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		<title>Cidades - Portal Noticias Capixaba</title>
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			<title>Portal Noticias Capixaba</title>
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			<title>Pai doa rim ao filho e celebra primeiro Dia dos Pais após transplante</title>
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			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 17:00:51 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O primeiro Dia dos Pais após um transplante ganhou um significado especial para Odair Dias da Silva, de 51 anos, e o filho, Luiz Henrique Affonso da Silva, de 26. Depois de meses enfrentando uma doença renal crônica e sessões de hemodiálise, Luiz Henrique recebeu um rim do próprio pai e ganhou uma nova oportunidade de retomar a rotina.O transplante foi realizado em abril deste ano, no Hospital Evangélico de Vila Velha (HEVV). Ao descobrir que poderia ser compatível com o filho, Odair...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O primeiro Dia dos Pais após um transplante ganhou um significado especial para Odair Dias da Silva, de 51 anos, e o filho, Luiz Henrique Affonso da Silva, de 26. Depois de meses enfrentando uma doença renal crônica e sessões de hemodiálise, Luiz Henrique recebeu um rim do próprio pai e ganhou uma nova oportunidade de retomar a rotina.</p><p>O transplante foi realizado em abril deste ano, no Hospital Evangélico de Vila Velha (HEVV). Ao descobrir que poderia ser compatível com o filho, Odair não hesitou em iniciar os exames e passar por todo o processo de avaliação necessário para se tornar um doador vivo.</p><p>Luiz Henrique começou o tratamento da doença renal em 2021. Com a evolução do quadro, precisou iniciar a hemodiálise no final de 2025, enquanto aguardava a possibilidade de um transplante.</p><p>Foi durante esse período que o pai decidiu investigar a possibilidade de fazer a doação. A compatibilidade entre os dois foi confirmada e tornou possível a realização do procedimento.</p><p>Para Luiz Henrique, a decisão do pai representa uma demonstração de amor que ele levará para o resto da vida.</p><p>Eu não queria que ele doasse no começo. Pensava em esperar um rim pela fila, mas ele insistiu que queria fazer isso por mim. Pai já dá a vida para a gente quando nasce e, no meu caso, deu a vida mais uma vez</p><p>Com o transplante bem-sucedido, Luiz Henrique deixou para trás a rotina de hemodiálise e pôde voltar gradualmente às atividades do dia a dia. “Ver que deu tudo certo é motivo de muita gratidão”, completa.</p><p>“Não pensei duas vezes”, diz pai</p><p>Para Odair, a decisão de doar o rim para o filho foi natural diante da situação enfrentada pela família. “A gente vê o filho passando por tudo aquilo e não consegue ficar parado. Quando soube que podia ajudar, não pensei duas vezes.”</p><p>O pai conta que acompanhar a recuperação do filho é hoje motivo de gratidão.</p><p>É um milagre ver meu filho trabalhando, vivendo normalmente e longe da hemodiálise</p><p>Para Luiz Henrique e Odair, a recuperação transformou também a forma de celebrar o Dia dos Pais. A data, que já representava a relação entre pai e filho, agora carrega uma história de coragem, generosidade e recomeço.</p><p>The post Pai doa rim ao filho e celebra primeiro Dia dos Pais após transplante appeared first on Sim Notícias.</p>]]></content:encoded>
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			<title>Pescadores cobram participação em observatório da Ufes que ivestigará saúde dos atingidos</title>
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			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 17:00:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Lideranças querem conhecer o projeto e criticam demora de dez anosMais de dez anos após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), lideranças da pesca artesanal afirmam que o novo observatório que irá monitorar a saúde das populações atingidas ainda não foi efetivamente apresentado às comunidades que convivem diariamente com os impactos do crime socioambiental. Embora reconheçam a importância da iniciativa, coordenada pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Lideranças querem conhecer o projeto e criticam demora de dez anos</p><p>Mais de dez anos após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), lideranças da pesca artesanal afirmam que o novo observatório que irá monitorar a saúde das populações atingidas ainda não foi efetivamente apresentado às comunidades que convivem diariamente com os impactos do crime socioambiental. Embora reconheçam a importância da iniciativa, coordenada pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e financiada com R$ 10 milhões do Ministério da Saúde, os pescadores cobram participação na construção do projeto, transparência nas ações previstas e criticam o fato de o acompanhamento estruturado da saúde começar apenas uma década depois do maior crime envolvendo rejeitos de mineração da história do país.</p><p>Na última quarta-feira (6), o Século Diário mostrou que a epidemiologista Ethel Maciel irá coordenar o Observatório Capixaba de Informações e Dados Estratégicos para a Vigilância, Assistência e Resiliência do SUS nos Municípios Capixabas Atingidos da Bacia do Rio Doce e do Litoral Norte Capixaba. A proposta prevê integrar dados sobre adoecimento, mortalidade e exposição a contaminantes, além de implantar biomonitoramento da população para investigar a presença de metais pesados no organismo.</p><p>O sentimento comum entre as lideranças, entretanto, é de continuidade da exclusão dos atingidos nas discussões das ações de reparação, incluindo projeto que pretende acompanhar a própria saúde deles. O conselheiro federal de Controle Social e integrante do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional, Manoel Bueno dos Santos, conhecido como Nego da Pesca, afirma que a Associação de Pescadores de Jacaraípe participou de algumas reuniões que trataram do assunto, mas diz que o conteúdo do observatório nunca foi efetivamente apresentado às comunidades.</p><p>“Desse observatório a gente não tem muita propriedade para falar, porque nunca sentaram para detalhar isso para nós. É preciso dialogar com a gente. Não pode ser da forma que está sendo feito. Se, de fato, querem fazer esse serviço, precisa pensar junto com quem foi atingido”, afirma. Segundo ele, os encontros realizados até agora serviram mais para ouvir relatos dos problemas enfrentados pelos pescadores do que para explicar como será conduzido o monitoramento.</p><p>“Tivemos uma ou duas reuniões, mas não detalharam nada. Nós falamos dos problemas, mas não explicaram qual era o projeto, como seria feito. A gente precisa entender melhor isso”, reforça. Para Nego da Pesca, a participação das comunidades não pode ocorrer apenas na condição de fonte de informações, mas deve fazer parte da elaboração e acompanhamento das ações. “Tem que saber por que estão nos escutando. A gente fala, eles vão embora e depois dizem que estão fazendo alguma coisa, mas a comunidade não sabe o que está acontecendo. Precisamos construir isso juntos”, defende.</p><p>Ele afirma que a ausência de diálogo também preocupa porque os representantes dos pescadores ocupam espaços institucionais justamente para acompanhar políticas públicas. “Eu sou conselheiro federal. Nós temos que ser consultados. Não estamos lá só para legitimar o espaço. Estamos lá para exercer o papel de conselheiros. Se qualquer recurso vai ser aplicado, o conselho precisa conhecer”, sustenta.</p><p>Apesar das críticas, o dirigente afirma que considera importante a criação de ações voltadas à saúde das populações atingidas. Antes, porém, quer compreender exatamente quais estudos serão desenvolvidos. “A gente precisa saber qual é esse estudo. A partir do momento em que tiver conhecimento, vamos poder dizer se ele vai ajudar ou não”, afirma</p><p>Enquanto aguardam pelas respostas, os pescadores afirmam que os problemas de saúde continuam fazendo parte da realidade das comunidades atingidas. “Muitos problemas. Inclusive relacionados à água”, resume. Segundo ele, durante uma reunião realizada na semana passada, em Colatina, no norte do Estado, representantes dos pescadores fizeram um minuto de silêncio em homenagem a lideranças do movimento que faleceram recentemente, entre elas Simeão Barbosa, de Povoação, e João Carlos Lambisgoia, ex-presidente do Sindicato dos Pescadores e Marisqueiros do Espírito Santo (Sindpesmes).</p><p>Outra preocupação permanente, segundo Nego da Pesca, é a segurança alimentar. “Nós estamos preocupados com o peixe que estamos colocando na mesa da população brasileira. Precisamos ter garantia de que esse peixe é próprio para consumo humano”, enfatiza. Ele afirma que estudos produzidos por universidades já identificaram contaminação em água, solo, peixes, mariscos e moluscos na região, além de relatar preocupação com comunidades que utilizam água de poços em áreas próximas ao Rio Doce. “A gente leva essas preocupações ao Ministério da Saúde há anos, mas parece que ainda não estão levando isso a sério”, avalia.</p><p>A mesma cautela aparece nas palavras do pescador Braz Laurindo Filho, da Colônia de Pescadores Z-5, da Praia de Santa Cruz, em Aracruz. Para ele, qualquer iniciativa voltada à investigação da saúde vai ser positiva desde que produza resultados concretos, mas que a experiência acumulada desde 2015 faz com que a comunidade receba o novo projeto com desconfiança. “Bem-vindo é, desde que faça um trabalho correto, com resultados. Dados têm, provas têm, mas a gente já vem se decepcionando desde 2015. Será que vai ter resultado ou é só para maquiar e dizer que está fazendo alguma coisa?”, questiona.</p><p>Segundo Braz, a participação das comunidades precisa ser garantida desde o início. “A gente sempre pede que os atingidos participem intensamente desses projetos. Mas, nos últimos anos, eles têm excluído a comunidade dessa participação”, constata. O pescador também questiona o momento escolhido para o anúncio da iniciativa, em meio ao calendário eleitoral. “É muito cedo para a gente dar uma posição, mas eu acredito que não vai dar em nada. Está dando muito na cara que pode ser um projeto político. A gente está cansado de promessa, de projeto que enrola e não dá em nada”, analisa.</p><p>Ele ressalta que a principal reivindicação dos pescadores continua sendo a investigação independente dos impactos sobre a saúde. “O que a gente sempre quis foi uma força-tarefa do Ministério Público Federal junto com o Ministério da Saúde para investigar essas contaminações”, destaca. Na avaliação do pescador, a reparação só começará a avançar quando as comunidades participarem efetivamente das decisões. “O primeiro passo é colocar os atingidos frente a frente com quem está tomando essas decisões e ouvir o que realmente está faltando para a gente sobreviver”, reivindica</p><p>Além das preocupações com doenças, Braz afirma que os impactos da contaminação continuam na atividade pesqueira. “Hoje a gente tem dificuldade de vender e exportar nosso camarão, porque dizem que tem contaminação. Ninguém quer comprar”, relata.</p><p>Segundo a coordenadora do observatório, professora Ethel Maciel, a ausência de um monitoramento estruturado durante a última década dificultou justamente a produção de evidências capazes de estabelecer relações entre a exposição aos contaminantes e o adoecimento das populações atingidas. A iniciativa vai ser integrar dados ambientais e informações de saúde para produzir evidências científicas mais robustas, além de estruturar permanentemente a vigilância em saúde nos 11 municípios capixabas reconhecidos como atingidos.</p><p>Para as lideranças da pesca, além da produção dessas evidências, vai ser necessário reconstruir a confiança das comunidades após anos de promessas descumpridas, omissões e direitos violados durante a atuação da Fundação Renova, criada pelas empresas poluidoras para gerenciar o processo de reparação. Os pescadores defendem que qualquer iniciativa voltada à saúde precisará ser construída ao lado dos atingidos, não apenas apresentada a eles quando já estiver definida.</p><p>No último mês de julho, a morte do pescador e liderança João Carlos Lambisgoia reacendeu entre pescadores do Espírito Santo uma preocupação relatada há anos de aumento de casos de câncer e outros problemas de saúde após o crime socioambiental da Samarco, Vale e BHP, em 2015. Embora ainda não existam estudos epidemiológicos abrangentes que estabeleçam relação entre esses adoecimentos e a exposição aos rejeitos, pescadores e movimentos de atingidos consideram que a ausência dessas pesquisas é uma das principais lacunas da reparação.</p><p>Presidente do Sindicato dos Pescadores e Marisqueiros do Espírito Santo (Sindpesmes), Lambisgoia cobrava a necessidade de garantir saúde, acompanhamento e condições de trabalho para os atingidos, e denunciava o abandono dos pescadores artesanais que tiveram seu sustento e modo de vida impactados. A morte, em decorrência de complicações de um câncer de próstata, foi avaliada por um amigo do dirigente, o pescador Braz Laurindo Filho, da Colônia de Pescadores Z-5, em Aracruz, como sintoma de uma “calamidade pública instalada”.</p><p>“O Governo precisa olhar com cuidado para a saúde, porque nós estamos vivendo uma calamidade muito grande. O sistema de saúde não tem estrutura para absorver os problemas que ainda estão por vir. Nós, pescadores, não sabemos fazer outra coisa além de pescar. Se não houver estudos, acompanhamento e condições de trabalho, a situação só tende a piorar. A calamidade pública está instalada”, alertou, na ocasião.</p><p>O post Pescadores cobram participação em observatório da Ufes que ivestigará saúde dos atingidos apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Leonardo S&aacute;]]></media:title> 
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			<title>Corretora acusada de matar modelo também responde por furto em loja famosa</title>
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			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 13:00:52 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A corretora de imóveis Adriana Felisberto Pereira, que está sendo julgada pelo atropelamento que matou a modelo e ciclista Luísa Silva Lopes Barros, de 24 anos, também é investigada por um caso de furto em uma loja de roupas de uma famosa rede de departamentos no Shopping Vitória.O crime teria ocorrido no dia 17 de junho deste ano. Segundo a investigação, Adriana teria entrado no estabelecimento, escondido sete peças de roupas dentro de uma sacola e deixado o local sem realizar o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A corretora de imóveis Adriana Felisberto Pereira, que está sendo julgada pelo atropelamento que matou a modelo e ciclista Luísa Silva Lopes Barros, de 24 anos, também é investigada por um caso de furto em uma loja de roupas de uma famosa rede de departamentos no Shopping Vitória.</p><p>O crime teria ocorrido no dia 17 de junho deste ano. Segundo a investigação, Adriana teria entrado no estabelecimento, escondido sete peças de roupas dentro de uma sacola e deixado o local sem realizar o pagamento. O prejuízo estimado pela loja foi de R$ 1.103.</p><p>Após o furto, a Adriana foi abordada por um vigilante na escada rolante do shopping e foi detida pela Polícia Militar. Durante a abordagem, os policiais encontraram os produtos dentro da sacola que ela carregava.</p><p>A reportagem questionou os advogados de Adriana sobre o caso, mas, até a publicação, não houve retorno.</p><p>Julgamento por morte de Luísa</p><p>O julgamento da corretora pelo atropelamento e morte de Luísa Lopes começou com pequeno atraso na manhã desta quinta-feira (6), no Fórum Criminal de Vitória. A previsão para hoje é de que sejam ouvidos a mãe da vítima e a própria ré. Porém, segundo a defesa informou à reportagem, Adriana deve permanecer em silêncio durante o interrogatório.</p><p>Após os depoimentos, estão previstos os debates entre acusação e defesa, etapa em que Ministério Público e advogados apresentam seus argumentos aos sete jurados que compõem o Conselho de Sentença.</p><p>O julgamento começou na quarta-feira (5) e, devido à complexidade do processo, deve continuar ao longo da semana. No primeiro dia, foram ouvidos policiais, uma testemunha que presenciou o atropelamento e peritos responsáveis pelas análises das imagens do acidente e de vídeos que mostram a ré consumindo bebida alcoólica antes da colisão.</p><p>Adriana não acompanhou presencialmente a sessão no primeiro dia.</p><p>Quatro anos após a morte de Luísa, Adriana responde no Tribunal do Júri por homicídio qualificado. O Ministério Público sustenta que a motorista assumiu o risco de provocar a morte da vítima e defende a condenação.</p><p>A defesa, por outro lado, tenta afastar a qualificadora e argumenta que o atropelamento foi um acidente, sem intenção ou aceitação do risco de matar.</p><p>Luísa Silva Lopes Barros era estudante de Oceanografia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), modelo e integrante da escola de samba Unidos de Jucutuquara. Ela morreu na noite de 15 de abril de 2022, aos 24 anos, após ser atropelada na Avenida Dante Michelini.</p><p>Segundo as investigações, Adriana dirigia a cerca de 72 km/h em um trecho onde a velocidade máxima permitida era de 60 km/h. A polícia também apontou sinais de embriaguez e informou que a motorista se recusou a realizar o teste do bafômetro.</p><p>Ainda de acordo com o inquérito, antes do acidente, Adriana teria consumido bebidas alcoólicas em estabelecimentos de Jardim Camburi e da Praia do Canto. Ela chegou a ser presa em flagrante, mas foi liberada após pagamento de fiança.</p><p>The post Corretora acusada de matar modelo também responde por furto em loja famosa appeared first on Sim Notícias.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[O julgamento da motorista acusada de atropelar a modelo Lu&iacute;sa Silva Lopes Barros ser&aacute; nesta quarta-feira. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o
Relembre o caso
Lu&iacute;sa Silva Lopes Barros era estudante de Oceanografia da Uni]]></media:title> 
