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		<title>Política - Portal Noticias Capixaba</title>
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			<title>Portal Noticias Capixaba</title>
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			<title>Victor Coelho segue com Ricardo, mas contra Theodorico Ferraço</title>
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			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:00:19 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Ex-gestor de Cachoeiro se irrita com denúncias do atual prefeito, pai do governadorO ex-prefeito de Cachoeiro de Itapemirim (sul do Estado), Victor Coelho, publicou um vídeo nas redes sociais nesta segunda-feira (11) para reafirmar o seu apoio à reeleição do governador Ricardo Ferraço (MDB), seguindo o direcionamento do grupo político do qual faz parte, liderado por Renato Casagrande (PSB). Entretanto, não pretende deixar os embates com o atual prefeito cachoeirense, Theodorico Ferraço ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Ex-gestor de Cachoeiro se irrita com denúncias do atual prefeito, pai do governador</p><p>O ex-prefeito de Cachoeiro de Itapemirim (sul do Estado), Victor Coelho, publicou um vídeo nas redes sociais nesta segunda-feira (11) para reafirmar o seu apoio à reeleição do governador Ricardo Ferraço (MDB), seguindo o direcionamento do grupo político do qual faz parte, liderado por Renato Casagrande (PSB). Entretanto, não pretende deixar os embates com o atual prefeito cachoeirense, Theodorico Ferraço (PP), pai do governador.</p><p>“Quero deixar bem claro para vocês que independente da situação que envolve a atual gestão aqui em Cachoeiro, eu sou um soldado e estou firme nesse projeto. Governador Ricardo, conte comigo! Agora, eu não vou apanhar calado. Enquanto eu estiver sendo perseguido pelo atual prefeito, que por acaso é pai do governador Ricardo Ferraço, eu vou me defender de cabeça erguida, e sempre mostrando a verdade”, comentou.</p><p>Coelho demonstra irritação com o que classifica como “perseguição”. No último dia 27, a assessoria da Prefeitura de Cachoeiro divulgou para a imprensa que auditores da Controladoria-Geral da União (CGU) estavam no município para fiscalizar possíveis irregularidades na obra do Parque de Exposições Carlos Caiado Barbosa, no bairro Aeroporto, executada durante a administração do ex-prefeito.</p><p>Foi a própria gestão de Theodorico Ferraço que fez a denúncia aos órgãos de controle. Século Diário chegou a solicitar documentos formais com indicações sobre as possíveis irregularidades, mas não recebeu nada de concreto. Aparentemente, a CGU ainda analisa o caso.</p><p>Outras denúncias, porém, já tiveram alguma repercussão. Em setembro passado, a Justiça determinou a suspensão dos efeitos do 14º termo aditivo ao contrato de concessão dos serviços de água e esgoto de Cachoeiro de Itapemirim, incluindo aumento da tarifa. O Ministério Público do Estado (MPES) apontou irregularidades no acerto com a BRK Ambiental durante a gestão de Victor Coelho, e classificou um adiantamento de R$ 15 milhões feito pela empresa como um “empréstimo” disfarçado para a administração municipal.</p><p>No vídeo desta segunda-feira, Victor Coelho disse que se coloca como “político diferente dos políticos tradicionais”, procura seguir em frente, “sem olhar no retrovisor”, e ressaltou que “nunca movi processo contra os meus antecessores”. “Entrei e saí com as mãos limpas, sem nenhuma acusação. O meu patrimônio e o meu imposto de renda continuam os mesmos desde antes da política”, comentou.</p><p>Em outros embates, Victor foi mais agressivo. Ele chegou a chamar o ex-secretário de Comunicação, Wanderson Amorim (atualmente responsável pela pasta de Cultura e Turismo), de “pseudo-jornalista”. Ao vice-prefeito, Júnior Corrêa (PP), apelidou de “Padre Kelmon da Shopee” – uma referência ao ex-candidato a presidente da República e ao episódio em que Corrêa anunciou a troca da política pela batina. A vereadora Renata Fiório (PP), ex-secretária de Saúde, reclamou de “intolerância religiosa”. Na semana passada, o alvo passou a ser o próprio Theodorico Ferraço, por quem manifestou “profundo respeito”, mas de quem não teria “medo”.</p><p>Segundo informações de fontes que acompanham as movimentações políticas em Cachoeiro, Victor e Theodorico costumavam manter certo diálogo nos bastidores, mesmo durante o período eleitoral de 2024, quando o então prefeito apoiou Lorena Vasques (PSB) como candidata a prefeita.</p><p>Agora, a disputa entre os dois se acirra, num momento em que ambos compõem o grupo governista a nível estadual. Para Theodorico Ferraço, passar a limpo a gestão de Victor Coelho é uma forma de transmitir a imagem de que herdou problemas do mandato anterior, o que atenuaria eventuais responsabilidades suas por problemas na cidade. Além disso, a esposa de Theodorico, Norma Ayub (PP), é pré-candidata a deputada estadual, em disputa direta de votos com Victor – em que pese o risco de Norma não conseguir se candidatar. Victor, por outro lado, sente a necessidade de defender seu legado e não demonstrar fraqueza diante de um adversário experiente.</p><p>É natural que, dentro de uma frente tão ampla de partidos e candidatos, surjam alguns ruídos dentro da base governista. De qualquer forma, Ricardo Ferraço e Renato Casagrande certamente prefeririam que a discórdia fosse encerrada – o que não parece ser o mais provável por enquanto.</p><p>O post Victor Coelho segue com Ricardo, mas contra Theodorico Ferraço apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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			<title>A esquerda nas cordas</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7653/a-esquerda-nas-cordas.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sun, 10 May 2026 05:00:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A nível federal ou estadual, campo progressista tem perspectiva eleitoral preocupanteQuando esteve em Vitória, em fevereiro, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (Psol), foi questionado numa coletiva de imprensa sobre o crescimento de Flávio Bolsonaro (PL) nas pesquisas de intenção de voto para presidente, e reagiu com certo deboche. “O Flávio Bolsonaro desmaiou no debate lá no Rio de Janeiro [para prefeito, em 2016]. Imaginem como é que ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A nível federal ou estadual, campo progressista tem perspectiva eleitoral preocupante</p><p>Quando esteve em Vitória, em fevereiro, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (Psol), foi questionado numa coletiva de imprensa sobre o crescimento de Flávio Bolsonaro (PL) nas pesquisas de intenção de voto para presidente, e reagiu com certo deboche. “O Flávio Bolsonaro desmaiou no debate lá no Rio de Janeiro [para prefeito, em 2016]. Imaginem como é que ele vai ficar no debate com Lula”, comentou.</p><p>Boulos também deu a entender que, no momento de votar, a população vai conseguir enxergar as coisas com clareza. “Quem é que está defendendo o fim da escala 6×1? O Lula. Nós. Quem é que está contra? O bolsonarismo. Veja o que o seu Valdemar Costa Neto [presidente do Partido Liberal] disse esses dias numa plateia de empresários, de que vai trabalhar dia e noite para poder não deixar votar o projeto da escala 6×1. Na hora da eleição, em outubro, quando o povo for decidir, o povo vai lembrar disso”, acrescentou.</p><p>Natural que o ministro quisesse transmitir a sensação de que o lulismo estava no controle da situação. Mas a verdade é que, desde aquela entrevista, o cenário só piorou. Flávio Bolsonaro já aparece à frente de Lula no segundo turno, segundo a maior parte das pesquisas, ainda que em empate técnico. A desaprovação do Governo Lula chegou a 52%, segundo pesquisa da Real Time Big Data divulgada na semana passada pela imprensa nacional. Esse enfraquecimento fez com que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), se sentisse à vontade para articular uma derrota histórica, com a primeira rejeição de uma indicação para ministro do STF em 132 anos.</p><p>Isso acontece em meio a um cenário socioeconômico aparentemente positivo no Brasil: menor taxa de desemprego da série histórica, baixa inflação, crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), elevação da renda. O que é, então, que o povo não está enxergando? Por que parecemos cada vez mais próximos de uma volta da extrema direita à Presidência?</p><p>A economista Juliane Furno poublicou um texto no portal The Intercept Brasil no último 13 de abril, apontando algumas hipóteses interessantes, e alertando contra análises superficiais do tipo “o povo é burro”. Juliane argumentou que uma das respostas estaria no alto grau de endividamento das famílias, o que se deve em grande medida à alta taxa de juros praticada pelo Banco Central, a segunda maior do mundo. Nesse cenário, muitas pessoas talvez nem estejam vendo a cor do dinheiro, tendo em vista que o que ganham é para arcar com as dívidas anteriores.</p><p>Juliane Furno também chamou a atenção para a situação da juventude, campo em que a desaprovação de Lula é maior. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) elencados pela economista, um em cada três trabalhadores do Brasil tem formação acima da exigida para a função que ocupa, e o salário médio de trabalhos que exigem ensino superior caiu 12% nos últimos 12 anos. Os jovens que chegaram às universidades por conta das políticas petistas de expansão do ensino superior agora se depararam com empregos precários, muito por conta da desindustrialização do país nas últimas décadas, que tornou as atividades produtivas menos complexas.</p><p>Adicionando mais um ponto em relação à análise de Juliane Furno, vale destacar, ainda, os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad Contínua), divulgados nessa sexta-feira (8), de que o rendimento médio dos trabalhadores brasileiros atingiu valor recorde em 2025, mas a desigualdade cresceu junto. Ou seja, existem certas estatísticas ocultas em meio aos números oficiais que precisam ser levados em consideração.</p><p>E se isso deixa o cenário ruim para a esquerda no Brasil em geral, pior ainda no Espírito Santo. Por aqui, o PT indicou para a disputa para governador o seu nome com maior capital eleitoral, o deputado federal Helder Salomão, mas que parece ter colocado no sacrifício. Sem espaço dentro do projeto de Ricardo Ferraço (MDB), o Partido dos Trabalhadores se viu obrigado a erguer um palanque próprio, mas que enfrenta um alto nível de rejeição. Hoje, os candidatos mais bem colocados nas pesquisas representam dois projetos de direita: de um lado, um bolsonarista envergonhado (Lorenzo Pazolini); do outro, um antipestista ferrenho que mantém certo diálogo com figuras identificadas como de “centro” ou “progressistas” (Ricardo Feraço).</p><p>Em relação ao Senado Federal, quem quiser pode ver o copo meio cheio ou meio vazio. O favorito na disputa é o ex-governador Renato Casagrande (PSB), um homem tido como de centro ou centro-esquerda (ou “socialista”, segundo o bolsonarismo delirante), mas pragmático o suficiente para escolher como sucessor uma pessoa que passa longe de ser progressista (no caso, Ricardo Ferraço). A segunda candidatura de esquerda mais bem colocada é a do senador Fabiano Contarato (PT), eleito em 2018 a partir de certo engano, já que muitos o consideravam apenas um delegado linha-dura. Não vai ser fácil repetir a dose.</p><p>Nas disputas proporcionais talvez estejam as maiores esperanças, mas aqui também cabe uma reflexão importante. Lula e outros petistas falam com certa frequência sobre a necessidade de eleger figuras de esquerda para o Congresso Nacional, de forma a permitir que o governo dependa menos de acordos com o Centrão. Mas como construir novas candidaturas competitivas se é o próprio governo que está empoderando figuras do Centrão em detrimento de sua própria base? A conta não fecha.</p><p>Tudo isso nos leva a um cenário preocupante para o campo progressista, e não há soluções fáceis para reverter. O Governo Lula tem investido com força na pauta do fim escala 6×1. Talvez não tenha resultado eleitoral significativo por ser uma medida cujo impacto não é sentido de imediato. De qualquer forma, é bom que a esquerda leve a sério reformas estruturantes que contribuam com a elevação real do padrão de vida da população.</p><p><strong>Lucas Schuina é repórter de Século Diário, com graduação em Comunicação Social – Jornalismo e mestrado em Comunicação e Territorialidades pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). É autor do livro “A luta pelo cinema: Memórias do cineclubismo no Espírito Santo” (2025) e coautor da obra “Brice Bragato, uma mulher de luta: Da limpeza do curral à tribuna da Assembleia” (2023). Em 2026, lançou na internet, junto ao Cineclube Jece Valadão e ao espaço Sessão 1013, o documentário de curta-metragem “Ciclo Sentidos da Loucura”, com depoimentos de usuários do Centro de Atenção Psicossocial II (Caps II) de Cachoeiro de Itapemirim.</strong></p><p>O post A esquerda nas cordas apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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			<title>Enio Bergoli volta ao governo e vira ‘baixa’ na chapa da UP</title>
