interpreta essas informações. Professores, fisioterapeutas e nutricionistas da academia atuam de forma integrada para orientar decisões e reduzir riscos”, ressalta Marcelo Chiabai, proprietário da LIFTT Fitness Club.</p><p>É uma distância enorme em relação à lógica das academias de grande volume, que construíram modelos de negócio baseados justamente no caminho inverso: milhares de matriculados, mensalidades reduzidas e escala. Mas não significa que um formato substituirá o outro. Eles atendem a públicos e necessidades diferentes. Mas o crescimento do segmento premium mostra que há espaço para vender algo além do acesso ao equipamento.</p><p><strong>Menos ostentação, mais otimização</strong></p><p>O movimento também encontra respaldo em outra grande pesquisa internacional. A McKinsey estima em cerca de US$ 2 trilhões o mercado global formado pelas categorias de wellness analisadas pela consultoria e aponta uma valorização crescente de serviços personalizados, tecnologias de monitoramento e soluções apoiadas em ciência. Entre um dos grupos de consumidores identificados no levantamento, qualidade aparece à frente do preço na decisão de compra e há maior propensão ao uso de dispositivos de acompanhamento da saúde e tecnologias digitais avançadas.</p><p>As cifras da McKinsey e do Global Wellness Institute são diferentes porque utilizam metodologias e categorias distintas, mas convergem em um ponto: o cuidado com a saúde deixou de ser um consumo periférico para ocupar uma parcela importante das despesas pessoais.</p><p>No mercado de luxo, essa transformação ganha uma camada adicional. Não se trata apenas de estar em forma e sim de saber quanto de massa muscular foi conquistada, acompanhar percentual de gordura, monitorar desempenho, otimizar recuperação, ter profissionais disponíveis, evitar ambientes lotados e, principalmente, ganhar tempo.</p><p>O que antes poderia ser resumido a uma hora de academia começa a se transformar em uma espécie de gestão pessoal da performance e de um outro tipo de patrimônio, muito mais difícil de guardar em um cofre: um corpo que funcione bem, disposição para aproveitar a vida e mais anos para desfrutar de tudo aquilo que o dinheiro pode comprar.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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		<item>
			<title>Empresa capixaba de gás entra na principal entidade mundial do setor e coloca ES em vitrine global</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 13:00:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A ES Gás passou a integrar a International Gas Union (IGU), principal entidade mundial da indústria de gás natural. A organização reúne mais de 140 associados em aproximadamente 70 países e representa cerca de 90% do mercado global do setor. A adesão, formalizada nesta terça-feira (22), amplia a presença do Espírito Santo em um dos principais fóruns internacionais de discussão sobre gás natural e gases renováveis.O movimento ocorre em meio à estratégia de consolidar o Espírito ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A ES Gás passou a integrar a International Gas Union (<strong>IGU</strong>), principal entidade mundial da <strong>indústria</strong> de gás natural. A organização reúne mais de 140 associados em aproximadamente 70 países e representa cerca de 90% do <strong>mercado</strong> global do setor. A adesão, formalizada nesta terça-feira (22), amplia a presença do Espírito Santo em um dos principais fóruns internacionais de discussão sobre gás natural e gases renováveis.</p><p>O movimento ocorre em meio à estratégia de consolidar o Espírito Santo como um polo competitivo de gás natural e biometano. <strong>A entrada da concessionária na IGU está alinhada ao Programa Estadual ES Mais+Gás e abre caminho para que a empresa acompanhe tendências internacionais. </strong>Bem como tenha acesso a experiências de mercados mais maduros e amplie o relacionamento com companhias e instituições de diferentes elos da cadeia do gás.</p><p>Além da troca de conhecimento, <strong>a participação na entidade cria uma vitrine internacional para o ambiente de negócios capixaba.</strong> <strong>A expectativa é apresentar a investidores e empresas estrangeiras a infraestrutura já instalada no Estado. Assim como o ambiente regulatório e as iniciativas voltadas à ampliação da oferta e do consumo de gás natural e biometano.</strong></p><p>Vitrine para novos investimentos</p><p>“A entrada da ES Gás na International Gas Union representa um passo importante não apenas para a companhia, mas para o Espírito Santo. <strong>Passamos a integrar um espaço de discussão que reúne os principais atores do mercado global de gás. Criando oportunidades para troca de conhecimento, atração de investimentos e fortalecimento das relações internacionais do setor.</strong> Ao mesmo tempo, é uma oportunidade de mostrar ao mundo os avanços que o Estado já conquistou na construção de um mercado de gás mais competitivo, moderno e preparado para o futuro”, afirmou Raphael Pereira, diretor-presidente da ES Gás.</p><p>A adesão ocorre também em um momento de transformação do mercado brasileiro de gás. Ou seja, com maior competição e busca por novas fontes de energia para atender projetos industriais. <strong>Para o Espírito Santo, a participação na IGU reforça a tentativa de posicionar o Estado não apenas como produtor e consumidor, mas como ambiente capaz de atrair novos projetos a partir da disponibilidade de gás e de soluções energéticas competitivas.</strong></p><p>A ES Gás é responsável pela distribuição de gás natural canalizado no Espírito Santo e <strong>atende mais de 100 mil clientes nos segmentos residencial, comercial, industrial, automotivo, climatização, cogeração e termelétrico. </strong>Privatizada em 2023, a empresa passou a integrar o Grupo Energisa, que desde então ampliou sua atuação no mercado de gás e hoje também possui participações em distribuidoras de outros estados.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Instala&ccedil;&atilde;o da ES G&aacute;s: reconhecimento internacional e foco em expans&atilde;o no ES.  Foto: Pedro Vilela / Agencia i7]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Vencedores do 5º Concurso de Qualidade do Café Conilon de Jaguaré serão anunciados nesta quinta-feira (24)</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 21:01:02 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os vencedores do 5º Concurso de Qualidade de Café Conilon de Jaguaré serão conhecidos nesta quinta-feira, 24 de setembro, no Parque de Exposições Alpheu Sossai. O evento reunirá produtores rurais, familiares, autoridades e convidados para celebrar a qualidade do café produzido no município.Nesta edição, 25 produtores chegaram à etapa final do concurso, que tem como objetivo incentivar a produção de cafés de qualidade e valorizar o trabalho dos cafeicultores de Jaguaré.As...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os vencedores do 5º Concurso de Qualidade de Café Conilon de Jaguaré serão conhecidos nesta quinta-feira, 24 de setembro, no Parque de Exposições Alpheu Sossai. O evento reunirá produtores rurais, familiares, autoridades e convidados para celebrar a qualidade do café produzido no município.</p><p>Nesta edição, 25 produtores chegaram à etapa final do concurso, que tem como objetivo incentivar a produção de cafés de qualidade e valorizar o trabalho dos cafeicultores de Jaguaré.</p><p>As inscrições foram encerradas pela Secretaria Municipal de Agricultura no dia 31 de agosto, com a participação de 56 produtores. O número representa um recorde em relação à edição de 2025, quando foram inscritas 42 amostras, o que reforça o interesse dos produtores locais em investir na qualidade e na valorização do café produzido no município.</p><p>A análise sensorial dos lotes inscritos foi realizada entre os dias 1º e 3 de setembro de 2026, na Unidade de Referência em Qualidade de Café, localizada no Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Norte do Incaper, em Linhares.</p><p>Durante essa etapa, os cafés passaram por processos de torra, análise técnica e planilhamento dos resultados, seguindo os critérios estabelecidos pelo concurso. Ao final da avaliação, foram definidos os 25 produtores que avançaram para a etapa decisiva.</p><p><strong>Produtores finalistas</strong></p><p>Os 25 produtores classificados para a grande final são:</p><p>Alagusto Carvalho Siqueira</p><p>Amarildo Antônio Siqueira</p><p><strong>R$ 40 mil em premiação</strong></p><p>Nesta edição, o concurso distribuirá R$ 40 mil em prêmios em dinheiro aos cinco melhores cafés produzidos em Jaguaré. O produtor que conquistar o primeiro lugar receberá R$ 15 mil. O segundo colocado será premiado com R$ 10 mil, enquanto o terceiro receberá R$ 7 mil. O quarto colocado ficará com R$ 5 mil, e o quinto receberá R$ 3 mil.</p><p>Além da premiação financeira, o concurso busca ampliar a visibilidade do trabalho dos cafeicultores e destacar a qualidade do café conilon produzido em Jaguaré. Ao longo de suas edições, a iniciativa também tem contribuído para o fortalecimento da produção de cafés especiais no município e incentivado os produtores a adotar práticas voltadas à melhoria da qualidade.</p><p>O movimento de valorização também tem possibilitado que o café produzido no município seja beneficiado, embalado e comercializado no mercado com maior valorização.</p><p><strong>Palestra e confraternização</strong></p><p>A programação do evento de premiação do concurso contará com uma palestra ministrada pelo engenheiro agrônomo e doutor em Produção Vegetal, na área de Controle Biológico, Rafael Assis de Souza.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>BNDES aprova financiamento de R$ 78,8 milhões para planta de biometano em Vila Velha</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10642/bndes-aprova-financiamento-de-rs-78-8-milhoes-para-planta-de-biometano-em-vila-velha.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 21:00:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 78,8 milhões para implementar uma unidade de produção de biometano a partir de biogás gerado em aterros sanitários em Vila Velha. O investimento será realizado pela GNR Vila Velha (ES), sociedade formada por meio de parceria entre os grupos Lara e MDC Energia.Os recursos são provenientes do Fundo Clima e da linha BNDES Finem. A planta terá capacidade de produzir 32 mil Mn³/ dia em Vila Velha. A...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <strong>Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social</strong> (BNDES) aprovou financiamento de R$ 78,8 milhões para implementar uma unidade de produção de <strong>biometano</strong> a partir de <strong>biogás</strong> gerado em aterros sanitários em <strong>Vila Velha</strong>. O investimento será realizado pela GNR Vila Velha (ES), sociedade formada por meio de parceria entre os grupos Lara e MDC Energia.</p><p>Os recursos são provenientes do Fundo Clima e da linha BNDES Finem. A planta terá capacidade de produzir 32 mil Mn³/ dia em Vila Velha. A produção desse combustível renovável acontecerá a partir da captura do biogás gerado pela decomposição de resíduos sólidos urbanos em aterros sanitários administrados pelo Grupo Lara.</p><p>Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, a iniciativa apoia a transição energética e a economia circular.</p><p>O biometano transforma resíduos em energia renovável e evita emissões de gases de efeito estufa, ao capturar o metano produzido nos aterros sanitários. Esse projeto apoiam uma cadeia produtiva nacional inovadora e a oferta de combustível sustentável na matriz energética brasileira.</p><p>Aloizio Mercadante, presidente do BNDES</p><p>A entrada em operação comercial da unidade está prevista para o primeiro semestre de 2027. A produção terá comercialização por meio de contratos de longo prazo firmados com a Ultragaz.</p><p>Investimento chega a R$ 245 milhões</p><p>Além de Vila Velha, o BNDES aprovou financiamento de R$ 101,9 milhões para outra planta em <strong>Mauá</strong> (SP). Nesse sentido, a GNR Mauá também faz parte da parceria entre os grupos Lara e MDC Energia.</p><p>O crédito aprovado pelo BNDES chega a R$ 180,7 milhões para implantar duas unidades de produção de biometano. Além disso, o investimento total na implantação dos projetos GNR Mauá e GNR Vila Velha, incluindo o crédito do BNDES e recursos das próprias empresas, soma R$ 245 milhões.</p><p>Dessa forma, as plantas terão capacidade instalada para produzir, juntas, 97 mil Nm³ por dia de biometano, sendo 65 mil Nm³/dia em Mauá.</p><p>Empreendimentos devem gerar 575 vagas de emprego</p><p>Os empreendimentos também vão gerar emprego e renda durante a fase de implantação e operação.</p><p>Sendo assim, há a estimativa de criação de 575 postos de trabalho durante as obras, entre empregos diretos e indiretos, além de mais de 50 empregos permanentes na fase operacional.