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			<title>SESI reinaugura Escola de Referência em Maruípe </title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9547/sesi-reinaugura-escola-de-referencia-em-maruipe.html</link>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 13:00:42 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Nova estrutura une tecnologia, acolhimento e inovação para fortalecer uma educação que transforma vidas e prepara estudantes para os desafios do futuro Vitória –  o SESI Espírito Santo entregou a unidade de Maruípe totalmente modernizada, que passa a integrar o padrão SESI Escola de Referência, reunindo infraestrutura, inovação e metodologias voltadas para a formação integral dos estudantes.A reforma contemplou mais de 3,5 mil , com novos laboratórios de Matemática e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Nova estrutura une tecnologia, acolhimento e inovação para fortalecer uma educação que transforma vidas e prepara estudantes para os desafios do futuro </p><p><strong>Vitória –</strong>  o SESI Espírito Santo entregou a unidade de Maruípe totalmente modernizada, que passa a integrar o padrão SESI Escola de Referência, reunindo infraestrutura, inovação e metodologias voltadas para a formação integral dos estudantes.</p><p>A reforma contemplou mais de 3,5 mil </p><p>, com novos laboratórios de Matemática e Ciências, salas temáticas por área do conhecimento, espaços pedagógicos renovados, acessibilidade ampliada, modernização das redes elétrica e tecnológica, novo mobiliário e uma identidade visual que fortalece o sentimento de pertencimento da comunidade escolar.</p><p>Durante a cerimônia, o presidente da FINDES, Paulo </p><p> integra o maior ciclo de investimentos em educação já realizado pelo SESI e pelo SENAI no Espírito Santo.</p><p>“Estamos fazendo o maior investimento em educação da história do SESI e do SENAI no Es</p><p>o: serão R$ 600 milhões até 2031. Cada escola que reformamos, ampliamos e construímos representa </p><p>. A educação é a base de uma sociedade e de uma indústria forte. Ela forma cidadãos, amplia </p><p>e sustenta o desenvolvimento”, afirmou</p><p>O diretor regional do SENAI ES e superintendente do SESI ES, Geferson Santos, ressaltou que os investimentos vão além da infraestrutura e refletem o compromisso da instituição com as pessoas que fazem a educação acontecer.</p><p>“Tudo isso só faz sentido porque temos pessoas comprometidas com o nosso propósito de transformar vidas e impulsionar o desenvolvimento do Espírito Santo. Nosso reconhecimento é para professores, equipes pedagógicas, áreas administrativas e todos os colaboradores que trabalham diariamente para oferecer uma educação de </p><p><strong>Trinta anos dedicados à </p><p>Entre as homenagens da solenidade, uma história emocionou o público. Há três décadas no SESI Maruípe, a professora de Ciências</p><p> acompanhou cada etapa da evolução da escola.</p><p>“Grande parte da minha história profissional e da minha vida foi construída dentro desta instituição. Cresci junto com o SESI, que sempre acreditou em mim e investiu no meu desenvolvimento”.</p><p>e, apesar das mudanças na estrutura, a essência da escola permanece a mesma.</p><p>“O SESI continua sendo uma grande família. Aqui existe acolhimento, respeito, compromisso e um cuidado genuíno com as pessoas. A maior prova da qualidade desse trabalho é ver ex-alunos confiando ao SESI a educação de seus filhos. Eles desejam que uma nova geração viva a mesma experiência.”</p><p><strong>Oportunidades que transformam vidas</p><p>A estudante Heloise Fonseca, de 16 anos, também compartilhou sua experiência na unidade. Aluna desde 2023, contou que encontrou no SESI oportunidades que transformaram sua trajetória escolar. </p><p>“Aqui descobri oportunidades que nunca tinha imaginado. Participei </p><p>da robótica, das olimpíadas do conhecimento, de projetos de tecnologia</p><p> e encontrei caminhos para desenvolver habilidades que hoje fazem parte dos meus planos para o futuro</p><p>A prefeita de Vitória, Cris </p><p>, destacou a importância da parceria entre o município e o SESI para fortalecer a educação e ampliar oportunidades para crianças e jovens.</p><p>“O SESI é uma referência em educação. Sempre digo: quando alguém faz muito bem, precisamos aprender com quem sabe fazer melhor. Essa parceria fortalece a educação e amplia as oportunidades para os nossos jovens”, ressaltou. </p><p>SESI Escola de Referência Maruípe</p><p>Total de alunos atendidos: </p><p>Matemática, Linguagens e Ciências Humanas)</p><p>, sala de robótica para treinos e</p><p>para as aulas de lego e contraturno</p><p>O post SESI reinaugura Escola de Referência em Maruípe  apareceu primeiro em PORTAL JORNAL DO NORTE.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Educa&ccedil;&atilde;o para o futuro]]></media:title> 
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			<title>Sacos de cimento espalhados na pista travam trânsito na Grande Vitória</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9543/sacos-de-cimento-espalhados-na-pista-travam-transito-na-grande-vitoria.html</link>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:00:53 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Motoristas enfrentaram um longo congestionamento na manhã desta quinta-feira (6) após sacos de cimento caírem na pista da Rodovia das Paneleiras, no sentido Serra–Vitória.O Corpo de Bombeiros foi acionado e atua na limpeza da via para retirar o cimento espalhado no asfalto. Apesar do trabalho das equipes, o trânsito segue bastante carregado na região.O congestionamento já provoca reflexos em diferentes pontos da Serra, como os bairros Jardim Carapina, Manoel Plaza, Eurico Salles e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Motoristas enfrentaram um longo congestionamento na manhã desta quinta-feira (6) após sacos de cimento caírem na pista da Rodovia das Paneleiras, no sentido Serra–Vitória.</p><p>O Corpo de Bombeiros foi acionado e atua na limpeza da via para retirar o cimento espalhado no asfalto. Apesar do trabalho das equipes, o trânsito segue bastante carregado na região.</p><p>O congestionamento já provoca reflexos em diferentes pontos da Serra, como os bairros Jardim Carapina, Manoel Plaza, Eurico Salles e André Carloni. Uma das principais rotas alternativas, a Avenida Norte-Sul, também registra lentidão.</p><p>A preocupação é que o pó de cimento levantado pela passagem dos veículos prejudique a visibilidade dos motoristas.</p><p>Até o momento, não há informações sobre como os sacos de cimento caíram na pista e quais foram os veículos envolvidos na ocorrência.</p><p>A orientação é que os motoristas tenham paciência, reduzam a velocidade ao passar pelo trecho e, se possível, busquem rotas alternativas até que a pista seja totalmente limpa.</p><p>The post Sacos de cimento espalhados na pista travam trânsito na Grande Vitória appeared first on Sim Notícias.</p>]]></content:encoded>
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A preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; que o p&oacute; de cimento levantado pela passagem dos ve&iacute;culos prejudique a visibilidade dos motoristas.]]></media:title> 
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			<title>Senac-ES prorroga inscrições para cursos com auxílio de até R$ 600</title>
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			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:00:43 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Estudantes do Espírito Santo ganharam mais prazo para tentar receber um auxílio financeiro do Senac-ES. As inscrições para o Programa de Assistência Estudantil foram prorrogadas até sexta-feira (7 de agosto). A iniciativa oferece um benefício de até R$ 600 por mês para alunos matriculados em cursos gratuitos da instituição.O valor pago será de R$ 30 por dia letivo frequentado, conforme a carga horária do curso e a frequência do estudante. O objetivo do programa é ajudar na...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Estudantes do Espírito Santo ganharam mais prazo para tentar receber um auxílio financeiro do Senac-ES. As inscrições para o Programa de Assistência Estudantil foram prorrogadas até sexta-feira (7 de agosto). A iniciativa oferece um benefício de até R$ 600 por mês para alunos matriculados em cursos gratuitos da instituição.</p><p>O valor pago será de R$ 30 por dia letivo frequentado, conforme a carga horária do curso e a frequência do estudante. O objetivo do programa é ajudar na permanência dos alunos nas aulas e reduzir dificuldades financeiras que podem levar à desistência da formação profissional.</p><p>Podem participar estudantes matriculados em cursos de Qualificação Profissional e Educação Profissional Técnica do Programa Senac de Gratuidade (PSG), desde que atendam aos critérios previstos no edital.</p><p>As inscrições devem ser feitas exclusivamente por meio de um <strong>formulário eletrônico</strong>, usando o e-mail institucional do aluno. Após a análise da documentação, classificação e período para recursos, o resultado final está previsto para ser divulgado no dia 1º de setembro.</p><p>Nesta primeira edição, o Senac-ES vai oferecer 200 auxílios, sendo:</p><p>120 vagas para estudantes de cursos de Qualificação Profissional;</p><p>80 vagas para alunos da Educação Profissional Técnica.</p><p>A seleção levará em conta critérios como renda familiar, composição da família, condições de moradia, marcadores sociais e fatores relacionados ao risco de evasão escolar. A proposta é priorizar estudantes em maior situação de vulnerabilidade.</p><p>Programa Senac de Gratuidade</p><p>O Programa Senac de Gratuidade oferece cursos gratuitos de qualificação, aperfeiçoamento e educação profissional técnica para pessoas com renda familiar mensal por pessoa de até dois salários mínimos federais.</p><p>A iniciativa busca ampliar as oportunidades de formação e inserção no mercado de trabalho para pessoas em situação de vulnerabilidade econômica.</p><p>Programa de Assistência Estudantil do Senac-ES</p><p>Quem pode participar: estudantes matriculados em cursos de Qualificação Profissional e Educação Profissional Técnica do PSG que atendam aos critérios do edital.</p><p>Benefício: R$ 30 por dia letivo frequentado (até R$ 600 por mês).</p><p>Inscrições: até 7 de agosto.</p><p>Resultado final: 1º de setembro.</p><p>The post Senac-ES prorroga inscrições para cursos com auxílio de até R$ 600 appeared first on Sim Notícias.</p>]]></content:encoded>
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		<item>
			<title>Senac de Aracruz abre inscrições para curso gratuito de Técnico em Logística</title>
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			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 21:00:48 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Quem quer aprender uma nova profissão e ingressar com tudo no mercado de trabalho não pode perder essa oportunidade: o Senac de Aracruz está com inscrições abertas para o curso de Técnico em Logística, uma formação completa, com alta demanda e diploma reconhecido nacionalmente.As vagas são gratuitas e ofertadas por meio do Programa Senac de Gratuidade (PSG), que possibilita oportunidades de qualificação profissional para pessoas com renda per capita de até 2 salários mínimos,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Quem quer aprender uma nova profissão e ingressar com tudo no mercado de trabalho não pode perder essa oportunidade: o Senac de Aracruz está com inscrições abertas para o curso de Técnico em Logística, uma formação completa, com alta demanda e diploma reconhecido nacionalmente.</p><p>As vagas são gratuitas e ofertadas por meio do Programa Senac de Gratuidade (PSG), que possibilita oportunidades de qualificação profissional para pessoas com renda per capita de até 2 salários mínimos, promovendo a inclusão social e ampliando a inserção de novos profissionais no mercado de trabalho.</p><p>“Com a chegada de novas empresas em Aracruz e os investimentos constantes em diversos setores, os profissionais de logística passam a ter um papel essencial para o sucesso das empresas. É uma excelente oportunidade de se qualificar, investir em uma profissão com grandes oportunidades, de forma totalmente gratuita e com alta chance de contratação”, destaca Elisangela Maria Mulker Bridi, Gerente de Educação Profissional do Senac de Aracruz.</p><p>Durante as aulas, os alunos vão aprender a otimizar o fluxo de materiais, realizando processos logísticos e administrativos nas áreas de suprimentos, produção, armazenagem, transporte e distribuição.</p><p>O diferencial do curso contempla conexão direta com empresas do setor por meio de visitas técnicas e formação inovadora que une tecnologia e sustentabilidade, preparando os novos profissionais para criar soluções cada vez mais inovadoras e aplicáveis para os desafios do mercado.</p><p><strong>Inscrições abertas</p><p></strong>O curso de Técnico em Logística tem carga horária de 800 horas, com início previsto para o dia 8 de setembro, sempre das 14h às 17h. Os interessados devem realizar a matrícula diretamente na secretaria do Senac de Aracruz, localizado na Rua Prof. Lobo, 650, Centro, anexo ao Sesc-ES.</p><p>Para efetivar a matrícula, é necessário apresentar documentos como identidade, CPF, comprovante de residência e escolaridade (estar cursando, no mínimo, o 1º ano do Ensino Médio), além de certidão de nascimento ou casamento. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone: (27) 99652-4712.</p><p>O post Senac de Aracruz abre inscrições para curso gratuito de Técnico em Logística apareceu primeiro em PORTAL JORNAL DO NORTE.</p>]]></content:encoded>
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		<item>
			<title>Famílias de Cariacica recebem cestas e orientações durante entrega no Banco de Alimentos</title>
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			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:07:30 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Fam&iacute;lias atendidas pelos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e pelos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) de Cariacica receberam, na manhã desta quinta-feira (23), cestas com frutas, verduras, latic&iacute;nios e outros alimentos distribu&iacute;das pelo Banco de Alimentos Josu&eacute; de Castro, localizado em Morada de Santa F&eacute;.A ação &eacute; realizada mensalmente pela Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) e faz...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Fam&iacute;lias atendidas pelos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e pelos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) de Cariacica receberam, na manhã desta quinta-feira (23), cestas com frutas, verduras, latic&iacute;nios e outros alimentos distribu&iacute;das pelo Banco de Alimentos Josu&eacute; de Castro, localizado em Morada de Santa F&eacute;.</p><p>A ação &eacute; realizada mensalmente pela Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) e faz parte do trabalho desenvolvido pelo Banco de Alimentos, que arrecada produtos por meio de doações de instituições p&uacute;blicas, empresas e da população. Os alimentos são destinados a fam&iacute;lias e instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social, contribuindo para a segurança alimentar e garantindo uma alimentação mais saudável e digna.</p><p>"Ao levar frutas, verduras e outros alimentos de qualidade &agrave;s fam&iacute;lias atendidas, tamb&eacute;m incentivamos uma alimentação mais saudável e equilibrada. Esse &eacute; um trabalho que fortalece a segurança alimentar e reafirma o compromisso da assistência social com o bem-estar da população", afirmou a secretária de Assistência Social de Cariacica, Danyelle L&iacute;rio.</p><p>As fam&iacute;lias interessadas em receber cestas podem agendar uma avaliação diretamente nas unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras).</p><p><strong>Banco de Alimentos</strong></p><p>O Banco oferece o serviço de distribuição gratuita de alimentos recebidos por meio de doações de instituições p&uacute;blicas ou privadas, pessoas f&iacute;sicas ou jur&iacute;dicas, e que são destinados para instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social, como o Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), garantindo acesso &agrave; alimentação necessária para uma vida saudável e digna. </p><p><strong>Como doar?</strong></p><p>Para contribuir, basta entrar em contato com a equipe do Banco de Alimentos:<br>Telefone/WhatsApp:  <chrome_annotation role="link">(27) 33547116</chrome_annotation> ou  <chrome_annotation role="link">(27) 998827564</chrome_annotation><br>Endereço: Av. Glauber Rocha, 219, em Morada de Santa F&eacute;.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Texto: Mariana Santos         Foto: Gabriela Singular]]></media:title> 
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		<item>
			<title>Herança Verde: novas gerações e os caminhos da sustentabilidade na cafeicultura</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9457/heranca-verde-novas-geracoes-e-os-caminhos-da-sustentabilidade-na-cafeicultura.html</link>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 09:00:59 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Ao mesmo passo em que o mundo debate e desenvolve tecnologias de ponta, o agro vive uma revolução silenciosa, mas tão essencial e transformadora quanto a inovação. Nas lavouras, a passagem de bastão entre gerações vem sendo acompanhada por um novo olhar sobre a produção. É o cuidado com o solo, a proteção dos mananciais, o respeito às raízes e a busca por sistemas produtivos capazes de unir responsabilidade ambiental, rentabilidade e competitividade das propriedades.E é por meio ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Ao mesmo passo em que o mundo debate e desenvolve tecnologias de ponta, o agro vive uma revolução silenciosa, mas tão essencial e transformadora quanto a inovação. Nas lavouras, a passagem de bastão entre gerações vem sendo acompanhada por um novo olhar sobre a produção. É o cuidado com o solo, a proteção dos mananciais, o respeito às raízes e a busca por sistemas produtivos capazes de unir responsabilidade ambiental, rentabilidade e competitividade das propriedades.</p><p>E é por meio de manejos sustentáveis que frutas, verduras e uma pequena lavoura de café conilon crescem no Sítio Água Viva, em Nova Venécia, noroeste do Espírito Santo. A família Meneghetti cultiva alimentos orgânicos desde 2010 e possui a certificação OCS (Organismo de Controle Social), mecanismo que assegura o cumprimento das normas de produção orgânica para venda direta ao consumidor.</p><p>A experiência ao lado dos pais levou o jovem Sandro Gonçalves Meneghetti, de 20 anos, a permanecer na propriedade e investir na produção de café orgânico no Sistema Agroflorestal (SAF). “Decidi plantar café, fazer um projeto de agrofloresta. Como leva em torno de dois anos para a primeira colheita, até lá podemos consorciar hortaliças no meio da lavoura, como cebola e couve. Assim conseguimos fazer uma renda até termos o primeiro retorno da safra”, explica.</p><p>O campo vive um movimento que acomoda tradição, inovação e práticas regenerativas. Em diversas propriedades rurais, jovens produtores encontram novas formas de manter a atividade competitiva, rentável e alinhada às demandas do mercado, que já não negocia apenas volume, mas também origem e cuidado ambiental. Nesse cenário, a história do Sandro representa uma geração que enxerga oportunidades onde antes muitos viam limites. Essa é uma escolha observada tanto em propriedades de base agroecológica quanto naquelas que vêm adotando outros manejos ambientalmente responsáveis.</p><p>Em Sooretama, norte capixaba, práticas sustentáveis também foram a aposta do produtor Tiago Camiletti. Dentre algumas iniciativas, um projeto-piloto concilia pimenta-do-reino e café. “É uma área pequena que a gente tem aqui, e deu muito certo. O impacto financeiro é zero e você consegue ter uma comodidade muito grande. O aumento da biodiversidade de insetos, a redução da aplicação de defensivos, de forma geral, no combate às pragas do café, isso se reduz bastante. E ainda tem a pegada de carbono”, explica.  </p><p>O produtor conta que os resultados foram obtidos após quatro anos de pesquisa aplicada. Enquanto a produtividade média do café no Espírito Santo varia entre 35 e 37 sacas por hectare, a área experimental alcançou 120 sacas por hectare na primeira safra, 152 na segunda, 157 na terceira e 160 na quarta. Segundo ele, o desempenho é resultado de um conjunto de fatores, como o espaçamento do café, a escolha do material genético, o preparo do solo e o manejo adotado na lavoura. Apesar dos índices expressivos, ele ressalta que o objetivo não é afirmar que todos os produtores conseguirão atingir esses patamares, mas demonstrar que é possível elevar a produtividade de forma viável.</p><p>O projeto ocupa apenas uma parcela da área cultivada, onde custos e resultados são cuidadosamente monitorados. Camiletti defende a integração dos três pilares da sustentabilidade. “Na cafeicultura sustentável há várias formas de avaliação. Ela tem que ser ambientalmente correta, socialmente harmônica e financeiramente viável. Não adianta pensar só no meio ambiente e esquecer a renda. Isso não é um modelo sustentável”, ressalta.</p><p>Essa visão profissional reflete uma transformação em curso no cenário capixaba. O Estado, referência nacional em produtividade, também se destaca pela qualidade e pelas boas práticas regenerativas. A avaliação é da gerente de Projetos de Cafeicultura da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Aline dos Santos Silva. “O estado consolidou-se como uma das principais referências mundiais na produção de cafés de qualidade, resultado de investimentos em assistência técnica, pesquisa, inovação e organização da cadeia produtiva. A sustentabilidade deixou de ser apenas uma exigência e passou a representar oportunidades de agregação de valor, diferenciação de mercado e aumento da rentabilidade das propriedades”, avalia.</p><p>O olhar das novas gerações já faz parte dessa construção. Essa avaliação ajuda a dimensionar que as famílias Meneghetti e Camiletti não fazem um movimento isolado. A atividade familiar é um dos fatores de sustentação da inovação na produção e dos experimentos em novas técnicas e manejos. “As famílias têm incentivado os jovens a buscar formação técnica e superior. Muitos saem temporariamente do campo para estudar e retornam às propriedades trazendo novos conhecimentos em gestão, tecnologia, comercialização e inovação. Esse movimento tem contribuído para profissionalizar a atividade rural e tornar os empreendimentos familiares mais competitivos”, pontua Aline.</p><p>Na prática, essa transformação também passa pela forma como as famílias enxergam a sucessão rural. Camiletti afirma que suas experiências pessoais influenciaram a forma como planeja a gestão da continuidade. Depois de vivenciar conflitos na infância e sofrer preconceito por crescer no meio rural, o produtor afirma que decidiu construir uma relação diferente com a própria família, incentivando os filhos a permanecerem na agricultura, e valorizando a formação e a busca por conhecimento.</p><p>Exatamente nesse contexto, pesquisa, experimentação e trabalho conjunto ajudam a moldar uma nova geração de cafeicultores. “A troca de experiências influenciou bastante na minha escolha, em que ramo eu queria crescer, me formar e construir o meu projeto de vida”, revela Sandro. A adesão de jovens produtores, como ele, reforça que o trabalho no campo não é apenas herança, mas um compromisso que aponta para um futuro mais inovador, competitivo e verde nas fronteiras do agronegócio capixaba.</p><p>O post Herança Verde: novas gerações e os caminhos da sustentabilidade na cafeicultura apareceu primeiro em PORTAL JORNAL DO NORTE.</p>]]></content:encoded>