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			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sat, 09 May 2026 05:00:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Governador anunciou retorno à Secretaria de Agricultura após exoneração em abrilO governador Ricardo Ferraço (MDB) anunciou, nesta sexta-feira (8), o retorno de Enio Bergoli para a Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag). A decisão surpreende, uma vez que Enio havia se desincompatibilizado do cargo de secretário em abril para se candidatar nas eleições de outubro.Engenheiro agrônomo e servidor de carreira, Enio Bergoli tem um perfil mais...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Governador anunciou retorno à Secretaria de Agricultura após exoneração em abril</p><p>O governador Ricardo Ferraço (MDB) anunciou, nesta sexta-feira (8), o retorno de Enio Bergoli para a Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag). A decisão surpreende, uma vez que Enio havia se desincompatibilizado do cargo de secretário em abril para se candidatar nas eleições de outubro.</p><p>Engenheiro agrônomo e servidor de carreira, Enio Bergoli tem um perfil mais técnico, apesar de estar em cargos de livre nomeação e participar de articulações políticas há um bom tempo. No fim do ano passado, ele trocou o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) pelo Progressistas (PP), onde figurava como pré-candidato a deputado federal.</p><p>Sua saída representa uma “baixa” relevante para a chapa do PP, ainda que o partido tenha outros nomes com capital eleitoral expressivo na disputa. Entre os pré-candidatos a deputado federal do Progressistas estão Da Vitória – também cotado como pré-candidato a senador – e Amaro Neto, ambos já com mandato. A chapa se completa ainda com o ex-deputado Marcus Vicente, a vereadora de Cachoeiro de Itapemirim (sul do Estado) Renata Fiório e a bombeira militar Capitã Andresa.</p><p>O caso de Capitã Andresa merece um registro especial. Com visibilidade nas redes sociais e perfil de mulher conservadora, ela também é cotada como uma possível vice na chapa de Ricardo Ferraço. Pelo fato de ser militar, ela precisará se filiar a um partido apenas no momento do registro da candidatura, ainda que o PP apareça como um destino provável.</p><p>O PP, porém, compõe a poderosa federação União Progressista (UP) junto ao União Brasil. Do União, se colocam como pré-candidatos a deputado federal Messias Donato (atualmente com mandato), o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos, o deputado estadual Bruno Resende, a vereadora de Vila Velha Patrícia Crizanto e a vice-prefeita de São Mateus (norte do Estado) Professora Raquel.</p><p>Para a Assembleia Legislativa, a informação da União Progressista é de que a chapa ainda está em construção. Atualmente, além de Bruno Resende e Marcelo Santos, a federação é representa na Assembleia pelos deputados Adilson Espíndula e Raquel Lessa, do PP; e Denninho Silva e Engenheiro José Esmeraldo, do União.</p><p>A meta ambiciosa da federação é de manter o número de seis deputados estaduais e alcançar de três a quatro cadeiras na Câmara dos Deputados.</p><p>O post Enio Bergoli volta ao governo e vira ‘baixa’ na chapa da UP apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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			<title>De olho em vaga de vice de Ricardo, PDT indica 29 nomes a deputado</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7579/de-olho-em-vaga-de-vice-de-ricardo-pdt-indica-29-nomes-a-deputado.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:00:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Com Sérgio Vidigal como principal liderança, partido só terá chapa para AssembleiaO Partido Democrático Trabalhista () do Espírito Santo tem 29 pré-candidatos a deputado estadual nas eleições deste ano, com a meta de alcançar de duas a três cadeiras. Entretanto, nos últimos dias, a cúpula do partido chegou a outra definição importante: quer indicar sua principal liderança, Sérgio Vidigal, como possível vice na chapa de candidato a governador de Ricardo Ferraço (MDB).O...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Com Sérgio Vidigal como principal liderança, partido só terá chapa para Assembleia</p><p>O Partido Democrático Trabalhista () do Espírito Santo tem 29 pré-candidatos a deputado estadual nas eleições deste ano, com a meta de alcançar de duas a três cadeiras. Entretanto, nos últimos dias, a cúpula do partido chegou a outra definição importante: quer indicar sua principal liderança, Sérgio Vidigal, como possível vice na chapa de candidato a governador de Ricardo Ferraço (MDB).</p><p>O presidente estadual da sigla, Alessandro Comper, deixa claro que não se trata de uma reivindicação, e que o  vai trabalhar pela eleição de Ricardo Ferraço em outubro, seja qual for a escolha do grupo governista. Os pedetistas apenas avaliam que Sérgio Vidigal seria um bom nome para a chapa.</p><p>“O  entende que tem na figura de Sérgio Vidigal um nome com capacidade de gestão mais do que reconhecida, não apenas por ter tido todas as suas contas enquanto prefeito da Serra aprovadas, mas também pela aprovação do cidadão serrano em todas as suas gestões”, comenta.</p><p>Sérgio Vidigal chegou a ser apontado até mesmo como um dos nomes avaliados por Renato Casagrande (PSB) para sua sucessão em 2026, mesmo que sempre estivesse clara a preferência por Ricardo Ferraço. Caso escolha Vidigal como vice, Ricardo agregaria um nome com perfil mais progressista à chapa, o que, a princípio, não parece ser uma possibilidade de encher os olhos para o atual governador.</p><p>Enquanto aguarda as articulações sobre vice-governador, o  vai alinhando nomes para a sua chapa de candidatos à Assembleia. Entre os que vão se candidatar pelo partido este ano está o atual deputado Fábio Duarte. Ele deixou a Rede Sustentabilidade durante a janela partidária, movimento que marca de vez a sua aproximação com Sérgio Vidigal, de quem foi opositor, e o afastamento em relação ao também ex-prefeito Audifax Barcelos (PP).</p><p>Outro que vai se candidatar pelo  é Bruno Araújo. Ele ficou oito anos no cargo prefeito de Pedro Canário (2017-2024), no extremo norte do Estado, tendo sido reeleito em 2020 com 81% dos votos. O candidato que apoiou em 2024 para sucedê-lo, Kleilson Rezende (PSB), que foi seu vice, também foi eleito com 80,74%. Depois de deixar o mandato, foi nomeado como superintendente regional de Saúde do norte do Estado.</p><p>Ted Conti, que acabou de se filiar ao , também será candidato a deputado estadual. Mais conhecido por sua carreira no telejornalismo, Conti foi o terceiro deputado federal mais votado do Partido Socialista Brasileiro (PSB) em 2018, com 42,5 mil votos, ficando na suplência. Ele assumiu a cadeira com a ida de Paulo Foletto para a Secretaria de Estado da Agricultura. Nas eleições de 2022, já fora da Câmara, devido ao retorno de Foletto ao cargo, ele obteve 11,2 mil votos e não conseguiu se eleger. Do total que conseguiu em 2022, 2,3 mil votos saíram de Guarapari.</p><p>Entre os nomes já conhecidos do eleitorado que estarão na chapa do , também se inclui Luiz Durão, ex-deputado federal e estadual e ex-prefeito de Linhares (norte do Estado). Em 2022, ele recebeu 17,4 mil votos, e não se elegeu.</p><p>A ex-prefeita de Guaçuí (sul do Estado) Vera Costa (2013-2020) também pretende se candidatar. O vereador Paulinho do Churasquinho, da Serra, é outro que está entre os pré-candidatos a deputado estadual do . Ele se candidatou em 2022 para o mesmo cargo e obteve 8 mil votos. A vereadora Sueli Teodoro, de Baixo Guandu (noroeste do Estado), é mais uma que deverá se candidatar pela sigla. Luciana do Posto, que ocupa uma cadeira no Legislativo de Brejetuba (região serrana), também é cotada, mais ainda não confirmou. Além desses, os ex-vereadores Professor Roberto Martins, de Vitória, e Creuza Paixão, da Serra, deverão se somar ao grupo.</p><p>A chapa deverá contar ainda com nomes com visibilidade em movimentos sindicais, como o presidente do Sindicato dos Rodoviários do Espírito Santo (Sindirodoviários), Marquinhos Jiló; a presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Espírito Santo (Sindjudes), Maria Clélia da Costa Almeida; e Douglas Lírio Rodrigues, que integra o Conselho Regional de Enfermagem (Coren-ES).</p><p>As pré-candidaturas do  incluem mais seis nomes da Serra: o delegado da Polícia Civil Josafá da Silva; o surfista Lucio Firminio da Silva, mais conhecido como “Feroz”; além de Erick Oliveira de Jesus, Jocimar Pereira Correia, Meire Gerente, Nivia da Saúde e Yngrid Pinto de Souza.</p><p>Da região metropolitana, estão incluídos ainda os nomes de Deiverson Alves Muller (Vitória), Luciana Silva de Jesus (Cariacica) e Sônia Damasceno (Fundão) – esta última, ainda a confirmar. Das regiões norte e noroeste, estão cotados na chapa Renato Puci da Silva (Jaguaré), Shamuel Gavazza Souza (Linhares), José Renato Vidigal Armani (Aracruz), e Silvia Carla Borges (Pancas). Do sul do Estado, outro nome é Jozué de Oliveira (Piúma), e da região serrana, Hilton José Passos.</p><p>Para as eleições de 2026, o  não apresentará uma chapa de candidatos a deputado federal. Em 2022, a candidatura mais votada do partido para a Câmara de Deputados foi a de Sueli Vidigal, ex-deputada e esposa de Sérgio Vidigal, que recebeu 58,2 mil votos. Sueli, que enfrentou questões de saúde nos últimos anos, está fora das articulações eleitorais. Serginho Vidigal, filho do casal de políticos da Serra, é pré-candidato, mas decidiu se filiar ao Podemos.</p><p>A situação indica uma queda, nos últimos anos, do protagonismo do , um partido que já governou o Estado com Albuíno Azeredo (1991-1995). Entretanto, Alessandro Comper contesta, argumentando que todas as siglas têm tido dificuldades de construir candidaturas para deputado federal.</p><p>“O  continua sendo o segundo maior partido em número de filiados no Espírito Santo. Administramos quatro municípios e temos mais de 30 vereadores. Estamos num processo de reorganização em vários municípios, para chegarmos em 2028 com capacidade real de aumento do número de vereadores e participação maior nas majoritárias”, avalia.</p><p>O post De olho em vaga de vice de Ricardo,  indica 29 nomes a deputado apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[PDT]]></media:title> 
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			<title>Assembleia derruba veto a projeto sobre comunicação de gravidez de menores </title>
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			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 06 May 2026 05:00:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Governador liberou bancada para votar a favor de proposta de Danilo BahienseO Plenário da Assembleia Legislativa derrubou, em sessão ordinária nesta terça-feira (5), o veto ao Projeto de Lei 604/2024, do deputado Danilo Bahiense (PL), que dispõe sobre comunicação de gravidez em menores de 14 anos ao Ministério Público Estadual (MPES), à Polícia Civil e ao Conselho Tutelar. Foram 26 votos contrários à manutenção do veto e apenas dois a favor.O veto seria apreciado na semana...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Governador liberou bancada para votar a favor de proposta de Danilo Bahiense</p><p>O Plenário da Assembleia Legislativa derrubou, em sessão ordinária nesta terça-feira (5), o veto ao Projeto de Lei 604/2024, do deputado Danilo Bahiense (PL), que dispõe sobre comunicação de gravidez em menores de 14 anos ao Ministério Público Estadual (MPES), à Polícia Civil e ao Conselho Tutelar. Foram 26 votos contrários à manutenção do veto e apenas dois a favor.</p><p>O veto seria apreciado na semana passada, mas o presidente da Casa, Marcelo Santos (União), adiou a votação. Nessa segunda-feira (4), houve novo adiamento, travando a pauta. Nesse meio tempo, os deputados se articularam com o atual governador, Ricardo Ferraço (MDB), que liberou a bancada governista para votar como bem entendesse.</p><p>De acordo com o projeto, a existência de gravidez em menores de 14 anos deve ser comunicada imediatamente aos órgãos competentes pelos profissionais de estabelecimentos de saúde, de ensino públicos e privados e de assistência social que tiverem conhecimento do fato em função do respectivo ofício ou da prestação de seus serviços. Relações sexuais com crianças e adolescentes até esta faixa etária são considerados estupro de vulnerável pelo Código Penal, mesmo nos casos de alegação de consentimento.</p><p>Os registradores civis das pessoas naturais que tiverem conhecimento de nascimento de criança cuja mãe seja menor de 14 anos anos também precisam comunicar a situação às autoridades competentes em até cinco dias. A comunicação também poderá ser feita por qualquer pessoa que tiver conhecimento do fato.</p><p>A proposta prevê ainda que o Conselho Tutelar deverá adotar medidas para a garantia de direitos da criança ou adolescente grávida. Isso inclui questões relacionadas ao acompanhamento e atendimento à saúde da gestante, com a celeridade e a urgência necessárias, preservada a confidencialidade e o princípio da “intervenção mínima”. </p><p>Outros pontos da garantia de direitos incluem: disponibilização de vaga em creche para o filho da gestante; acesso a eventuais benefícios socioassistenciais a que a gestante ou sua família tenham direito; e direito à informação, em especial sobre questões reprodutivas e de sexualidade. </p><p>Os dados e informações sobre essas comunicações poderão ser utilizados para elaboração de políticas públicas. O projeto prevê, ainda, que deverá ser evitada a exposição das vítimas a “situações vexatórias e constrangedoras”, assegurando o “sigilo nas informações”. </p><p>Na justificativa do projeto, Danilo Bahiense cita problemas sociais relacionados à gravidez precoce. “Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil, em 2018, 21.154 bebês nasceram de mães com menos de 15 anos de idade. Ao engravidar, muitas meninas abandonam os estudos. Cerca de 20% das adolescentes que engravidaram deixaram de estudar, segundo pesquisa do EducaCenso 2019 que contemplou cerca de metade das escolas públicas e privadas do país. Ao todo, 91.740 escolas responderam e informaram que, em 2018, 65.339 alunas na faixa etária de 10 a 19 anos engravidaram”, escreveu.</p><p>Entretanto, ao vetar a matéria, o então governador Renato Casagrande (PSB) citou pareceres das secretarias estaduais de Direitos Humanos (Sedh) e de Saúde (Sesa). Na visão da pasta de Direitos Humanos, o projeto impõe uma “quebra automática de sigilo profissional, contrariando normativas éticas e legais que asseguram a confidencialidade no atendimento de adolescentes em situação de vulnerabilidade”. Por conta disso, o sigilo garante o acesso aos serviços públicos “de forma segura e acolhedora”.</p><p>A Sesa, por sua vez, se manifestou dizendo que “o Espírito Santo já dispõe de legislação estadual e protocolos operacionais alinhados às diretrizes nacionais”, ressaltando a necessidade contínua de aprimorar os mecanismos existentes.</p><p>No plenário, a deputada estadual Camila Valadão (Psol) se manifestou a favor do veto. Em sua visão, já existem protocolos de comunicação às autoridades no caso de gravidez de menores de 14 anos, e o projeto se omite em tratar de alguns direitos de crianças e adolescentes, como o de ser informada sobre a possibilidade legal de interrupção da gravidez nos casos de estupro.</p><p>Apesar disso, a ampla maioria dos deputados se posicionou favorável ao projeto. Tyago Hoffmann (PSB), deputado governista, tinha feito um apelo ao governo nessa segunda “por um projeto tão importante”. Callegari (DC), por sua vez, falou em “clamor da sociedade pela lei”. Como agora o governador é Ricardo Ferraço, mais alinhado à agenda conservadora, não houve problema em liberar a bancada para derrubar o veto.</p><p>Sob a aparência de aumento da proteção a meninas e adolescentes, o projeto do bolsonarista Danilo Bahiense apresenta alguns riscos. Em 2020, uma menina de 10 anos de São Mateus (norte do Estado), que engravidou por conta de um estupro, teve que deixar o Espírito Santo para fazer um aborto legal, tendo em vista que o hospital capixaba que a atendeu se negou a fazer o procedimento. Entretanto, seus dados foram vazados e, ao chegar em Recife (PE), houve protestos de grupos religiosos contra a interrupção da gravidez. Ou seja, o afrouxamento do sigilo pode tornar as vítimas de violência mais vulneráveis às ações desses tipos de grupos.</p><p>O post Assembleia derruba veto a projeto sobre comunicação de gravidez de menores  apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Heloisa Mendon&ccedil;a Ribeiro]]></media:title> 
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			<title>Marcelo Santos fala em possível CPI sobre consórcio no norte do Estado</title>