</p><p>*Texto sob a supervisão da editora Erika Santos</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[GNR Vila Velha &eacute; uma das unidades em implanta&ccedil;&atilde;o com in&iacute;cio das opera&ccedil;&otilde;es previsto para 2027. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o / MDC Energia]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Justiça barra regra que permitiria sombra nas praias de Vila Velha mais cedo</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10640/justica-barra-regra-que-permitiria-sombra-nas-praias-de-vila-velha-mais-cedo.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 17:00:22 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Justiça Federal suspendeu a regra do novo Plano Diretor Municipal (PDM) de Vila Velha. O documento permitia a projeção de sombra de prédios sobre a faixa de areia a partir das 15 horas no solstício de inverno. Dessa forma, com a liminar, a prefeitura deve observar o limite das 16 horas estabelecido em um acordo judicial de 2022.Em nota, a Prefeitura de Vila Velha informou que cumprirá a decisão. O município afirmou que o texto elaborado pelo Poder Executivo durante a revisão do PDM...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Justiça Federal suspendeu a regra do novo Plano Diretor Municipal (PDM) de <strong>Vila Velha</strong>. O documento permitia a projeção de <strong>sombra de prédios sobre a faixa de areia</strong> a partir das 15 horas no solstício de inverno. Dessa forma, com a liminar, a prefeitura deve observar o limite das 16 horas estabelecido em um acordo judicial de 2022.</p><p>Em nota, a <strong>Prefeitura de Vila Velha</strong> informou que cumprirá a decisão. O município afirmou que o texto elaborado pelo Poder Executivo durante a revisão do PDM mantinha o limite das 16 horas. No entanto, a Administração alega que uma emenda apresentada durante a tramitação na Câmara Municipal de Vereadores antecipou o horário para as 15 horas.</p><p>Segundo a prefeitura, o prefeito Arnaldinho Borgo vetou a mudança, mas os vereadores derrubaram o veto e a Câmara promulgou a lei.</p><p>A decisão da 5ª Vara Federal Cível de Vitória atende a um pedido de urgência do Ministério Público Federal (MPF). Assim, o órgão apontou que a revisão do PDM, publicada em 16 de setembro de 2026, antecipou em uma hora o horário previsto no acordo entre o <strong>MPF</strong> e o município. O documento foi homologado pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2).</p><p>Desta forma, a suspensão atinge o artigo 71 e o parágrafo 4º do artigo 73 da Lei Complementar nº 128/2026, que tratam do sombreamento. <strong>A decisão não suspende o PDM inteiro</strong>.</p><p>A liminar também impede a prefeitura de aprovar projetos de prédios na orla que desrespeitem o limite das 16 horas. Nesses casos, o município também não pode emitir certidões de diretrizes, licenças ambientais ou alvarás de execução.</p><p><strong>“Também não se pode ignorar que eventual lesão ao meio ambiente […] pode assumir caráter irreversível”</strong>, explicou, na decisão, o juiz federal substituto Caio Souto Araújo.</p><p>A reportagem entrou em contato com a Câmara de Vereadores de Vila Velha. Assim que houver resposta, o texto será atualizado.</p><p>Projetos podem ser analisados</p><p>A prefeitura poderá, no entanto, continuar recebendo e analisando projetos para a orla. <strong>“Deixo de acolher o pedido no tocante à abstenção de recebimento, autuação e análise de projetos”</strong>, escreveu o juiz.</p><p>Segundo ele, a Justiça não pode impedir que interessados apresentem requerimentos ao município. A prefeitura, porém, não poderá aprovar projetos que desrespeitem o limite das 16 horas.</p><p>Além disso, a Justiça determinou a intimação pessoal do prefeito Arnaldinho Borgo e do secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Mobilidade, Thomaz Tommasi Filho. Também deverá comparecer a procuradora-geral do município, Danielle Brandão de Castro. A prefeitura precisará publicar a decisão que suspende os artigos do PDM no Diário Oficial e na página principal do portal de licenciamento urbanístico e ambiental.</p><p>A decisão tem caráter provisório e foi proferida em uma ação na qual o MPF cobra o cumprimento do acordo judicial anterior.</p><p>A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Mobilidade afirmou que adotará as providências administrativas necessárias para cumprir a liminar. Segundo a prefeitura, o município deixará de aplicar o dispositivo que autoriza o sombreamento a partir das 15 horas. Portanto, o limite das 16 horas voltará a prevalecer.</p><p>Confira a nota da Prefeitura de Vila Velha na íntegra</p><p>“A Prefeitura de Vila Velha vai cumprir a decisão da Justiça Federal, proferida nesta segunda-feira (21), que determinou a suspensão do dispositivo, do novo Plano Diretor Municipal (PDM), que permite a projeção de sombra sobre a faixa de areia a partir das 15 horas.</p><p>Durante a revisão do Plano Diretor Municipal, o texto elaborado pelo Poder Executivo previa a manutenção do limite de 16 horas para o sombreamento. Na tramitação da proposta na Câmara Municipal, uma emenda alterou o horário das 16 para as 15 horas. O prefeito vetou a alteração, mas o veto foi derrubado pelo Legislativo. Com a manutenção do texto aprovado pela Câmara Municipal, coube à própria Câmara proceder à promulgação da lei, conforme as atribuições estabelecidas no processo legislativo.</p><p>Com a decisão da Justiça, deverão ser observados os parâmetros estabelecidos no acordo judicial firmado em 2022 entre o Município e o Ministério Público Federal (MPF), homologado pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região. O acordo estabeleceu que, na orla marítima de Vila Velha, a projeção de sombra sobre a faixa de areia seria admitida somente após as 16 horas no solstício de inverno, observadas as demais condições previstas no termo. O acordo transitou em julgado em julho de 2022.</p><p>A Procuradoria-Geral do Município esclarece que o processo legislativo compreende atribuições constitucionalmente distribuídas entre os Poderes Executivo e Legislativo. A participação de cada Poder nas etapas de iniciativa, discussão, votação, veto, apreciação do veto e promulgação decorre do princípio da separação e da harmonia entre os Poderes, previsto no art. 2º da Constituição Federal.</p><p>A revisão do Plano Diretor Municipal foi realizada por meio de processo participativo, com audiências públicas, contribuições da sociedade e discussões durante a elaboração da proposta. O novo PDM entrou em vigor em setembro e atualizou as regras de ocupação e uso do solo de Vila Velha”.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Liminar impede a prefeitura de autorizar projetos na orla que desrespeitem o limite das 16 horas, previsto em acordo judicial Foto: Thiago Soares/Folha Vit&oacute;ria]]></media:title> 
			</media:content> 
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			<title>Misturar o próprio dinheiro com o da empresa pode custar caro; advogado explica os riscos</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10622/misturar-o-proprio-dinheiro-com-o-da-empresa-pode-custar-caro-advogado-explica-os-riscos.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 09:00:21 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Misturar dinheiro pessoal e empresarial em pagamentos por Pix, cartões ou retiradas do caixa pode gerar riscos fiscais, societários e patrimoniais para donos de pequenos negócios. Pesquisa do Sebrae divulgada em janeiro deste ano aponta que 61% usam a conta pessoal para pagar despesas da empresa.O índice ficou próximo ao registrado em 2023, quando 60% dos empreendedores relataram a mesma prática. O levantamento também mostra que 25% controlam as finanças em cadernos e 10% não adotam...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Misturar dinheiro pessoal e empresarial em pagamentos por Pix, cartões ou retiradas do caixa pode gerar riscos fiscais, societários e patrimoniais para donos de pequenos negócios. Pesquisa do <strong>Sebrae</strong> divulgada em janeiro deste ano aponta que<strong> 61% usam a conta pessoal para pagar despesas </strong>da empresa.</p><p>O índice ficou próximo ao registrado em 2023, quando 60% dos empreendedores relataram a mesma prática. O levantamento também mostra que 25% controlam as finanças em cadernos e 10% não adotam qualquer forma de controle.</p><p>Mistura de contas é comum entre pequenos negócios</p><p>A prática aparece em 64% dos pequenos negócios da construção civil e indústria, 62% do setor de serviços e 57% do comércio. Entre as situações, por exemplo, estão o pagamento de despesas domésticas com recursos da empresa e o recebimento de valores de clientes em contas pessoais.</p><p>Para o <strong>advogado Diego Barros</strong>, especialista em Direito Empresarial e Societário, a mistura impede o empresário de identificar com precisão o resultado financeiro do negócio.</p><p><strong>“Quando o empresário transforma o caixa da empresa em uma extensão da própria carteira, ele perde essa referência. Assim, deixa de saber quanto o negócio realmente gera, quanto custa e quanto pode ser retirado”</strong>, explicou.</p><p>Falta de separação pode afetar os sócios</p><p>Segundo ele, a falta de separação também pode provocar efeitos tributários, societários e patrimoniais. Em uma <strong>empresa</strong> com dois sócios, por exemplo, apenas um deles pode retirar R$ 5 mil mensais para despesas particulares. Ao fim de um ano, o total pode somar R$ 60 mil, sem registro ou critério definido.</p><p>Na prática, esse tipo de movimentação pode alterar o caixa e o resultado da empresa. Além disso, pode gerar questionamentos sobre distribuição irregular de lucros, prestação de contas e equilíbrio entre os sócios.</p><p>“Pró-labore, distribuição de lucros, reembolsos ou qualquer outra movimentação entre empresa e sócio precisam ser corretamente definidos e documentados”, afirmou Barros.</p><p>A empresa paga o pró-labore ao sócio que trabalha nela como remuneração. Já a distribuição de lucros corresponde à divisão do resultado do negócio entre os sócios, conforme as regras que a companhia adota e os registros que mantém.</p><p>Despesas pessoais podem trazer consequências fiscais</p><p>O advogado também alertou para possíveis consequências fiscais. Há precedentes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) sobre o tema.</p><p>Eles tratam o pagamento de despesas pessoais de sócios pela empresa como remuneração indireta a título de pró-labore. Nesses casos, há incidência de tributação mais elevada sobre os valores.</p><p>A prática recorrente também pode afetar a separação entre os bens da empresa e os bens dos <strong>sócios</strong>. Esse cenário é chamado de <strong>confusão patrimonial</strong>. Nessa situação, não é possível distinguir com clareza os recursos da pessoa jurídica dos patrimônios pessoais dos proprietários.</p><p>“Isso não significa que uma transferência equivocada ou o pagamento isolado de uma conta pessoal automaticamente coloque os bens do empresário em risco”, esclareceu Barros.</p><p>“Mas o problema ganha relevância quando ninguém consegue identificar onde termina o patrimônio da empresa e começa o patrimônio dos proprietários. Uma rotina sistemática assim pode se transformar em elemento relevante em uma disputa judicial.”</p><p>Como medidas preventivas, o advogado recomenda <strong>estabelecer um pró-labore compatível com a realidade do negócio</strong>,<strong> formalizar a distribuição de lucros e registrar empréstimos e aportes dos sócios</strong>. Também recomenda documentar reembolsos e evitar o pagamento direto de despesas particulares pela empresa.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Segundo pesquisa do Sebrae, cerca de  61% dos empres&aacute;rios usam a conta pessoal para pagar despesas da empresa. Foto: Magnific]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Novo PDM abre espaço para prédios maiores e mais valorização na Praia da Costa</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10612/novo-pdm-abre-espaco-para-predios-maiores-e-mais-valorizacao-na-praia-da-costa.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 21:00:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Praia da Costa, que já concentra alguns dos prédios mais altos e imóveis mais caros de Vila Velha, poderá ficar ainda mais vertical. O novo Plano Diretor Municipal (PDM) manteve o bairro como Zona de Ocupação Prioritária, área onde a prefeitura admite maior adensamento. Na prática, os prédios podem, sim, ficar um ou dois pavimentos mais altos. Isso porque o horário de sombra caiu de 16h para as 15h. Ou seja, com essa redução, deixa de aparecer no novo dispositivo o limite fixo de ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A <strong>Praia da Costa</strong>, que já concentra alguns dos prédios mais altos e imóveis mais caros de <strong>Vila Velha</strong>, poderá ficar ainda mais vertical. O novo Plano Diretor Municipal (PDM) manteve o bairro como Zona de Ocupação Prioritária, área onde a <strong>prefeitura</strong> admite maior adensamento. <strong>Na prática, os prédios podem, sim, ficar um ou dois pavimentos mais altos. Isso porque o horário de sombra caiu de 16h para as 15h. Ou seja, com essa redução, deixa de aparecer no novo dispositivo o limite fixo de 10 pavimentos e 32 metros de altura que existia anteriormente.