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		<item>
			<title>“Tancredinho” restringe acesso em Jardim da Penha e moradores cobram diálogo</title>
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			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 09:00:54 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Associação afirma que obra alterou uso do espaço sem ouvir comunidadeDepois de mais de um ano e meio de obras, atraso em relação ao cronograma original e investimento de R$ 2,886 milhões, a Prefeitura de Vitória promete devolver à comunidade, no próximo dia 31, a quadra coberta da Praça Regina Frigeri Furno, em Jardim da Penha, apelidada de “Tancredinho”. A devolução, entretanto, não será completa. Às vésperas da inauguração, moradores afirmam que seguem sem saber como...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Associação afirma que obra alterou uso do espaço sem ouvir comunidade</p><p>Depois de mais de um ano e meio de obras, atraso em relação ao cronograma original e investimento de R$ 2,886 milhões, a Prefeitura de Vitória promete devolver à comunidade, no próximo dia 31, a quadra coberta da Praça Regina Frigeri Furno, em Jardim da Penha, apelidada de “Tancredinho”. A devolução, entretanto, não será completa. Às vésperas da inauguração, moradores afirmam que seguem sem saber como poderão utilizar o equipamento e criticam a falta de diálogo da administração municipal sobre a gestão do espaço.</p><p>“O diálogo com a comunidade talvez resolvesse problemas como esse. A gente já explicou isso desde o início. É horrível, porque tira a cultura da comunidade de usar a quadra de maneira livre”, afirma o coordenador-geral da Amjap, Angelo Del Caro. Ele destaca que, antes mesmo do início da obra anunciada em 2024, a comunidade defendeu que essas definições deveriam ter sido construídas em conjunto com os moradores.</p><p>A construção foi alvo de críticas desde o início, por ter sido apresentada sem participação popular. À época, moradores questionavam a retirada da quadra aberta existente na praça, os impactos sobre feiras, atividades esportivas e a convivência no local. Dois anos depois, com a estrutura praticamente concluída, a associação afirma que muitas das preocupações permanecem e que outras surgiram com a proximidade da inauguração.</p><p>Segundo Angelo, o principal problema hoje é que a comunidade ainda não sabe como vai ser o funcionamento da quadra. “Quem vai abrir a quadra? Quem vai fechar? Quem vai ficar com a chave? Vai precisar marcar horário? Como vai funcionar esse acesso? Nada disso foi explicado para quem usa aquele espaço todos os dias”, questiona.</p><p>Na avaliação da associação, a principal mudança provocada pelo novo equipamento não é apenas arquitetônica, mas na forma como a praça será utilizada. Angelo observa que um espaço que antes podia ser ocupado espontaneamente pelos moradores vai passar a depender de regras de acesso e controle que ainda não foram apresentadas pela administração municipal.</p><p>Além da gestão da quadra, moradores também continuam criticando alterações físicas provocadas pela obra. A estrutura fechada modificou a paisagem da praça e trouxe impactos para quem frequenta diariamente o local, observa. “É um caixote no meio da praça”, resume. Ele considera que a cobertura reduziu a visibilidade entre os diferentes ambientes da praça e alterou uma característica considerada importante pelos frequentadores.</p><p>“Os pais ficavam sentados, às vezes no churrasquinho, olhando os filhos brincarem. Agora quem está de um lado não consegue mais enxergar quem está do outro. Isso era uma preocupação que muita gente apresentou desde as audiências públicas”, relembra. Outro ponto levantado é a circulação de ar. “Também afetou a ventilação da praça. São mudanças que foram apontadas pela comunidade antes da obra começar”, destacou.</p><p>A Amjap promoveu duas audiências públicas para ouvir moradores e reunir sugestões sobre o projeto antes do início da construção. “Mas os representantes da Prefeitura de Vitória não participaram desses encontros para discutir as demandas apresentadas pela comunidade”, critica o representante da organização.</p><p>Posteriormente, segundo ele, uma representante da Secretaria Municipal de Obras esteve no local apenas para apresentar o projeto já definido. Mais recentemente, a associação se reuniu com o secretário municipal de Esportes, que informou que a quadra será fechada diariamente às 22 horas. No entanto, ele considera que questões consideradas fundamentais permaneceram sem resposta: “Não foi explicado se vai ter agendamento, quem fica com a chave, quem administra a quadra. Se houve diálogo, ele acabou não servindo para incorporar aquilo que os moradores apresentaram.”</p><p>As mudanças provocadas pela obra também atingiram projetos esportivos e atividades desenvolvidas no espaço. Antes do início da construção, a praça recebia escolinha de futebol, atletismo, ginástica para idosos e outras iniciativas. Segundo Angelo, com o fechamento da quadra, a associação foi informada de que, caso não encontrasse outro local para essas atividades, alguns projetos poderiam ser transferidos para outros bairros. “A prefeitura nos procurou dizendo que, se a gente não arrumasse um espaço, os professores seriam levados para outra praça”, relata.</p><p>Para evitar a interrupção das atividades, a associação articulou uma parceria com o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) e com a Cidade da Inovação, onde os projetos passaram a funcionar temporariamente. “A associação conseguiu garantir a continuidade dessas atividades por meio dos parceiros. Se dependesse apenas da obra, elas poderiam ter acabado”, enfatiza.</p><p>Com a inauguração prevista para os próximos dias, a associação reconhece que o debate deixou de ser sobre a construção da quadra e passou a ser sobre sua operação. A proposta é reunir representantes dos projetos esportivos, coletivos que utilizam a praça, moradores e a Secretaria Municipal de Esportes para construir um modelo de gestão que garanta do equipamento.</p><p>Entre os pontos que a Amjap pretende discutir estão a definição de horários, regras de utilização, necessidade ou não de agendamento, responsáveis pela abertura e fechamento da quadra e formas de assegurar que o espaço continue acessível à comunidade. “A quadra está lá. Agora a realidade é essa. O que precisamos fazer é entender como ela vai funcionar e fazer essa ponte entre quem administra e quem utiliza o espaço, para que todo mundo seja ouvido”, reforça. Outra preocupação da associação envolve a segurança do equipamento. Segundo Angelo, moradores relataram que pessoas já acessaram a quadra antes mesmo da inauguração oficial. </p><p>A reportagem procurou a Prefeitura de Vitória para que informasse a data oficial de inauguração da quadra, entender como será a gestão do equipamento, quais serão as regras de acesso, se a utilização vai depender de agendamento, quem vai ficar responsável pela administração do espaço e se houve aditivos no contrato da obra. Até o fechamento desta edição, o município não havia se manifestado.</p><p>O post “Tancredinho” restringe acesso em Jardim da Penha e moradores cobram diálogo apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Leonardo S&aacute;]]></media:title> 
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			<title>Imóveis vizinhos seguem interditados após deslizamento trágico em Cariacica</title>
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			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 21:00:47 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os imóveis próximos ao barranco que deslizou e matou quatro pessoas em uma obra no bairro Nova Rosa da Penha II, em Cariacica, continuam interditados. Segundo a Prefeitura, a medida foi adotada por segurança, já que ainda há risco de novos deslizamentos.A situação mais preocupante é a do imóvel localizado na parte superior do barranco. De acordo com técnicos, houve uma perda significativa da sustentação do solo, comprometendo a estabilidade da construção. Além disso, variações...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os imóveis próximos ao barranco que deslizou e matou quatro pessoas em uma obra no bairro Nova Rosa da Penha II, em Cariacica, continuam interditados. Segundo a Prefeitura, a medida foi adotada por segurança, já que ainda há risco de novos deslizamentos.</p><p>A situação mais preocupante é a do imóvel localizado na parte superior do barranco. De acordo com técnicos, houve uma perda significativa da sustentação do solo, comprometendo a estabilidade da construção. Além disso, variações climáticas podem agravar ainda mais as condições do terreno.</p><p>Ao todo, três imóveis foram interditados: a distribuidora de bebidas, um galpão anexo ao estabelecimento e uma residência vizinha.</p><p>A Prefeitura de Cariacica informou que a obra onde ocorreu a tragédia era particular e estava embargada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento da Cidade e Meio Ambiente por apresentar irregularidades há mais de um ano. Segundo o município, equipes de fiscalização haviam constatado que o local não atendia às exigências de segurança e determinaram a paralisação dos trabalhos.</p><p>Na próxima segunda-feira (3), engenheiros da Secretaria Municipal de Obras farão uma vistoria detalhada nos imóveis interditados. Após a inspeção, será elaborado um laudo técnico para avaliar as condições estruturais das edificações e definir quais medidas serão necessárias para garantir a segurança dos moradores.</p><p>Tragédia matou empresário e três trabalhadores</p><p>O deslizamento aconteceu na tarde de sexta-feira (31) e deixou quatro mortos. As vítimas foram identificadas como o empresário Vanderson Santana, proprietário da obra e de uma distribuidora de bebidas, além de Ronival Moreira de Jesus, de 45 anos, seu filho Ruan Moreira da Luz e Valdomiro Moreira de Jesus, conhecido como Biro, tio de Ronival.</p><p>Pouco antes da tragédia, os quatro <strong>gravaram um vídeo </strong>durante uma pausa no trabalho. Nas imagens, eles aparecem descontraídos enquanto tomavam um energético. A gravação foi publicada cerca de uma hora antes do deslizamento que soterrou as vítimas.</p><p>Câmeras de segurança da região também registraram o momento em que o barranco cedeu. As imagens deverão auxiliar nas investigações.</p><p>O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Acidentes de Trabalho (Deat), da Polícia Civil, que apura as circunstâncias do deslizamento.</p><p>The post Imóveis vizinhos seguem interditados após deslizamento trágico em Cariacica appeared first on Sim Notícias.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Durante o desabamento, quatro pessoas morreram, incluindo o dono da distribuidora. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o
Na pr&oacute;xima segunda-feira (3), engenheiros da Secretaria Municipal de Obras far&atilde;o uma vistoria detalh]]></media:title> 
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			<title>Consulta online informa disponibilidade de remédios em Vila Velha</title>
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			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 09:00:47 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Moradores de Vila Velha agora podem consultar, pela internet, a disponibilidade de medicamentos nas farmácias das unidades de saúde do município. A nova plataforma digital permite verificar em qual unidade o remédio pode ser encontrado, tornando o atendimento mais ágil e evitando deslocamentos desnecessários.A consulta é feita de forma online e conta com atualização dos estoques a cada duas horas, oferecendo informações em tempo quase real sobre os medicamentos disponíveis na rede...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Moradores de Vila Velha agora podem consultar, pela internet, a disponibilidade de medicamentos nas farmácias das unidades de saúde do município. A nova plataforma digital permite verificar em qual unidade o remédio pode ser encontrado, tornando o atendimento mais ágil e evitando deslocamentos desnecessários.</p><p>A consulta é feita de forma online e conta com atualização dos estoques a cada duas horas, oferecendo informações em tempo quase real sobre os medicamentos disponíveis na rede municipal.</p><p>Segundo a Prefeitura de Vila Velha, todas as unidades de saúde da cidade possuem farmácia, com horários de funcionamento que variam conforme a localidade. A ferramenta também disponibiliza a relação dos medicamentos oferecidos e os horários de atendimento de cada unidade.</p><p>Atualmente, o município mantém um índice de 96% de abastecimento dos medicamentos padronizados e é responsável pelo fornecimento de remédios destinados ao tratamento das doenças mais comuns entre a população.</p><p>Como retirar os medicamentos</p><p>Para retirar medicamentos de uso agudo ou contínuo, o paciente deve ser morador de Vila Velha, estar vinculado à unidade de saúde de referência e apresentar uma prescrição médica emitida por um serviço público de saúde.</p><p>O acesso à plataforma é gratuito e pode ser feito por meio do link disponibilizado pela Prefeitura ou pelo QR Code abaixo.</p><p>The post Consulta online informa disponibilidade de remédios em Vila Velha appeared first on Sim Notícias.</p>]]></content:encoded>
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			<title>Herança Verde: novas gerações e os caminhos da sustentabilidade na cafeicultura</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9426/heranca-verde-novas-geracoes-e-os-caminhos-da-sustentabilidade-na-cafeicultura.html</link>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 21:00:38 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Ao mesmo passo em que o mundo debate e desenvolve tecnologias de ponta, o agro vive uma revolução silenciosa, mas tão essencial e transformadora quanto a inovação. Nas lavouras, a passagem de bastão entre gerações vem sendo acompanhada por um novo olhar sobre a produção. É o cuidado com o solo, a proteção dos mananciais, o respeito às raízes e a busca por sistemas produtivos capazes de unir responsabilidade ambiental, rentabilidade e competitividade das propriedades.E é por meio ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Ao mesmo passo em que o mundo debate e desenvolve tecnologias de ponta, o agro vive uma revolução silenciosa, mas tão essencial e transformadora quanto a inovação. Nas lavouras, a passagem de bastão entre gerações vem sendo acompanhada por um novo olhar sobre a produção. É o cuidado com o solo, a proteção dos mananciais, o respeito às raízes e a busca por sistemas produtivos capazes de unir responsabilidade ambiental, rentabilidade e competitividade das propriedades.</p><p>E é por meio de manejos sustentáveis que frutas, verduras e uma pequena lavoura de café conilon crescem no Sítio Água Viva, em Nova Venécia, noroeste do Espírito Santo. A família Meneghetti cultiva alimentos orgânicos desde 2010 e possui a certificação OCS (Organismo de Controle Social), mecanismo que assegura o cumprimento das normas de produção orgânica para venda direta ao consumidor.</p><p>A experiência ao lado dos pais levou o jovem Sandro Gonçalves Meneghetti, de 20 anos, a permanecer na propriedade e investir na produção de café orgânico no Sistema Agroflorestal (SAF). “Decidi plantar café, fazer um projeto de agrofloresta. Como leva em torno de dois anos para a primeira colheita, até lá podemos consorciar hortaliças no meio da lavoura, como cebola e couve. Assim conseguimos fazer uma renda até termos o primeiro retorno da safra”, explica.</p><p>O campo vive um movimento que acomoda tradição, inovação e práticas regenerativas. Em diversas propriedades rurais, jovens produtores encontram novas formas de manter a atividade competitiva, rentável e alinhada às demandas do mercado, que já não negocia apenas volume, mas também origem e cuidado ambiental. Nesse cenário, a história do Sandro representa uma geração que enxerga oportunidades onde antes muitos viam limites. Essa é uma escolha observada tanto em propriedades de base agroecológica quanto naquelas que vêm adotando outros manejos ambientalmente responsáveis.</p><p>Em Sooretama, norte capixaba, práticas sustentáveis também foram a aposta do produtor Tiago Camiletti. Dentre algumas iniciativas, um projeto-piloto concilia pimenta-do-reino e café. “É uma área pequena que a gente tem aqui, e deu muito certo. O impacto financeiro é zero e você consegue ter uma comodidade muito grande. O aumento da biodiversidade de insetos, a redução da aplicação de defensivos, de forma geral, no combate às pragas do café, isso se reduz bastante. E ainda tem a pegada de carbono”, explica.  </p><p>O produtor conta que os resultados foram obtidos após quatro anos de pesquisa aplicada. Enquanto a produtividade média do café no Espírito Santo varia entre 35 e 37 sacas por hectare, a área experimental alcançou 120 sacas por hectare na primeira safra, 152 na segunda, 157 na terceira e 160 na quarta. Segundo ele, o desempenho é resultado de um conjunto de fatores, como o espaçamento do café, a escolha do material genético, o preparo do solo e o manejo adotado na lavoura. Apesar dos índices expressivos, ele ressalta que o objetivo não é afirmar que todos os produtores conseguirão atingir esses patamares, mas demonstrar que é possível elevar a produtividade de forma viável.