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			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Tue, 05 May 2026 05:00:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Presidente da Assembleia Legislativa se insurgiu contra ex-prefeita de Boa EsperançaO presidente da Assembleia Legislativa do Estado (Ales), Marcelo Santos, fez um discurso duro, nesta segunda-feira (4), em sessão ordinária, sobre supostas irregularidades no Consórcio Público da Região Norte do Espírito Santo (CIM Norte), citando inclusive a possibilidade de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a entidade. Um dos seus alvos principais foi Flávia...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Presidente da Assembleia Legislativa se insurgiu contra ex-prefeita de Boa Esperança</p><p>O presidente da Assembleia Legislativa do Estado (Ales), Marcelo Santos, fez um discurso duro, nesta segunda-feira (4), em sessão ordinária, sobre supostas irregularidades no Consórcio Público da Região Norte do Espírito Santo (CIM Norte), citando inclusive a possibilidade de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a entidade. Um dos seus alvos principais foi Flávia Milanese (Podemos), ex-prefeita de Boa Esperança e superintendente da Rede Cuidar na região.</p><p>Segundo Marcelo Santos, Flávia está utilizando sua posição para prejudicar o atual prefeito de Boa Esperança, Claudio Boa Fruta (PRD), que a derrotou nas eleições de 2024. Ele também afirmou que uma CPI poderia alcançar o superintendente administrativo do CIM Norte – cuja atuação classificou como uma “vergonha” – e o presidente do consórcio, o prefeito de Pinheiros Edilson Monteiro (PSB).</p><p>“Eleição, como na vida, se ganha e se perde. E ela tem interrompido as ações do município por conta dela ter perdido as eleições. E aí, quem paga essa conta não é o Claudio Boa Fruta, que é o prefeito. Quem paga as ações é o povo que sofre”, criticou Marcelo Santos.</p><p>Os consórcios públicos de saúde são associações que visam facilitar a contratação de serviços na área entre municípios de uma mesma região. O CIM Norte, especificamente, abrange 14 cidades do norte e noroeste do Espírito Santo. Já a Rede Cuidar, que tem Flavia como uma das superintendentes, é um braço da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) responsável pela realização de atendimentos de média e alta complexidade, atuando em sintonia com o consórcio.</p><p>No mês passado, o Tribunal de Contas do Estado (TCES) decidiu pela suspensão de uma licitação do CIM Norte, no valor R$ 78,2 milhões, devido a uma série de irregularidades. Edilson Monteiro e Daniel Bissoli foram multados em R$ 2 mil cada um. Também foi aplicada uma multa de R$ 500 para a chefe do setor de Compras e Contratações Compartilhadas, Danielle dos Santos.</p><p>“Os fatos aqui relatados – escolha de solução sem justificativa adequada, exigência de veículos zero quilômetros de forma não usual e sem justificativas e apuração de preços máximos referenciais superiores aos usuais no mercado -, culminaram no registro de atas com valores com possível sobrepreço, que por certo, caso continuem vigorando, caminharão para a execução de contratos superfaturados”, afirmaram os auditores que analisaram a concorrência”, disseramos auditores que analisaram a concorrência.</p><p>Durante a sessão desta segunda-feira na Assembleia, Marcelo Santos recebeu o apoio de alguns deputados em relação à sua proposta de criação de uma CPI, como Callegari (DC) e Lucas Polese (PL). Hudson Leal (Agir) e Alcântaro (Republicanos) também elogiaram a iniciativa, mas aproveitaram para cobrar a instalação das CPIs do Cooperativo e do Crime Organizado, reivindicadas pela oposição.</p><p>Outros deputados se somaram às críticas, mas fizeram algumas observações. Alexandre Xambinho (Podemos) afirmou que o problema “não são os consórcios, e sim quem está nos consórcios”. Vandinho Leite (MDB), líder governo, também defendeu que a maior parte dos consórcios “é bem gerido”. Mas afirmou, que há, sim, problemas no CIM Norte. Ele falou, inclusive, em um “arranjo político” para “furar fila de consultas e exames”.</p><p>Já o deputado Gandini (Podemos) também se somou às críticas, mas indicou a Marcelo Santos uma conversa com o prefeito de Pinheiros, em quem depositou confiança.</p><p>Enfermeira, Fernanda Milanese foi eleita prefeita de Boa Esperançaem 2021, em uma eleição suplementar, após o seu marido, o ex-prefeito Romualdo Milanese (SDD), ter tido o registro cassado pela Justiça Eleitoral. Em 2024, perdeu a reeleição para Claudio Boa Fruta, que tinha sido seu principal adversário no pleito anterior.</p><p>Após o fim do mandato, Fernanda foi colocada na Superintendência da Rede Cuidar pela gestão do então governador Renato Casagrande (PSB). Milanese, inclusive, costuma fazer postagens exaltando a gestão estadual. Casagrande a chamou de “minha prefeita” durante um encontro na cidade, no início deste ano, conforme um dos vídeos postados por ela.</p><p>O presidente da Ales, portanto, está confrontando uma pessoa que, pelo menos até bem pouco tempo, estava integrada ao grupo governista.</p><p>O post Marcelo Santos fala em possível CPI sobre consórcio no norte do Estado apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Kamyla Passos/Ales]]></media:title> 
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		<item>
			<title>Psol alinha 16 pré-candidados para as chapas eleitorais de 2026</title>
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			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sun, 03 May 2026 05:00:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Reeleição de Camila Valadão é a prioridade; vereadores também estarão na disputaO Partido Socialismo e Liberdade (Psol) tem 16 nomes cotados no Espírito Santo como pré-candidatos para as eleições de 2026. A deputada estadual Camila Valadão vai tentar a reeleição, e os outros dois parlamentares do partido no Estado também estarão na disputa: os vereadores Ana Paula Rocha (Vitória) e Thiago Peixoto (Serra).A reeleição de Camila Valadão é a prioridade do partido no Espírito...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Reeleição de Camila Valadão é a prioridade; vereadores também estarão na disputa</p><p>O Partido Socialismo e Liberdade (Psol) tem 16 nomes cotados no Espírito Santo como pré-candidatos para as eleições de 2026. A deputada estadual Camila Valadão vai tentar a reeleição, e os outros dois parlamentares do partido no Estado também estarão na disputa: os vereadores Ana Paula Rocha (Vitória) e Thiago Peixoto (Serra).</p><p>A reeleição de Camila Valadão é a prioridade do partido no Espírito Santo. Em 2022, Camila recebeu 52,2 mil votos, a quarta maior votação para a Assembleia Legislativa do Estado (Ales) e a maior que uma mulher recebeu para o cargo na história capixaba.</p><p>O atual presidente estadual do Psol, Wellington Barros, destaca que outra meta importante é ajudar o partido a superar a cláusula de desempenho. Em 2026, as siglas brasileiras precisarão alcançar, no mínimo, 2,5% dos votos válidos, distribuídos em nove estados, com pelo menos 1,5% dos votos válidos em cada um; ou eleger pelo menos 13 deputados federais em nove estados. Os requisitos são necessários para continuar recebendo verba do fundo partidário e ter acesso ao tempo de propaganda no rádio e na televisão.</p><p>Nesse sentido, Ana Paula Rocha foi escalada para a disputa por uma cadeira da Câmara dos Deputados. Em 2022, ela se candidatou a deputada federal e obteve 9,1 mil votos. Serviu como um primeiro ensaio para a eleição como vereadora de Vitória, em 2024, quando conseguiu 2,6 mil votos.</p><p>Outro ponto importante das estratégias eleitorais do Psol no Estado, de acordo com Wellington Barros, é a apresentação de uma candidatura própria para o Senado Federal. Os psolistas vão apoiar a reeleição de Fabiano Contarato (PT), mas não seguirão o Partido dos Trabalhadores no apoio a Renato Casagrande (PSB) como segundo nome na disputa. A ideia é apresentar uma “alternativa de esquerda”, como forma de ajudar a divulgar o programa do partido e projetar lideranças para as eleições municipais de 2028.</p><p>Nesse sentido, o Psol anunciou que vai lançar o professor Carlos Fabian como candidato a senador, e o vereador Thiago Peixoto ficará como suplente. Peixoto teve sua primeira experiência eleitoral em 2024, ficando na primeira suplência da federação Psol/Rede Sustentabilidade para a Câmara da Serra. Este ano, assumiu a cadeira de Wellington Alemão (Rede), afastado do mandato por decisão judicial em 2025 devido a acusações de corrupção.</p><p>Além desses nomes, o Psol também tem como pré-candidatos a deputado federal: o professor Vinicius Machado, um dos coordenadores do movimento Vida Além do Trabalho (VAT) no Estado, que luta pelo fim da escala de trabalho 6×1; a assistente social Tuanne Almeida, de Vitória; o dentista Flávio Lazzarini, de Aracruz (norte); e o estivador Renan Almeida, de Vila Velha. Os três últimos foram candidatos a vereador em 2024, sendo que Lazzarini concorreu pelo Agir.</p><p>Para deputado estadual, além de Camila Valadão, os nomes apontados como pré-candidatos incluem: Luiz Bricalli, presidente da Associação dos Servidores do Incaper (Assin), além do médico Luan Lessa e do advogado Edmar Santos, de Vitória; a advogada Sharlene Azarias, de Vila Velha; a professora Renata Marquesini, de Colatina (noroeste); o professor Ériton Berçaco, de Muqui (sul); o agricultor Lucivan Hease, de Afonso Cláudio (região serrana); e Francisco de Assis da Silva, líder comunitário e ex-servidor do Hospital Roberto Arnizaut Silvares, de São Mateus (norte).</p><p>Desses nomes para a Ales, Luan e Sharlene foram candidatos a vereador em 2024 em Vitória e Vila Velha, respectivamente. Também em 2024, Renata Marquesini foi candidata a prefeita em Colatina, e Lucivan Hease, em Afonso Cláudio – ele também sustentou candidaturas em outros pleitos pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Edmar Santos se registrou como candidato a deputado estadual em 2022, dentre outras disputas anteriores, e Francisco foi candidato a vereador de São Mateus por diferentes partidos, entre 2004 e 2016.</p><p>O Psol é uma sigla pequena, mas que tem apresentado um crescimento contínuo ao longo dos anos, ainda que lentamente. Em 2022, foi o nono partido mais votado do país, alcançando 3,57% do total para deputados federais, ampliando sua bancada de 10 para 12 parlamentares. Entre os eleitos estava Guilherme Boulos, o mais votado do Brasil – mas que não tentará reeleição. A sigla também alcançou a marca de 22 deputados estaduais.</p><p>“Penso que a conjuntura continua desafiadora. A extrema direita segue atuando no Congresso Nacional, nas redes sociais, e em setores das instituições e do mercado financeiro, mantendo capacidade de pressão e de disputa da hegemonia na sociedade”, comenta Wellington Barros.</p><p>Apesar disso, Barros afirma que o Psol tem resultados para mostrar. Entre eles, destaca a “defesa da democracia e enfrentamento ao nazifascismo” no Congresso Nacional, além da proposição de “políticas públicas do interesse da classe trabalhadora”, como o fim da escala de trabalho 6×1.</p><p>“Isso nos possibilita dialogar com amplos setores da sociedade, e nos coloca como uma alternativa à esquerda voltada à redução das desigualdades sociorraciais historicamente construídas, oferecendo condições de ampliação da força política nestas eleições”, destaca.</p><p>Nas eleições deste ano, será reeditada a parceria do Psol com a Rede Sustentabilidade, que completará as chapas eleitorais da federação. Por isso, é fundamental que os dois partidos estejam alinhados em relação às táticas eleitorais.</p><p>Entretanto, não é isso o que tem acontecido na maior parte do tempo. Em 2022, a Rede decidiu lançar Audifax Barcelos como candidato a governador, mas o Psol não entrou na campanha do ex-prefeito da Serra. Audifax acabou apoiando o bolsonarista Manato (então PL, hoje Republicanos) no segundo turno, enquanto o Psol se somou a Renato Casagrande.</p><p>Na atual legislatura, Camila Valadão e o deputado estadual da Rede, Fábio Duarte, acabaram atuando em lados opostos: ela, como uma parlamentar independente, e ele, alinhado ao governo estadual. Este ano, Fábio migrou para o Partido Democrático Trabalhista (PDT), de sustentação do governo, onde tentará a reeleição.</p><p>Em 2026, o Psol está se somando à Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB, PV) no apoio à pré-candidatura de Helder Salomão (PT) ao Governo do Estado. Já a Rede tem sinalizado preferência pela frente governista, que será representada pelo governador Ricardo Ferraço (MDB) no pleito.</p><p>“Estamos em diálogo com a Rede para a formação das chapas proporcionais, e nossa intenção é que possamos fechar o apoio da Federação Psol/Rede para a candidatura do Helder aqui no Estado”, assegura Wellington Barros.</p><p>O post Psol alinha 16 pré-candidados para as chapas eleitorais de 2026 apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Lucas S.Costa/Ales]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Dárcio Bracarense contesta substituição como líder do PL na Câmara de Vitória</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7488/darcio-bracarense-contesta-substituicao-como-lider-do-pl-na-camara-de-vitoria.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:00:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Armandinho Fontoura, alinhado à prefeitura, foi colocado na liderança da bancadaO vereador Armandinho Fontoura comunicou, na manhã desta quinta-feira (30), que se tornou o novo líder da bancada do Partido Liberal (PL) na Câmara de Vitória. Entretanto, Dárcio Bracarense, a liderança destituída, protocolou uma questão de ordem no mesmo dia contestando a substituição.No ofício encaminhado ao presidente da Câmara, Anderson Goggi (Republicanos), Dárcio afirma que tomou conhecimento da ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Armandinho Fontoura, alinhado à prefeitura, foi colocado na liderança da bancada</p><p>O vereador Armandinho Fontoura comunicou, na manhã desta quinta-feira (30), que se tornou o novo líder da bancada do Partido Liberal (PL) na Câmara de Vitória. Entretanto, Dárcio Bracarense, a liderança destituída, protocolou uma questão de ordem no mesmo dia contestando a substituição.</p><p>No ofício encaminhado ao presidente da Câmara, Anderson Goggi (Republicanos), Dárcio afirma que tomou conhecimento da “pretendida substituição da liderança do Partido Liberal”. “Entretanto, a referida iniciativa não foi precedida de deliberação formal da bancada parlamentar do partido no âmbito desta Casa, tampouco acompanhada de ata, manifestação subscrita pela maioria de seus integrantes ou qualquer ato interno regularmente constituído”.</p><p>Citando as normas internas da Câmara, Dárcio Bracarense argumentou que “admitir alteração por simples ofício externo, desacompanhado de deliberação da bancada, significaria esvaziar o comando expresso do art. 11 do Regimento Interno”. Dárcio e Armandinho são os únicos vereadores do PL em Vitória.