</strong></p><p>No entanto, o tamanho dos prédios vai depender da largura da rua, do tamanho e da disposição do terreno. Pela regra anterior, o coeficiente básico era de 2,5. Agora, sobe para 3,0. Esse índice define, de forma simplificada, quanto pode ser construído em relação ao tamanho do terreno. </p><p>Terreno de 1.000 m² pode ganhar 500 m² de construção</p><p>O exemplo deixa a diferença mais fácil de entender. Imagine um terreno de 1.000 metros quadrados. Com coeficiente de 2,5, ele tinha potencial básico para aproximadamente 2.500 metros quadrados de área computável. Com o índice de 3,0, esse potencial passa para 3.000 metros quadrados. São 500 metros quadrados extras, um aumento de 20% na capacidade básica de construção.</p><p>Em uma área de 2.000 metros quadrados, como poderia acontecer com a compra e união de dois ou três terrenos vizinhos, a diferença fica ainda maior. O potencial básico passa de 5 mil para 6 mil metros quadrados. São mil metros quadrados adicionais que podem virar apartamentos, lojas ou outros espaços permitidos pelo PDM.</p><p>Em um bairro onde imóveis novos já alcançam valores próximos de R$ 12 mil por metro quadrado, essa capacidade extra pesa bastante na conta das incorporadoras.</p><p><strong>Por isso, casas antigas, estacionamentos, prédios baixos e terrenos vizinhos podem ganhar ainda mais valor. </strong>Para uma construtora, não importa apenas onde o terreno está, mas quanto aquele terreno permite construir. </p><p>Se o mesmo lote passa a comportar mais metros quadrados de empreendimento, ele também tende a valer mais. O novo PDM pode acelerar a substituição de imóveis antigos por edifícios maiores na Praia da Costa.</p><p>Isso não significa que qualquer construtora poderá levantar um prédio de qualquer altura. Continuam valendo restrições do aeroporto, regras de proteção da paisagem do Convento da Penha, estudos de sombra e outros limites urbanísticos. </p><p>Porém, a lógica mudou: em vez de um teto pré-definido de dez andares e 32 metros, cada projeto terá mais espaço para explorar o potencial do terreno dentro dessas restrições. Para o mercado imobiliário, é uma abertura importante. Para o bairro, surge também a outra conta: mais prédios significam mais moradores, carros e pressão sobre ruas, trânsito e infraestrutura.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Praia da Costa, em Vila Velha: novo PDM pode acelerar renova&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria no munic&iacute;pio. Foto: Thiago Soares/Folha Vit&oacute;ria]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Imóveis sustentáveis poderão pagar menos impostos em Vila Velha; saiba como</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10600/imoveis-sustentaveis-poderao-pagar-menos-impostos-em-vila-velha-saiba-como.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:00:23 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Imóveis localizados em Vila Velha poderão receber, no futuro, um benefício tributário pela adoção de práticas sustentáveis. A possibilidade consta no novo Plano Diretor Municipal (PDM), publicado no Diário Oficial de terça-feira (15). A prefeitura, no entanto, não definiu se a vantagem será aplicada no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) ou em outro tributo.A previsão aparece no artigo 128 da Lei Complementar nº 128/2026, dentro da subseção que trata das Zonas de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Imóveis localizados em <strong>Vila Velha</strong> poderão receber, no futuro, um benefício tributário pela adoção de <strong>práticas sustentáveis</strong>. A possibilidade consta no novo <strong>Plano Diretor Municipal (PDM)</strong>, publicado no Diário Oficial de terça-feira (15). A prefeitura, no entanto, não definiu se a vantagem será aplicada no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) ou em outro tributo.</p><p>A previsão aparece no artigo 128 da Lei Complementar nº 128/2026, dentro da subseção que trata das Zonas de Especial Interesse Ambiental (Zeia). Pela organização do texto, não fica claro se o benefício se destina a todos os imóveis do município que se enquadrarem nos critérios ou somente aos imóveis situados em áreas de interesse ambiental.</p><p>Segundo o texto, “poderá ser concedido benefício tributário ambiental ao contribuinte, mediante a adoção dos princípios da sustentabilidade nos imóveis urbanos, tais como captação e reúso de água, aumento da permeabilidade do solo, conservação de arborização urbana, dentre outras práticas que estimulem a proteção, a preservação e a recuperação do meio ambiente”.</p><p>Em nota, a Prefeitura de Vila Velha informou que o Executivo elaborará a lei específica para regulamentar o benefício tributário ambiental e a encaminhará à Câmara Municipal.</p><p>Além disso, salientou que, após a entrada em vigor do novo Plano Diretor Municipal (PDM), que prevê o benefício, a prefeitura iniciará os estudos técnicos para elaborar a legislação específica.</p><p>Uma comissão técnica composta por representantes das secretarias de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente realizará os estudos.</p><p>Além disso, elaborará a minuta de projeto de lei, a ser submetida à análise do prefeito. A Secretaria de Finanças e Tributação participará dos estudos técnicos para avaliar os impactos fiscais, segundo a nota.</p><p>Assim, de acordo com a prefeitura, a regulamentação por lei específica é necessária para garantir segurança jurídica. Além disso, ela vai gerar transparência e adequação técnica do benefício tributário ambiental previsto no novo PDM.</p><p>Quais práticas ambientais aparecem no PDM</p><p>O plano cita a captação e o reúso de água, o aumento da permeabilidade do solo e a conservação da arborização urbana como exemplos de práticas sustentáveis.</p><p>Além disso, o artigo admite outras medidas que estimulem a proteção, a preservação e a recuperação do meio ambiente. A futura legislação deverá estabelecer os critérios técnicos.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Novo PDM prev&ecirc; poss&iacute;vel benef&iacute;cio tribut&aacute;rio ambiental para im&oacute;veis situados em &aacute;reas espec&iacute;ficas de Vila Velha Foto: Thiago Soares/Folha Vit&oacute;ria]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Benefícios sociais e produtividade: o que mostram os números</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10590/beneficios-sociais-e-produtividade-o-que-mostram-os-numeros.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 13:00:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[ *Artigo escrito por Araceli Bufon, Consultora de Novos Negócios na SOU Consultoria e membro do Comitê Qualificado de Conteúdo de ESG do IBEF-ES.Nos últimos dias voltou a ganhar força uma narrativa conhecida: a de que programas de transferência de renda estariam criando dependência, reduzindo os incentivos ao trabalho e comprometendo a produtividade econômica do país.O argumento parece intuitivo. Mas, quando o debate sai do campo das percepções e entra no campo das evidências, a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> *Artigo escrito por Araceli Bufon, Consultora de Novos Negócios na SOU Consultoria e membro do Comitê Qualificado de Conteúdo de ESG do IBEF-ES.</p><p>Nos últimos dias voltou a ganhar força uma narrativa conhecida: a de que <strong>programas de transferência de renda</strong> estariam criando dependência, reduzindo os incentivos ao trabalho e comprometendo a <strong>produtividade</strong> econômica do país.</p><p>O argumento parece intuitivo. Mas, quando o debate sai do campo das percepções e entra no campo das evidências, a história se torna mais complexa.</p><p>Estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado em 2025, acompanhou beneficiários do Bolsa Família e seus dependentes ao longo da última década, utilizando dados entre 2014 e 2025.</p><p>Os resultados indicam que 60,68% dos beneficiários deixaram o programa ao longo do período. Entre aqueles que tinham entre 11 e 14 anos em 2014, a taxa de saída chegou a 68,8%. Já entre os que tinham entre 15 e 17 anos, alcançou 71,25%. O estudo também apontou aumento da inserção no mercado formal e saída expressiva do Cadastro Único.</p><p>Se benefícios sociais produzem dependência estrutural, como explicar que seis em cada dez beneficiários tenham deixado o programa? E que justamente os jovens apresentem os maiores índices de mobilidade?</p><p>Os próprios dados ajudam a responder. As maiores taxas de saída ocorreram em regiões economicamente mais dinâmicas, entre famílias com melhor infraestrutura, maior escolaridade e vínculos formais de trabalho. Quando a pessoa de referência possuía emprego formal, a taxa de saída alcançou 79,4%.</p><p>A conclusão é clara: o fator decisivo não parece ser o benefício, mas a existência de oportunidades. Esse ponto não deveria ser ignorado quando empresas de diversos setores relatam dificuldades para preencher vagas. Se a principal causa fosse apenas a falta de interesse em trabalhar, bastaria reduzir benefícios para resolver o problema. A realidade sugere algo diferente: dificuldades históricas de qualificação, formação profissional e conexão entre trabalhadores e as competências exigidas pelo mercado.</p><p>Produtividade não depende apenas de incentivos individuais. Depende também de educação, qualificação, saúde e estabilidade social. Em outras palavras: depende de capital humano.</p><p>Vale dizer que o componente social da agenda ESG não se resume à filantropia. Trata-se de gestão de risco econômico. Empresas dependem de trabalhadores qualificados, consumidores com capacidade de renda e ambientes socialmente estáveis para crescer e investir.</p><p>É legítimo discutir os custos, os limites e os aperfeiçoamentos das políticas sociais. O que parece um equívoco é transformar programas de transferência de renda na explicação para problemas estruturais muito mais profundos.</p><p>Quando se reduz esse debate a uma disputa ideológica, deixa-se de enfrentar as causas reais do problema.</p><p>A verdadeira discussão não deveria ser sobre benefícios sociais versus trabalho. Deveria ser sobre como transformar proteção social em oportunidades, qualificação e autonomia econômica.</p><p>Os dados sugerem que o problema não está nos benefícios, mas na ausência de condições para que mais brasileiros deixem de precisar deles.</p><p>Este texto expressa a opinião do autor e não traduz, necessariamente, o posicionamento do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Espírito Santo, bem como da organização à qual esteja vinculado profissionalmente.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Magnific]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Perfilados Rio Doce inaugura terceira unidade industrial no ES</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10582/perfilados-rio-doce-inaugura-terceira-unidade-industrial-no-es.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 21:01:02 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Espírito Santo ganhou nesta quinta-feira (17) uma nova unidade industrial voltada à transformação do aço. A Perfilados Rio Doce (PRD), empresa do Grupo RDG Aços do Brasil, inaugurou sua terceira fábrica, localizada na região do Contorno, na Serra, com investimento de cerca de R$ 350 milhões de recursos próprios. Com a nova unidade, a Perfilados passa a contar com três plantas industriais no Estado: uma em Linhares e duas em Serra, e dobra sua capacidade produtiva, gerando cerca de ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Espírito Santo ganhou nesta quinta-feira (17) uma nova unidade industrial voltada à transformação do aço. A Perfilados Rio Doce (PRD), empresa do Grupo RDG Aços do Brasil, inaugurou sua terceira fábrica, localizada na região do Contorno, na Serra, com investimento de cerca de R$ 350 milhões de recursos próprios. </p><p>Com a nova unidade, a Perfilados passa a contar com três plantas industriais no Estado: uma em Linhares e duas em Serra, e dobra sua capacidade produtiva, gerando cerca de 200 novos empregos diretos. </p><p>A fábrica da Perfilados Rio Doce em Linhares foi uma das primeiras a se instalarem em Linhares, no início dos anos 2000, iniciando uma nova era no município, com o desenvolvimento industrial.