</p><p>O projeto ocupa apenas uma parcela da área cultivada, onde custos e resultados são cuidadosamente monitorados. Camiletti defende a integração dos três pilares da sustentabilidade. “Na cafeicultura sustentável há várias formas de avaliação. Ela tem que ser ambientalmente correta, socialmente harmônica e financeiramente viável. Não adianta pensar só no meio ambiente e esquecer a renda. Isso não é um modelo sustentável”, ressalta.</p><p>Essa visão profissional reflete uma transformação em curso no cenário capixaba. O Estado, referência nacional em produtividade, também se destaca pela qualidade e pelas boas práticas regenerativas. A avaliação é da gerente de Projetos de Cafeicultura da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Aline dos Santos Silva. “O estado consolidou-se como uma das principais referências mundiais na produção de cafés de qualidade, resultado de investimentos em assistência técnica, pesquisa, inovação e organização da cadeia produtiva. A sustentabilidade deixou de ser apenas uma exigência e passou a representar oportunidades de agregação de valor, diferenciação de mercado e aumento da rentabilidade das propriedades”, avalia.</p><p>O olhar das novas gerações já faz parte dessa construção. Essa avaliação ajuda a dimensionar que as famílias Meneghetti e Camiletti não fazem um movimento isolado. A atividade familiar é um dos fatores de sustentação da inovação na produção e dos experimentos em novas técnicas e manejos. “As famílias têm incentivado os jovens a buscar formação técnica e superior. Muitos saem temporariamente do campo para estudar e retornam às propriedades trazendo novos conhecimentos em gestão, tecnologia, comercialização e inovação. Esse movimento tem contribuído para profissionalizar a atividade rural e tornar os empreendimentos familiares mais competitivos”, pontua Aline.</p><p>Na prática, essa transformação também passa pela forma como as famílias enxergam a sucessão rural. Camiletti afirma que suas experiências pessoais influenciaram a forma como planeja a gestão da continuidade. Depois de vivenciar conflitos na infância e sofrer preconceito por crescer no meio rural, o produtor afirma que decidiu construir uma relação diferente com a própria família, incentivando os filhos a permanecerem na agricultura, e valorizando a formação e a busca por conhecimento.</p><p>Exatamente nesse contexto, pesquisa, experimentação e trabalho conjunto ajudam a moldar uma nova geração de cafeicultores. “A troca de experiências influenciou bastante na minha escolha, em que ramo eu queria crescer, me formar e construir o meu projeto de vida”, revela Sandro. A adesão de jovens produtores, como ele, reforça que o trabalho no campo não é apenas herança, mas um compromisso que aponta para um futuro mais inovador, competitivo e verde nas fronteiras do agronegócio capixaba.</p><p>O post Herança Verde: novas gerações e os caminhos da sustentabilidade na cafeicultura apareceu primeiro em PORTAL JORNAL DO NORTE.</p>]]></content:encoded>
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		<item>
			<title>86% dos gatos brasileiros não têm raça definida, mas ainda convivem com mitos</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9407/86-dos-gatos-brasileiros-nao-tem-raca-definida-mas-ainda-convivem-com-mitos.html</link>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 09:01:01 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Eles não têm pedigree, mas conquistaram a maioria dos lares brasileiros. Os gatos sem raça definida (SRD), conhecidos popularmente como “vira-latas”, representam 86% dos felinos do país, segundo o PetCenso 2025, levantamento realizado com mais de 1,8 milhão de animais.Mesmo sendo tão presentes na rotina das famílias, esses gatos ainda são alvo de crenças que podem comprometer os cuidados com a saúde. A ideia de que um SRD é mais resistente, adoece menos ou precisa de menos...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Eles não têm pedigree, mas conquistaram a maioria dos lares brasileiros. Os gatos sem raça definida (SRD), conhecidos popularmente como “vira-latas”, representam 86% dos felinos do país, segundo o PetCenso 2025, levantamento realizado com mais de 1,8 milhão de animais.</p><p>Mesmo sendo tão presentes na rotina das famílias, esses gatos ainda são alvo de crenças que podem comprometer os cuidados com a saúde. A ideia de que um SRD é mais resistente, adoece menos ou precisa de menos atenção do que um gato de raça é um dos principais mitos.</p><p>No Dia do SRD, celebrado nesta sexta-feira (31), a médica-veterinária Mayara Andrade explica que a origem do animal não muda as necessidades básicas de cuidado.</p><p>“Os gatos SRD têm exatamente as mesmas necessidades para uma vida longa, saudável e cheia de bem-estar que qualquer outro gato”, afirma.</p><p>Menos cuidado por ser SRD? Esse é um dos principais mitos</p><p>A aparência simples ou a ausência de uma raça definida não tornam o gato imune a doenças. Assim como qualquer felino, ele precisa de vacinação, vermifugação, controle de parasitas, castração, consultas veterinárias, cuidados com a saúde bucal e uma rotina que estimule seus comportamentos naturais.</p><p>Segundo a especialista, o problema de acreditar que o “vira-lata aguenta tudo” é que alguns sinais de doenças podem ser ignorados.</p><p>“Os gatos costumam esconder sintomas e, muitas vezes, demonstram alterações apenas em fases mais avançadas. Por isso, o acompanhamento preventivo é tão importante”, explica.</p><p>A alimentação também não pode ser deixada de lado</p><p>Outro pensamento comum é que gatos SRD podem comer qualquer coisa. Mas a alimentação tem papel fundamental na saúde do animal, independentemente da raça.</p><p>Proteínas de qualidade, vitaminas, minerais e uma dieta equilibrada ajudam no funcionamento do organismo, na manutenção dos músculos, da pelagem e do sistema imunológico.</p><p>A veterinária também alerta para o cuidado com restos de comida e alimentos preparados para humanos, que podem favorecer problemas como obesidade.</p><p>A hidratação é outro ponto de atenção. Como os gatos costumam beber pouca água, estratégias como espalhar potes pela casa, usar fontes e oferecer alimentos úmidos podem ajudar na saúde urinária.</p><p>Um compromisso que dura anos</p><p>Como grande parte dos gatos disponíveis para adoção é formada por SRDs, esses animais estão presentes em muitas histórias de novos lares.</p><p>Mas adotar um gato envolve uma decisão de longo prazo. A expectativa de vida pode passar dos 15 anos, e o animal vai precisar de cuidados, alimentação adequada, acompanhamento veterinário e um ambiente seguro.</p><p>Para Mayara, o que torna cada SRD especial é justamente a individualidade. “Não existe um padrão de personalidade. Cada gato constrói uma relação única com sua família”, afirma.</p><p>Com milhões de gatos sem raça definida vivendo no Brasil, especialistas reforçam que cuidar bem desses animais começa deixando de lado antigos mitos e entendendo que todo gato, seja de raça ou não, precisa de atenção e carinho.</p><p>The post 86% dos gatos brasileiros não têm raça definida, mas ainda convivem com mitos appeared first on Sim Notícias.</p>]]></content:encoded>
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		<item>
			<title>Destaque nacional: Cariacica é a 5ª melhor cidade do Brasil no cenário de importações</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9392/destaque-nacional-cariacica-e-a-5-melhor-cidade-do-brasil-no-cenario-de-importacoes.html</link>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 17:00:59 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O município alcançou a marca de R$ 29,61 bilhões em importações, no período de janeiro a junho deste anoOs avanços no desenvolvimento econômico de Cariacica têm refletido resultados expressivos no cenário capixaba e no Brasil. O município alcançou a marca de R$ 29,61 bilhões em importações, no período de janeiro a junho deste ano. A marca coloca a cidade como a quinta no ranking nacional de importações, fazendo com que se aproxime das grandes metrópoles, polos logísticos e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O município alcançou a marca de R$ 29,61 bilhões em importações, no período de janeiro a junho deste ano</p><p>Os avanços no desenvolvimento econômico de Cariacica têm refletido resultados expressivos no cenário capixaba e no Brasil. O município alcançou a marca de R$ 29,61 bilhões em importações, no período de janeiro a junho deste ano. A marca coloca a cidade como a quinta no ranking nacional de importações, fazendo com que se aproxime das grandes metrópoles, polos logísticos e já consolidadas cidades como Itajaí, Manaus, São Paulo e Rio de Janeiro.  Os dados são do sistema de estatísticas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, do Comex Stat e, também, do Sindiex.</p><p>“O cenário promissor do município tem sido potencializado por meio de investimentos que estão sendo feitos com obras importantes, por exemplo, na Mário Gurgel que ajudam a alavancar Cariacica no cenário da mobilidade, desenvolvimento e econômico do Estado e do Brasil. Estar em quinto lugar no país é resultado de planejamento e visão de futuro”, disse o prefeito Euclério Sampaio.</p><p>A vice-prefeita Shymenne de Castro enfatizou que “a gestão investe em obras e, também, cria ambientes seguros para empresas que querem se instalar no município. A desburocratização para abertura de novas empresas, por exemplo, é uma das ferramentas para atrair novos investimentos que somam ao desenvolvimento da cidade, geram emprego e mais qualidade de vida para a população e colocam Cariacica cada vez mais no cenário econômico do país”, disse.</p><p> A localização geográfica, as áreas de expansão, proximidade com terminais portuários capixabas, bem como o acesso às BRs 101 e 262, contando com os investimentos feitos na Mário Gurgel com construções de viadutos que favorecem à mobilidade urbana, potencializaram as vantagens econômicas para a região. </p><p>Um dos motores que alavancou esse cenário de desenvolvimento foi a importação de veículos. Centros de distribuição, armazéns e filiais de importadoras passaram a se instalar no município tendo também o Invest-ES como um importante incentivo fiscal. Os números constatam esse destaque alcançado pela única cidade da região Metropolitana da Grande Vitória no ranking: Cariacica importou em média US$ 965,2 milhões por mês (aproximadamente R$ 4,93 bilhões) no primeiro semestre. </p><p>O município ficou US$ 25,4 milhões (cerca de R$ 130,1 milhões) abaixo do Rio de Janeiro, diferença inferior a 0,5%. E superou Camaçari, que foi a 6ª colocada, em US$ 2,76 bilhões (aproximadamente R$ 14,11 bilhões). O destaque de Cariacica se deu, também, ao responder por quase 12% das importações dos dez primeiros municípios do ranking.</p><p><strong>Crescimento do PIB acompanha avanço econômico</strong></p><p>O fortalecimento do comércio exterior também se reflete no desempenho da economia do município. Cariacica registrou crescimento de 34% no Produto Interno Bruto (PIB), que alcançou R$ 19,7 bilhões, garantindo, pela primeira vez, a entrada da cidade no grupo das 100 maiores economias do Brasil. O avanço elevou a participação do município no PIB capixaba para 9,4% e colocou Cariacica, ao lado de Vila Velha, como a terceira maior economia do Espírito Santo.</p><p>O post Destaque nacional: Cariacica é a 5ª melhor cidade do Brasil no cenário de importações apareceu primeiro em PORTAL JORNAL DO NORTE.</p>]]></content:encoded>
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			<title>Fragmento de osso de santo é preservado em comunidade de Cachoeiro</title>
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			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 09:01:47 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Comunidade Santo Ezequiel Moreno, pertencente à Paróquia Sagrados Corações de Jesus e Maria, em Cachoeiro de Itapemirim, guarda um dos mais importantes símbolos da devoção católica: uma relíquia de primeiro grau de seu padroeiro.O relicário contém um fragmento de osso do dedo de Santo Ezequiel Moreno e é acompanhado de um documento oficial de autenticidade emitido pela Igreja. Para os fiéis, sua presença representa um patrimônio espiritual, histórico e religioso, além de um...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Comunidade Santo Ezequiel Moreno, pertencente à Paróquia Sagrados Corações de Jesus e Maria, em Cachoeiro de Itapemirim, guarda um dos mais importantes símbolos da devoção católica: uma relíquia de primeiro grau de seu padroeiro.</p><p>O relicário contém um fragmento de osso do dedo de Santo Ezequiel Moreno e é acompanhado de um documento oficial de autenticidade emitido pela Igreja. Para os fiéis, sua presença representa um patrimônio espiritual, histórico e religioso, além de um sinal concreto da comunhão dos santos.</p><p><strong>Leia também:</strong> Alerta de tempo seco no ES: umidade pode cair para 20% nesta quinta-feira</p><p>A história da comunidade está diretamente ligada aos religiosos da Ordem de Santo Agostinho. Fundada pelos agostinianos da Paróquia Nossa Senhora da Consolação, a comunidade escolheu Dom Ezequiel Moreno como padroeiro durante o período em que transcorria seu processo de canonização. A decisão foi motivada pela profunda devoção que a Ordem Agostiniana sempre manteve pelo religioso e missionário espanhol.</p><p>A relíquia foi entregue à comunidade em 2019. Naquele ano, o então frei Gustavo Barbiero Mello esteve na Espanha e trouxe ao Brasil o fragmento de primeiro grau de Santo Ezequiel Moreno.</p><p>A entronização ocorreu em 19 de agosto de 2019, data em que a Igreja celebra a memória litúrgica do santo. A cerimônia foi presidida pelo então pároco, padre Gracione Augusto Alves, e marcou oficialmente a incorporação da relíquia à vida religiosa da comunidade.</p><p>Durante algum tempo, por falta de orientações específicas sobre as condições adequadas de conservação e veneração, o relicário permaneceu na Capela do Santíssimo Sacramento. Posteriormente, foi retirado do local, e a comunidade iniciou os preparativos para providenciar um espaço mais apropriado para sua exposição permanente, de acordo com as orientações da Igreja para a guarda de relíquias.</p><p>Todos os meses, no dia 19, a Comunidade Santo Ezequiel Moreno promove um grupo de oração diante da relíquia. O encontro é dedicado especialmente aos enfermos, com intenções voltadas de maneira particular às pessoas que enfrentam o câncer.</p><p>Santo Ezequiel Moreno é amplamente invocado pelos pacientes oncológicos em razão da própria experiência com a doença. Ao longo dos anos, fiéis que participaram das orações na comunidade relataram graças alcançadas e testemunhos de cura atribuídos à intercessão do santo.</p><p>Quem foi Santo Ezequiel Moreno?</p><p>Santo Ezequiel Moreno Díaz nasceu em 9 de abril de 1848, na cidade de Alfaro, na Espanha. Ainda jovem, ingressou na Ordem dos Agostinianos Recoletos e dedicou grande parte de sua vida às missões.</p><p>Atuou durante vários anos na evangelização das Filipinas e, posteriormente, foi enviado à Colômbia, onde exerceu o ministério episcopal como bispo de Pasto.</p><p>Conhecido por sua intensa vida de oração, pelo zelo missionário e pelo amor aos mais pobres, Dom Ezequiel também se destacou pelo cuidado com os enfermos. Mesmo após descobrir que sofria de câncer, continuou exercendo seu ministério com serenidade e oferecendo seus sofrimentos a Deus.</p><p>Ele faleceu em 19 de agosto de 1906. Foi beatificado pelo papa São João Paulo II, em 1975, e canonizado pelo mesmo pontífice em 11 de outubro de 1992. Sua memória litúrgica é celebrada anualmente em 19 de agosto.</p><p>Nessa data, milhares de fiéis recorrem à sua intercessão, especialmente pessoas que enfrentam o câncer e outras enfermidades graves.</p><p>Para a Comunidade Santo Ezequiel Moreno, a presença da relíquia vai além de seu valor histórico. O relicário fortalece a fé do povo, recorda a comunhão dos santos e convida os fiéis a seguir o testemunho de um pastor que dedicou a vida ao anúncio do Evangelho e ao cuidado com aqueles que mais sofriam.</p><p>O post Fragmento de osso de santo é preservado em comunidade de Cachoeiro apareceu primeiro em Aqui Notícias.</p>]]></content:encoded>
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			<title>“Tancredinho” restringe acesso em Jardim da Penha e moradores cobram diálogo</title>
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			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 09:01:03 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Associação afirma que obra alterou uso do espaço sem ouvir comunidadeDepois de mais de um ano e meio de obras, atraso em relação ao cronograma original e investimento de R$ 2,886 milhões, a Prefeitura de Vitória promete devolver à comunidade, no próximo dia 31, a quadra coberta da Praça Regina Frigeri Furno, em Jardim da Penha, apelidada de “Tancredinho”. A devolução, entretanto, não será completa. Às vésperas da inauguração, moradores afirmam que seguem sem saber como...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Associação afirma que obra alterou uso do espaço sem ouvir comunidade</p><p>Depois de mais de um ano e meio de obras, atraso em relação ao cronograma original e investimento de R$ 2,886 milhões, a Prefeitura de Vitória promete devolver à comunidade, no próximo dia 31, a quadra coberta da Praça Regina Frigeri Furno, em Jardim da Penha, apelidada de “Tancredinho”. A devolução, entretanto, não será completa. Às vésperas da inauguração, moradores afirmam que seguem sem saber como poderão utilizar o equipamento e criticam a falta de diálogo da administração municipal sobre a gestão do espaço.</p><p>“O diálogo com a comunidade talvez resolvesse problemas como esse. A gente já explicou isso desde o início. É horrível, porque tira a cultura da comunidade de usar a quadra de maneira livre”, afirma o coordenador-geral da Amjap, Angelo Del Caro. Ele destaca que, antes mesmo do início da obra anunciada em 2024, a comunidade defendeu que essas definições deveriam ter sido construídas em conjunto com os moradores.</p><p>A construção foi alvo de críticas desde o início, por ter sido apresentada sem participação popular. À época, moradores questionavam a retirada da quadra aberta existente na praça, os impactos sobre feiras, atividades esportivas e a convivência no local. Dois anos depois, com a estrutura praticamente concluída, a associação afirma que muitas das preocupações permanecem e que outras surgiram com a proximidade da inauguração.</p><p>Segundo Angelo, o principal problema hoje é que a comunidade ainda não sabe como vai ser o funcionamento da quadra. “Quem vai abrir a quadra? Quem vai fechar? Quem vai ficar com a chave? Vai precisar marcar horário? Como vai funcionar esse acesso? Nada disso foi explicado para quem usa aquele espaço todos os dias”, questiona.</p><p>Na avaliação da associação, a principal mudança provocada pelo novo equipamento não é apenas arquitetônica, mas na forma como a praça será utilizada. Angelo observa que um espaço que antes podia ser ocupado espontaneamente pelos moradores vai passar a depender de regras de acesso e controle que ainda não foram apresentadas pela administração municipal.