</p><p>Dárcio Bracarense assumiu a liderança do PL na Câmara de Vitória em janeiro de 2025, após indicação do vice-presidente do partido no Estado, Carlos Salvador. A atual substituição teria sido um ato do deputado federal Gilvan da Federal, presidente da sigla na Capital – Século Diário não localizou o ofício de Gilvan no sistema da Câmara até o fechamento desta matéria.</p><p>No comunicado à imprensa sobre a mudança, Armandinho ressaltou o “respaldo” conferido por Gilvan da Federal. “Estarei firme, combativo e incansável na defesa da liberdade de expressão, de imprensa, da segurança, do desenvolvimento econômico e de uma Vitória mais próspera, ordeira e justa”, comentou.</p><p>A mudança ocorre em meio às articulações pré-eleitorais. Armandinho Fontoura faz parte da bancada fiel ao ex-prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos), pré-candidato a governador. Dárcio Bracarense, por sua vez, sempre se colocou como vereador independente, tendo aumentado suas críticas à gestão municipal até os últimos dias de Pazolini na prefeitura.</p><p>O principal marco desse posicionamento de Bracarense em relação à gestão foi registrado no mês passado, quando o vereador bolsonarista se somou ao grupo dos 16 parlamentares que defendiam a manutenção da eleição da Mesa Diretora da Câmara em agosto. Pazolini e seu grupo – Armandinho entre eles -, ao contrário, fizeram todo o possível para adiar o pleito interno para depois das eleições gerais de outubro.</p><p>Dárcio também teve embates públicos com Gilvan da Federal. O deputado chegou a acusar o vereador, nas redes sociais, de plantar uma notícia contra ele na imprensa. Gilvan citou como motivação a insistência de Bracarense em se opor a Pazolini. O vereador, porém, tem reforçado publicamente a sua defesa do ideário conservador do PL e sua relação com o presidente estadual da sigla, senador Magno Malta.</p><p>Em que pese a atuação de Gilvan na destituição de Dárcio da liderança, sabe-se que todas as decisões do PL seguem a orientação estrita de Magno Malta. E o movimento ocorre em meio às negociações para uma possível aliança do Partido Liberal com o Republicanos de Lorenzo Pazolini nas eleições deste ano.</p><p>Tanto Dárcio quanto Armandinho são pré-candidatos. Fontoura vai buscar uma vaga de deputado estadual. No caso de Bracarense, seu destino ainda não está 100% acertado. Ele já se colocou até mesmo à disposição para ser candidato a governador, se o partido assim desejar. Em 2022, ele obteve 16,3 mil votos como candidato a deputado federal.</p><p>O post Dárcio Bracarense contesta substituição como líder do PL na Câmara de Vitória apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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			<title>Veto à dosimetria é derrubado com apoio majoritário de capixabas</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7487/veto-a-dosimetria-e-derrubado-com-apoio-majoritario-de-capixabas.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 01 May 2026 05:00:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Presidente do Senado realizou manobra para retirar trechos relacionados a crimes gravesO Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (30), o veto do presidente Lula ao projeto de lei da dosimetria, prevendo redução de pena aos golpistas de 8 de janeiro de 2023. No total, foram 144 votos pela manutenção do veto contra 318 contrários na Câmara dos Deputados. No Senado Federal, foram 24 favoráveis e 49 contrários. O resultado contou com o apoio maciço da bancada do Espírito...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Presidente do Senado realizou manobra para retirar trechos relacionados a crimes graves</p><p>O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (30), o veto do presidente Lula ao projeto de lei da dosimetria, prevendo redução de pena aos golpistas de 8 de janeiro de 2023. No total, foram 144 votos pela manutenção do veto contra 318 contrários na Câmara dos Deputados. No Senado Federal, foram 24 favoráveis e 49 contrários. O resultado contou com o apoio maciço da bancada do Espírito Santo.</p><p>Entre os deputados federais capixabas, apenas Jack Rocha (PT) registrou voto pela manutenção do veto. Votaram contra Amaro Neto e Da Vitória, do PP; Dr. Victor Linhalis e Paulo Folleto, do PSB; Gilson Daniel (Podemos); Gilvan da Federal (PL); e Messias Donato (União). Dos senadores, só Fabiano Contarato (PT) se colocou a favor do veto, enquanto Marcos do Val (Avante) e Magno Malta (PL) foram contra. Magno passou mal no Congresso e foi encaminhado a um hospital, mas registrou voto mesmo assim – a sessão aconteceu em formato híbrido.</p><p>Apesar de não haver registro de voto do deputado Helder Salomão (PT), ele estava presente no Congresso e fez vários vídeos nas redes sociais se posicionando a favor do veto. Ainda no Plenário, ele pediu ao presidente da sessão, o senador Davi Alcolumbre (União-AP), que fosse registrado que houve um problema no sistema de votação – sua assessoria encaminhou o print do erro durante o registro do voto.</p><p>Evair de Melo (Republicanos) também não teve o voto registrou no placar final, mas estava no Congresso e comemorou o resultado nas redes sociais. Lamentou apenas que a oposição não tenha conseguido a anistia total aos golpistas, e sim a redução das penas.</p><p>O veto foi apreciado em uma sessão conjunta da Câmara e do Senado. De acordo com a Agência Senado, existem 81 vetos na pauta do Congresso, sendo 78 com análise pendente que travam a pauta e 64 anteriores ao caso da dosimetria de penas. Mesmo assim, o Davi Alcolumbre argumentou que definição da pauta é competência da Presidência, conforme o Regimento do Senado.</p><p>Davi também retirou do veto trechos do projeto de lei que poderiam fazer com que infrações graves como crimes hediondos, feminicídio e atuação em organizações criminosas tenham redução no tempo mínimo em regimes mais severos. Ele afirmou que a retirada evitava conflitos com a Lei Antifacção, sancionada em março, que seria afetada em caso de veto integral.</p><p>O impacto na suavização das penas de crimes graves era uma das principais críticas relacionados ao projeto de lei da dosimetria. Parlamentares governistas apontaram manobra na retirada de trechos do veto e defenderam que a única forma de preservar a Lei Antifacção seria a manutenção do veto integral, não cabendo fatiamento.</p><p>O Congresso Nacional aprovou, no ano passado, um substitutivo do Projeto de Lei 2.162/23. O relator, o deputado Paulino da Força (SDD-SP), modificou bastante a proposta original, de Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), que previa anistia geral a todos que participaram ou apoiaram “manifestações com motivação política e/ou eleitoral (…) entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor desta lei”.</p><p>No substitutivo, foi estabelecido que os crimes de tentativa de acabar com o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, implicarão a aplicação da pena mais grave, em vez da soma de ambas as penas. Além disso, o réu primário vai obter progressão de pena se cumprir 16% dela em regime fechado, desde que sem violência ou grave ameaça – sem a mudança, a progressão ocorreria com 25%.</p><p>Atualmente, os crimes de tentativa de golpe e abolição do Estado Democrático são tipificados com a característica de “violência ou grave ameaça”, ou seja, o projeto cria um mecanismo para burlar o Código Penal. No caso de reincidentes, o índice de cumprimento de regime fechado muda de 30% para 20%. No caso dos crimes contra a vida e patrimônio, o percentual continuará a ser de 25% para réu primário e 30% para reincidentes.</p><p>Outro ponto do projeto é que a realização de estudo ou trabalho para reduzir a pena, permitido atualmente no regime fechado, possa valer também no caso de prisão domiciliar. Além disso, nos casos de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e de tentativa de golpe de Estado no contexto de multidão, como foram os atos de 8 de janeiro de 2023, a proposta prevê que pena seja reduzida de 1/3 a 2/3, desde que o agente não tenha financiado o ato ou exercido papel de liderança.</p><p>Com a sanção da proposta, existe a previsão de que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpra apenas dois anos e quatro meses em regime fechado em vez dos sete anos e oito meses pelo cálculo atual. Atualmente, Bolsonaro está em prisão domiciliar.</p><p>O post Veto à dosimetria é derrubado com apoio majoritário de capixabas apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Geraldo Magela/Ag&ecirc;ncia Senado]]></media:title> 
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			<title>Assembleia mantém veto do governo a projeto de cozinhas solidárias</title>
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			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 05:00:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Iniciativa de Iriny Lopes visava criar programa no Estado para grupos vulneráveisA maioria dos deputados da Assembleia Legislativa votou pela manutenção do veto do Governo do Estado ao Projeto de Lei 156/2023, que visava a criação do Programa Cozinha Solidária. Foram 17 parlamentares a favor do veto à iniciativa de Iriny Lopes (PT) e cinco contra, em votação realizada na sessão ordinária desta terça-feira (28).De acordo com o texto do projeto de lei, o Programa Cozinha Solidária...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Iniciativa de Iriny Lopes visava criar programa no Estado para grupos vulneráveis</p><p>A maioria dos deputados da Assembleia Legislativa votou pela manutenção do veto do Governo do Estado ao Projeto de Lei 156/2023, que visava a criação do Programa Cozinha Solidária. Foram 17 parlamentares a favor do veto à iniciativa de Iriny Lopes (PT) e cinco contra, em votação realizada na sessão ordinária desta terça-feira (28).</p><p>De acordo com o texto do projeto de lei, o Programa Cozinha Solidária teria como finalidade fornecer alimentação gratuita preferencialmente à população em situação de vulnerabilidade e risco social, incluindo a população em situação de rua, visando à promoção de políticas de segurança alimentar e nutricional.</p><p>Para isso, seriam garantidos espaços sanitariamente adequados para alimentação. Outras medidas incluíam organização e estruturação de sistemas locais de abastecimento alimentar, articulando com outros equipamentos públicos e programas de segurança alimentar nutricional, compreendendo da produção ao consumo.</p><p>Estava prevista, ainda, a possibilidade de contratação de entidades privadas para execução do programa, além de convênios com municípios e consórcios públicos constituídos como associação pública e com as Organizações da Sociedade Civil. O projeto determinava que o Governo do Estado deveria fazer a regulamentação em até 60 dias após a publicação da lei.</p><p>Iriny Lopes não pôde estar presente na votação do veto, devido a uma questão de saúde de um familiar. Na justificativa do projeto, a deputada escreveu que “segundo os dados do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), mais de um milhão de pessoas vivem na linha da pobreza ou extrema pobreza no Espírito Santo. O número de pobres e extremamente pobres no Estado é o maior em 10 anos. Cerca de um quarto da população capixaba vive com até R$ 486,70 por pessoa da família, por mês. É como se um a cada quatro moradores sobrevivessem com esta quantia. O número é maior do que o levantamento feito pelo Governo Federal sobre a pobreza no Brasil”.</p><p>O projeto foi aprovado com emenda suprimindo o artigo que impunha prazo para regulamentação do programa, seguindo parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). No comunicado de veto, de março do ano passado, o então governador Renato Casagrande (PSB) citou parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), apontando que o projeto invadiu competência exclusiva do Executivo ao tratar de questão relativa à organização administrativa do Estado, criando despesa sem fonte de custeio.</p><p>O governador citou ainda um parecer da Secretaria de Estado de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social (Setades), dizendo que a proposta “corre o risco de reforçar dependência de grupos vulneráveis, sem buscar uma solução duradoura para os problemas de insegurança alimentar”.</p><p>O deputado Coronel Weliton (DC) defendeu a derrubada do veto, citando a “quantidade enorme de pessoas nessa situação” de vulnerabilidade. João Coser, colega de Iriny no PT, defendeu que, pelo menos, fosse encaminhada uma indicação ao Governo do Estado para que aplicasse o programa.</p><p>A deputada Camila Valadão (Psol) também defendeu o projeto, ressaltando os dados apresentados na justificativa sobre número de pessoas que vivem na linha da pobreza ou extrema pobreza no Espírito Santo. Ela afirmou, ainda, que “não se sustenta” a ideia de invasão da competência exclusiva do Poder Executivo, citando um parecer jurídico da própria Assembleia Legislativa.</p><p>O procurador legislativo Gustavo Merçon opinou pela inconstitucionalidade do projeto. Já a procuradora Liziane Maria Barros de Miranda deu parecer divergente, indicando que apenas o artigo que impunha prazo de regulamentação é que deveria ser suprimido do texto.</p><p>“Adotando-se as balizas preconizadas pela Suprema Corte, a nosso ver, o projeto de lei em apreço não prevê aumento de despesas fora dos casos constitucionalmente autorizados, não dispõe sobre atribuições ou estabelece obrigações a órgãos públicos e tampouco interfere no regime jurídico dos servidores públicos ou em aspectos da sua remuneração”, escreveu.</p><p>Já o líder do governo na Assembleia, Vandinho Leite (MDB), defendeu a manutenção do veto utilizando os argumentos contidos na mensagem do governador. Ele alegou ainda que o Governo do Estado já desenvolve outras iniciativas na área.</p><p>Em novembro passado, após o veto ao projeto de Iriny Lopes, foi implementada a Cozinha Solidária do Centro de Vitória, visando distribuir 120 refeições no almoço, de segunda a sexta, totalizando 2,4 mil ao mês. A iniciativa surgiu de um termo de acordo entre a gestão estadual, por meio da Setades – que havia falado em “risco de reforçar dependência de grupos vulneráveis” na justificativa de veto – e a Associação Alef Bet, responsável por gerir o projeto.</p><p>Entretanto, outras duas cozinhas solidárias não foram inauguradas no prazo previsto. As organizações da sociedade civil interessadas em gerir os equipamentos enviariam as documentações necessárias para análise ainda naquele mês, e o prazo para início do funcionamento seria de três meses, o que não aconteceu. A ideia, depois disso, era inclusive expandir o projeto para o interior do Estado.</p><p>O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) inaugurou, no último dia 6 de dezembro, a primeira Cozinha Solidária da organização no Espírito Santo. O equipamento funciona em São Diogo, no município da Serra, e passou a integrar o programa nacional de Cozinhas Solidárias, uma das maiores iniciativas populares de combate à fome surgidas no país durante a pandemia de Covid-19. A unidade foi instalada dentro do Centro Cultural Eliziário Rangel, que já atua como espaço de mobilização comunitária, e agora passou a abrigar também um polo permanente de segurança alimentar.</p><p>O post Assembleia mantém veto do governo a projeto de cozinhas solidárias apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Lucas S.Costa/Ales]]></media:title> 