</p><p>Segundo a empresa, as três fábricas somam mais de 100 mil metros quadrados de áreas próprias. Utilizando matéria-prima certificada das principais siderúrgicas brasileiras e tecnologia de alta precisão na transformação do aço, a Perfilados Rio Doce atua em segmentos como construção civil, indústria automotiva, indústria moveleira, naval, estruturas metálicas, máquinas e equipamentos, entre outros.</p><p>Instalada em uma área total de 150 mil metros quadrados, com 62 mil metros quadrados de área construída, a nova fábrica dobra a capacidade de produção da empresa e reforça a estratégia de expansão nacional do grupo.</p><p>A unidade deve ampliar em até 25% o mix de produtos já fabricados nas outras unidades, como tubos de grandes diâmetros, perfis especiais, chapas de maior espessura e alta resistência, chapas expandidas, além de também industrializar produtos da construção civil que antes eram adquiridos já prontos.</p><p>A expansão também terá impacto na geração de empregos. O Grupo RDG conta com cerca de 1.000 colaboradores, e a expansão da Perfilados Rio Doce deve abrir em torno de 200 novos postos de trabalho diretos. Além das fábricas, a empresa atua em todo o território nacional, contando com nove escritórios comerciais nos principais Estados do Brasil, além da sua base no Espírito Santo.</p><p><strong>De caminhoneiro a empresário</strong></p><p>À frente do grupo RDG está Ronaldo Roque Campo, cuja trajetória empresarial tive início há mais de 50 anos. Nascido em Castelo, em 1949, filho de agricultores descendentes de imigrantes italianos, Ronaldo começou a trabalhar aos 18 anos como motorista de caminhão.</p><p>Depois, mudou-se para Vitória para estudar Economia na Ufes, trabalhou na Central das Cooperativas Agrícolas do Espírito Santo e no Banestes. Em 1973, ingressou no curso de Economia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), concluído em 1976. Antes mesmo de terminar a graduação, começou a trabalhar na D. Dalla Bernardina e Irmãos, empresa onde teve contato com o setor de produtos siderúrgicos e desenvolveu o espírito empreendedor.</p><p>Em 1991, inaugurou a D. Dalla Produtos Siderúrgicos, inicialmente voltada à comercialização de vergalhões para a construção civil. Com a aquisição da participação dos demais sócios, a empresa passou a se chamar RDG Aços do Brasil. A partir daí, o grupo ampliou sua atuação, chegando atualmente a nove unidades da RDG Aços e a aproximadamente 1.200 colaboradores diretos.</p><p>A Perfilados Rio Doce, criada no ano de 2000, tornou-se uma das principais empresas do grupo e hoje atende clientes em diferentes regiões do país, com escritórios comerciais em estados como Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais. No portfólio estão tubos, perfis, chapas, soluções para coberturas de armazéns, telhas, entre outras soluções metálicas.</p><p>A estrutura empresarial do Grupo RDG também inclui a Centralfer, especializada em serviços de corte e dobra de vergalhões, além da Transcampo, responsável pelo transporte de cargas secas e fechadas para diferentes regiões do Brasil.</p><p>Hoje, o Grupo RDG tem na sua carteira aproximadamente 15 mil clientes ativos. Mesmo depois de mais de quatro décadas à frente dos negócios, Ronaldo mantém uma rotina próxima às empresas.</p><p>“Nesses 45 anos de trabalho, sempre temos uma obra, seja uma nova unidade ou uma ampliação de melhoria por ano. Nunca paramos, sempre estamos investindo”, explica o empresário, que cumpre diariamente sua jornada na sede da empresa.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Unidade da Perfilados Rio Doce, &agrave;s margens da BR 101, em Linhares, inaugurada no in&iacute;cio dos anos 2000
Segundo a empresa, as tr&ecirc;s f&aacute;bricas somam mais de 100 mil metros quadrados de &aacute;reas pr&oacute;prias. Util]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Raphael Pereira: “Queremos usar a infraestrutura de gás como ferramenta para o desenvolvimento”</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 13:00:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Espírito Santo vive um novo ciclo de expansão do consumo e da infraestrutura de gás natural, impulsionado principalmente pela indústria. Em 2025, o Estado consumiu 793 milhões de metros cúbicos de gás natural. Ou seja, uma alta de 14,8% sobre os 690,9 milhões de metros cúbicos registrados em 2024. A indústria respondeu por 83,1% desse volume, enquanto as termelétricas representaram 11,2%.Até 2030, a ES Gás prevê investir cerca de R$ 1 bilhão, construir aproximadamente 480...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Espírito Santo vive um novo ciclo de expansão do consumo e da <strong>infraestrutura</strong> de gás natural, impulsionado principalmente pela indústria. Em 2025, o Estado consumiu 793 milhões de metros cúbicos de gás natural. Ou seja, uma alta de 14,8% sobre os 690,9 milhões de <strong>metros cúbicos</strong> registrados em 2024. A <strong>indústria</strong> respondeu por 83,1% desse volume, enquanto as termelétricas representaram 11,2%.</p><p>Até 2030, a ES Gás prevê investir cerca de R$ 1 bilhão, construir aproximadamente 480 quilômetros de novas redes, conectar 92 mil novos consumidores e atender mais 30 indústrias. O plano  a <strong>empresa</strong> inclui ainda a chegada a cinco novos municípios e a integração de usinas de biometano à rede. A meta é alcançar aproximadamente 180 mil clientes e superar a marca de mil quilômetros de rede de distribuição até o fim da década.</p><p>À frente desse movimento está <strong>Raphael Pereira</strong>, diretor-presidente da ES Gás. Engenheiro de produção, com pós-graduação em óleo e gás pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, ele acumula mais de 20 anos de experiência na indústria de gás natural. Ele acredita que o avanço industrial no Espírito Santo, os investimentos em Aracruz e no Norte do Estado, com a chegada da GWM, podem impulsionar o uso de gás no Estado. Rafael também aponta para o potencial dos data centers, a expansão do mercado livre e o papel do biometano na descarbonização da economia capixaba.</p><p>Veja abaixo a entrevista com Rafael Pereira, diretor-presidente da ES Gás:</p><p>Como o atual ciclo de investimentos do Espírito Santo mudou a demanda por gás natural?</p><p>Antes da privatização, vínhamos de um ciclo de baixos investimentos na infraestrutura de distribuição de gás. Com a privatização, conseguimos dar vazão a investimentos que estavam represados, acessar mais consumidores e destravar novas possibilidades para o Espírito Santo.</p><p>Temos investimentos industriais anunciados recentemente que vão consumir gás natural. A montadora chinesa que vai se estabelecer no Estado é consumidora de gás. A ArcelorMittal anunciou o laminador de tiras a frio, que também vai utilizar gás natural. A nova planta de silicatos da Vale terá demanda por gás. Poderíamos passar boa parte da entrevista falando de clientes industriais que estão chegando ou avaliando se instalar no Espírito Santo e para os quais o gás natural é um habilitador.</p><p>Também há crescimento forte no mercado residencial. Nos últimos dois ou três anos, tivemos aumento de quase 30% da base de clientes residenciais. Cerca de 95% das novas construções na Grande Vitória já são atendidas ou serão atendidas pelo gás natural quando concluídas.</p><p>Há ainda comércio, hospitais, bares e restaurantes que antes dependiam do GLP e que, com o avanço da rede, passaram a ter acesso ao gás natural. Isso aumenta a competitividade desses estabelecimentos e também contribui para setores como o turismo.</p><p>A ES Gás prevê investir cerca de R$ 1 bilhão até 2030. Esse valor será suficiente?</p><p>Acreditamos que esse R$ 1 bilhão projetado já contempla a chegada dessas indústrias. Entre 70% e 80% desse valor está diretamente conectado à expansão.</p><p>Se tivermos a boa notícia de ainda mais indústrias vindo para cá e precisarmos revisar esse plano, vamos revisar. <strong>Não vamos perder a oportunidade de atrair empresas e transformar o Espírito Santo em um celeiro para essas indústrias.</strong></p><p>Neste momento, entendemos que R$ 1 bilhão é suficiente. <strong>É o maior plano de investimento em distribuição de gás que o Espírito Santo já teve.</strong></p><p>Quais municípios devem receber gás canalizado e qual é a estratégia por trás da expansão?</p><p>A ideia é interiorizar o gás natural e preparar novas regiões para receber investimentos. Linhares é um exemplo importante. Hoje, em número de indústrias, só fica atrás da Serra, e há mais empresas caminhando para a região.</p><p>Aracruz também será muito comentada nos próximos anos. Além dessas regiões, nosso plano contempla <strong>Pedro Canário, Nova Venécia e Jaguaré, no Norte do Estado, além de Mimoso do Sul e Domingos Martins, mais ao Sul.</strong></p><p>Algumas dessas regiões têm forte vocação industrial e agropecuária. Outras, como Domingos Martins, também apresentam um componente turístico importante. Queremos usar a infraestrutura de gás como ferramenta para o desenvolvimento.</p><p>E como o gás natural pode contribuir para o agronegócio capixaba?</p><p>O gás já cumpre um papel importante no agro há alguns anos, principalmente no café. A torrefação do café feita por uma das grandes empresas instaladas no Espírito Santo já utiliza gás natural há bastante tempo.</p><p>Neste ano, concluímos também um projeto de pesquisa e desenvolvimento para utilização de gás natural na secagem do café. É uma aplicação nova, em que substituímos a lenha pelo gás natural e conseguimos ganhos de produtividade e de qualidade no café Conilon.</p><p>Os resultados mostraram ganhos de produção, qualidade e nota sensorial. Portanto, acreditamos que o gás natural tem muito a contribuir com o agro.</p><p>E não apenas no café. Temos, por exemplo, aplicações na esterilização da pimenta e diversas outras atividades que podem usar o gás para aumentar produtividade, competitividade e qualidade do produto final.</p><p>Por que o Norte do ES se tornou tão estratégico para a expansão da ES Gás?</p><p>O Norte já vem dando sinais de crescimento econômico forte há alguns anos. Linhares, por exemplo, cresceu muito. Começamos lá com um sistema de distribuição por carretas, porque o volume ainda era pequeno e a região não estava conectada aos nossos dutos.</p><p>Porém a demanda cresceu muito, as indústrias começaram a procurar a região e tivemos que fazer a ligação definitiva com os dutos para conseguir atender esse crescimento.</p><p>O agro, principalmente o café, ajuda a puxar essa expansão. E as indústrias querem se estabelecer perto das atividades econômicas que estão se destacando.</p><p>Acreditamos que o Norte do Espírito Santo está sendo muito observado por investidores brasileiros e estrangeiros. Quando falamos de infraestrutura, temos que olhar para o futuro e nos antecipar. Muitas vezes, depois que a decisão de investimento de uma empresa é tomada, não há tempo suficiente para construir toda a infraestrutura necessária.</p><p>Estamos apostando que o Norte do Espírito Santo vai crescer, e crescer muito.</p><p>O ES tenta agregar mais valor à produção local, em vez de apenas exportar commodities. Qual é o papel do gás nessa nova industrialização?</p><p>Existem dois pontos muito importantes. O primeiro é a competitividade. Ter infraestrutura de gás natural disponível ajuda as indústrias a se estabelecerem aqui e a competir de igual para igual no mercado externo.</p><p>O segundo é que novas aplicações do gás natural também contribuem para a qualidade dos produtos e para a descarbonização, que é cada vez mais importante.</p><p>Podemos discutir redução da pegada de carbono no aço, no minério de ferro e até na logística, com os caminhões que transportam esses produtos. O gás natural pode contribuir em várias dessas áreas.</p><p>Então, tanto do ponto de vista da competitividade como da qualidade e da eficiência do que é produzido no Estado, o gás natural tem relação direta com essa nova industrialização. E isso ganha importância porque mercados compradores, como a Europa, são cada vez mais rigorosos em relação à pegada de carbono dos produtos.</p><p>A GWM deve atrair uma cadeia de fornecedores para Aracruz. Há gás suficiente para atender a essa demanda?</p><p>Temos, sim. O Espírito Santo é muito privilegiado do ponto de vista de acesso ao gás natural. O Estado é cortado de Norte a Sul pelo duto nacional de transporte da TAG. Isso nos permite acessar gás de diferentes origens, inclusive Argentina, Bolívia, terminais de GNL, Bacia de Campos e outras regiões produtoras.</p><p>O investimento na distribuição é o ponto crítico, porque é ele que conecta essa oferta ao consumidor final.</p><p>No caso da GWM, nossas conversas já acontecem há bastante tempo. A empresa colocou a infraestrutura de abastecimento de gás natural entre os fatores relevantes para sua instalação. Ela está se estabelecendo aqui também porque existe disponibilidade de gás e investimento em infraestrutura.</p><p>Estamos fazendo investimentos na região e devemos iniciar a primeira fase do projeto que levará essa infraestrutura para a GWM.