</p><p>Além da gestão da quadra, moradores também continuam criticando alterações físicas provocadas pela obra. A estrutura fechada modificou a paisagem da praça e trouxe impactos para quem frequenta diariamente o local, observa. “É um caixote no meio da praça”, resume. Ele considera que a cobertura reduziu a visibilidade entre os diferentes ambientes da praça e alterou uma característica considerada importante pelos frequentadores.</p><p>“Os pais ficavam sentados, às vezes no churrasquinho, olhando os filhos brincarem. Agora quem está de um lado não consegue mais enxergar quem está do outro. Isso era uma preocupação que muita gente apresentou desde as audiências públicas”, relembra. Outro ponto levantado é a circulação de ar. “Também afetou a ventilação da praça. São mudanças que foram apontadas pela comunidade antes da obra começar”, destacou.</p><p>A Amjap promoveu duas audiências públicas para ouvir moradores e reunir sugestões sobre o projeto antes do início da construção. “Mas os representantes da Prefeitura de Vitória não participaram desses encontros para discutir as demandas apresentadas pela comunidade”, critica o representante da organização.</p><p>Posteriormente, segundo ele, uma representante da Secretaria Municipal de Obras esteve no local apenas para apresentar o projeto já definido. Mais recentemente, a associação se reuniu com o secretário municipal de Esportes, que informou que a quadra será fechada diariamente às 22 horas. No entanto, ele considera que questões consideradas fundamentais permaneceram sem resposta: “Não foi explicado se vai ter agendamento, quem fica com a chave, quem administra a quadra. Se houve diálogo, ele acabou não servindo para incorporar aquilo que os moradores apresentaram.”</p><p>As mudanças provocadas pela obra também atingiram projetos esportivos e atividades desenvolvidas no espaço. Antes do início da construção, a praça recebia escolinha de futebol, atletismo, ginástica para idosos e outras iniciativas. Segundo Angelo, com o fechamento da quadra, a associação foi informada de que, caso não encontrasse outro local para essas atividades, alguns projetos poderiam ser transferidos para outros bairros. “A prefeitura nos procurou dizendo que, se a gente não arrumasse um espaço, os professores seriam levados para outra praça”, relata.</p><p>Para evitar a interrupção das atividades, a associação articulou uma parceria com o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) e com a Cidade da Inovação, onde os projetos passaram a funcionar temporariamente. “A associação conseguiu garantir a continuidade dessas atividades por meio dos parceiros. Se dependesse apenas da obra, elas poderiam ter acabado”, enfatiza.</p><p>Com a inauguração prevista para os próximos dias, a associação reconhece que o debate deixou de ser sobre a construção da quadra e passou a ser sobre sua operação. A proposta é reunir representantes dos projetos esportivos, coletivos que utilizam a praça, moradores e a Secretaria Municipal de Esportes para construir um modelo de gestão que garanta do equipamento.</p><p>Entre os pontos que a Amjap pretende discutir estão a definição de horários, regras de utilização, necessidade ou não de agendamento, responsáveis pela abertura e fechamento da quadra e formas de assegurar que o espaço continue acessível à comunidade. “A quadra está lá. Agora a realidade é essa. O que precisamos fazer é entender como ela vai funcionar e fazer essa ponte entre quem administra e quem utiliza o espaço, para que todo mundo seja ouvido”, reforça. Outra preocupação da associação envolve a segurança do equipamento. Segundo Angelo, moradores relataram que pessoas já acessaram a quadra antes mesmo da inauguração oficial. </p><p>A reportagem procurou a Prefeitura de Vitória para que informasse a data oficial de inauguração da quadra, entender como será a gestão do equipamento, quais serão as regras de acesso, se a utilização vai depender de agendamento, quem vai ficar responsável pela administração do espaço e se houve aditivos no contrato da obra. Até o fechamento desta edição, o município não havia se manifestado.</p><p>O post “Tancredinho” restringe acesso em Jardim da Penha e moradores cobram diálogo apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Leonardo S&aacute;]]></media:title> 
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			<title>Ecovias estuda viaduto no Trevo de Bebedouro, em Linhares</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9374/ecovias-estuda-viaduto-no-trevo-de-bebedouro-em-linhares.html</link>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 21:01:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Concessionária anuncia estudos durante reunião da Comissão de Fiscalização da BR-101, e admite rever projeto do Contorno de Linhares para incluir obraA Ecovias Capixaba, concessionária da BR-101, estuda construir um viaduto no Trevo de Bebedouro, em Linhares, no Norte do Estado, para reduzir atropelamentos e melhorar a fluidez do trânsito em um dos pontos mais críticos da rodovia.A informação foi apresentada pelo diretor-superintendente da concessionária, Roberto Amorim Júnior,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Concessionária anuncia estudos durante reunião da Comissão de Fiscalização da BR-101, e admite rever projeto do Contorno de Linhares para incluir obra</strong></p><p>A Ecovias Capixaba, concessionária da BR-101, estuda construir um viaduto no Trevo de Bebedouro, em Linhares, no Norte do Estado, para reduzir atropelamentos e melhorar a fluidez do trânsito em um dos pontos mais críticos da rodovia.</p><p>A informação foi apresentada pelo diretor-superintendente da concessionária, Roberto Amorim Júnior, durante reunião da Comissão Especial de Fiscalização da BR-101 da Assembleia Legislativa.</p><p>O tema entrou na pauta após questionamento do presidente do colegiado, o deputado estadual Fabrício Gandini (Pode), sobre a possibilidade de uma intervenção no local, conhecido pelo intenso fluxo de veículos, pedestres e ônibus.</p><p>Segundo Amorim, a concessionária já discute alternativas com a prefeitura e avalia alterar o projeto do futuro Contorno de Linhares para que o viaduto seja implantado justamente na região de Bebedouro.</p><p>“No estudo de viabilidade do Contorno de Linhares, realizado em 2019, a interseção com a BR-101 ficava a cerca de 300 metros do Trevo de Bebedouro. Estamos avaliando revisar esse projeto para que o viaduto seja construído naquela região”, explicou.</p><p>A implantação de um viaduto eliminaria cruzamentos no mesmo nível entre veículos e pedestres, reduzindo significativamente o risco de atropelamentos e melhorando a fluidez do trânsito em um trecho considerado crítico.</p><p>Enquanto a solução definitiva não é executada, a Ecovias afirma que continuará adotando medidas de curto prazo, como radares e redutores de velocidade.</p><p>“O viaduto é uma solução de médio e longo prazos. No curto prazo, implantamos radares e redutores de velocidade. Estamos abertos ao diálogo para entender a melhor solução técnica para o local”, afirmou Amorim.</p><p>Para Gandini, o problema exige uma resposta rápida. “O risco para quem precisa atravessar a rodovia é enorme. Em horários de pico, há muitos casos de atropelamentos e até mortes. Vou acompanhar esse estudo de perto junto à concessionária. Em vários pontos da BR-101, as comunidades cresceram e a travessia ficou extremamente perigosa. Não podemos esperar que novas tragédias aconteçam”, afirmou o deputado.</p><p>Durante a reunião, o vereador de Linhares Alysson Reis (Pode) reforçou a gravidade da situação. Segundo ele, entre Bebedouro e Rio Quartel há intenso movimento de trabalhadores, estudantes e ônibus, além do acesso à Regência e ao polo empresarial da região. Em horários de pico, pedestres chegam a esperar até 20 minutos para atravessar a rodovia. Recentemente, um motociclista morreu no local, provocando protestos da comunidade.</p><p>A reunião também trouxe novos detalhes sobre o Contorno de Linhares, que passou a integrar o novo contrato da BR-101, assim como os de Fundão e Ibiraçu, já iniciados, após negociações com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).</p><p>Segundo Amorim, o empreendimento está estimado em cerca de R$ 600 milhões e terá 31 quilômetros, além de uma nova ponte sobre o Rio Doce.</p><p>Antes do início das obras, porém, será necessário atualizar o estudo de viabilidade elaborado em 2019 para adequá-lo ao novo Plano Diretor Municipal, além de obter o licenciamento ambiental.</p><p>A previsão da concessionária é concluir o contorno em agosto de 2033. Para viabilizar financeiramente o investimento sem aumento da tarifa de pedágio, o contrato poderá ser prorrogado em até cinco anos após a entrega da obra.</p><p>“Quando o Contorno de Linhares for concluído, poderá haver uma prorrogação de até cinco anos na concessão. É o tempo necessário para remunerar esse investimento sem impacto na tarifa e sem criação de novas praças de pedágio”, explicou Amorim.</p><p>Ao final da reunião, Gandini reafirmou que a Comissão de Fiscalização continuará acompanhando o cronograma das obras e cobrando o cumprimento dos prazos assumidos pela concessionária.</p><p>“Nosso papel é garantir que as obras saiam do papel e sejam entregues dentro do prazo. A BR-101 precisa oferecer mais segurança para quem vive, trabalha e depende dela todos os dias”, concluiu.</p><p>O post Ecovias estuda viaduto no Trevo de Bebedouro, em Linhares apareceu primeiro em PORTAL JORNAL DO NORTE.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Roberto Amorim detalha melhorias na BR-101 ao deputado Gandini, que garantiu a fiscaliza&ccedil;&atilde;o para que as obras sejam entregues no prazo. Cr&eacute;dito. Gleberson Nascimento.]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Vitória se consolida como referência e lidera ranking de saúde pública no Sudeste</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9359/vitoria-se-consolida-como-referencia-e-lidera-ranking-de-saude-publica-no-sudeste.html</link>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 13:01:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Apontada como a melhor cidade do país em 2026 pela revista Veja Negócios, Vitória teve a Saúde como um de seus pilares de sucesso. A capital capixaba superou todos os municípios avaliados no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte neste quesito, perdendo a liderança apenas para Recife (PE).O levantamento realizado pela revista Veja em parceria com a Austin Rating analisa uma série de variáveis da saúde relacionadas ao Índice de Inclusão Social e Digital (IISD) encontradas em dados...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Apontada como a melhor cidade do país em 2026 pela revista Veja Negócios, Vitória teve a Saúde como um de seus pilares de sucesso. A capital capixaba superou todos os municípios avaliados no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte neste quesito, perdendo a liderança apenas para Recife (PE).</p><p>O levantamento realizado pela revista Veja em parceria com a Austin Rating analisa uma série de variáveis da saúde relacionadas ao Índice de Inclusão Social e Digital (IISD) encontradas em dados públicos e oficiais de diversos órgãos do governo como Datasus, Ministério da Saúde, IBGE, dentre outros, a fim de medir as dimensões essenciais da saúde de cada cidade.</p><p>“Nossa missão sempre foi aproximar a saúde de quem mais precisa e impactar diretamente na vida das pessoas. Então, ver esse reconhecimento nos mostra que estamos no caminho certo, buscando a modernização da rede, a valorização da equipe e a ampliação histórica dos investimentos, de maneira a atender cada vez com mais qualidade os moradores de Vitória”, afirma a secretária de Saúde de Vitória, Magda Lamborghini.</p><p>Dentre essas variáveis está a cobertura da atenção básica com o percentual de domicílios e bairros cobertos por equipes da Estratégia Saúde da Família e Agentes Comunitários de Saúde. Vitória avança para alcançar 100% de cobertura da Estratégia Saúde da Família no município e se tornar a primeira capital da Região Sudeste com essa marca. Para viabilizar esse feito, o município está realizando um processo seletivo para contratação imediata de 33 Agentes Comunitários de Saúde (ACS) que atuarão na Região Continental (24 vagas) e no Forte São João (9 vagas).</p><p>Outra estratégia da Prefeitura de Vitória para aumentar o acesso da população aos serviços de saúde foi a extensão do horário e a abertura aos fins de semana de seis unidades básicas de saúde em diferentes regiões do município.</p><p>Além disso, a cidade está construindo sua primeira Unidade de Pronto Atendimento. A estrutura projetada contará desde o início com suporte de nível 3, o mais alto e complexo para esse tipo de unidade, com estrutura moderna, acessível e capacidade para triplicar o número de atendimentos ao ano, passando dos atuais 120 mil atendimentos para 345 mil.</p><p>Como parte de sua agenda de modernização e expansão da rede municipal de saúde, Vitória entregou a duplicação da Unidade de Saúde de Jardim Camburi, a nova UBS para o bairro Santo Antônio, a nova Unidade de Saúde em Estrelinha e a nova sede do Centro de Referência de Atendimento ao Idoso (Crai).</p><p>Já estão em andamento as obras da nova Unidade de Saúde do Bairro República. Outros investimentos estratégicos programados são a nova sede do Caps Infantojuvenil (Caps i) e a nova Unidade de Saúde de Consolação.</p><p>Vitória também vem ampliando significativamente a oferta de consultas e exames especializados, incluindo a oferta inédita de exames de alta complexidade, como ressonância magnética, tomografia computadorizada e densitometria óssea, entre outros. Com isso, a Prefeitura de Vitória reduziu as filas de espera por consultas e exames especializados como mamografia, oftalmologia, ultrassonografia, cardiologia, urologia, fisioterapia, tomografia e otorrinolaringologia.</p><p>Nos próximos três anos, a previsão é ofertar mais 2,5 milhões de procedimentos especializados. Atualmente, 98% das consultas e exames são agendados em menos de 100 dias, conforme o Enunciado 93 do Conselho Nacional de Justiça.</p><p>Para as pessoas com deficiência e Transtorno do Espectro Autista (TEA), o município também vem ampliando progressivamente os atendimentos voltados para esse público. Em quatro anos, a oferta de atendimentos anuais aumentou 194,51%, passando de 44.628 para 131.436 procedimentos anuais. E para dar mais celeridade, em 2026, a Secretaria Municipal de Saúde de Vitória aumentou em 38% a oferta de consultas médicas especializadas, passando de 5.400 para 7.455 atendimentos anuais, enquanto entre os testes psicodiagnósticos o crescimento foi de 166,58%, aumentando de 1.230 para 3.279 ao ano.</p><p>Outra variável analisada que coloca Vitória no topo das cidades com a melhor saúde do Brasil é a despesa per capita em saúde. Nos últimos cinco anos, o município aumentou em 81,69% esse investimento, passando de R$ 886,46 em 2020 para R$ 1.610,62 em 2025. Além disso, quando se avalia o percentual da receita própria a ser aplicado na saúde do município, Vitória destinou 17,68% da sua receita em 2025, superando o percentual constitucional obrigatório de 15%.</p><p>A Austin Rating também analisou variáveis que apontam resultados e eficácia das políticas públicas com indicadores de impacto, como a taxa de mortalidade infantil. E, nesse quesito, Vitória registrou uma redução de 26,8% no coeficiente de mortalidade infantil, que passou de 10,79 para 7,90 óbitos por mil nascidos vivos, na comparação entre o primeiro semestre de 2025 e o mesmo período de 2026. O resultado coincide com o fortalecimento das ações voltadas à atenção materno-infantil, incluindo a ampliação do acesso ao pré-natal, ao acompanhamento das gestantes e ao cuidado integral às crianças.</p><p>Para fortalecer ainda mais o cuidado durante a gestação, a Prefeitura de Vitória implantou o programa Sou da Ilha, iniciativa que ampliou o número de consultas de pré-natal, garantindo pelo menos sete atendimentos ao longo da gravidez – acima da recomendação mínima de seis consultas estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde. O programa também oferece kits maternidade às gestantes residentes em Vitória acompanhadas pela rede municipal. Pioneira no Espírito Santo, a iniciativa contempla itens essenciais para os primeiros cuidados com o bebê, como bolsa maternidade, body, manta, toalha de banho infantil, meias, fraldas descartáveis e sabonete líquido infantil.</p><p>A cobertura vacinal na capital é outro indicador de destaque. Dados do painel Vacina e Confia ES apontam que a cobertura vacinal dos residentes de Vitória, em relação às 10 principais vacinas voltadas ao público infantil, atingiu a marca de 101,7%, superando as metas preconizadas pelo Ministério da Saúde. Esse resultado é fruto de um conjunto de ações estratégicas desenvolvidas pelo município, tais como:</p><p>– Ampliação do acesso com horários estendidos e abertura aos finais de semana e feriados;</p><p>– Vacinação em escolas, creches, instituições de longa permanência e residências de pessoas acamadas;</p><p>– Busca ativa de pessoas com esquema incompleto;</p><p>– Campanhas nacionais com mobilizações no Dia D;</p><p>– Capacitação permanente das equipes e monitoramento contínuo das coberturas.</p><p>Atualmente, a rede municipal realiza em torno de 1.050 aplicações de doses por dia de forma permanente nas Unidades de Saúde, disponíveis tanto por meio de agendamento quanto por demanda espontânea.</p><p>Pela primeira vez, Vitória passou a ter mais idosos do que crianças e adolescentes, cenário que exigiu a reorganização da assistência voltada a essa população. Por isso, a capital vem investindo em estratégias de cuidado para este público e iniciou a implantação da Linha de Cuidado da Pessoa Idosa em Vitória. Esse instrumento orienta a rede municipal de saúde ao estabelecer fluxos assistenciais integrados e planejamento terapêutico seguro em diferentes níveis de atenção, definindo funções, responsabilidades e competências de cada serviço no cuidado à pessoa idosa.</p><p>A proposta dessa Linha de Cuidados organiza a assistência a partir dos diferentes perfis de funcionalidade e necessidades dos usuários, garantindo mais resolutividade, integração da rede e fortalecimento do cuidado contínuo à população idosa.</p><p>Os idosos frágeis, além de ganharem uma nova sede para o Centro de Referência de Atenção ao Idoso (Crai) de Vitória, também contam com serviços inéditos no local, como o Jardim Terapêutico. A proposta desse projeto no Crai é promover o bem-estar, o autocuidado e o fortalecimento dos vínculos afetivos entre os usuários por meio do manuseio de plantas conhecidas pela população.</p><p>A saúde de Vitória também se destaca pelo pioneirismo tecnológico e digital. A capital foi a primeira do estado a lançar o Painel de Medicamentos, ferramenta que detalha o estoque e a disponibilidade de remédios em tempo real nas 29 unidades básicas de saúde (UBS).</p><p>Para simplificar o acesso, o programa FacilitaVix instalou totens de autoatendimento nas unidades para marcação de consultas e retirada de exames, enquanto o programa Saúde Tá On agenda e confirma atendimentos diretamente no celular do paciente para reduzir o absenteísmo.</p><p>A capital também passou a ofertar para a população uma assistente virtual, a VitórIA, baseada em inteligência artificial que informa os principais serviços de saúde do município via WhatsApp, e já soma mais de 6 milhões de interações.</p><p>Na assistência especializada, o município incorporou a robô Maria Vitória como aliada terapêutica no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Caps i), promovendo um acolhimento lúdico, interativo e focado no desenvolvimento socioafetivo de crianças e adolescentes.</p><p>Em paralelo, a rede municipal iniciou a implantação do sistema de chamada por voz para pacientes nas UBSs, uma iniciativa estratégica de acessibilidade que garante autonomia, segurança e independência para pessoas com deficiência visual durante o atendimento. </p><p>O post Vitória se consolida como referência e lidera ranking de saúde pública no Sudeste apareceu primeiro em PORTAL JORNAL DO NORTE.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>“Tancredinho” restringe acesso em Jardim da Penha e moradores cobram diálogo</title>