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			<title>Exoneração mostra Ricardo suscetível à pressão da extrema direita</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7439/exoneracao-mostra-ricardo-suscetivel-a-pressao-da-extrema-direita.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 05:00:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Suellen Cruz ocupava subsecretaria e foi alvo de ataques de deputados bolsonaristasO deputado estadual Alcântaro Filho (Republicanos) discursou nesta segunda-feira (27), na Assembleia Legislativa, tomando para si os créditos pela exoneração da assistente social Suellen Cruz do cargo de subsecretária de Estado de Políticas para Juventude. Na semana passada, ele o colega de Legislativo Lucas Polese (PL) fizeram publicações nas redes sociais com ataques à servidora, um episódio cujo...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Suellen Cruz ocupava subsecretaria e foi alvo de ataques de deputados bolsonaristas</p><p>O deputado estadual Alcântaro Filho (Republicanos) discursou nesta segunda-feira (27), na Assembleia Legislativa, tomando para si os créditos pela exoneração da assistente social Suellen Cruz do cargo de subsecretária de Estado de Políticas para Juventude. Na semana passada, ele o colega de Legislativo Lucas Polese (PL) fizeram publicações nas redes sociais com ataques à servidora, um episódio cujo desfecho revela que a gestão do novo governador Ricardo Ferraço (MDB) está suscetível à pressão da extrema direita.</p><p>Em suas publicações nas redes sociais, Âlcantaro e Polese exibem trechos de uma palestra de Suellen, na qual ela fala sobre a influência de pastores evangélicos na população, e questiona o que fazer para ir “contra isso”. Um outro registro mostra a assistente social abordando o contexto do Brasil colonial, em que levanta questionamentos sobre como os negros conseguiam resistir, a ponto de “matar branco pra caramba”.</p><p>Os deputados bolsonaristas divulgaram uma interpretação das falas como se Suellen estivesse estimulando “intolerância” contra cristãos e incentivando uma “guerra entre brancos e negros”. E, dessa forma, seus ataques tiveram ampla repercussão. Entretanto, diversas organizações e políticos do campo progressista se manifestaram em solidariedade.</p><p>O Conselho Regional de Serviço Social do Espírito Santo – 17ª Região divulgou uma nota denunciando a “manipulação” das falas de Suellen, proferidas durante uma palestra de anos atrás. A entidade afirmou que o recorte do vídeo “desconfigurou” as contribuições da assistente social.</p><p>“Os ataques dirigidos a Suellen Cruz não podem ser compreendidos como fatos isolados ou meramente circunstanciais, mas como expressões concretas de uma sociabilidade marcada pelo racismo estrutural e pelo sexismo que historicamente incidem sobre mulheres negras em posições de visibilidade e poder. Suellen em seu trabalho na defesa dos Direitos Humanos reafirma o compromisso ético-político do Serviço Social com a defesa intransigente do mesmo”, diz a nota.</p><p>Doutoranda em Política Social pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Suellen foi nomeada para o cargo de assessora especial da Secretaria de Estado de Direitos Humanos em 21 de maio de 2025, onde desempenhava funções relacionadas aos contratos das entidades responsáveis pelos Centros de Referências das Juventudes (CRJ).</p><p>No último dia 2 de abril, ela foi designada subsecretária de Políticas para Juventude, mas apenas por um curto período: de 8 de abril a 7 de maio. O primeiro vídeo de Âlcantaro foi postado na semana passada, quase 20 dias após a publicação no Diário Oficial do Estado. Após o estardalhaço dos bolsonaristas, na última quinta-feira (23), a nomeação de Suellen para a subsecretaria foi tornada sem efeito, e a recém-empossada secretária estadual, Marcela Conti, a exonerou da posição de assessora especial.</p><p>Os deputados bolsonaristas difundiram a informação de que Suellen era um quadro do Partido Socialismo e Liberdade (Psol). Entretanto, segundo apuração de Século Diário, a assistente social se desfiliou do partido há alguns anos. Chama atenção a preocupação da extrema direita com uma pessoa que ocupa um cargo técnico na secretaria, com pouca ou nenhuma incidência sobre o direcionamento das políticas públicas da área. É ainda mais digno de nota que o Governo do Estado se submeta a esse tipo de pressão.</p><p>Estamos em um ano eleitoral, e Ricardo Ferraço tem sido questionado pelos bolsonaristas quanto às suas credenciais de “legítimo direitista”. O prefeito de Cariacica, Euclério Sampaio (MDB), tem feito movimentos para garantir o apoio da Igreja Universal do Reino de Deus ao governador – vale destacar que a denominação religiosa é ligado ao partido Republicanos, do rival Lorenzo Pazolini. Nesse contexto, aparentemente, qualquer gesto que ajude apagar dúvidas sobre os posicionamentos ideológicos do governador está valendo.</p><p>Século Diário solicitou informações à Secretaria de Estado de Direitos Humanos sobre a exoneração de Suellen Cruz, mas não obteve retorno até o fechamento da matéria. Suellen, por sua vez, não quis se manifestar sobre o assunto.</p><p>O post Exoneração mostra Ricardo suscetível à pressão da extrema direita apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Secom]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Encontro com Ricardo delimita posições eleitorais na Câmara de Vitória</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7412/encontro-com-ricardo-delimita-posicoes-eleitorais-na-camara-de-vitoria.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 05:00:29 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Nove vereadores da Casa se reuniram com o governador em meio a ruídos internosO governador Ricardo Ferraço (MDB) avançou em um terreno antes dominado pelo ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), que será o seu principal adversário nas eleições de outubro deste ano. Nessa quinta-feira (23), ele se reuniu com nove dos 21 vereadores da Capital, em um movimento que contribuiu para delimitar as posições eleitorais dentro do legislativo municipal.Os nomes presentes...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Nove vereadores da Casa se reuniram com o governador em meio a ruídos internos</p><p>O governador Ricardo Ferraço (MDB) avançou em um terreno antes dominado pelo ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), que será o seu principal adversário nas eleições de outubro deste ano. Nessa quinta-feira (23), ele se reuniu com nove dos 21 vereadores da Capital, em um movimento que contribuiu para delimitar as posições eleitorais dentro do legislativo municipal.</p><p>Os nomes presentes incluíram: Aloísio Varejão, Bruno Malias e Pedro Trés, do PSB; André Brandino e Baiano do Salão, do Podemos; Camilo Neves (PP); João Flávio (MDB); Maurício Leite (PRD); e Aylton Dadalto (Republicanos).</p><p>A presença mais significativa foi a de Aylton Dadalto, que é filiado ao mesmo partido de Lorenzo Pazolini, mas tem se movimentado para fora do grupo do ex-prefeito. Também é preciso destacar o caso de Maurício Leite. O seu filho, Tercelino Leite, recebeu o apoio de Pazolini no ano passado na eleição da Associação Comunitária de Jardim Camburi (Acajac), tendo vencido o pleito.</p><p>Os demais vereadores já são filiados a partidos que manifestaram apoio a Ricardo Ferraço nas eleições deste ano. Ainda assim, a esmagadora maioria, até pouco tempo, transitava pela base governista na Câmara – com exceção de Pedro Trés, que sempre foi de oposição, os outros dois do PSB apresentam posições menos assertivas.</p><p>O descolamento dos vereadores em relação a Lorenzo Pazolini foi potencializado pelos movimentos recentes do ex-prefeito em relação ao Legislativo, fazendo de tudo para alterar a data da eleição da Mesa Diretora – que foi, de fato, adiada por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Mas do que simplesmente influenciar na escolha do novo presidente, Pazolini buscou interferência nas regras internas da Casa, o que desagradou à grande maioria.</p><p>Atualmente, apenas cinco vereadores permanecem 100% fiéis a Pazolini: Anderson Goggi, atual presidente da Câmara, Davi Esmael e Luiz Emanuel, os três do Republicanos; Leonardo Monjardim (Novo), líder do governo no Legislativo; e Armandinho Fontoura (PL). Os outros formaram o G16, um grupo que defendia a manutenção da data do pleito interno conforme o Regimento Interno, ou seja, em agosto.</p><p>Com exceção de Pedro Trés, os demais vereadores de oposição da Casa – Karla Coser e Professor Jocelino, ambos do PT, e Ana Paula Rocha (Psol),estão na articulação da pré-candidatura a governador do deputado federal Helder Salomão (PT), que representará o campo progressista na disputa.</p><p>Quanto aos demais vereadores, Dalto Neves (SD), Mara Maroca (PP), Luiz Paulo Amorim (PP) e Dárcio Bracarense (PL), vai ser necessário esperar um pouco mais para saber qual lado pretendem tomar, apesar de todos eles fazerem parte do G16 e grande parte integrar partidos que estarão na frente governista em apoio a Ferraço. A posição mais incômoda talvez seja a de Dárcio, que vinha fazendo oposição à gestão municipal, mas integra um campo político (extrema direita) que negocia com Lorenzo Pazolini. Não à toa, Dárcio defendeu, por diversas vezes, um palanque próprio para o PL no Estado.</p><p>O post Encontro com Ricardo delimita posições eleitorais na Câmara de Vitória apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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			<title>Os funcionários do povo e seus direitos</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7358/os-funcionarios-do-povo-e-seus-direitos.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 05:00:23 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Associação capixaba reage a deputado que defende acabar com subsídios de vereadoresA Associação das Câmaras Municipais e de Vereadores do Espírito Santo (Ascamves) reagiu na última semana a uma iniciativa que visa acabar com os subsídios de vereadores de cidades de até 30 mil habitantes no Brasil. O deputado federal Amom Mandel (Republicanos-AM) coleta assinaturas para uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa tornar parlamentares desses municípios em “conselheiros” ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Associação capixaba reage a deputado que defende acabar com subsídios de vereadores</p><p>A Associação das Câmaras Municipais e de Vereadores do Espírito Santo (Ascamves) reagiu na última semana a uma iniciativa que visa acabar com os subsídios de vereadores de cidades de até 30 mil habitantes no Brasil. O deputado federal Amom Mandel (Republicanos-AM) coleta assinaturas para uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa tornar parlamentares desses municípios em “conselheiros” que recebem por sessão, sem remuneração fixa.</p><p>“A tentativa de descaracterizar o mandato parlamentar municipal, reduzindo-o a uma função informal e sem a devida remuneração, compromete a independência do Legislativo, fragiliza a representação popular e pode abrir espaço para a exclusão de cidadãos que não possuem condições financeiras de exercer a função sem subsídio digno”, diz um dos trechos da nota de repúdio.</p><p>Amom Mandel foi alvo de outra nota de repúdio no mesmo dia, publicada pela União dos Vereadores do Brasil (UVB), pelo fato de ter afirmado que “ser vereador e merda é a mesma coisa”. Mandel ironizou nas redes sociais, com um vídeo em que compilava registros pouco honrosos de câmaras municipais Brasil afora.</p><p>Esses episódios servem como bons exemplos da trágica disputa política em que o Brasil se enfiou desde a Operação Lava Jato (2014-2021). De um lado, um sujeito com um “figurino” de antissistema. Do outro, grupos corporativistas que se unem basicamente para proteger o “sistema”.</p><p>Com apenas 25 anos, Amom Mandel é um fenômeno da “nova política”. Elegeu-se para a Câmara de Manaus em 2020 (foi lá que, segundo ele, descobriu que ser vereador é uma “merda”), e em 2022 pulou para o Congresso Nacional, firmado em estratégias de comunicação digital, nas bandeiras de “combate a privilégios” e no perfil de “empreendedor”. Mandel é autista e também defende pautas relacionadas às demandas dos neurodivergentes.</p><p>A possibilidade de a PEC reivindicada pelo deputado federal prosperar é bem próxima de zero. Essa é uma das críticas feitas a Amom Mandel: um grande número de projetos com pouca possibilidade de efetivação. Mas ele vai poder dizer que tentou e o “sistema” reagiu contra ele, mais ou menos como fazia Jair Bolsonaro (PL) para justificar a minguada produção de seus quase 30 anos na Câmara dos Deputados. Um dos inúmeros comentários negativos na postagem da Ascamves nas redes sociais contra Mandel diz que “90% da população concorda com o deputado!”.</p><p>A tragédia é que, de fato, existe a necessidade de combater privilégios. A aprovação de projetos de lei que instituem ou aumentam o valor de auxílio-alimentação para vereadores se tornou uma rotina nas câmaras do Espírito Santo. Em março, foi aprovado 13º salário para o prefeito de Cariacica, Euclério Sampaio (MDB), e a vice, Shymenne de Castro (PSB). Antes de sair da Prefeitura de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos) incluiu secretários no projeto de reajuste salarial para servidores, o qual a base governista articulou para aprovar na Câmara. E não param de aumentar iniciativas do mesmo tipo.</p><p>“Nós comemos também”, afirmou no ano passado o presidente da Câmara de Vitória, Anderson Goggi (Republicanos), sobre a aprovação de auxílio-alimentação para os vereadores. A frase é reveladora: os parlamentares defendem a si mesmos como se fossem funcionários públicos sem concurso, e não represantes eleitos pelo povo, exercendo a função temporariamente, e, conforme pesquisas mais recentes, com baixa aprovação popular.</p><p>Na defesa da inclusão de reajuste para secretários em Vitória, parlamentares da base governista argumentarem que é necessário manter um bom patamar salarial para atrair bons quadros da iniciativa privada, o que é uma falácia. Grande parte do secretariado é composto por indicações meramente políticas – haja vista a permanência de Coronel Ramalho (Republicanos) na pasta de Meio Ambiente durante um ano, ainda que ele não tivesse a menor afinidade com as demandas da secretaria.</p><p>Mesmo nos casos de secretários de perfil “técnico”, o que vemos nos municípios, em geral, são quadros alinhados a grupos políticos que pulam de cargo em cargo pelas gestões públicas de municípios e estados. Não é necessário tanto esforço assim para se contrapor aos salários e condições oferecidos pela iniciativa privada.</p><p>De todo modo, a iniciativa de Amom Mandel é apenas uma resposta falsa a um problema concreto. Até mesmo porque, só se preocupa com vereadores. Mandel deve estar tentando lidar com traumas pessoais da vereança…</p><p>Deveríamos, pelo menos, voltar a discutir reforma política a sério, buscando renovação total nas nossas instâncias decisórias. Essa é uma daquelas pautas que a esquerda infelizmente abandonou, porque também está bem acomodada ao sistema e muito preocupada em defendê-lo.</p><p><strong>Lucas Schuina é repórter de Século Diário, com graduação em Comunicação Social – Jornalismo e mestrado em Comunicação e Territorialidades pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). É autor do livro “A luta pelo cinema: Memórias do cineclubismo no Espírito Santo” (2025) e coautor da obra “Brice Bragato, uma mulher de luta: Da limpeza do curral à tribuna da Assembleia” (2023). Em 2026, lançou na internet, junto ao Cineclube Jece Valadão e ao espaço Sessão 1013, o documentário de curta-metragem “Ciclo Sentidos da Loucura”, com depoimentos de usuários do Centro de Atenção Psicossocial II (Caps II) de Cachoeiro de Itapemirim.</strong></p><p>O post Os funcionários do povo e seus direitos apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Amom Mandel. Foto: Mario Agra/C&acirc;mara dos deputados]]></media:title> 