</p><p>Mas não estamos construindo infraestrutura apenas para a GWM. Estamos pensando em toda a região de Aracruz e nas outras indústrias que podem se estabelecer ali. Aracruz também tem enorme potencial portuário, com o porto da Imetame em desenvolvimento, e isso deve trazer outros investimentos.</p><p>Portanto, a região estará preparada. Tenho convicção de que não vai faltar gás para quem quiser se estabelecer ali.</p><p>O ES também quer disputar investimentos em data centers. A ES Gás está preparada para atender esses projetos?</p><p>Estamos preparados e acompanhamos essa discussão em Brasília. Tivemos recentemente uma notícia importante, que foi a votação do Redata e a inclusão do gás natural como combustível elegível dentro dessa discussão.</p><p>Data center é uma demanda global crescente. Se compararmos o mercado brasileiro com o americano, vemos a dimensão dessa oportunidade. Nos Estados Unidos, o gás natural já é amplamente utilizado para geração de energia destinada a data centers.</p><p>Não é apenas uma questão de produzir energia. Data centers precisam de energia firme e confiável.</p><p>O Brasil desponta como uma possível localização para esses investimentos, e o Espírito Santo tem características muito favoráveis. Disponibilidade de gás natural, capacidade de investimento e áreas para receber os empreendimentos.</p><p>Vamos competir para trazer data centers para o Espírito Santo. É um segmento cuja demanda tende a crescer cada vez mais.</p><p>Quais são as obras necessárias para garantir segurança energética e atender o crescimento da demanda?</p><p>Hoje, nossa necessidade está basicamente concentrada no sistema de distribuição. Por isso anunciamos esse grande volume de investimentos.</p><p>Existia uma demanda represada antes da privatização. Precisamos ampliar a rede, atualizar os sistemas e preparar essa infraestrutura para absorver a nova demanda.</p><p>Nosso objetivo é superar mil quilômetros de rede. O Espírito Santo tinha menos rede de distribuição do que outros Estados da região, inclusive alguns menores do que o nosso. Esse cenário está mudando rapidamente.</p><p>Para receber data centers, ampliar o uso do gás no agro, dar suporte ao crescimento industrial e tornar as empresas já instaladas mais competitivas, precisamos investir em distribuição. É nisso que estamos focados.</p><p>Gargalos em rodovias, ferrovias, portos e outras infraestruturas interferem na capacidade de atrair grandes indústrias?</p><p>Fazem muita diferença. Não diretamente do ponto de vista técnico da distribuição de gás, mas uma grande indústria não se estabelece em um Estado por causa de uma única variável.</p><p>O gás natural é uma dessas variáveis e é uma das que estão sob nosso domínio. Portanto conseguimos atuar mais rapidamente sobre ela.</p><p>No entanto, uma empresa como a GWM não veio ao Espírito Santo apenas por causa do gás. Foi um conjunto de fatores.</p><p>Precisamos olhar para a infraestrutura de maneira ampla. Rodovias, ferrovias, portos, energia elétrica e saneamento contam muito. O conjunto desses investimentos cria uma região mais preparada e competitiva para receber novos projetos.</p><p>O preço do gás no ES já é competitivo o suficiente para atrair grandes consumidores industriais?</p><p>Tenho convicção de que sim. Claro que competitividade e preço são temas dos quais nunca podemos tirar os olhos. Sempre precisamos buscar condições melhores.</p><p>O Espírito Santo foi o primeiro Estado do país a chegar a 90% de todo o volume comercializado no mercado livre. Basicamente, somos os únicos hoje nessa condição.</p><p>Isso significa que grandes consumidores e clientes industriais podem escolher de quem querem comprar a molécula de gás e montar sua própria estratégia. Em 2023, quando chegamos aqui, o mercado era 100% cativo. Em 2025, 90% já estava no mercado livre. Essa abertura trouxe concorrência e competitividade.</p><p>Ainda há espaço para avançar. Temos discussões nacionais sobre gás release e revisão tarifária do transporte que podem trazer mais competitividade. Já tivemos ganhos relevantes, mas acredito que ainda conseguiremos melhorar bastante essa condição nos próximos anos.</p><p>Quando o biometano deve entrar efetivamente na rede de gás do ES e qual o papel desse combustível?</p><p>O biometano é o futuro e será primordial para o nosso Estado. Temos uma planta em desenvolvimento e a expectativa é conectá-la ainda neste ano. As obras estão praticamente concluídas e devemos iniciar a injeção dessa molécula no segundo semestre.</p><p>Será a primeira usina de biometano conectada dessa forma no Espírito Santo. Seremos um dos poucos Estados brasileiros com biometano entrando diretamente na rede de gasodutos.</p><p>Já temos discussões para conectar outras plantas.</p><p>O biometano substitui 100% o gás natural nas aplicações e tem uma pegada de carbono aproximadamente 90% menor do que o próprio gás natural, que já é o combustível fóssil de menor pegada.</p><p>Isso representa uma oportunidade muito grande para o Espírito Santo na descarbonização. Temos uma matriz energética com forte presença de carvão devido à nossa atividade industrial, e algumas dessas indústrias são muito difíceis de descarbonizar.</p><p>Com o biometano, podemos contribuir para reduzir a pegada de carbono dos produtos produzidos aqui.</p><p>E isso não vale apenas para a indústria. Também vemos grande potencial no transporte pesado. Diesel ainda representa parcela importante das emissões brasileiras. Gás natural, biometano ou uma mistura dos dois podem reduzir emissões e também material particulado, que causa impactos importantes à saúde.</p><p>Qual será o tamanho da ES Gás em 2030?</p><p>Trabalhamos para chegar a 2030 com aproximadamente 180 mil clientes. Quando chegamos ao Espírito Santo, em 2023, eram aproximadamente 70 mil. Ou seja, nossa ambição é fazer em poucos anos mais do que foi feito em aproximadamente 30 anos desde o início da concessão.</p><p>Também pretendemos conectar mais 30 clientes industriais. Isso representa um crescimento próximo de 50% sobre a atual base de clientes industriais conectados no Estado.</p><p>Queremos que essa infraestrutura também ajude a atrair novos investimentos. Como a GWM e outras empresas que estão se estabelecendo aqui. Ou seja, gerar riqueza, ampliar a arrecadação, bem como preparar o Espírito Santo para desafios como a reforma tributária.</p><p>Pretendemos superar mil quilômetros de rede e construir uma infraestrutura compatível com o tamanho e a ambição do Espírito Santo. E esperamos que todo esse investimento em infraestrutura, novos clientes, indústrias e comércio também gere aumento do volume distribuído e contribua para a modicidade tarifária de todo o sistema.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Raphael Pereira: ES G&aacute;s quer ampliar rede de fornecimento e chegar a 180 mil clientes at&eacute; 2030. Cr&eacute;dito: Reprodu&ccedil;&atilde;o da TV]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Como aproximar academia e empresas capixabas</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10561/como-aproximar-academia-e-empresas-capixabas.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10561/como-aproximar-academia-e-empresas-capixabas.html</guid>
			<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 10:57:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[ *Artigo escrito por Yuri Porto Nico, Sócio e COO da Bbutton Ventures, Líder do Comitê Qualificado de Conteúdo de Inovação e Tecnologia do Ibef-ES.O desafio de conectar a academia às empresas é tão conhecido e persistente que acabou reconhecido como gargalo no Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Espírito Santo (PCTI-ES).Divulgado em março de 2026 pela Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti) do Espírito Santo, o plano tem...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> *Artigo escrito por Yuri Porto Nico, Sócio e COO da Bbutton Ventures, Líder do Comitê Qualificado de Conteúdo de Inovação e Tecnologia do Ibef-ES.</p><p>O desafio de conectar a <strong>academia</strong> às <strong>empresas</strong> é tão conhecido e persistente que acabou reconhecido como gargalo no Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Espírito Santo (PCTI-ES).</p><p>Divulgado em março de 2026 pela Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti) do Espírito Santo, o plano tem como objetivo consolidar a ciência, a tecnologia e a inovação como grandes vetores de transformação econômica, social e ambiental.</p><p>Com esse foco, estabeleceu eixos estratégicos que enfrentam desafios como o distanciamento entre ciência e inovação, marcado pela reduzida inserção de mestres e doutores em projetos de inovação tecnológica, especialmente no setor privado e em regiões fora dos grandes centros.</p><p>Mesmo antes do plano, já se reconhecia a dificuldade da academia em aplicar o conhecimento dentro das empresas, aumentando o distanciamento do estado da arte da inovação: termo usado pela academia para descrever o que há de mais recente, avançado em termos de tecnologias, processos, modelos de negócios ou soluções criativas disponíveis no mercado ou na academia mundial atual.</p><p>Além disso, o desafio de conexão entre empresas e academias não é por falta de recursos, pois existem linhas federais e estaduais para apoiar projetos desse tipo, como os programas da Fapes ou os editais da Finep e da Embrapii.</p><p>Porém, o PCTI-ES reconhece que o uso desses recursos poderia ser maior e até estabelece metas de aumento da participação capixaba nas linhas federais, a exemplo das Metas 3 e 4, que buscam dobrar a participação do estado nas operações reembolsáveis do BNDES e da Finep entre 2030 e 2035.</p><p>Além de fomentar a criação de projetos e redes colaborativas de pesquisa e inovação orientadas por temas e demandas estratégicas, promovendo a articulação entre ICT (Instituições de Ciência e Tecnologia) e empresas, o plano tem como Sexto eixo a Transformação digital, empreendedorismo e inovação.</p><p>Nessa frente, o objetivo é estimular a adoção de tecnologias emergentes, a inovação aberta e a digitalização nos setores estratégicos do Espírito Santo, que abrangem indústrias, agronegócio, saúde, TIC e turismo.</p><p>Portanto, o direcionamento é claro: as empresas precisam estar preparadas para receber esses recursos, porém neste ponto está a maior dificuldade. Não há, na maioria das empresas capixabas, uma estrutura que faça a interlocução com a academia ou com o setor público.</p><p>Esse tipo de área costuma existir apenas nas grandes empresas nacionais, dentro dos departamentos de inovação ou centros de P&D. Para empresas médias, esse tipo de estrutura é caro de manter ou não tem demanda suficientemente recorrente para justificar, e é aí que estruturas de apoio compartilhadas, como hubs ou serviços terceirizados de consultoria, se tornam ainda mais relevantes. Elas não apenas conectam, mas reduzem o custo de transação entre mundos que falam linguagens diferentes.</p><p>É o que a literatura de inovação chama de tríplice hélice: a articulação entre empresa, academia e governo mediada por quem conhece os três lados. Elas não apenas conectam, mas traduzem os interesses de cada parte, funcionando como elo entre o empresário, a academia e o poder público para que todos se alinhem.</p><p>Nesse caso, estruturas de intermediação não geram ineficiência. São o complemento que falta entre o planejamento público e a execução privada.</p><p>PCTI-ES: https://fapes.es.gov.br/Media/fapes/DocumentosGerais/PCTI-ES%20Final%20-%20Site.pdf  </p><p>Este texto expressa a opinião do autor e não traduz, necessariamente, o posicionamento do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Espírito Santo, bem como da organização à qual esteja vinculado profissionalmente.</p>]]></content:encoded>