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			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 09:02:43 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Associação afirma que obra alterou uso do espaço sem ouvir comunidadeDepois de mais de um ano e meio de obras, atraso em relação ao cronograma original e investimento de R$ 2,886 milhões, a Prefeitura de Vitória promete devolver à comunidade, no próximo dia 31, a quadra coberta da Praça Regina Frigeri Furno, em Jardim da Penha, apelidada de “Tancredinho”. A devolução, entretanto, não será completa. Às vésperas da inauguração, moradores afirmam que seguem sem saber como...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Associação afirma que obra alterou uso do espaço sem ouvir comunidade</p><p>Depois de mais de um ano e meio de obras, atraso em relação ao cronograma original e investimento de R$ 2,886 milhões, a Prefeitura de Vitória promete devolver à comunidade, no próximo dia 31, a quadra coberta da Praça Regina Frigeri Furno, em Jardim da Penha, apelidada de “Tancredinho”. A devolução, entretanto, não será completa. Às vésperas da inauguração, moradores afirmam que seguem sem saber como poderão utilizar o equipamento e criticam a falta de diálogo da administração municipal sobre a gestão do espaço.</p><p>“O diálogo com a comunidade talvez resolvesse problemas como esse. A gente já explicou isso desde o início. É horrível, porque tira a cultura da comunidade de usar a quadra de maneira livre”, afirma o coordenador-geral da Amjap, Angelo Del Caro. Ele destaca que, antes mesmo do início da obra anunciada em 2024, a comunidade defendeu que essas definições deveriam ter sido construídas em conjunto com os moradores.</p><p>A construção foi alvo de críticas desde o início, por ter sido apresentada sem participação popular. À época, moradores questionavam a retirada da quadra aberta existente na praça, os impactos sobre feiras, atividades esportivas e a convivência no local. Dois anos depois, com a estrutura praticamente concluída, a associação afirma que muitas das preocupações permanecem e que outras surgiram com a proximidade da inauguração.</p><p>Segundo Angelo, o principal problema hoje é que a comunidade ainda não sabe como vai ser o funcionamento da quadra. “Quem vai abrir a quadra? Quem vai fechar? Quem vai ficar com a chave? Vai precisar marcar horário? Como vai funcionar esse acesso? Nada disso foi explicado para quem usa aquele espaço todos os dias”, questiona.</p><p>Na avaliação da associação, a principal mudança provocada pelo novo equipamento não é apenas arquitetônica, mas na forma como a praça será utilizada. Angelo observa que um espaço que antes podia ser ocupado espontaneamente pelos moradores vai passar a depender de regras de acesso e controle que ainda não foram apresentadas pela administração municipal.</p><p>Além da gestão da quadra, moradores também continuam criticando alterações físicas provocadas pela obra. A estrutura fechada modificou a paisagem da praça e trouxe impactos para quem frequenta diariamente o local, observa. “É um caixote no meio da praça”, resume. Ele considera que a cobertura reduziu a visibilidade entre os diferentes ambientes da praça e alterou uma característica considerada importante pelos frequentadores.</p><p>“Os pais ficavam sentados, às vezes no churrasquinho, olhando os filhos brincarem. Agora quem está de um lado não consegue mais enxergar quem está do outro. Isso era uma preocupação que muita gente apresentou desde as audiências públicas”, relembra. Outro ponto levantado é a circulação de ar. “Também afetou a ventilação da praça. São mudanças que foram apontadas pela comunidade antes da obra começar”, destacou.</p><p>A Amjap promoveu duas audiências públicas para ouvir moradores e reunir sugestões sobre o projeto antes do início da construção. “Mas os representantes da Prefeitura de Vitória não participaram desses encontros para discutir as demandas apresentadas pela comunidade”, critica o representante da organização.</p><p>Posteriormente, segundo ele, uma representante da Secretaria Municipal de Obras esteve no local apenas para apresentar o projeto já definido. Mais recentemente, a associação se reuniu com o secretário municipal de Esportes, que informou que a quadra será fechada diariamente às 22 horas. No entanto, ele considera que questões consideradas fundamentais permaneceram sem resposta: “Não foi explicado se vai ter agendamento, quem fica com a chave, quem administra a quadra. Se houve diálogo, ele acabou não servindo para incorporar aquilo que os moradores apresentaram.”</p><p>As mudanças provocadas pela obra também atingiram projetos esportivos e atividades desenvolvidas no espaço. Antes do início da construção, a praça recebia escolinha de futebol, atletismo, ginástica para idosos e outras iniciativas. Segundo Angelo, com o fechamento da quadra, a associação foi informada de que, caso não encontrasse outro local para essas atividades, alguns projetos poderiam ser transferidos para outros bairros. “A prefeitura nos procurou dizendo que, se a gente não arrumasse um espaço, os professores seriam levados para outra praça”, relata.</p><p>Para evitar a interrupção das atividades, a associação articulou uma parceria com o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) e com a Cidade da Inovação, onde os projetos passaram a funcionar temporariamente. “A associação conseguiu garantir a continuidade dessas atividades por meio dos parceiros. Se dependesse apenas da obra, elas poderiam ter acabado”, enfatiza.</p><p>Com a inauguração prevista para os próximos dias, a associação reconhece que o debate deixou de ser sobre a construção da quadra e passou a ser sobre sua operação. A proposta é reunir representantes dos projetos esportivos, coletivos que utilizam a praça, moradores e a Secretaria Municipal de Esportes para construir um modelo de gestão que garanta do equipamento.</p><p>Entre os pontos que a Amjap pretende discutir estão a definição de horários, regras de utilização, necessidade ou não de agendamento, responsáveis pela abertura e fechamento da quadra e formas de assegurar que o espaço continue acessível à comunidade. “A quadra está lá. Agora a realidade é essa. O que precisamos fazer é entender como ela vai funcionar e fazer essa ponte entre quem administra e quem utiliza o espaço, para que todo mundo seja ouvido”, reforça. Outra preocupação da associação envolve a segurança do equipamento. Segundo Angelo, moradores relataram que pessoas já acessaram a quadra antes mesmo da inauguração oficial. </p><p>A reportagem procurou a Prefeitura de Vitória para que informasse a data oficial de inauguração da quadra, entender como será a gestão do equipamento, quais serão as regras de acesso, se a utilização vai depender de agendamento, quem vai ficar responsável pela administração do espaço e se houve aditivos no contrato da obra. Até o fechamento desta edição, o município não havia se manifestado.</p><p>O post “Tancredinho” restringe acesso em Jardim da Penha e moradores cobram diálogo apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Leonardo S&aacute;]]></media:title> 
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		</item>
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			<title>V Expo Cidades Capixabas tem início em Jaguaré com ampla participação estudantil</title>
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			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 17:01:51 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Milhares de estudantes devem visitar a V Expo Cidades Capixabas que acontece no Parque de Exposições Alfeu Sossai em Jaguaré; o evento é aberto ao público e reúne exposições, palestras e experiências voltadas à ciência, tecnologia, inovação e desenvolvimento sustentávelMais de 2 mil estudantes devem passar pelo Parque de Exposições de Jaguaré entre esta terça e quarta-feira durante a realização da V Expo Cidades Capixabas.A solenidade de abertura contou com a presença do...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Milhares de estudantes devem visitar a V Expo Cidades Capixabas que acontece no Parque de Exposições Alfeu Sossai em Jaguaré; o evento é aberto ao público e reúne exposições, palestras e experiências voltadas à ciência, tecnologia, inovação e desenvolvimento sustentável</p><p>Mais de 2 mil estudantes devem passar pelo Parque de Exposições de Jaguaré entre esta terça e quarta-feira durante a realização da V Expo Cidades Capixabas.</p><p>A solenidade de abertura contou com a presença do prefeito Marcos Guerra, do vice-prefeito Elder Sossai, da secretária municipal de Educação, Maria Aparecida Costa Longa, e do secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, João Henrique Sartori.</p><p>O evento tem como objetivo promover o debate sobre como o conhecimento científico, a inovação e as novas tecnologias podem contribuir para o desenvolvimento social, econômico e sustentável dos municípios.</p><p>As escolas da rede municipal também são destaque na programação, apresentando projetos que valorizam a qualidade de vida no campo e a sustentabilidade. Entre as exposições estão maquetes demonstrando a geração de energia por meio de batatas, iniciativas voltadas à produção de alimentos livres de agrotóxicos e jogos interativos que aproximam os estudantes da ciência e da inovação.</p><p>Além das exposições, a feira reúne palestras e painéis sobre temas atuais, incluindo o uso da Inteligência Artificial (IA) no agronegócio, mostrando como essa tecnologia pode auxiliar os produtores rurais a aumentar a produtividade, otimizar processos e tornar a produção mais eficiente e sustentável.</p><p>O post V Expo Cidades Capixabas tem início em Jaguaré com ampla participação estudantil apareceu primeiro em PORTAL JORNAL DO NORTE.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Meia tonelada de lixo é retirada do manguezal de Vitória no Dia Internacional do Manguezal</title>
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			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 13:02:09 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Mutirão reuniu catadores de caranguejo, pescadores e Prefeitura e revelou o impacto do descarte irregular em um dos maiores manguezais urbanos da América LatinaEnquanto o mundo celebra, nesta segunda-feira (27), o Dia Internacional do Manguezal, uma cena chamou a atenção em Vitória: em apenas uma manhã, cerca de 500 quilos de lixo foram retirados da Baía de Vitória durante o mutirão “Manguezal Limpo, Manutenção da Vida”. A ação reuniu catadores artesanais de caranguejo,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Mutirão reuniu catadores de caranguejo, pescadores e Prefeitura e revelou o impacto do descarte irregular em um dos maiores manguezais urbanos da América Latina</p><p>Enquanto o mundo celebra, nesta segunda-feira (27), o Dia Internacional do Manguezal, uma cena chamou a atenção em Vitória: em apenas uma manhã, cerca de 500 quilos de lixo foram retirados da Baía de Vitória durante o mutirão “Manguezal Limpo, Manutenção da Vida”. A ação reuniu catadores artesanais de caranguejo, pescadores tradicionais e equipes da Prefeitura em um esforço coletivo para preservar um dos maiores manguezais totalmente circundados por área urbana do Brasil e da América Latina.</p><p>Percorrendo os canais do manguezal em suas próprias embarcações, os catadores recolheram resíduos descartados irregularmente pela população. Paralelamente, equipes da Central de Serviços realizaram a limpeza das margens da Orla da Ilha das Caieiras e de Santo André.</p><p>O resultado impressiona. Entre os materiais encontrados estavam pneus, isopor, carcaça de televisão, armação de sofá, peças de geladeira, carcaça de máquina de lavar roupas, espuma de colchão, caixa de descarga, adereço de carnaval, encosto de cadeira, redes de pesca, galões de óleo, mangueiras automotivas, canos de PVC, telas de cercamento, caixas de madeira, garrafas PET, garrafas long neck, vidros e até uma almofada infantil.</p><p>Quem vive do manguezal também ajuda a protegê-lo</p><p>Os protagonistas da ação foram justamente aqueles que convivem diariamente com o manguezal: os catadores artesanais de caranguejo e pescadores tradicionais. Além de retirar os resíduos, eles ajudaram a chamar a atenção para um problema que se repete ao longo do ano e compromete um ambiente do qual depende a própria subsistência de muitas famílias.</p><p>“Não existe futuro sustentável para Vitória sem a preservação dos seus manguezais. Eles são fundamentais para o equilíbrio ambiental, para a proteção da biodiversidade, para a pesca artesanal e para a cultura capixaba. Quando retiramos uma quantidade tão expressiva de lixo em apenas uma manhã, fica evidente que a conservação depende não apenas do poder público, mas também da participação de toda a sociedade”, afirma o subsecretário de Controle Ambiental, André Có.</p><p>Um patrimônio natural que precisa da participação de todos</p><p>Vitória possui aproximadamente 11 km² de manguezais, formando um dos maiores manguezais totalmente circundados por área urbana do Brasil e da América Latina.</p><p>Conhecido como o berçário da vida marinha, esse ecossistema abriga peixes, crustáceos, moluscos, aves e diversas outras espécies, além de desempenhar papel estratégico na captura de carbono, na proteção da costa e na manutenção da biodiversidade.</p><p>Também faz parte da identidade cultural da capital. É do manguezal que vêm atividades tradicionais como a pesca artesanal, a captura do caranguejo-uçá e saberes que ajudaram a construir a gastronomia capixaba.</p><p>Educação ambiental para promover boas atitudes</p><p>O mutirão integrou a programação do circuito “Manguezal de Vitória – Conhecer para Preservar”, promovido pela Gerência de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), que reuniu ações educativas, expedição embarcada, mostra interativa, intervenção artística e exposição sobre o ecossistema.</p><p>“A educação ambiental acontece quando as pessoas vivenciam o território e compreendem sua importância para a vida. Mais do que retirar resíduos do manguezal, ações como essa despertam um novo olhar sobre esse patrimônio natural e mostram que preservar também é um ato de cidadania”, destaca a gerente de Educação Ambiental da Semmam, Juliana Sardinha.</p><p>Uma mensagem que vai além do mutirão</p><p>A retirada de aproximadamente meia tonelada de lixo em apenas uma manhã demonstra a dimensão do problema causado pelo descarte irregular de resíduos.</p><p>Ao mesmo tempo, a mobilização reforça que conservar o manguezal é uma responsabilidade compartilhada entre poder público, comunidades tradicionais e sociedade. Cada resíduo descartado corretamente representa mais proteção para a biodiversidade, mais qualidade ambiental e mais qualidade de vida para quem vive em Vitória.</p><p>O post Meia tonelada de lixo é retirada do manguezal de Vitória no Dia Internacional do Manguezal apareceu primeiro em PORTAL JORNAL DO NORTE.</p>]]></content:encoded>
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			<title>“Tancredinho” restringe acesso em Jardim da Penha e moradores cobram diálogo</title>
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			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 13:02:03 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Associação afirma que obra alterou uso do espaço sem ouvir comunidadeDepois de mais de um ano e meio de obras, atraso em relação ao cronograma original e investimento de R$ 2,886 milhões, a Prefeitura de Vitória promete devolver à comunidade, no próximo dia 31, a quadra coberta da Praça Regina Frigeri Furno, em Jardim da Penha, apelidada de “Tancredinho”. A devolução, entretanto, não será completa. Às vésperas da inauguração, moradores afirmam que seguem sem saber como...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Associação afirma que obra alterou uso do espaço sem ouvir comunidade</p><p>Depois de mais de um ano e meio de obras, atraso em relação ao cronograma original e investimento de R$ 2,886 milhões, a Prefeitura de Vitória promete devolver à comunidade, no próximo dia 31, a quadra coberta da Praça Regina Frigeri Furno, em Jardim da Penha, apelidada de “Tancredinho”. A devolução, entretanto, não será completa. Às vésperas da inauguração, moradores afirmam que seguem sem saber como poderão utilizar o equipamento e criticam a falta de diálogo da administração municipal sobre a gestão do espaço.</p><p>“O diálogo com a comunidade talvez resolvesse problemas como esse. A gente já explicou isso desde o início. É horrível, porque tira a cultura da comunidade de usar a quadra de maneira livre”, afirma o coordenador-geral da Amjap, Angelo Del Caro. Ele destaca que, antes mesmo do início da obra anunciada em 2024, a comunidade defendeu que essas definições deveriam ter sido construídas em conjunto com os moradores.</p><p>A construção foi alvo de críticas desde o início, por ter sido apresentada sem participação popular. À época, moradores questionavam a retirada da quadra aberta existente na praça, os impactos sobre feiras, atividades esportivas e a convivência no local. Dois anos depois, com a estrutura praticamente concluída, a associação afirma que muitas das preocupações permanecem e que outras surgiram com a proximidade da inauguração.</p><p>Segundo Angelo, o principal problema hoje é que a comunidade ainda não sabe como vai ser o funcionamento da quadra. “Quem vai abrir a quadra? Quem vai fechar? Quem vai ficar com a chave? Vai precisar marcar horário? Como vai funcionar esse acesso? Nada disso foi explicado para quem usa aquele espaço todos os dias”, questiona.</p><p>Na avaliação da associação, a principal mudança provocada pelo novo equipamento não é apenas arquitetônica, mas na forma como a praça será utilizada. Angelo observa que um espaço que antes podia ser ocupado espontaneamente pelos moradores vai passar a depender de regras de acesso e controle que ainda não foram apresentadas pela administração municipal.</p><p>Além da gestão da quadra, moradores também continuam criticando alterações físicas provocadas pela obra. A estrutura fechada modificou a paisagem da praça e trouxe impactos para quem frequenta diariamente o local, observa. “É um caixote no meio da praça”, resume. Ele considera que a cobertura reduziu a visibilidade entre os diferentes ambientes da praça e alterou uma característica considerada importante pelos frequentadores.</p><p>“Os pais ficavam sentados, às vezes no churrasquinho, olhando os filhos brincarem. Agora quem está de um lado não consegue mais enxergar quem está do outro. Isso era uma preocupação que muita gente apresentou desde as audiências públicas”, relembra. Outro ponto levantado é a circulação de ar. “Também afetou a ventilação da praça. São mudanças que foram apontadas pela comunidade antes da obra começar”, destacou.</p><p>A Amjap promoveu duas audiências públicas para ouvir moradores e reunir sugestões sobre o projeto antes do início da construção. “Mas os representantes da Prefeitura de Vitória não participaram desses encontros para discutir as demandas apresentadas pela comunidade”, critica o representante da organização.