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			<title>‘Quero crer que essa decisão do partido não foi uma retaliação’</title>
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			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 05:00:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Vereador Aylton Dadalto reage à substituição na CCJ da Câmara de VitóriaO vereador Aylton Dadalto (Republicanos) foi às redes sociais nessa quinta-feira (16) para reagir à solicitação de sua destituição da Comissão de Constituição, Justiça, Serviço Público, Redação e Fiscalização de Leis (CCJ) da Câmara de Vitória. Em vídeo, ela afirma que ficou “surpreso” e “chateado”, exaltando o trabalho desempenhado até então.“Quero crer que essa decisão do partido...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Vereador Aylton Dadalto reage à substituição na CCJ da Câmara de Vitória</p><p>O vereador Aylton Dadalto (Republicanos) foi às redes sociais nessa quinta-feira (16) para reagir à solicitação de sua destituição da Comissão de Constituição, Justiça, Serviço Público, Redação e Fiscalização de Leis (CCJ) da Câmara de Vitória. Em vídeo, ela afirma que ficou “surpreso” e “chateado”, exaltando o trabalho desempenhado até então.</p><p>“Quero crer que essa decisão do partido [Republicanos] não foi uma retaliação ao meu movimento de independência, de não aceitar a alteração da eleição que está proposta no regimento da Câmara Municipal, que será agora em agosto para presidente da Câmara. Eu quero crer também que não é uma retaliação aos meus posicionamentos, que em nenhum momento foram contrários aos princípios do meu partido”, destaca.</p><p>Aylton Dadalto será substituído por Davi Esmael, colega do Republicanos. A troca se dá em meio ao conflito por causa da data da eleição para a Mesa Diretora da Câmara, que formou dos grupos internos, e ganhou novos capítulos nesta semana. No ofício em que pede a substituição, protocolado no mesmo dia do vídeo de Dadalto, o vereador Luiz Emanuel, líder do Republicanos na Câmara de Vitória e presidente da comissão, justificou dizendo que a medida “tem por objetivo atualizar a composição da CCJ de acordo com as deliberações internas do partido e garantir a devida representatividade da bancada”.</p><p>Não é de hoje que Aylton Dadalto e a base governista na Câmara de Vitória deixaram de “falar a mesma língua”. Em junho do ano passado, Aylton e Leonardo Monjardim (Novo), líder do governo na Casa, protagonizaram um bate-boca no plenário por causa de uma sessão de homenagens direcionada à advocacia trabalhista.</p><p>O afastamento se acentuou nas últimas semanas. Aylton Dadalto integra o “G16”, grupo de vereadores que lutam pela manutenção da eleição da Mesa Diretora em agosto, e tem como candidato à Presidência, Dalto Neves (SD). Já a base governista, sob a batuta do agora ex-prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos), quer mudar o Regimento Interno para permitir que o pleito para alteração da composição da Mesa aconteça apenas depois das eleições gerais de outubro.</p><p>Em discurso na Câmara na semana passada, Luiz Emanuel disse, mais uma vez, que o movimento do G16 atende a “forças externas”, mas sem citar nomes, e apontou ainda a “dissimulação” e falta da “verdade” dos vereadores. A fala se deu em reação a pronunciamento anterior de Dalto  Neves (SD).</p><p>Se Luiz Emanuel deixou de falar em nomes específico, Aylton Dadalto foi à tribuna mencionar alguns. Citou o presidente da Assembleia Legislativa (Ales), Marcelo Santos (União), garantindo que “nunca, em momento algum, chegou para esse vereador para influenciar”, assim como o governador Ricardo Ferraço (MDB), e “muito menos, [a prefeita] Cris Samorini [PP]”. Enfatizou que desde 2014 a eleição é em agosto, e que “reestabelecer a verdade é necessário”.</p><p>Aylton Dadalto também tem sinalizado que pretende apoiar a reeleição de Ricardo Ferraço (MDB) a governador, que provavelmente disputará contra Lorenzo Pazolini, que renunciou ao cargo de prefeito no início do mês justamente para se habilitar para o pleito.</p><p>Esses movimentos, portanto, afastam Aylton Dadalto cada vez mais da base governista. A alteração na composição da CCJ não precisa ser deliberada no plenário, basta o presidente do Legislativo referendar a decisão, o que deverá ocorrer nos próximos dias.</p><p>O post ‘Quero crer que essa decisão do partido não foi uma retaliação’ apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Will Morais/CMV]]></media:title> 
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		</item>
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			<title>Decisão do STF barra eleição na Câmara de Vitória em agosto</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7310/decisao-do-stf-barra-eleicao-na-camara-de-vitoria-em-agosto.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 05:00:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Presidente Anderson Goggi entrou com reclamação em meio à disputa interna na CasaO ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu a realização de eleição em agosto deste ano para a Mesa Diretora da Câmara de Vitória. Em decisão liminar publicada nesta sexta-feira (17), Mendes acatou reclamação da própria Mesa, representada pelo presidente Anderson Goggi (Republicanos), e pelo procurador-geral da Casa, Swlivan Manola, protocolada no dia 16 de março.Na...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Presidente Anderson Goggi entrou com reclamação em meio à disputa interna na Casa</p><p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu a realização de eleição em agosto deste ano para a Mesa Diretora da Câmara de Vitória. Em decisão liminar publicada nesta sexta-feira (17), Mendes acatou reclamação da própria Mesa, representada pelo presidente Anderson Goggi (Republicanos), e pelo procurador-geral da Casa, Swlivan Manola, protocolada no dia 16 de março.</p><p>Na reclamação, o presidente argumentou que o STF estabeleceu, por meio do julgamento das Ações Diretas de Constitucionalidade (ADIs) 7.733 e 7.753, que a eleição da Mesa Diretora para o segundo biênio das legislaturas deve ocorrer somente a partir do mês de outubro. Entretanto, o artigo 29 do Regimento Interno da Câmara de Vitória determina que o pleito para renovação da Mesa deve ocorrer entre 1º e 15 de agosto.</p><p>Na petição inicial, foi destacada que a data fixada para eleição interna da Câmara no Regimento vai coincidir com o período de convenções partidárias visando as eleições gerais de outubro, e “essa sobreposição temporal produz efeito deletério sobre a contemporaneidade do pleito interno”. O texto cita ainda notícias sobre as disputas entre os vereadores a respeito da data.</p><p>Nos julgamentos do STF das ADIs, os ministros consideraram o eventual impacto da realização de eleições gerais na composição de mesas diretoras, tendo em vista que os parlamentares podem ser eleitos para outros cargos. No caso da Câmara de Vitória, Gilmar Mendes acatou a reclamação e reconheceu a inconstitucionalidade do artigo 29 do Regimento Interno.</p><p>“Cumpre assinalar que, não obstante os paradigmas indicados tenham sido proferidos em ações relativas às eleições das Mesas Diretoras das Assembleias Legislativas, o entendimento firmado por esta Corte também se aplica às Câmaras Municipais, pois inexistem razões distintivas válidas, impondo-se a essas Casas Legislativas a observância dos mesmos parâmetros constitucionais quanto ao momento de eleição de seus órgãos diretivos”.</p><p>A decisão judicial deixará os ânimos ainda mais aflorados na Câmara. As divergências vieram à tona com o vazamento da gravação de uma ligação telefônica entre o então prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos) e o vereador Dalto Neves (SD), candidato a presidente apoiado por 16 vereadores, o G16, que defende a manutenção da disputa em agosto. Pazolini pressionou Dalto a abraçar a ideia do adiamento, referindo-se a si mesmo já como governador eleito.</p><p>Integram esse grupo, junto com Dalto Neves (SD), os vereadores Karla Coser (PT), Ana Paula Rocha (Psol), Dárcio Bracarense (PL), Mauricio Leite (PRD), Mara Maroca (PP), Aloísio Varejão (PSB), Bruno Malias (PSB), Pedro Trés (PSB), Baiano do Salão (Podemos), Luiz Paulo Amorim (PV), Camilo Neves (PP), Professor Jocelino (PT), André Bradino (Podemos), João Flávio (MDB) e Aylton Dadalto (Republicanos).</p><p>Do outro lado, estão cinco vereadores fiéis à prefeitura (atualmente sob a gestão de Cris Samorini, do PP), que mantêm a articulação para o adiamento da eleição da Mesa Diretora: Anderson Goggi, Davi Esmael e Luiz Emanuel, do Republicanos; Leonardo Monjardim (Novo); e Armandinho Fontoura (PL).</p><p>A tensão aumentou ainda mais em sessão da semana passada, com trocas de acusações públicas entre integrantes dos dois grupos. Nessa quinta-feira (16), Luiz Emanuel, líder do Republicanos, solicitou a destituição de Aylton Dadalto da Comissão de Constituição, Justiça, Serviço Público, Redação e Fiscalização de Leis (CCJ), tendo em vista sua movimentação contrária à base governista.</p><p>A disputa também tem reflexos nas articulações para as eleições gerais de outubro. Integrantes do “G16” que antes eram da base de Pazolini compareceram a um evento nesta semana promovido pelo prefeito de Cariacica, Euclério Sampaio (MDB), em apoio ao palanque de Ricardo Ferraço (MDB).</p><p>O post Decisão do STF barra eleição na Câmara de Vitória em agosto apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Will Morais/CMV]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Suplente de vereador preso vai tomar posse  semana que vem na Serra</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7293/suplente-de-vereador-preso-vai-tomar-posse-semana-que-vem-na-serra.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 05:00:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Uanderson Moreira assume cadeira de Fred, que teve o mandato suspensoO Diário Oficial da Câmara da Serra publicou, nesta quinta-feira (16), o edital de convocação de Uanderson Moreira, terceiro suplente de vereador do Partido Democrático Trabalhista (PDT), para assumir a cadeira de Fred, que está preso preventivamente desde dezembro passado. Moreira tem cinco dias para providenciar a documentação exigida na convocatória. Se estiver tudo certo, poderá tomar posse na próxima sessão...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Uanderson Moreira assume cadeira de Fred, que teve o mandato suspenso</p><p>O Diário Oficial da Câmara da Serra publicou, nesta quinta-feira (16), o edital de convocação de Uanderson Moreira, terceiro suplente de vereador do Partido Democrático Trabalhista (PDT), para assumir a cadeira de Fred, que está preso preventivamente desde dezembro passado. Moreira tem cinco dias para providenciar a documentação exigida na convocatória. Se estiver tudo certo, poderá tomar posse na próxima sessão ordinária, a ser realizada na quarta-feira (22).</p><p>Líder comunitário no bairro Central Carapina, Uanderson Moreira recebeu 884 votos nas eleições de 2024. Ele também foi candidato a vereador em 2020 e a deputado estadual em 2022, sempre pelo PDT, mas ficou como suplente nos dois pleitos.</p><p>Em sessão da Câmara nessa quarta-feira (15), o presidente em exercício, William Miranda (União), afirmou que o mandato de Fred ficaria suspenso após os 120 dias de ausência. A situação se diferencia dos vereadores Saulinho da Academia (PDT), Teilton Valim (PDT), Cleber Serrinha (MDB) e Wellington Alemão (Rede), que foram afastados pela Justiça por conta de acusações de corrupção.</p><p>Com isso, há margem para que a Câmara peça a suspensão do pagamento do subsídio de Fred, que inclusive foi denunciado por quebra de decoro e poderá ser cassado. De todo modo, por enquanto, o Legislativo vai continuar pagando salário para 28 vereadores – os 23 eleitos e os cinco suplentes que assumiram.</p><p>O vereador preso tentou retomar o mandato. Após pedido de habeas corpus, o Tribunal de Justiça do Estado (TJES) determinou, no último dia 8, que Fred deveria ir para uma unidade prisional de regime semiaberto, por ser compatível com os tipos penais pelos quais ele responde – e que preveem detenção, não prisão. Mesmo assim, a prisão preventiva foi mantida.</p><p>Fred solicitou autorização para exercer o mandato de vereador e realizar atendimento à população na sua residência e na Associação de Moradores de Vila Nova de Colares. Entretanto, a desembargadora Rachel Durão negou o pedido na última sexta-feira (10). Nessa quarta-feira (15), o juiz Gustavo Grillo Ferreira, responsável pelo caso na primeira instância, negou mais uma vez o pedido de revogação da prisão preventiva e também a solicitação para trabalhar.</p><p>Na decisão, o magistrado reiterou que ainda há risco para a vítima, bem como demais testemunhas. Fred foi preso após invadir a casa da ex-companheira e tentar agredir policiais que atenderam a ocorrência, e já havia tentando entrar na residência da vítima em outras ocasiões.</p><p>Outra suplente reivindica mandato</p><p>De acordo com apuração de Século Diário, a quarta suplente do PDT, Cleusão Paixão, estaria reivindicando a cadeira deixada por Fred. A justificativa é de que haveria irregularidades relacionados à campanha de Uanderson Moreira – apesar de as contas de campanha do terceiro suplente terem sido aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Liderança comunitária de Nova Almeida, Cleusa foi vereadora de 2017 a 2020, e participou de diversas outras campanhas. Em 2024, recebeu 634 votos.</p><p>Com isso, o clima da Câmara de Vereadores da Serra fica ainda mais agitado. Além dos cinco suplentes convocados para preencher cadeiras, há uma disputa pela Presidência da Casa. Isso porque as suspensões de mandato afetaram a composição da Mesa Diretora. Entretanto, o presidente em exercício agiu para invalidar uma sessão no qual aprovaram um projeto de resolução visando simplificar o processo de destituição da Mesa.