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			<title>Falência de escolas de inglês no exterior é também circunstância brasileira</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10560/falencia-de-escolas-de-ingles-no-exterior-e-tambem-circunstancia-brasileira.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 09:00:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O mês de setembro trouxe um golpe de pesar ao universo do ensino de inglês no mundo. A EC English, rede multinacional de escolas de imersão intensiva no idioma, fundada em Malta, entrou em falência no dia 14, após 35 anos de funcionamento com altíssima reputação. Apenas 10 dias depois, a canadense ILAC anunciou o fechamento das suas atividades e pediu proteção contra insolvência. Na Irlanda, a Erin College, cujos proprietários são brasileiros, fechou após 23 anos de operação....]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O mês de setembro trouxe um golpe de pesar ao universo do ensino de inglês no mundo. A EC English, rede multinacional de escolas de imersão intensiva no idioma, fundada em Malta, entrou em falência no dia 14, após 35 anos de funcionamento com altíssima reputação. Apenas 10 dias depois, a canadense ILAC anunciou o fechamento das suas atividades e pediu proteção contra insolvência. Na Irlanda, a Erin College, cujos proprietários são brasileiros, fechou após 23 anos de operação. Três marcas importantes fechando em duas semanas.</p><p>É tentador enxergar tudo isso como questão de gringo, e julgo que isso seja um grave erro. O Brasil foi o segundo país em origem dos alunos das escolas associadas à Languages Canada em 2025 e, em 2024, foi o líder nas semanas de estudo na Irlanda, ficando em terceiro lugar no número de alunos. A divergência numérica dos dois lugares aponta para quem é o cliente que gasta muito tempo estudando no exterior e também quem tem mais a perder com essas falências.</p><p>Parece-me que a proteção dos pagantes não foi ampla. Dos 444 estudantes que a Languages Canada diz ter remanejado em razão do fechamento das unidades canadenses da EC English, os comunicados que li não indicavam nacionalidade, e ao que foi informado não há como saber quantos brasileiros foram afetados. Nas páginas da própria EC, a fatia de brasileiros foi de 19% a 30% no Canadá. A resposta foi a rematrícula noutras instituições, com o ressarcimento apenas a quem ficou sem vaga.</p><p>Na Irlanda, o dispositivo de proteção abrange a mensalidade e deixa de fora hospedagem e passagem, e a acomodação firmada pela EC English teria garantia somente até 19 de setembro. O vendedor de pacotes de intercâmbio deveria explicar, antes de fechar, o que ficou sem proteção, quando a escola quebrou.</p><p>O CEO da English Education Ireland, Lorcan O’Connor Lloyd, atribuiu parte da queda nas permanências de adultos ao aumento do nível de fluência em inglês nos maiores mercados emissores de intercambistas e à maior sensibilidade a preços altos. Esta foi a explicação que mais me perturbou. O meu entendimento é que um consumidor que chega falando inglês melhor e observando o preço com mais rigor retira da escola a razão de vender cursos longos; além disso, a média de estadia na Irlanda, que caiu de 6,4 para 4,9 semanas entre 2024 e 2025.</p><p>Regras rígidas de imigração também causaram impacto. A Languages Canada vê as novas regras migratórias adotadas recentemente pelo país como a razão primordial da queda de alunos. Na Irlanda, o diretor da Erin afirmou à corte que os vistos negados aos seus alunos saltaram de 33 em 2023 para 456 em 2025.</p><p>Entre as grandes redes brasileiras de ensino de inglês não encontrei fechamento em massa, pelo menos ainda. Isso, porém, não me acalma. Há outro movimento em curso no setor. O CNA introduziu o CNA+ após adquirir uma especialista em programação e robótica e  vender também cursos de Inteligência Artificial e de influência digital para criadores de conteúdo. Nas suas apresentações a investidores a Wizard tornou-se um “hub de negócios”. Soma-se o fato de que grandes franquias como Cel.lep, Seven e o próprio CNA já ofereçam os chamados <strong>Programas Bilíngues </strong>para escolas regulares de educação básica.</p><p>Suspeito que as escolas de inglês que estejam diversificando tanto assim o seu portefólio não acreditem mais que o modelo de estudar o idioma duas vezes por semana ainda sustente as suas operações lucrativamente. Pode ser apetite por crescimento, mas a conta tende a voltar ao dono da unidade franqueada, porque a diversificação pode requerer investimento adicional e nem todos conseguem arcar com isso. Dados mostram que os números de franchisings educacionais aumentou, mas cobrem todo o setor, sem separar as escolas de idiomas.</p><p>Há ainda o fator demográfico. A fatia da população em que os cursos de idiomas mais têm interesse é o de até 14 anos. Esta faixa etária encolheu 12,6% entre 2010 e 2022, segundo o IBGE. Não me chocaria ver mais cursos livres alvejando adultos e pessoas com mais de 60 anos de idade no Brasil como potenciais clientes.</p><p>O problema maior, para mim, é a falta de números. Há 10 anos, os programas bilíngues, as escolas bilíngues de fato e os colégios internacionais têm trazido mais inglês à educação privada brasileira. Ainda não consegui encontrar aferição nacional do quanto isso impacta os cursos livres de idiomas, mas o declínio é evidente.</p><p>O mesmo ocorre com a Inteligência Artificial. Já há aplicativos que falam com o aluno, ajustam e corrigem exercícios com uso de IA. O setor de certidão de fluência pulou para o digital. O Duolingo English Test, já é aceito por milhares de programas universitário e de imigração.</p><p>Também não encontrei dados públicos que relacionem esse conjunto de novidades no mercado com a continuidade dos alunos nos cursos de idiomas. É evidente, porém, que o aluno de hoje é diferente daquele de uma década atrás.</p><p>Só agora, aos quase 52 anos, é que percebo o quanto a minha vida esteve biograficamente envolvida com estes fenômenos histórios para o setor de ELT (English Language Teaching – ensino de língua inglesa). Fui eu mesmo professor na sede da EC English em Malta e na sua escola online, quase fui para a Irlanda trabalhar na Erin College.</p><p>Além desta experiência profissional tão significativa, tive a honra de ciceronear o saudoso Dr. <strong>David Graddol</strong> em Salvador em 2009 e fiz cursos com o Dr. <strong>David Crystal</strong> na Itália durante a pandemia. Os dois mais renomados linguistas britânicos cujos trabalhos influenciaram profundamente os maiores estudos sobre a língua inglesa e o seu papel como idioma global.</p><p>A forma de estudar inglês e de vender a sua aprendizagem tem mudado abruptamente. O que não mudará por pelo menos mais 50 anos é essa língua bárbara, híbrida e plebeia nascida na Inglaterra como o idioma universal, conforme apontaram os dois grandes mestres David.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Imagem gerada por IA]]></media:title> 
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			<title>Empreendimento no ES terá módulo wellness com vista para o mar</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10556/empreendimento-no-es-tera-modulo-wellness-com-vista-para-o-mar.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 21:00:27 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Um módulo inteiro dedicado ao bem-estar, em uma posição privilegiada da Península de Guaibura, onde o mar compõe a paisagem do nascer ao pôr do sol. Esse é um dos diferenciais do Manami Ocean Living, empreendimento da Invite Inc., na Enseada Azul, em Guarapari, que reservou uma estrutura exclusiva para o Espaço Wellness.Academia, sauna, hidromassagem, salas de massagem e área de relaxamento estarão reunidas em um ambiente concebido para diferentes momentos de cuidado, atividade...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Um módulo inteiro dedicado ao bem-estar, em uma posição privilegiada da Península de Guaibura, onde o mar compõe a paisagem do nascer ao pôr do sol. Esse é um dos diferenciais do Manami Ocean Living, empreendimento da Invite Inc., na Enseada Azul, em Guarapari, que reservou uma estrutura exclusiva para o Espaço Wellness.</p><p>Academia, sauna, hidromassagem, salas de massagem e área de relaxamento estarão reunidas em um ambiente concebido para diferentes momentos de cuidado, atividade física e descanso. A proposta aproveita a relação com a natureza que orienta o Manami e transforma a própria paisagem em parte da experiência de bem-estar.</p><p>A localização do Wellness foi pensada justamente para incorporar a paisagem à experiência. Ao longo do dia, a luz e o mar assumem diferentes perspectivas, permitindo que atividades físicas, momentos de relaxamento e contemplação aconteçam em contato permanente com o entorno.</p><p>Essa relação com a natureza também está no cuidado ambiental adotado na concepção do Manami. A vegetação e as áreas verdes integram a paisagem do empreendimento e são habitat de animais que vivem naturalmente na região. O projeto prevê paisagismo de baixo impacto, buscando preservar as características naturais da Península de Guaibura.</p><p>Para a CEO da Invite, Cecília Zon, a decisão de reservar um módulo inteiro para o Wellness traduz uma visão de bem-estar que vai além da estrutura oferecida pelo empreendimento.</p><p>“Quando concebemos o Manami, entendemos que viver bem não está restrito ao apartamento. É poder se exercitar, relaxar, contemplar o mar e estar próximo da natureza. Foi por isso e também entendendo o contexto da região, que carece de um espaço voltado para exercícios físicos, que o Wellness ganhou um módulo inteiro e uma localização muito especial, onde o mar acompanha a paisagem do nascer ao pôr do sol”, afirma Cecília.</p><p>A proposta está alinhada à própria concepção do Manami Ocean Living, que tem a integração entre arquitetura, interiores e natureza como um de seus elementos centrais. Implantado em uma península, o empreendimento foi projetado para valorizar a paisagem, a iluminação natural e a relação com o mar em diferentes ambientes.</p><p>Essa integração também está presente nas unidades residenciais. O Manami terá 72 apartamentos, todos com piscina aquecida privativa e integração entre sala, cozinha e varanda. O empreendimento contará ainda com o Clube Manami, com piscinas adulto e infantil, piscina com hidromassagem, solarium, pool bar, lounge gourmet e espaço gourmet.</p><p>Localizado entre as praias de Guaibura e Peracanga, na Enseada Azul, o Manami Ocean Living terá acesso exclusivo às praias do Jogo da Baleia e do Buzo. A localização reúne a proximidade de comércio e serviços à característica reservada da Península de Guaibura.</p><p>The post Empreendimento no ES terá módulo wellness com vista para o mar appeared first on Sim Notícias.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o
A localiza&ccedil;&atilde;o do Wellness foi pensada justamente para incorporar a paisagem &agrave; experi&ecirc;ncia. Ao longo do dia, a luz e o mar assumem diferentes perspectivas, permitindo que atividades f&iacute;]]></media:title> 
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		<item>
			<title>Galeria | Aduaneiro e Trade Summit termina com debates sobre desafios do comércio exterior no ES</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10552/galeria-aduaneiro-trade-summit-termina-com-debates-sobre-desafios-do-comercio-exterior-no-es.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 17:00:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Aduaneiro & Trade Summit – I Encontro Nacional de Direito Aduaneiro e Comércio Exterior encerrou a programação nesta sexta-feira (18), em Vitória, com debates sobre geopolítica, contratos internacionais, contencioso aduaneiro e expansão do setor portuário.Durante dois dias, especialistas, representantes do setor produtivo, advogados e agentes públicos discutiram questões jurídicas, econômicas e regulatórias que impactam as operações de comércio exterior no Brasil.A...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <strong>Aduaneiro & Trade Summit – I Encontro Nacional de Direito Aduaneiro e Comércio Exterior</strong> encerrou a programação nesta sexta-feira (18), em Vitória, com debates sobre geopolítica, contratos internacionais, contencioso aduaneiro e expansão do <strong>setor portuário.</strong></p><p>Durante dois dias, especialistas, representantes do setor produtivo, advogados e agentes públicos discutiram questões jurídicas, econômicas e regulatórias que impactam as operações de comércio exterior no Brasil.</p><p>A programação também abordou desafios e oportunidades para o <strong>Espírito Santo</strong>, que concentra importantes atividades ligadas à importação, exportação e logística portuária.</p><p>Para Marcelo David, desembargador, vice-presidente e corregedor do Tribunal Marítimo, a realização do encontro no Estado contribui para aproximar profissionais do setor e discutir soluções para os desafios da atividade.</p><p><strong>Vitória e o Espírito Santo estão entre os principais polos do país no comércio exterior, na importação, na exportação e no Direito Aduaneiro. Um evento como este é muito importante porque reúne especialistas, teóricos e profissionais que atuam diariamente na área. Buscar soluções alternativas e eficientes para os conflitos é essencial</strong></p><p>Marcelo David,  desembargador, vice-presidente e corregedor do Tribunal Marítimo</p><p>O encontro foi realizado pela <strong>Rede Vitória</strong>, em parceria com a OAB-ES e a OAB Nacional, reunindo diferentes áreas em torno dos desafios do comércio exterior e do desenvolvimento do setor no Espírito Santo.</p><p><strong>Confira os registros do segundo dia do Aduaneiro & Trade Summit nas fotos de Everton Nunes.</strong></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Herança pode travar venda de imóvel e virar dor de cabeça para a família</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10542/heranca-pode-travar-venda-de-imovel-e-virar-dor-de-cabeca-para-a-familia.