</p><p>Posteriormente, segundo ele, uma representante da Secretaria Municipal de Obras esteve no local apenas para apresentar o projeto já definido. Mais recentemente, a associação se reuniu com o secretário municipal de Esportes, que informou que a quadra será fechada diariamente às 22 horas. No entanto, ele considera que questões consideradas fundamentais permaneceram sem resposta: “Não foi explicado se vai ter agendamento, quem fica com a chave, quem administra a quadra. Se houve diálogo, ele acabou não servindo para incorporar aquilo que os moradores apresentaram.”</p><p>As mudanças provocadas pela obra também atingiram projetos esportivos e atividades desenvolvidas no espaço. Antes do início da construção, a praça recebia escolinha de futebol, atletismo, ginástica para idosos e outras iniciativas. Segundo Angelo, com o fechamento da quadra, a associação foi informada de que, caso não encontrasse outro local para essas atividades, alguns projetos poderiam ser transferidos para outros bairros. “A prefeitura nos procurou dizendo que, se a gente não arrumasse um espaço, os professores seriam levados para outra praça”, relata.</p><p>Para evitar a interrupção das atividades, a associação articulou uma parceria com o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) e com a Cidade da Inovação, onde os projetos passaram a funcionar temporariamente. “A associação conseguiu garantir a continuidade dessas atividades por meio dos parceiros. Se dependesse apenas da obra, elas poderiam ter acabado”, enfatiza.</p><p>Com a inauguração prevista para os próximos dias, a associação reconhece que o debate deixou de ser sobre a construção da quadra e passou a ser sobre sua operação. A proposta é reunir representantes dos projetos esportivos, coletivos que utilizam a praça, moradores e a Secretaria Municipal de Esportes para construir um modelo de gestão que garanta do equipamento.</p><p>Entre os pontos que a Amjap pretende discutir estão a definição de horários, regras de utilização, necessidade ou não de agendamento, responsáveis pela abertura e fechamento da quadra e formas de assegurar que o espaço continue acessível à comunidade. “A quadra está lá. Agora a realidade é essa. O que precisamos fazer é entender como ela vai funcionar e fazer essa ponte entre quem administra e quem utiliza o espaço, para que todo mundo seja ouvido”, reforça. Outra preocupação da associação envolve a segurança do equipamento. Segundo Angelo, moradores relataram que pessoas já acessaram a quadra antes mesmo da inauguração oficial. </p><p>A reportagem procurou a Prefeitura de Vitória para que informasse a data oficial de inauguração da quadra, entender como será a gestão do equipamento, quais serão as regras de acesso, se a utilização vai depender de agendamento, quem vai ficar responsável pela administração do espaço e se houve aditivos no contrato da obra. Até o fechamento desta edição, o município não havia se manifestado.</p><p>O post “Tancredinho” restringe acesso em Jardim da Penha e moradores cobram diálogo apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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			<title>Meia tonelada de lixo é retirada do manguezal de Vitória no Dia Internacional do Manguezal</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9317/meia-tonelada-de-lixo-e-retirada-do-manguezal-de-vitoria-no-dia-internacional-do-manguezal.html</link>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 13:01:57 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Mutirão reuniu catadores de caranguejo, pescadores e Prefeitura e revelou o impacto do descarte irregular em um dos maiores manguezais urbanos da América LatinaEnquanto o mundo celebra, nesta segunda-feira (27), o Dia Internacional do Manguezal, uma cena chamou a atenção em Vitória: em apenas uma manhã, cerca de 500 quilos de lixo foram retirados da Baía de Vitória durante o mutirão “Manguezal Limpo, Manutenção da Vida”. A ação reuniu catadores artesanais de caranguejo,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Mutirão reuniu catadores de caranguejo, pescadores e Prefeitura e revelou o impacto do descarte irregular em um dos maiores manguezais urbanos da América Latina</p><p>Enquanto o mundo celebra, nesta segunda-feira (27), o Dia Internacional do Manguezal, uma cena chamou a atenção em Vitória: em apenas uma manhã, cerca de 500 quilos de lixo foram retirados da Baía de Vitória durante o mutirão “Manguezal Limpo, Manutenção da Vida”. A ação reuniu catadores artesanais de caranguejo, pescadores tradicionais e equipes da Prefeitura em um esforço coletivo para preservar um dos maiores manguezais totalmente circundados por área urbana do Brasil e da América Latina.</p><p>Percorrendo os canais do manguezal em suas próprias embarcações, os catadores recolheram resíduos descartados irregularmente pela população. Paralelamente, equipes da Central de Serviços realizaram a limpeza das margens da Orla da Ilha das Caieiras e de Santo André.</p><p>O resultado impressiona. Entre os materiais encontrados estavam pneus, isopor, carcaça de televisão, armação de sofá, peças de geladeira, carcaça de máquina de lavar roupas, espuma de colchão, caixa de descarga, adereço de carnaval, encosto de cadeira, redes de pesca, galões de óleo, mangueiras automotivas, canos de PVC, telas de cercamento, caixas de madeira, garrafas PET, garrafas long neck, vidros e até uma almofada infantil.</p><p>Quem vive do manguezal também ajuda a protegê-lo</p><p>Os protagonistas da ação foram justamente aqueles que convivem diariamente com o manguezal: os catadores artesanais de caranguejo e pescadores tradicionais. Além de retirar os resíduos, eles ajudaram a chamar a atenção para um problema que se repete ao longo do ano e compromete um ambiente do qual depende a própria subsistência de muitas famílias.</p><p>“Não existe futuro sustentável para Vitória sem a preservação dos seus manguezais. Eles são fundamentais para o equilíbrio ambiental, para a proteção da biodiversidade, para a pesca artesanal e para a cultura capixaba. Quando retiramos uma quantidade tão expressiva de lixo em apenas uma manhã, fica evidente que a conservação depende não apenas do poder público, mas também da participação de toda a sociedade”, afirma o subsecretário de Controle Ambiental, André Có.</p><p>Um patrimônio natural que precisa da participação de todos</p><p>Vitória possui aproximadamente 11 km² de manguezais, formando um dos maiores manguezais totalmente circundados por área urbana do Brasil e da América Latina.</p><p>Conhecido como o berçário da vida marinha, esse ecossistema abriga peixes, crustáceos, moluscos, aves e diversas outras espécies, além de desempenhar papel estratégico na captura de carbono, na proteção da costa e na manutenção da biodiversidade.</p><p>Também faz parte da identidade cultural da capital. É do manguezal que vêm atividades tradicionais como a pesca artesanal, a captura do caranguejo-uçá e saberes que ajudaram a construir a gastronomia capixaba.</p><p>Educação ambiental para promover boas atitudes</p><p>O mutirão integrou a programação do circuito “Manguezal de Vitória – Conhecer para Preservar”, promovido pela Gerência de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), que reuniu ações educativas, expedição embarcada, mostra interativa, intervenção artística e exposição sobre o ecossistema.</p><p>“A educação ambiental acontece quando as pessoas vivenciam o território e compreendem sua importância para a vida. Mais do que retirar resíduos do manguezal, ações como essa despertam um novo olhar sobre esse patrimônio natural e mostram que preservar também é um ato de cidadania”, destaca a gerente de Educação Ambiental da Semmam, Juliana Sardinha.</p><p>Uma mensagem que vai além do mutirão</p><p>A retirada de aproximadamente meia tonelada de lixo em apenas uma manhã demonstra a dimensão do problema causado pelo descarte irregular de resíduos.</p><p>Ao mesmo tempo, a mobilização reforça que conservar o manguezal é uma responsabilidade compartilhada entre poder público, comunidades tradicionais e sociedade. Cada resíduo descartado corretamente representa mais proteção para a biodiversidade, mais qualidade ambiental e mais qualidade de vida para quem vive em Vitória.</p><p>O post Meia tonelada de lixo é retirada do manguezal de Vitória no Dia Internacional do Manguezal apareceu primeiro em PORTAL JORNAL DO NORTE.</p>]]></content:encoded>
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			<title>“Tancredinho” restringe acesso em Jardim da Penha e moradores cobram diálogo</title>
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			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 13:01:48 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Associação afirma que obra alterou uso do espaço sem ouvir comunidadeDepois de mais de um ano e meio de obras, atraso em relação ao cronograma original e investimento de R$ 2,886 milhões, a Prefeitura de Vitória promete devolver à comunidade, no próximo dia 31, a quadra coberta da Praça Regina Frigeri Furno, em Jardim da Penha, apelidada de “Tancredinho”. A devolução, entretanto, não será completa. Às vésperas da inauguração, moradores afirmam que seguem sem saber como...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Associação afirma que obra alterou uso do espaço sem ouvir comunidade</p><p>Depois de mais de um ano e meio de obras, atraso em relação ao cronograma original e investimento de R$ 2,886 milhões, a Prefeitura de Vitória promete devolver à comunidade, no próximo dia 31, a quadra coberta da Praça Regina Frigeri Furno, em Jardim da Penha, apelidada de “Tancredinho”. A devolução, entretanto, não será completa. Às vésperas da inauguração, moradores afirmam que seguem sem saber como poderão utilizar o equipamento e criticam a falta de diálogo da administração municipal sobre a gestão do espaço.</p><p>“O diálogo com a comunidade talvez resolvesse problemas como esse. A gente já explicou isso desde o início. É horrível, porque tira a cultura da comunidade de usar a quadra de maneira livre”, afirma o coordenador-geral da Amjap, Angelo Del Caro. Ele destaca que, antes mesmo do início da obra anunciada em 2024, a comunidade defendeu que essas definições deveriam ter sido construídas em conjunto com os moradores.</p><p>A construção foi alvo de críticas desde o início, por ter sido apresentada sem participação popular. À época, moradores questionavam a retirada da quadra aberta existente na praça, os impactos sobre feiras, atividades esportivas e a convivência no local. Dois anos depois, com a estrutura praticamente concluída, a associação afirma que muitas das preocupações permanecem e que outras surgiram com a proximidade da inauguração.</p><p>Segundo Angelo, o principal problema hoje é que a comunidade ainda não sabe como vai ser o funcionamento da quadra. “Quem vai abrir a quadra? Quem vai fechar? Quem vai ficar com a chave? Vai precisar marcar horário? Como vai funcionar esse acesso? Nada disso foi explicado para quem usa aquele espaço todos os dias”, questiona.</p><p>Na avaliação da associação, a principal mudança provocada pelo novo equipamento não é apenas arquitetônica, mas na forma como a praça será utilizada. Angelo observa que um espaço que antes podia ser ocupado espontaneamente pelos moradores vai passar a depender de regras de acesso e controle que ainda não foram apresentadas pela administração municipal.</p><p>Além da gestão da quadra, moradores também continuam criticando alterações físicas provocadas pela obra. A estrutura fechada modificou a paisagem da praça e trouxe impactos para quem frequenta diariamente o local, observa. “É um caixote no meio da praça”, resume. Ele considera que a cobertura reduziu a visibilidade entre os diferentes ambientes da praça e alterou uma característica considerada importante pelos frequentadores.</p><p>“Os pais ficavam sentados, às vezes no churrasquinho, olhando os filhos brincarem. Agora quem está de um lado não consegue mais enxergar quem está do outro. Isso era uma preocupação que muita gente apresentou desde as audiências públicas”, relembra. Outro ponto levantado é a circulação de ar. “Também afetou a ventilação da praça. São mudanças que foram apontadas pela comunidade antes da obra começar”, destacou.</p><p>A Amjap promoveu duas audiências públicas para ouvir moradores e reunir sugestões sobre o projeto antes do início da construção. “Mas os representantes da Prefeitura de Vitória não participaram desses encontros para discutir as demandas apresentadas pela comunidade”, critica o representante da organização.</p><p>Posteriormente, segundo ele, uma representante da Secretaria Municipal de Obras esteve no local apenas para apresentar o projeto já definido. Mais recentemente, a associação se reuniu com o secretário municipal de Esportes, que informou que a quadra será fechada diariamente às 22 horas. No entanto, ele considera que questões consideradas fundamentais permaneceram sem resposta: “Não foi explicado se vai ter agendamento, quem fica com a chave, quem administra a quadra. Se houve diálogo, ele acabou não servindo para incorporar aquilo que os moradores apresentaram.”</p><p>As mudanças provocadas pela obra também atingiram projetos esportivos e atividades desenvolvidas no espaço. Antes do início da construção, a praça recebia escolinha de futebol, atletismo, ginástica para idosos e outras iniciativas. Segundo Angelo, com o fechamento da quadra, a associação foi informada de que, caso não encontrasse outro local para essas atividades, alguns projetos poderiam ser transferidos para outros bairros. “A prefeitura nos procurou dizendo que, se a gente não arrumasse um espaço, os professores seriam levados para outra praça”, relata.</p><p>Para evitar a interrupção das atividades, a associação articulou uma parceria com o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) e com a Cidade da Inovação, onde os projetos passaram a funcionar temporariamente. “A associação conseguiu garantir a continuidade dessas atividades por meio dos parceiros. Se dependesse apenas da obra, elas poderiam ter acabado”, enfatiza.</p><p>Com a inauguração prevista para os próximos dias, a associação reconhece que o debate deixou de ser sobre a construção da quadra e passou a ser sobre sua operação. A proposta é reunir representantes dos projetos esportivos, coletivos que utilizam a praça, moradores e a Secretaria Municipal de Esportes para construir um modelo de gestão que garanta do equipamento.</p><p>Entre os pontos que a Amjap pretende discutir estão a definição de horários, regras de utilização, necessidade ou não de agendamento, responsáveis pela abertura e fechamento da quadra e formas de assegurar que o espaço continue acessível à comunidade. “A quadra está lá. Agora a realidade é essa. O que precisamos fazer é entender como ela vai funcionar e fazer essa ponte entre quem administra e quem utiliza o espaço, para que todo mundo seja ouvido”, reforça. Outra preocupação da associação envolve a segurança do equipamento. Segundo Angelo, moradores relataram que pessoas já acessaram a quadra antes mesmo da inauguração oficial. </p><p>A reportagem procurou a Prefeitura de Vitória para que informasse a data oficial de inauguração da quadra, entender como será a gestão do equipamento, quais serão as regras de acesso, se a utilização vai depender de agendamento, quem vai ficar responsável pela administração do espaço e se houve aditivos no contrato da obra. Até o fechamento desta edição, o município não havia se manifestado.</p><p>O post “Tancredinho” restringe acesso em Jardim da Penha e moradores cobram diálogo apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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			<title>Meia tonelada de lixo é retirada do manguezal de Vitória no Dia Internacional do Manguezal</title>
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			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 05:02:06 -0300</pubDate>
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		<item>
			<title>“Tancredinho” restringe acesso em Jardim da Penha e moradores cobram diálogo</title>
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			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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Ele destaca que, antes mesmo do início da obra anunciada em 2024, a comunidade defendeu que essas definições deveriam ter sido construídas em conjunto com os moradores.</p><p>A construção foi alvo de críticas desde o início, por ter sido apresentada sem participação popular. À época, moradores questionavam a retirada da quadra aberta existente na praça, os impactos sobre feiras, atividades esportivas e a convivência no local. Dois anos depois, com a estrutura praticamente concluída, a associação afirma que muitas das preocupações permanecem e que outras surgiram com a proximidade da inauguração.</p><p>Segundo Angelo, o principal problema hoje é que a comunidade ainda não sabe como vai ser o funcionamento da quadra. “Quem vai abrir a quadra? Quem vai fechar? Quem vai ficar com a chave? Vai precisar marcar horário? Como vai funcionar esse acesso? Nada disso foi explicado para quem usa aquele espaço todos os dias”, questiona.</p><p>Na avaliação da associação, a principal mudança provocada pelo novo equipamento não é apenas arquitetônica, mas na forma como a praça será utilizada. Angelo observa que um espaço que antes podia ser ocupado espontaneamente pelos moradores vai passar a depender de regras de acesso e controle que ainda não foram apresentadas pela administração municipal.</p><p>Além da gestão da quadra, moradores também continuam criticando alterações físicas provocadas pela obra. A estrutura fechada modificou a paisagem da praça e trouxe impactos para quem frequenta diariamente o local, observa. “É um caixote no meio da praça”, resume. Ele considera que a cobertura reduziu a visibilidade entre os diferentes ambientes da praça e alterou uma característica considerada importante pelos frequentadores.</p><p>“Os pais ficavam sentados, às vezes no churrasquinho, olhando os filhos brincarem. Agora quem está de um lado não consegue mais enxergar quem está do outro. Isso era uma preocupação que muita gente apresentou desde as audiências públicas”, relembra. Outro ponto levantado é a circulação de ar. “Também afetou a ventilação da praça. São mudanças que foram apontadas pela comunidade antes da obra começar”, destacou.</p><p>A Amjap promoveu duas audiências públicas para ouvir moradores e reunir sugestões sobre o projeto antes do início da construção. “Mas os representantes da Prefeitura de Vitória não participaram desses encontros para discutir as demandas apresentadas pela comunidade”, critica o representante da organização.</p><p>Posteriormente, segundo ele, uma representante da Secretaria Municipal de Obras esteve no local apenas para apresentar o projeto já definido. Mais recentemente, a associação se reuniu com o secretário municipal de Esportes, que informou que a quadra será fechada diariamente às 22 horas. No entanto, ele considera que questões consideradas fundamentais permaneceram sem resposta: “Não foi explicado se vai ter agendamento, quem fica com a chave, quem administra a quadra. Se houve diálogo, ele acabou não servindo para incorporar aquilo que os moradores apresentaram.”</p><p>As mudanças provocadas pela obra também atingiram projetos esportivos e atividades desenvolvidas no espaço. Antes do início da construção, a praça recebia escolinha de futebol, atletismo, ginástica para idosos e outras iniciativas. Segundo Angelo, com o fechamento da quadra, a associação foi informada de que, caso não encontrasse outro local para essas atividades, alguns projetos poderiam ser transferidos para outros bairros. “A prefeitura nos procurou dizendo que, se a gente não arrumasse um espaço, os professores seriam levados para outra praça”, relata.