</p><p>Outro “fantasma” que ronda a Câmara diz respeito a ações judiciais que analisam possíveis fraudes à cota de gênero cometidas por diversos partidos que conquistaram cadeiras. A Polícia Federal indiciou uma candidata do Partido Socialista Brasileiro (PSB) acusada de ter ingressado na disputa como “candidata laranja”.</p><p>O post Suplente de vereador preso vai tomar posse  semana que vem na Serra apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Reprodu&ccedil;&atilde;o/Redes Sociais]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Ricardo Ferraço realiza troca na Secretaria de Direitos Humanos</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7292/ricardo-ferraco-realiza-troca-na-secretaria-de-direitos-humanos.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 05:00:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Marcela Bussinger entra no lugar de Nara Borgo; militantes apontam demandas da áreaO governador Ricardo Ferraço (MDB) exonerou Nara Borgo do cargo de secretária estadual de Direitos Humanos nesta quinta-feira (16). Pelas redes sociais, anunciou a advogada Marcela Bussinguer como a nova responsável pela pasta. Ao contrário dos casos mais recentes envolvendo trocas no Governo do Estado, Nara não vai se candidatar nas eleições deste ano. Sua saída se deu exclusivamente por escolha de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Marcela Bussinger entra no lugar de Nara Borgo; militantes apontam demandas da área</p><p>O governador Ricardo Ferraço (MDB) exonerou Nara Borgo do cargo de secretária estadual de Direitos Humanos nesta quinta-feira (16). Pelas redes sociais, anunciou a advogada Marcela Bussinguer como a nova responsável pela pasta. Ao contrário dos casos mais recentes envolvendo trocas no Governo do Estado, Nara não vai se candidatar nas eleições deste ano. Sua saída se deu exclusivamente por escolha de Ferraço.</p><p>Marcela Bussinger é doutora em Direitos e Garantias Fundamentais, e tem pesquisas relacionadas ao impactos do avanço tecnológico nas relações trabalhistas. Nara Borgo também é advogada e especialista em Direito Penal, e estava na gestão estadual desde o início da segunda passagem de Renato Casagrande (PSB) pelo Governo do Estado (2019-2026).</p><p>Não foram divulgadas informações sobre os motivos da troca, porém, Nara Borgo vinha mantendo uma relação desgastada com militantes da área. Em fevereiro de 2025, o Ministério Público do Espírito Santo (MPES) abriu um inquérito para apurar supostas interferências e violações de sua pasta no Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos do Espírito Santo (CEEDH-ES). Em novembro, delegados da 4ª Conferência Estadual dos Direitos Humanos aprovaram quatro moções de repúdio à gestão da Sedh.</p><p>O atual presidente do Conselho Estadual dos Direitos Humanos (Cedh), Rafael Dias Valêncio, avalia que nos primeiros quatro anos da segunda passagem de Casagrande pelo Governo, houve diálogo maior por parte da gestão com os movimentos sociais. Já no terceiro mandato de Casagrande, o diálogo ficou mais “truncado” e houve maior adesão a “pautas conservadoras”.</p><p>“Uma das preocupações que já tínhamos, e agora aumenta nessa troca, é com a aproximação da Sedh com os movimentos sociais. A secretária precisa fortalecer essa aproximação, estabelecendo um canal direto com os movimentos e conselhos”, comenta Rafael, que está no Cedh como representante do Sindicato dos Psicólogos do Estado do Espírito Santo (SINDPSI-ES).</p><p>O presidente do conselho estadual citou ainda mais pontos de preocupação. Um deles diz respeito à continuidade dos Centros de Referência das Juventudes (CRJ), uma iniciativa que surgiu no segundo mandato de Casagrande e que considera positiva. Em alguns CRJs do Estado, o prazo contratual das entidades responsáveis pelos equipamentos se encerra em novembro.</p><p>Um terceiro ponto de preocupação diz respeito ao Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH), que há muitos anos não é executado no Estado. O Sedh lançou em fevereiro um novo chamamento público para seleção de entidade para gerenciar o programa, mas um edital já havia sido publicado em 2024, tendo sido cancelado por problemas com as organizações selecionadas.</p><p>Rafael aponta como mais um ponto crítico a se observar nesse período de transição o trabalho das peritas do Mecanismo Estadual de Prevenção e Erradicação da Tortura (Mepet), iniciado recentemente. A violência de gênero e casos de abusos por parte de forças de segurança também são temas a serem observados com atenção, na visão do presidente do Conselho.</p><p>Na visão de Gilmar Ferreira, militante do Movimento Nacional de Direitos Humanos no Espírito Santo (MNDH/ES), a gestão comandada por Casagrande nos últimos anos “não correspondeu e não demonstrou ser um governo voltado aos direitos humanos”.</p><p>Segundo ele, o governo aplicou muito pouco do que está previsto no Plano Estadual de Direitos Humanos. Apesar disso, Gilmar prefere focar suas críticas na gestão como um todo, em vez de focar especificamente na atuação de Nara Borgo.</p><p>Segundo ele, a sociedade não tem voz na aplicação das principais políticas de Segurança Pública, que seguem em uma lógica militarista. “O Estado Presente já tem 12 anos, e o governo nunca apresentou uma outra perspectiva, uma outra percepção. É sempre o governo que fala, e é como se a sociedade não tivesse nada a contribuir”.</p><p>Ele destaca ainda que o governo de Casagrande não cumpriu com a promessa de implantação de uma ouvidoria externa e independente das forças de segurança do Estado. “Se essa ouvidoria atuar e tiver credibilidade, a sociedade civil vai participar e denunciar agentes públicos que cometerem crimes”, comenta Gilmar, ressaltando notícias recentes de militares associações a crimes.</p><p>Gilmar critica ainda medidas recentes do governo, como a compra de armamento de empresas israelenses; a baixa aplicação de câmeras corporais nos policiais; e a falta de apresentação do Plano Estadual Pena Justa, voltado a ações no sistema prisional.</p><p>O post Ricardo Ferraço realiza troca na Secretaria de Direitos Humanos apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Redes sociais]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>PF indicia candidata a vereadora da Serra por fraude à cota de gênero</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7273/pf-indicia-candidata-a-vereadora-da-serra-por-fraude-a-cota-de-genero.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 05:00:18 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Caso envolve o PSB, partido representado na Câmara por Professor RurdineyA Polícia Federal (PF) indiciou Yolita Loyola de Andrade, candidata a vereadora da Serra em 2024 pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB). A medida faz parte de uma petição criminal que apura crime eleitoral, e poderá embasar uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que apura possível fraude à cota de gênero que teria sido cometida por três partidos. Um novo depoimento da candidata foi notificado...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Caso envolve o PSB, partido representado na Câmara por Professor Rurdiney</p><p>A Polícia Federal (PF) indiciou Yolita Loyola de Andrade, candidata a vereadora da Serra em 2024 pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB). A medida faz parte de uma petição criminal que apura crime eleitoral, e poderá embasar uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que apura possível fraude à cota de gênero que teria sido cometida por três partidos. Um novo depoimento da candidata foi notificado para essa terça-feira (14), como consta no despacho.</p><p>“A investigada confirma a apropriação de recursos de campanha para uso pessoal e não apresenta explicação satisfatória para o pagamento da atuação de sua filha Fernanda Matilde Loyola dos Santos como cabo eleitoral quando esta se encontrava fora do país”, aponta a PF na documentação, no último dia 25. Ela foi indiciada, com base nos artigos 350 e 354-A do Código Eleitoral, que tratam de questões relacionadas à falsidade ideológica.</p><p>A petição criminal, conforme documento ao qual Século Diário teve acesso, se originou em uma manifestação anônima encaminhada para a Ouvidoria do Ministério Público do Estado (MPES) registrada no dia 2 de dezembro de 2024. De acordo com a denúncia, Yolita recebeu apenas 12 votos, e fez uma única postagem de campanha nas redes sociais nas redes sociais um mês após o início do processo.</p><p>Outro ponto elencado é que na prestação de contas foram colocadas apenas recebidos de despesas com alimentação que aparentam ser compras para uso pessoal da candidata. As notas foram emitidas no Cadastro de Pessoa Física (CPF) de Yolita, e não no CNPJ da campanha.</p><p>Também foi destacado na denúncia que, segundo a prestação de contas, dois filhos de Yolita foram contratados como cabos eleitorais da campanha: Fernanda Matilde Loyola dos Santos, pelo valor de R$ 1,1 mil, e Duilio Renato Loyola dos Santos, contratado pelo valor de R$ 150.</p><p>Entretanto, publicações nas redes sociais no período da campanha indicam que Fernanda se encontrava nos Estados Unidos durante o processo eleitoral, onde ela teria residência. Foi verificado ainda que nos locais de votação dos dois filhos de Yolita, não foram registrados votos em nome da candidata, indicando que não votaram na própria mãe.</p><p>Esses fatos evidenciariam que Yolita atuou na campanha apenas para preencher a cota de gênero. Uma condenação da candidata poderia impugnar toda a chapa do PSB, que elegeu um vereador na Serra em 2024, Professor Rurdiney. Cálculos feitos por advogados eleitorais indicam que uma eventual recontagem resultaria na perda da vaga tanto por Rurdiney quanto por um dos vereadores do Podemos, George Guanabara. Os suplentes Sargento Maurício (PL) e Elcimara Loureiro (PT) poderiam ganhar as respectivas cadeiras.</p><p>Em manifestação do dia 29 de setembro de 2025, a promotora Natassia Martins Sarmento afirmou que o prazo para ajuizamento de Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) e Ação de Impugnação de Mandato Eleitoral (AIME) havia se esgotado com a diplomação dos vereadores eleitos, em dezembro de 2024. Com isso, solicitou à PF apenas uma investigação de possível crime eleitoral cometido pela candidata.</p><p>Entretanto, já havia uma AIJE relacionada ao tema ajuizada no dia 17 de dezembro de 2024 – um dia antes da diplomação dos vereadores da Serra – por Rodrigo Ferreira Correa, o Rodrigo Caçulo, ex-vereador e candidato na Serra que ficou como suplente do Republicanos na eleição passada. Além da denúncia relacionada à candidata do PSB, que apresentou o mesmo teor da manifestação na Ouvidoria do Ministério Público, foram elencadas possíveis fraudes à cota de gênero praticadas pelos partidos Agir e Movimento Democrático Brasileiro (MDB).</p><p>De acordo com a petição inicial, as candidaturas femininas dos três partidos receberam um total de 101 votos, representando 0,04% do total de votos válidos na Serra. Em comum, essas candidaturas apresentariam ausência de atos efetivos de campanha e uniformidade nas prestações de contas.</p><p>No caso do Agir, a petição destaca cinco candidaturas femininas. Elisangela Cícera e Katri Bronze conseguiram sete votos cada uma e apresentaram a mesma prestação de contas, com receita de pouco mais de R$ 1 mil. Tia Marli recebeu 15 votos, e Veronice, 23 votos, sendo que ambas apresentaram o mesmo valor em movimentações financeiras das outras duas candidatas. Maria da Glória teve 21 votos e valor de receita um pouco menor, R$ 985. Entretanto, de acordo com a petição, não foram encontrados ações efetivas de campanha eleitoral.</p><p>Em relação ao MDB, foi apontado o caso da candidata Dra. Katharine, que obteve apenas 16 votos. A prestação de contas indicou que ela recebeu R$ 12 mil da Direção Nacional do MDB e contratou oito pessoas para atuarem na promoção eleitoral, e mesmo assim a votação foi inexpressiva. Katharine não colocou material de campanha nas redes sociais, segundo a petição, mesmo possuindo 6,2 mil seguidores no Instagram.</p><p>Além disso, não foram registrados votos na candidata no bairro em que ela reside, e nem em locais de votação de algumas das pessoas contratadas. Alguns dos cabos eleitorais de Katharine também teriam empregos que inviabilizariam suas participações em ações de campanha, de acordo com análise das redes sociais.</p><p>Em defesa apresentada no processo, Professor Rurdiney alegou que o PSB disponibilizou recursos suficientes para todas candidaturas femininas, e que a baixa votação não é indício suficiente para comprovação de fraude – inclusive, ela já participou de outras campanhas e obteve resultado parecido. Yolita, segundo a peça, não utilizou as redes sociais devido ao baixo número de seguidores, mas fez campanha por panfletos. Além disso, segundo a alegação, não há impedimento para a contratação de parentes como cabos eleitorais, e é possível declarar despesas com alimentação.</p><p>“A conclusão pela existência da fraude deve estar alicerçada na efetiva demonstração de que houve a intenção de burlar a cota de gênero, sendo descabido e exagerado deduzir o ardil sem que se comprove má–fé ou prévio ajuste de vontades no propósito de burlar a ação afirmativa”, argumentou a defesa.</p><p>No caso do MDB, o vereador Cabo Rodrigues também apresentou contestação. Ele argumentou que Dra. Katharine teve a prestação de contas aprovada. Sobre a ausência de postagens de campanha nas redes sociais, a alegação é de que ela pode ter retirado após o fracasso nas urnas. Além do mais, sobre os apoiadores, houve comprovação de que atuaram na campanha.</p><p>“O partido do MDB não pode ser acusado de abuso de poder por fraude a cotas de gênero por uma de suas candidatas que teve baixa votação ou que não tenha se empenhado para conquistar votos dos eleitores serranos, ora, isso é competência individual de cada um dos 24 candidatos que compuseram a chapa do partido MDB”, disse a defesa de Cabo Rodrigues. O diretório do MDB apresentou contestação com argumentos semelhantes.</p><p>No caso do Agir, a defesa do partido alegou que as candidatas não apresentaram votação zerada, o que não é insignificante, tendo em vista que há casos no Estado de candidaturas suplentes mesmo com votação baixa. Além disso, as prestações de contas apresentaram variações de valores, não podendo se falar em padronização. Também foram apresentadas fotos que mostram as candidatas em atividades de campanha.</p><p>O MDB, além de Cabo Rodrigues, elegeu Cleber Serrinha, atualmente afastado por conta de acusações de corrupção (o suplente Marcelo Leal assumiu o seu lugar). Já o Agir não conquistou cadeiras nesta legislatura.</p><p>Também estão em andamento investigações na Serra sobre possível fraude à cota de gênero envolvendo os partidos União Brasil, Rede Sustentabilidade, Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e Partido Social Democrático (PSD).