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 09:00:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A venda de um imóvel fruto de herança pode travar mesmo quando existe um comprador interessado. Pendências no inventário, no registro da propriedade ou na documentação dos herdeiros podem impedir a negociação e até ampliar conflitos dentro da família.Antes de colocar o imóvel à venda, é preciso verificar se a sucessão está regularizada e se todos os envolvidos estão de acordo com a negociação. Dependendo da situação, a venda pode exigir procedimentos específicos e a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A <strong>venda de um imóvel</strong> fruto de herança pode travar mesmo quando existe um comprador interessado. Pendências no inventário, no registro da propriedade ou na documentação dos herdeiros podem impedir a negociação e até ampliar conflitos dentro da<strong> família</strong>.</p><p>Antes de colocar o imóvel à venda, é preciso verificar se a sucessão está regularizada e se todos os envolvidos estão de acordo com a <strong>negociação</strong>. Dependendo da situação, a venda pode exigir procedimentos específicos e a participação dos herdeiros no processo.</p><p>Segundo a <strong>advogada especialista em direito imobiliário</strong>, <strong>Christina Magalhães</strong>, o primeiro passo é identificar em que etapa está a sucessão.</p><p>Cristina orienta a família a verificar se o inventário foi concluído, se o imóvel está devidamente registrado e se existe um consenso entre todos os herdeiros.</p><p>E quando um herdeiro não concorda?</p><p>A situação pode se tornar mais complexa quando um dos herdeiros não aceita a venda. Nesse caso, a tentativa de diálogo e a orientação jurídica preventiva podem evitar que a divergência evolua para uma disputa judicial.</p><p>Para Christina, nem todo conflito entre herdeiros precisa necessariamente terminar na Justiça.</p><p><strong>“Muitas situações podem ser solucionadas por meio de negociação, organização documental e construção de um acordo que preserve os interesses de todos”. </strong></p><p>A especialista também ressalta que o imóvel herdado não deve ser tratado como uma propriedade comum antes da regularização da sucessão.</p><p>Venda pode exigir procedimentos específicos</p><p>Dependendo da fase do inventário, da existência de outros bens e das condições da negociação, a venda pode exigir procedimentos específicos.</p><p>Pendências na matrícula do imóvel ou na documentação dos herdeiros, por exemplo, podem interromper o negócio mesmo depois que um comprador tenha sido encontrado.</p><p>Por isso, a recomendação é fazer uma <strong>análise jurídica e documental antes de iniciar a venda</strong>. Com planejamento e consenso entre os herdeiros, é possível identificar as pendências, definir quais etapas precisam ser regularizadas e estruturar a negociação de forma mais segura.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[&ldquo;Antes de anunciar o im&oacute;vel, &eacute; importante verificar em que etapa est&aacute; o invent&aacute;rio, como est&aacute; o registro da propriedade e se todos os herdeiros est&atilde;o de acordo com a venda&rdquo;.]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Um bom ano: importadores do ES aumentam volume de compra de vinho de olho na Black Friday</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10538/um-bom-ano-importadores-do-es-aumentam-volume-de-compra-de-vinho-de-olho-na-black-friday.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10538/um-bom-ano-importadores-do-es-aumentam-volume-de-compra-de-vinho-de-olho-na-black-friday.html</guid>
			<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 21:00:24 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Black Friday ainda está a pouco mais de dois meses, mas os grandes importadores de vinho que operam pelo Espírito Santo já começaram a reforçar os estoques para uma das datas mais importantes do ano. Um dos movimentos mais agressivo vem do Grupo Víssimo, dono das marcas Evino e Grand Cru, que já trabalha com a perspectiva de importar 40% a mais do que no ano passado para atender a demanda esperada em 27 de novembro.O tamanho da operação ajuda a entender o peso desse mercado para o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A <strong>Black Friday</strong> ainda está a pouco mais de dois meses, mas os grandes <strong>importadores</strong> de vinho que operam pelo Espírito Santo já começaram a reforçar os estoques para uma das datas mais importantes do ano. Um dos movimentos mais agressivo vem do <strong>Grupo Víssimo</strong>, dono das marcas Evino e Grand Cru, que já trabalha com a perspectiva de importar 40% a mais do que no ano passado para atender a demanda esperada em 27 de novembro.</p><p>O tamanho da operação ajuda a entender o peso desse mercado para o Estado. Sozinho, o Víssimo, por exemplo,  movimenta atualmente entre 90 e 100 carretas por mês com vinhos importados principalmente do <strong>Chile</strong> e da <strong>Argentina</strong>, nesta ordem. Da Europa, chegam pelo menos 100 contêineres mensais, com forte participação de rótulos portugueses. Boa parte desse vinho entra pelo Espírito Santo, é armazenada aqui e depois segue para consumidores de diferentes regiões do país.</p><p>O Estado consolidou uma posição difícil de ignorar nesse mercado. Vila Porto, Wine e Víssimo – que reúne Evino e Grand Cru – respondem juntos por cerca de 33% de todo o vinho importado pelo Brasil. O Espírito Santo já aparece como o segundo maior importador brasileiro do produto, atrás apenas de Santa Catarina.</p><p>Quase meio bilhão de reais em vinho</p><p><strong>Em 2025, as importações de vinho pelo Espírito Santo somaram US$ 94,8 milhões (R$ 487,5 milhões).</strong> <strong>Em 2026, o ritmo continua forte: ainda no primeiro semestre, o Estado já havia superado US$ 50 milhões (R$ 257,1 milhões)</strong> em compras externas. São dados do Comex Stat.</p><p>Esse fluxo tende a ganhar força justamente agora. <strong>Historicamente, cerca de 55% das importações brasileiras de vinho ocorrem no segundo semestre, com outubro funcionando como o principal mês de entrada. </strong></p><p>A lógica é: os importadores precisam nacionalizar, armazenar, separar e distribuir os produtos com antecedência para aproveitar o pico de consumo da Black Friday. E logo depois vêm as vendas de Natal e Réveillon.</p><p><strong>No caso capixaba, a vantagem vai além da importação. O Estado se transformou em plataforma logística e de comércio eletrônico para o setor. As empresas trazem o vinho, armazenam em centros de distribuição no Espírito Santo e vendem para praticamente todo o país. Isso multiplica o impacto econômico da operação.</strong> Portos, transportadoras, armazéns, serviços aduaneiros, tecnologia e distribuição participam da mesma cadeia.</p><p>Black Friday testa o tamanho da demanda</p><p>A força dessa operação ficou evidente na Black Friday de 2024. Empresas instaladas no Espírito Santo venderam para consumidores de outros Estados aproximadamente US$ 254,8 milhões (R$ 1,31 bilhão) durante o período promocional. Nesse sentido, o<strong> vinho esteve entre os produtos de maior destaque nas vendas interestaduais. Sinal de que parte relevante do movimento que começa agora nos portos só termina meses depois, na casa do consumidor em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro ou em outras regiões.</strong></p><p><strong>Aumentar o estoque em 40%, como planeja pelo menos um dos grandes importadores, representa uma aposta forte no consumo. </strong>Câmbio, juros, capacidade de pagamento das famílias, bem como nível de descontos praticados em novembro vão determinar se esse vinho sai rapidamente dos centros de distribuição ou permanece mais tempo parado. </p><p>Ainda assim, os números mostram que o setor está apostando em uma Black Friday forte. E o melhor termômetro deve aparecer antes do dia 27 de novembro. <strong>Será preciso acompanhar o volume de vinhos desembarcado no Espírito Santo entre setembro e outubro, a aceleração das compras de Chile, Argentina e Europa e, depois, o tamanho dos descontos oferecidos ao consumidor. </strong></p><p>Se o movimento se confirmar, o vinho reforçará novamente uma característica peculiar da economia capixaba: <strong>o Estado importa para o Brasil inteiro e transforma sua vocação logística em negócio muito além de suas próprias fronteiras.</strong></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Vinho: importadores esperam aumentar volume de vendas na Black Friday deste ano. Cr&eacute;dito:  Canva]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Reajuste do Bolsa Família às vésperas da eleição amplia pressão sobre contas públicas</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10535/reajuste-do-bolsa-familia-as-vesperas-da-eleicao-amplia-pressao-sobre-contas-publicas.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 17:00:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O reajuste de 15% do Bolsa Família, anunciado a 17 dias do primeiro turno das eleições presidenciais, provocou críticas de economistas e reação negativa nos mercados, com aumento da preocupação sobre a trajetória fiscal do governo. O piso do benefício passará de R$ 600 para R$ 691, e a média, de R$ 691 para R$ 777.O impacto estimado é de R$ 5,8 bilhões em 2026 e R$ 22 bilhões em 2027. No anúncio, o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que todo o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O reajuste de 15% do <strong>Bolsa Família</strong>, anunciado a 17 dias do primeiro turno das <strong>eleições</strong> presidenciais, provocou críticas de economistas e reação negativa nos mercados, com aumento da preocupação sobre a trajetória fiscal do governo. O piso do benefício passará de R$ 600 para R$ 691, e a média, de R$ 691 para R$ 777.</p><p>O impacto estimado é de R$ 5,8 bilhões em 2026 e R$ 22 bilhões em 2027. No anúncio, o ministro do <strong>Planejamento e Orçamento</strong>, Bruno Moretti, afirmou que todo o impacto seria absorvido pelo espaço fiscal existente em ambos os exercícios.</p><p>A decisão sobre o reajuste veio num momento delicado. Com o avanço dos gastos do governo, resultado primário negativo e trajetória crescente da <strong>dívida pública</strong>, que já supera 80%.</p><p>“Tem a questão importante de sinalização. Se o governo, às vésperas da eleição, dá esta indicação de gastos adicionais, ampliação de programas de transferência de renda, a gente pode esperar que isso continue, num quarto mandato.” Afirmou a economista-chefe da gestora Lifetime, Marcela Kawauti. “A sinalização acaba sendo muito ruim do ponto de vista de incerteza fiscal.”</p><p>O economista André Galhardo, da Análise Econômica, concorda. “Embora o impacto fiscal possa ser relativamente modesto, a medida passa a mensagem de que um eventual ajuste das contas públicas em 2027 pode não ser levado adiante em um eventual novo governo Lula.O que pesa sobre o humor dos mercados em meio às avaliações da decisão do Copom.”</p><p>Efeito sobre a Selic e a inflação</p><p>Essa percepção também pode levar o Copom a interromper o ciclo de cortes da <strong>Selic</strong>, diante do aumento do risco fiscal, afirma Galhardo. Segundo ele, o ajuste fiscal precisa ser feito de forma gradual. Mas até mesmo esse gradualismo fica comprometido quando o governo transmite uma mensagem considerada eleitoreira.</p><p>Na reta final de 2022, Galhardo recorda que o ex-presidente Jair Bolsonaro editou a PEC que ficou conhecida como “Kamikaze”, também vista pelo mercado como problemática do ponto de vista fiscal. Nesse sentido, Lula repete um erro do passado.</p><p>Além disso, o economista destaca que o processo inflacionário continua acima das metas. Embora, em termos históricos, a inflação esteja mais comportada e o Bolsa Família não tenha tido reajuste nos últimos anos, Galhardo diz que o momento escolhido para conceder o aumento, a menos de um mês das eleições, torna a decisão equivocada.</p><p>Para o economista-chefe da Arx Investimentos e ex-diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI), Gabriel Leal de Barros, o reajuste é uma surpresa negativa que aprofunda o desequilíbrio fiscal estrutural.</p><p>É mais um aumento das obrigações que fragiliza a já muito delicada equação fiscal do País, ampliando o desafio de reequilíbrio a partir de 2027 e que consumirá notável capital político.</p><p>Gabriel Leal de Barros, economista-chefe da Arx Investimentos e ex-diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI)</p><p>Para o economista, o reajuste no Bolsa Família torna mais difícil e custoso, politicamente, rearrumar a aritmética fiscal a partir do próximo ano. Barros menciona, ainda, que mesmo quem esperava reajuste do Bolsa Família no passado recente, havia retirado da conta tal expectativa — por isso o anúncio do governo Luiz Inácio Lula da Silva é uma surpresa negativa.