</p><p>Para evitar a interrupção das atividades, a associação articulou uma parceria com o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) e com a Cidade da Inovação, onde os projetos passaram a funcionar temporariamente. “A associação conseguiu garantir a continuidade dessas atividades por meio dos parceiros. Se dependesse apenas da obra, elas poderiam ter acabado”, enfatiza.</p><p>Com a inauguração prevista para os próximos dias, a associação reconhece que o debate deixou de ser sobre a construção da quadra e passou a ser sobre sua operação. A proposta é reunir representantes dos projetos esportivos, coletivos que utilizam a praça, moradores e a Secretaria Municipal de Esportes para construir um modelo de gestão que garanta do equipamento.</p><p>Entre os pontos que a Amjap pretende discutir estão a definição de horários, regras de utilização, necessidade ou não de agendamento, responsáveis pela abertura e fechamento da quadra e formas de assegurar que o espaço continue acessível à comunidade. “A quadra está lá. Agora a realidade é essa. O que precisamos fazer é entender como ela vai funcionar e fazer essa ponte entre quem administra e quem utiliza o espaço, para que todo mundo seja ouvido”, reforça. Outra preocupação da associação envolve a segurança do equipamento. Segundo Angelo, moradores relataram que pessoas já acessaram a quadra antes mesmo da inauguração oficial. </p><p>A reportagem procurou a Prefeitura de Vitória para que informasse a data oficial de inauguração da quadra, entender como será a gestão do equipamento, quais serão as regras de acesso, se a utilização vai depender de agendamento, quem vai ficar responsável pela administração do espaço e se houve aditivos no contrato da obra. Até o fechamento desta edição, o município não havia se manifestado.</p><p>O post “Tancredinho” restringe acesso em Jardim da Penha e moradores cobram diálogo apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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			<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 05:01:10 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Mutirão reuniu catadores de caranguejo, pescadores e Prefeitura e revelou o impacto do descarte irregular em um dos maiores manguezais urbanos da América LatinaEnquanto o mundo celebra, nesta segunda-feira (27), o Dia Internacional do Manguezal, uma cena chamou a atenção em Vitória: em apenas uma manhã, cerca de 500 quilos de lixo foram retirados da Baía de Vitória durante o mutirão “Manguezal Limpo, Manutenção da Vida”. A ação reuniu catadores artesanais de caranguejo,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Mutirão reuniu catadores de caranguejo, pescadores e Prefeitura e revelou o impacto do descarte irregular em um dos maiores manguezais urbanos da América Latina</p><p>Enquanto o mundo celebra, nesta segunda-feira (27), o Dia Internacional do Manguezal, uma cena chamou a atenção em Vitória: em apenas uma manhã, cerca de 500 quilos de lixo foram retirados da Baía de Vitória durante o mutirão “Manguezal Limpo, Manutenção da Vida”. A ação reuniu catadores artesanais de caranguejo, pescadores tradicionais e equipes da Prefeitura em um esforço coletivo para preservar um dos maiores manguezais totalmente circundados por área urbana do Brasil e da América Latina.</p><p>Percorrendo os canais do manguezal em suas próprias embarcações, os catadores recolheram resíduos descartados irregularmente pela população. Paralelamente, equipes da Central de Serviços realizaram a limpeza das margens da Orla da Ilha das Caieiras e de Santo André.</p><p>O resultado impressiona. Entre os materiais encontrados estavam pneus, isopor, carcaça de televisão, armação de sofá, peças de geladeira, carcaça de máquina de lavar roupas, espuma de colchão, caixa de descarga, adereço de carnaval, encosto de cadeira, redes de pesca, galões de óleo, mangueiras automotivas, canos de PVC, telas de cercamento, caixas de madeira, garrafas PET, garrafas long neck, vidros e até uma almofada infantil.</p><p>Quem vive do manguezal também ajuda a protegê-lo</p><p>Os protagonistas da ação foram justamente aqueles que convivem diariamente com o manguezal: os catadores artesanais de caranguejo e pescadores tradicionais. Além de retirar os resíduos, eles ajudaram a chamar a atenção para um problema que se repete ao longo do ano e compromete um ambiente do qual depende a própria subsistência de muitas famílias.</p><p>“Não existe futuro sustentável para Vitória sem a preservação dos seus manguezais. Eles são fundamentais para o equilíbrio ambiental, para a proteção da biodiversidade, para a pesca artesanal e para a cultura capixaba. Quando retiramos uma quantidade tão expressiva de lixo em apenas uma manhã, fica evidente que a conservação depende não apenas do poder público, mas também da participação de toda a sociedade”, afirma o subsecretário de Controle Ambiental, André Có.</p><p>Um patrimônio natural que precisa da participação de todos</p><p>Vitória possui aproximadamente 11 km² de manguezais, formando um dos maiores manguezais totalmente circundados por área urbana do Brasil e da América Latina.</p><p>Conhecido como o berçário da vida marinha, esse ecossistema abriga peixes, crustáceos, moluscos, aves e diversas outras espécies, além de desempenhar papel estratégico na captura de carbono, na proteção da costa e na manutenção da biodiversidade.</p><p>Também faz parte da identidade cultural da capital. É do manguezal que vêm atividades tradicionais como a pesca artesanal, a captura do caranguejo-uçá e saberes que ajudaram a construir a gastronomia capixaba.</p><p>Educação ambiental para promover boas atitudes</p><p>O mutirão integrou a programação do circuito “Manguezal de Vitória – Conhecer para Preservar”, promovido pela Gerência de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), que reuniu ações educativas, expedição embarcada, mostra interativa, intervenção artística e exposição sobre o ecossistema.</p><p>“A educação ambiental acontece quando as pessoas vivenciam o território e compreendem sua importância para a vida. Mais do que retirar resíduos do manguezal, ações como essa despertam um novo olhar sobre esse patrimônio natural e mostram que preservar também é um ato de cidadania”, destaca a gerente de Educação Ambiental da Semmam, Juliana Sardinha.</p><p>Uma mensagem que vai além do mutirão</p><p>A retirada de aproximadamente meia tonelada de lixo em apenas uma manhã demonstra a dimensão do problema causado pelo descarte irregular de resíduos.</p><p>Ao mesmo tempo, a mobilização reforça que conservar o manguezal é uma responsabilidade compartilhada entre poder público, comunidades tradicionais e sociedade. Cada resíduo descartado corretamente representa mais proteção para a biodiversidade, mais qualidade ambiental e mais qualidade de vida para quem vive em Vitória.</p><p>O post Meia tonelada de lixo é retirada do manguezal de Vitória no Dia Internacional do Manguezal apareceu primeiro em PORTAL JORNAL DO NORTE.</p>]]></content:encoded>
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			<title>“Tancredinho” restringe acesso em Jardim da Penha e moradores cobram diálogo</title>
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			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 05:01:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Associação afirma que obra alterou uso do espaço sem ouvir comunidadeDepois de mais de um ano e meio de obras, atraso em relação ao cronograma original e investimento de R$ 2,886 milhões, a Prefeitura de Vitória promete devolver à comunidade, no próximo dia 31, a quadra coberta da Praça Regina Frigeri Furno, em Jardim da Penha, apelidada de “Tancredinho”. A devolução, entretanto, não será completa. Às vésperas da inauguração, moradores afirmam que seguem sem saber como...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Associação afirma que obra alterou uso do espaço sem ouvir comunidade</p><p>Depois de mais de um ano e meio de obras, atraso em relação ao cronograma original e investimento de R$ 2,886 milhões, a Prefeitura de Vitória promete devolver à comunidade, no próximo dia 31, a quadra coberta da Praça Regina Frigeri Furno, em Jardim da Penha, apelidada de “Tancredinho”. A devolução, entretanto, não será completa. Às vésperas da inauguração, moradores afirmam que seguem sem saber como poderão utilizar o equipamento e criticam a falta de diálogo da administração municipal sobre a gestão do espaço.</p><p>“O diálogo com a comunidade talvez resolvesse problemas como esse. A gente já explicou isso desde o início. É horrível, porque tira a cultura da comunidade de usar a quadra de maneira livre”, afirma o coordenador-geral da Amjap, Angelo Del Caro. Ele destaca que, antes mesmo do início da obra anunciada em 2024, a comunidade defendeu que essas definições deveriam ter sido construídas em conjunto com os moradores.</p><p>A construção foi alvo de críticas desde o início, por ter sido apresentada sem participação popular. À época, moradores questionavam a retirada da quadra aberta existente na praça, os impactos sobre feiras, atividades esportivas e a convivência no local. Dois anos depois, com a estrutura praticamente concluída, a associação afirma que muitas das preocupações permanecem e que outras surgiram com a proximidade da inauguração.</p><p>Segundo Angelo, o principal problema hoje é que a comunidade ainda não sabe como vai ser o funcionamento da quadra. “Quem vai abrir a quadra? Quem vai fechar? Quem vai ficar com a chave? Vai precisar marcar horário? Como vai funcionar esse acesso? Nada disso foi explicado para quem usa aquele espaço todos os dias”, questiona.</p><p>Na avaliação da associação, a principal mudança provocada pelo novo equipamento não é apenas arquitetônica, mas na forma como a praça será utilizada. Angelo observa que um espaço que antes podia ser ocupado espontaneamente pelos moradores vai passar a depender de regras de acesso e controle que ainda não foram apresentadas pela administração municipal.</p><p>Além da gestão da quadra, moradores também continuam criticando alterações físicas provocadas pela obra. A estrutura fechada modificou a paisagem da praça e trouxe impactos para quem frequenta diariamente o local, observa. “É um caixote no meio da praça”, resume. Ele considera que a cobertura reduziu a visibilidade entre os diferentes ambientes da praça e alterou uma característica considerada importante pelos frequentadores.</p><p>“Os pais ficavam sentados, às vezes no churrasquinho, olhando os filhos brincarem. Agora quem está de um lado não consegue mais enxergar quem está do outro. Isso era uma preocupação que muita gente apresentou desde as audiências públicas”, relembra. Outro ponto levantado é a circulação de ar. “Também afetou a ventilação da praça. São mudanças que foram apontadas pela comunidade antes da obra começar”, destacou.</p><p>A Amjap promoveu duas audiências públicas para ouvir moradores e reunir sugestões sobre o projeto antes do início da construção. “Mas os representantes da Prefeitura de Vitória não participaram desses encontros para discutir as demandas apresentadas pela comunidade”, critica o representante da organização.</p><p>Posteriormente, segundo ele, uma representante da Secretaria Municipal de Obras esteve no local apenas para apresentar o projeto já definido. Mais recentemente, a associação se reuniu com o secretário municipal de Esportes, que informou que a quadra será fechada diariamente às 22 horas. No entanto, ele considera que questões consideradas fundamentais permaneceram sem resposta: “Não foi explicado se vai ter agendamento, quem fica com a chave, quem administra a quadra. Se houve diálogo, ele acabou não servindo para incorporar aquilo que os moradores apresentaram.”</p><p>As mudanças provocadas pela obra também atingiram projetos esportivos e atividades desenvolvidas no espaço. Antes do início da construção, a praça recebia escolinha de futebol, atletismo, ginástica para idosos e outras iniciativas. Segundo Angelo, com o fechamento da quadra, a associação foi informada de que, caso não encontrasse outro local para essas atividades, alguns projetos poderiam ser transferidos para outros bairros. “A prefeitura nos procurou dizendo que, se a gente não arrumasse um espaço, os professores seriam levados para outra praça”, relata.</p><p>Para evitar a interrupção das atividades, a associação articulou uma parceria com o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) e com a Cidade da Inovação, onde os projetos passaram a funcionar temporariamente. “A associação conseguiu garantir a continuidade dessas atividades por meio dos parceiros. Se dependesse apenas da obra, elas poderiam ter acabado”, enfatiza.</p><p>Com a inauguração prevista para os próximos dias, a associação reconhece que o debate deixou de ser sobre a construção da quadra e passou a ser sobre sua operação. A proposta é reunir representantes dos projetos esportivos, coletivos que utilizam a praça, moradores e a Secretaria Municipal de Esportes para construir um modelo de gestão que garanta do equipamento.</p><p>Entre os pontos que a Amjap pretende discutir estão a definição de horários, regras de utilização, necessidade ou não de agendamento, responsáveis pela abertura e fechamento da quadra e formas de assegurar que o espaço continue acessível à comunidade. “A quadra está lá. Agora a realidade é essa. O que precisamos fazer é entender como ela vai funcionar e fazer essa ponte entre quem administra e quem utiliza o espaço, para que todo mundo seja ouvido”, reforça. Outra preocupação da associação envolve a segurança do equipamento. Segundo Angelo, moradores relataram que pessoas já acessaram a quadra antes mesmo da inauguração oficial. </p><p>A reportagem procurou a Prefeitura de Vitória para que informasse a data oficial de inauguração da quadra, entender como será a gestão do equipamento, quais serão as regras de acesso, se a utilização vai depender de agendamento, quem vai ficar responsável pela administração do espaço e se houve aditivos no contrato da obra. Até o fechamento desta edição, o município não havia se manifestado.</p><p>O post “Tancredinho” restringe acesso em Jardim da Penha e moradores cobram diálogo apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Leonardo S&aacute;]]></media:title> 
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			<title>Meia tonelada de lixo é retirada do manguezal de Vitória no Dia Internacional do Manguezal</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/9289/meia-tonelada-de-lixo-e-retirada-do-manguezal-de-vitoria-no-dia-internacional-do-manguezal.html</link>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 21:01:01 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Mutirão reuniu catadores de caranguejo, pescadores e Prefeitura e revelou o impacto do descarte irregular em um dos maiores manguezais urbanos da América LatinaEnquanto o mundo celebra, nesta segunda-feira (27), o Dia Internacional do Manguezal, uma cena chamou a atenção em Vitória: em apenas uma manhã, cerca de 500 quilos de lixo foram retirados da Baía de Vitória durante o mutirão “Manguezal Limpo, Manutenção da Vida”. A ação reuniu catadores artesanais de caranguejo,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Mutirão reuniu catadores de caranguejo, pescadores e Prefeitura e revelou o impacto do descarte irregular em um dos maiores manguezais urbanos da América Latina</p><p>Enquanto o mundo celebra, nesta segunda-feira (27), o Dia Internacional do Manguezal, uma cena chamou a atenção em Vitória: em apenas uma manhã, cerca de 500 quilos de lixo foram retirados da Baía de Vitória durante o mutirão “Manguezal Limpo, Manutenção da Vida”. A ação reuniu catadores artesanais de caranguejo, pescadores tradicionais e equipes da Prefeitura em um esforço coletivo para preservar um dos maiores manguezais totalmente circundados por área urbana do Brasil e da América Latina.</p><p>Percorrendo os canais do manguezal em suas próprias embarcações, os catadores recolheram resíduos descartados irregularmente pela população. Paralelamente, equipes da Central de Serviços realizaram a limpeza das margens da Orla da Ilha das Caieiras e de Santo André.</p><p>O resultado impressiona. Entre os materiais encontrados estavam pneus, isopor, carcaça de televisão, armação de sofá, peças de geladeira, carcaça de máquina de lavar roupas, espuma de colchão, caixa de descarga, adereço de carnaval, encosto de cadeira, redes de pesca, galões de óleo, mangueiras automotivas, canos de PVC, telas de cercamento, caixas de madeira, garrafas PET, garrafas long neck, vidros e até uma almofada infantil.</p><p>Quem vive do manguezal também ajuda a protegê-lo</p><p>Os protagonistas da ação foram justamente aqueles que convivem diariamente com o manguezal: os catadores artesanais de caranguejo e pescadores tradicionais. Além de retirar os resíduos, eles ajudaram a chamar a atenção para um problema que se repete ao longo do ano e compromete um ambiente do qual depende a própria subsistência de muitas famílias.</p><p>“Não existe futuro sustentável para Vitória sem a preservação dos seus manguezais. Eles são fundamentais para o equilíbrio ambiental, para a proteção da biodiversidade, para a pesca artesanal e para a cultura capixaba. Quando retiramos uma quantidade tão expressiva de lixo em apenas uma manhã, fica evidente que a conservação depende não apenas do poder público, mas também da participação de toda a sociedade”, afirma o subsecretário de Controle Ambiental, André Có.</p><p>Um patrimônio natural que precisa da participação de todos</p><p>Vitória possui aproximadamente 11 km² de manguezais, formando um dos maiores manguezais totalmente circundados por área urbana do Brasil e da América Latina.</p><p>Conhecido como o berçário da vida marinha, esse ecossistema abriga peixes, crustáceos, moluscos, aves e diversas outras espécies, além de desempenhar papel estratégico na captura de carbono, na proteção da costa e na manutenção da biodiversidade.</p><p>Também faz parte da identidade cultural da capital. É do manguezal que vêm atividades tradicionais como a pesca artesanal, a captura do caranguejo-uçá e saberes que ajudaram a construir a gastronomia capixaba.</p><p>Educação ambiental para promover boas atitudes</p><p>O mutirão integrou a programação do circuito “Manguezal de Vitória – Conhecer para Preservar”, promovido pela Gerência de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), que reuniu ações educativas, expedição embarcada, mostra interativa, intervenção artística e exposição sobre o ecossistema.</p><p>“A educação ambiental acontece quando as pessoas vivenciam o território e compreendem sua importância para a vida. Mais do que retirar resíduos do manguezal, ações como essa despertam um novo olhar sobre esse patrimônio natural e mostram que preservar também é um ato de cidadania”, destaca a gerente de Educação Ambiental da Semmam, Juliana Sardinha.</p><p>Uma mensagem que vai além do mutirão</p><p>A retirada de aproximadamente meia tonelada de lixo em apenas uma manhã demonstra a dimensão do problema causado pelo descarte irregular de resíduos.</p><p>Ao mesmo tempo, a mobilização reforça que conservar o manguezal é uma responsabilidade compartilhada entre poder público, comunidades tradicionais e sociedade. Cada resíduo descartado corretamente representa mais proteção para a biodiversidade, mais qualidade ambiental e mais qualidade de vida para quem vive em Vitória.</p><p>O post Meia tonelada de lixo é retirada do manguezal de Vitória no Dia Internacional do Manguezal apareceu primeiro em PORTAL JORNAL DO NORTE.</p>]]></content:encoded>
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