</p><p>Medida não estava prevista no Orçamento</p><p>Há 17 dias, o reajuste de 15% do Bolsa Família não estava previsto no Projeto de Lei Orçamentária de 2027 (PLOA). Além disso, durante coletiva de imprensa, o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que não havia previsão de reajuste para o Bolsa Família.</p><p>O estrategista-chefe da EPS Investimentos, Luciano Rostagno, também criticou o anúncio de reajuste por decreto. “A sinalização do governo com aumento do Bolsa Família é péssima.” Para ele, a medida piora a percepção sobre o fiscal e ajudou a virar o humor dos mercados. “Parece que bateu desespero no governo”, disse ele.</p><p>“Se Lula vencer, o cenário é bastante desafiador no fiscal e o prêmio de risco aumenta”, afirmou, ao avaliar que o aumento de incerteza sobre a trajetória das contas públicas pode encarecer o custo de financiamento, fortalecer a demanda por prêmio e restringir o espaço para um ciclo de cortes mais profundo.</p><p>Rostagno afirmou que, com a notícia, houve reprecificação das apostas para a política monetária. O mercado seguiu atribuindo chance relevante de corte na próxima reunião, mas com redução após o anúncio. Para dezembro, a probabilidade minoritária de corte virou uma “ligeira alta”, segundo o estrategista.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Populismo econ&ocirc;mico atinge candidatos de esquerda e de direita; nos EUA, Trump prometeu cheque de US$ 5 mil. Foto: Marcello Casal Jr/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Independência das empresas começa pela segurança jurídica</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10518/independencia-das-empresas-comeca-pela-seguranca-juridica.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 09:00:26 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[*Artigo escrito por Diego Barros, advogado especialista em Direito Empresarial e Societário e em conflitos de empresas familiaresSetembro é um mês que nos remete, naturalmente, à ideia de independência.  Mas, no ambiente empresarial, ser independente não significa atuar sozinho ou sem parceiros.E sim ter uma estrutura suficientemente sólida para que o futuro de uma empresa não dependa exclusivamente da vontade de uma pessoa, de relações informais entre sócios ou da expectativa de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>*Artigo escrito por Diego Barros, advogado especialista em Direito Empresarial e Societário e em conflitos de empresas familiares</p><p>Setembro é um mês que nos remete, naturalmente, à ideia de <strong>independência</strong>.  Mas, no <strong>ambiente empresarial</strong>, ser independente não significa atuar sozinho ou sem parceiros.</p><p>E sim ter uma estrutura suficientemente sólida para que o futuro de uma empresa não dependa exclusivamente da vontade de uma pessoa, de relações informais entre sócios ou da expectativa de que conflitos nunca acontecerão.</p><p>Empresas nascem, muitas vezes, movidas pela confiança. Dois amigos identificam uma oportunidade, irmãos dão continuidade a um negócio da família ou profissionais que já atuavam juntos decidem empreender.</p><p>No início, quando a operação ainda é pequena e os objetivos parecem plenamente alinhados, discutir regras para divergências, saída de sócios, sucessão ou distribuição de poder pode parecer excessivamente burocrático.</p><p>O problema é que empresas crescem, pessoas mudam e interesses também. É justamente nesse momento que aquilo que não foi combinado juridicamente pode se transformar em fonte de instabilidade.</p><p>Uma estrutura societária bem construída funciona como uma espécie de arquitetura preventiva do negócio.</p><p>Contrato social adequado, acordo de sócios, regras claras de governança, definição de responsabilidades, critérios para entrada e saída de participantes e mecanismos para solução de impasses não existem para criar desconfiança.</p><p>Ao contrário: existem para preservar relações, proteger patrimônio e permitir que decisões importantes sejam tomadas com previsibilidade.</p><p>Essa organização ganha ainda mais relevância nas empresas familiares. Nelas, relações afetivas, patrimônio e atividade empresarial frequentemente ocupam o mesmo espaço.</p><p>Um conflito que começa dentro da família pode chegar à sociedade, assim como uma divergência empresarial pode comprometer relações construídas durante décadas.</p><p>Separar claramente os papéis de familiar, sócio e gestor é uma das medidas mais importantes para a continuidade desses negócios.</p><p>A segurança jurídica também acompanha o crescimento. Uma empresa que deseja receber investidores, incorporar novos sócios, profissionalizar a gestão, estruturar uma sucessão ou realizar operações relevantes precisa demonstrar organização. Quanto maior o negócio, maior tende a ser o custo da informalidade.</p><p>É comum que empresários procurem reorganizar a sociedade somente quando surge uma crise: o falecimento inesperado de um sócio, um divórcio com reflexos patrimoniais, uma disputa entre herdeiros, a intenção de alguém deixar a empresa ou um desacordo sobre os rumos do negócio.</p><p>Nessas situações, ainda existem instrumentos jurídicos capazes de administrar os conflitos, mas a margem de negociação costuma ser menor e os custos, financeiros e emocionais, maiores.</p><p>Por isso, segurança jurídica não deve ser confundida apenas com defesa diante de problemas. Ela é também ferramenta de gestão e estratégia.</p><p>Uma empresa verdadeiramente independente é aquela que consegue continuar funcionando mesmo diante de mudanças entre seus sócios, atravessar gerações, receber novos investimentos e enfrentar divergências sem colocar toda a operação em risco.</p><p>Essa independência não nasce do improviso. É construída por meio de regras claras, planejamento e governança. Porque crescer exige coragem para empreender, mas permanecer exige organização para proteger aquilo que foi construído.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Canva]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Nova regra de impostos chega em 2027 e afeta comércio exterior do ES</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/10511/nova-regra-de-impostos-chega-em-2027-e-afeta-comercio-exterior-do-es.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 23:28:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substitui impostos como PIS e Cofins, passará a vigorar no Brasil a partir do ano que vem. Com período de conclusão que se estende até 2033, a reforma tributária passa a alterar a apuração de créditos de empresas que atuam no comércio exterior no Brasil, com impacto direto no Espírito Santo.O tema é discutido no Aduaneiro & Trade Summit, 1º Encontro Nacional de Direito Aduaneiro e Comércio Exterior, realizado em Vitória até...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substitui impostos como PIS e Cofins, passará a vigorar no <strong>Brasil</strong> a partir do ano que vem. Com período de conclusão que se estende até 2033, a <strong>reforma tributária</strong> passa a alterar a apuração de créditos de empresas que atuam no comércio exterior no Brasil, com impacto direto no <strong>Espírito Santo</strong>.</p><p>O tema é discutido no <strong>Aduaneiro & Trade Summit</strong>, 1º Encontro Nacional de Direito Aduaneiro e Comércio Exterior, realizado em Vitória até sexta-feira (18). O evento é promovido pela <strong>Rede Vitória</strong> em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil no Espírito Santo (OAB-ES).</p><p>A conversa se torna ainda mais relevante tendo em vista que de janeiro a abril deste ano, o comércio exterior capixaba movimentou quase US$ 8 bilhões, valor 18% maior que o registrado no mesmo período de 2025. O setor é uma das portas de saída de produtos como café, aço, minério de ferro e celulose.</p><p>Investimento em infraestrutura própria</p><p>Dentre os debates levantados durante o encontro foi defendido o investimento na economia estadual. Segundo o consultor aduaneiro <strong>Bruno Marques</strong>, é fundamental que empresas e indústrias funcionem no Estado para manter o Espírito Santo competitivo.</p><p>Há consumo em São Paulo, com 40 milhões de habitantes, em Minas Gerais, com 30 milhões de habitantes. Se estamos falando de uma reforma tributária que tem como fim o consumo, como fica o Espírito Santo nisso? Precisamos fomentar empresas, fábricas, que vão manufaturar dentro do Estado.</p><p>Bruno Marques, consultor aduaneiro</p><p>A reforma tem como proposta simplificar a cobrança de impostos, com foco no consumo. Hoje, empresas tributadas pelo lucro real usam o sistema de débito e crédito para recolher tributos.</p><p>A mudança prevista para o próximo ano deve afetar operações que atendem importadores e exportadores, setor que ampliou a demanda nos últimos anos.</p><p>O presidente do Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do Estado do Espírito Santo (Sindiex), <strong>Erimar Trindade</strong>, explica que, a partir de 2027, este processo será simplificado com a implementação da CBS.</p><p><strong>“Hoje nós temos a nossa apuração de tributos normal, que é o débito e crédito. No ano que vem passaremos a ter outra tônica: serviços, atividades, essas não geravam crédito nas modalidades anteriores, mesmo que fossem empresas tributadas pelo lucro real. Agora, a grande maioria dessas empresas poderá ter seus créditos, no início de 2027, com a implementação da CBS”</strong>, disse.</p><p>Segundo <strong>Bruno Barcellos</strong>, presidente da Comissão de Direito Aduaneiro da OAB-ES, apesar das dúvidas que podem surgir com o novo modelo, a expectativa é de que a transição seja tranquila no Espírito Santo.</p><p><strong>“Esperamos uma transição tranquila e que tanto o contribuinte quanto a Receita Federal possam se adaptar da melhor forma”</strong>, afirmou.</p><p>Congresso continua nesta sexta</p><p>O <strong>Aduaneiro & Trade Summit</strong> continua nesta sexta, no Golden Tulip Porto Vitória, na Enseada do Suá, em Vitória, com painéis sobre geopolítica, comércio internacional, contratos internacionais e arbitragem no comércio exterior.</p><p>Para a presidente da OAB-ES, <strong>Erica Neves</strong>, o encontro reforça a importância da segurança jurídica para o desenvolvimento econômico e destaca o papel da advocacia capixaba nesse processo.</p><p><strong>“Quando falamos em desenvolvimento econômico, especialmente em um Estado com uma vocação tão forte para as atividades portuárias, marítimas e aduaneiras, precisamos falar também sobre segurança jurídica. E é justamente aí que a advocacia exerce um papel fundamental. Se há 10 ou 15 anos, a segurança jurídica era fornecida por escritórios de fora do Estado, este cenário mudou, e temos muito orgulho disso”</strong>, destaca.</p><p>De acordo com <strong>Felipe Caroni</strong>, CEO da Rede Vitória, discutir os impactos e as oportunidades das mudanças é fundamental para promover o diálogo e buscar soluções que contribuam para o desenvolvimento da economia capixaba.</p><p>Discutir esses temas aqui nos permite trazer oportunidades e diálogos, discussões para a gente continuar evoluindo e buscando melhores soluções.</p><p>Felipe Caroni, CEO da Rede Vitória</p><p><strong>Dia 2 — 18 de setembro</strong></p><p>08h–09h: RECEPÇÃO E NETWORKING</p><p>09h–10h30: PAINEL 5: GEOPOLÍTICA, COMÉRCIO INTERNACIONAL E O PAPEL DO BRASIL NAS CADEIAS GLOBAIS</p><p>Presidente de Mesa: Leonardo Gonoring</p><p>Painelistas: Welber Barral | Tatiana Prazeres (a confirmar) | Fabrício Tristão | Constanza Negri | Thauan Santos</p><p>10h30-12h: PAINEL 6: CONTRATOS INTERNACIONAIS E ARBITRAGEM NO COMÉRCIO EXTERIOR</p><p>Presidente de Mesa: Bruno Barcellos Pereira</p><p>Painelistas: Valesca Raizer | Claudio Finkelstein | Marcelo David | Wagner Menezes</p><p>12h30–14h: INTERVALO PARA ALMOÇO</p><p>14h–15h30: PAINEL 7: CONTENCIOSO ADUANEIRO E GARANTIAS DO CONTRIBUINTE</p><p>Presidente de Mesa: Vinícius Fregonazzi Tavares</p><p>Painelistas: Sandro Luiz de Aguilar | Rachel Freixo | Fernanda Kotzias | Aylton Bonomo</p><p>16h–17h30: PAINEL 8: CRESCIMENTO PORTUÁRIO E CONTROLE ADUANEIRO</p><p>Presidente de Mesa: Juliana Berton</p><p>Painelistas: Alexandre Billot | Anderson Carvalho | Pedro Benevides | Adriana Junger Lacerda</p><p>18h–21h: COQUETEL DE ENCERRAMENTO</p><p>*Com informações do repórter Lucas Pisa, da TV Vitória/Record</p><p>Bruno Barcellos, presidente da comissão de Direito Aduaneiro</p><p>“Esperamos uma transição tranquila e que tanto o contribuinte quanto a Receita Federal possam se adaptar da melhor forma”</p><p>Felipe Caroni, CEO da Rede Vitória</p><p>“Discutir esses temas aqui nos permite trazer oportunidades e diálogos, discussões para a gente continuar evoluindo e buscando melhores soluções”</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o/TV Vit&oacute;ria]]></media:title> 
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