</p><p>O post PF indicia candidata a vereadora da Serra por fraude à cota de gênero apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Gilson Daniel perde disputa no Congresso para indicação a ministro do TCU</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7254/gilson-daniel-perde-disputa-no-congresso-para-indicacao-a-ministro-do-tcu.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 05:00:26 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Favorito, Odair Cunha foi o mais votado; deputado capixaba vai tentar reeleiçãoO deputado federal capixaba Gilson Daniel () foi um dos seis candidatos da Câmara dos Deputados a uma indicação para ocupar o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Entretanto, quem ganhou na votação realizada nesta terça-feira (14) foi o deputado Odair Cunha (PT-MG), que era o favorito. Daniel ficou em quinto lugar.Cunha recebeu o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Favorito, Odair Cunha foi o mais votado; deputado capixaba vai tentar reeleição</p><p>O deputado federal capixaba Gilson Daniel () foi um dos seis candidatos da Câmara dos Deputados a uma indicação para ocupar o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Entretanto, quem ganhou na votação realizada nesta terça-feira (14) foi o deputado Odair Cunha (PT-MG), que era o favorito. Daniel ficou em quinto lugar.</p><p>Cunha recebeu o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e de uma coalizão formada por seis partidos (MDB, PT, PDT, PCdoB, PSB e Republicanos). Ele recebeu 303 votos, contra 96 votos de Elmar Nascimento (União-BA); 27 votos de Danilo Forte (PP-CE); 20 votos de Hugo Leal (PSD-RJ); e apenas seis de Gilson Daniel. Soraya Santos (PL-RJ) recebeu três votos e Adriana Ventura (Novo-SP), um voto, mas ambas abriram mão das candidaturas antes da votação começar – não houve tempo hábil de retirar os nomes da urna. Também foram registrados dois votos em branco.</p><p>A indicação de Odair Cunha ainda passará por sabatina e votação do Senado Federal. O TCU é formado por nove ministros, sendo seis indicados pelo Congresso Nacional e três pelo presidente da República, e tem, entre as atribuições, analisar as contas do governo federal e fiscalizar a aplicação de recursos públicos. A vaga aberta é a do ministro Aroldo Cedraz, que se aposentou.</p><p>Durante o discurso de defesa de sua candidatura, Gilson Daniel afirmou que o parlamento não deveria indicar um candidato “ideológico”, e que ele se colocava como “um deputado independente, que vai atender a todos: da esquerda, da direita, do centro”. Ele ressaltou ainda o seu “perfil técnico”, com “mais de duas décadas de experiência em gestão pública”, e que “não participou de acordo” para a votação.</p><p>Em seu primeiro mandato como deputado federal, Gilson Daniel é servidor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), com graduação em Ciências Contábeis, além de pós-graduação e mestrado na área. Foi vereador e depois prefeito de Viana, na Grande Vitória, por dois mandatos consecutivos, de 2013 a 2020, e também presidiu a Associação dos Municípios do Espírito Santo (Amunes) e a Associação Brasileira de Municípios (ABM). Em 2021 e 2022, ocupou cargos no Governo do Estado.</p><p>Com a derrota esperada na disputa por vaga no TCU, Gilson Daniel vai tentar reeleição na Câmara. Atualmente, é o único deputado federal capixaba do  (Victor Linhalis foi para o PSB), partido que preside a nível estadual.</p><p>A chapa da sigla para a Câmara terá nomes como os do jornalista Philipe Lemos, ex-secretário estadual de Turismo; Capitã Estefane, ex-vice-prefeita de Vitória; Alessandro Broedel, ex-presidente do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e ex-prefeito de Sooretama, no norte do Estado; a cantora gospel Lauriete, que já ocupou cadeira no Congresso Nacional; e Serginho Vidigal, filho do ex-prefeito da Serra Sérgio Vidigal.</p><p>O  se tornou a maior bancada partidária da Assembleia Legislativa após o fechamento da janela de trocas no último dia 4. A sigla já contava com Allan Ferreira e Alexandre Xambinho desde o início da legislatura. Agora, também tem entre os seus quadros Gandini (ex-PSD), Marcos Madureira (ex-PP) e Zé Preto (ex-PP). Todos eles vão tentar reeleição.</p><p>Como presidente estadual do , Gilson Daniel levou seu partido a ser o primeiro a apoiar a pré-candidatura de Ricardo Ferraço (MDB) à reeleição no Governo do Estado, o que contribuiu para reforçar as chapas eleitorais com nomes ligados à atual gestão estadual.</p><p>O post Gilson Daniel perde disputa no Congresso para indicação a ministro do TCU apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Podemos]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Ex-membros da cúpula da Segurança e Justiça vão disputar eleições este ano</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7239/ex-membros-da-cupula-da-seguranca-e-justica-vao-disputar-eleicoes-este-ano.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 05:00:18 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Romualdo Gianordoli, Rafael Pacheco e Douglas Caus estão entre os novatos da listaAs disputas políticas em torno da pauta da Segurança Pública se acentuaram no Espírito Santo nos últimos meses. De um lado, o Governo do Estado celebra redução nos índices de violência. De outro, surgem denúncias graves de corrupção policial. Nesse cenário, pelo menos três ex-membros da gestão estadual que atuaram nas áreas de Segurança e Justiça se colocam como pré-candidatos para as...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Romualdo Gianordoli, Rafael Pacheco e Douglas Caus estão entre os novatos da lista</p><p>As disputas políticas em torno da pauta da Segurança Pública se acentuaram no Espírito Santo nos últimos meses. De um lado, o Governo do Estado celebra redução nos índices de violência. De outro, surgem denúncias graves de corrupção policial. Nesse cenário, pelo menos três ex-membros da gestão estadual que atuaram nas áreas de Segurança e Justiça se colocam como pré-candidatos para as eleições de 2026: Romualdo Gianordoli (Republicanos), Rafael Pacheco (PSB) e Douglas Caus (Podemos).</p><p>No caso de Romualdo, que é delegado da Polícia Civil, trata-se de uma figura rompida com o Governo do Estado. Ele foi exonerado no fim do ano passado do cargo de subsecretário de Inteligência na Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp), o que gerou surpresa, tendo em vista que era colocado como o “delegado que prendeu o Marujo” – em referência ao traficante Fernando Moraes Pereira Pimenta, um dos mais procurados do Estado, pego no âmbito da Operação Baest.</p><p>Romualdo “caiu atirando”, fazendo acusações de conluio entre a gestão do então governador Renato Casagrande (PSB) estadual e o crime organizado. Também participou de um evento com o Movimento Brasil Livre (MBL) no fim do ano passado, e acabou se filiando ao partido do pré-candidato a governador de oposição Lorenzo Pazolini (Republicanos). No mês passado, o secretário estadual de Segurança Pública, Leonardo Damasceno, e o ex-delegado-geral da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) José Darcy Santos Arruda, foram a público dizer que Gianordoli é alvo de investigação na Ouvidoria da PCES, acusado de reter consigo informações sigilosas da polícia.</p><p>Rafael Pacheco, por sua vez, era secretário estadual de Justiça, tendo sido exonerado para concorrer nas eleições deste ano. Policial federal próximo da aposentadoria, ganhou destaque na gestão por chefiar ações de inteligência relacionados ao sistema prisional capixaba. Ele foi convidado pelo próprio Casagrande a se filiar ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), que ganha um representante ligado às áreas de segurança e justiça como pré-candidato.</p><p>Já o coronel Douglas Caus deixou o cargo de comandante-geral da Polícia Militar do Estado (PMES) para se candidatar. Ficou conhecido nos últimos anos por falas truculentas, dizendo que a polícia levaria os “bandidos” que atuam em territórios periféricos “presos ou no saco preto” e ameaçando “largar o aço” em criminosos que atirassem contra os militares.</p><p>Em outubro do ano passado, Douglas Caus se envolveu em uma polêmica com a Assembleia Legislativa. Ele chegou a divulgar um vídeo nas redes sociais em que chamava o deputado estadual Coronel Welinton (DC) de mentiroso. Na ocasião, Welinton afirmou que Caus foi chamado a contribuir em um projeto relacionado a reajustes salariais dos policiais, mas teria alegado “outras prioridades”. Discursos de parlamentares também apontaram para uso do cargo com fins eleitorais, projeto que chegou a ser negado por Caus por mais de uma vez.</p><p>Dos três, apenas Rafael Pacheco é cotado como pré-candidato a deputado federal. Os demais deverão tentar cadeiras na Assembleia. Todos serão estreantes em disputas eleitorais.</p><p>Na Assembleia Legislativa, há três deputados vinculados à pauta da Segurança Pública: Coronel Welinton, militar reformado das Forças Armadas; Capitão Assumção (PL), que está na reserva da Polícia Militar; e Danilo Bahiense (PL), que fez carreira como delegado da Polícia Civil (PCES).</p><p>Entre os deputados federais, os principais nomes ligados a essa área são Gilvan da Federal (PL), que, como diz o seu nome eleitoral, é policial federal licenciado; e Da Vitória (PP), que está na reserva da Polícia Militar. No caso de Gilvan, ele ainda não conseguiu reverter sua inelegibilidade devido a condenações judiciais.</p><p>Outro nome de projeção ligado à pauta da Segurança Pública que vai se candidatar este ano é o coronel da Polícia Militar Alexandre Ramalho (Republicanos). Ele acabou de deixar o cargo de secretário municipal de Meio Ambiente de Vitória, se colocando como pré-candidato a deputado federal. Em 2022, recebeu boa votação para esse mesmo cargo. Em 2024, foi candidato a prefeito de Vila Velha e ficou em segundo lugar, mas bem atrás do vencedor, Arnaldinho Borgo (PSDB), que chegou a quase 80% dos votos. Antes disso, foi secretário estadual de Segurança Pública e Defesa Social na gestão de Casagrande, de quem virou opositor.</p><p>Já o coronel da Polícia Militar Alexandre Quintino (MDB) vai tentar retornar para Assembleia Legislativa. Ele ganhou projeção durante a greve da PM no Estado, em 2017, e se elegeu para o primeiro mandato em 2018. Em 2022, perdeu a reeleição, e atualmente ocupa cargo na Secretaria de Estado de Saneamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano (Sedurb).</p><p>O post Ex-membros da cúpula da Segurança e Justiça vão disputar eleições este ano apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Redes Socias/Ales]]></media:title> 
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			<title>Prefeita sanciona lei para bicicletas elétricas, mas veta idade mínima</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7201/prefeita-sanciona-lei-para-bicicletas-eletricas-mas-veta-idade-minima.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 05:00:18 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Cris Samorini também vetou outras obrigatoriedades previstas no projeto de Aylton DadaltoA prefeita de Vitória, Cris Samorini (PP), sancionou, nesta sexta-feira (10), a Lei 10.333, que institui o Código Municipal de Micromobilidade, visando disciplinar a utilização de bicicletas elétricas e equipamentos similares. A medida regulamenta o Projeto de Lei 12/2026, de autoria do vereador Aylton Dadalto (Republicanos), mas com vetos dispositivos importantes da proposta inicial, como o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Cris Samorini também vetou outras obrigatoriedades previstas no projeto de Aylton Dadalto</p><p>A prefeita de Vitória, Cris Samorini (PP), sancionou, nesta sexta-feira (10), a Lei 10.333, que institui o Código Municipal de Micromobilidade, visando disciplinar a utilização de bicicletas elétricas e equipamentos similares. A medida regulamenta o Projeto de Lei 12/2026, de autoria do vereador Aylton Dadalto (Republicanos), mas com vetos dispositivos importantes da proposta inicial, como o estabelecimento de idade mínima de 16 anos para a utilização das bikes elétricas.</p><p>Esse foi um dos pontos que mais gerou controvérsia em relação à proposta. Um parecer da Procuradoria-Geral do Município, anexado ao comunicado de sanção enviado à Câmara de Vereadores, argumenta que há uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito equiparando os veículos elétricos às bicicletas convencionais. Não há, portanto, previsão legal de restrição em relação à idade de condutores.</p><p>Também foram vetados dispositivos do artigo 9º do projeto de lei, que impunham a utilização de indicador ou limitador de velocidade, campainha, sinalização noturna, espelho retrovisor do lado esquerdo e pneus em condições mínimas de segurança. O parecer da Procuradoria citou manifestação da Secretaria de Transportes, Trânsito e Infraestrutura Urbana (Setran), apontando que a exigência desses equipamentos vai de encontro à característica dos próprios veículos, “resultando em prejuízo ao usuário deste, em razão de eventual perda de garantia do bem adquirido”. Por outro lado, a exigência de uso de capacete prevista no mesmo artigo foi mantida.</p><p>No projeto original, o artigo 10º liberava a utilização de fones de ouvido durante o uso dos veículos de micromobilidade, desde que se atendessem determinadas exigências. A prefeita vetou, porém, o artigo. O parecer da Procuradoria apontou que tal permissão é vedada pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB).</p><p>Outro dispositivo vetado foi o artigo 20º do projeto de lei, que estabelecia multas de R$ 88,38 até R$ 293,47 para infrações consideradas leves, médias, graves e gravíssimas. De acordo com o parecer, “para a aplicação de uma penalidade, deve haver correspondência com determinada conduta tida como ilegal, o que não foi feito na proposta de lei”.</p><p>Apesar de pontuais, os vetos apresentam implicações significativas para a própria aplicação da lei, sobretudo no que diz respeito às efetivação de medidas punitivas para quem não se enquadrar. Em publicação nas redes sociais, Aylton Dadalto afirmou que vai trabalhar para a derrubada dos vetos na Câmara.</p><p>De todo modo, foram mantidas medidas de regulamentação voltadas para: bicicletas; bicicletas elétricas (e-bikes); patinetes elétricos; monociclos elétricos; hoverboards; skates e skates elétricos; bicicletas e triciclos de carga (cargo bikes); triciclos elétricos; e dispositivos de mobilidade assistiva.</p><p>A nova lei estabelece limites de velocidade para esses tipos de veículos: em ciclovias e ciclofaixas; conforme sinalização e regulamentação específica; em vias compartilhadas com veículos automotores: até 20 km/h; em calçadas compartilhadas, até 6 km/h; e nos demais locais, até 32 km/h. O trânsito em calçadas comuns fica vedado, salvo situações excepcionais de segurança, devidamente justificadas.</p><p>Outras imposições incluem proibição de trafegar acima da velocidade regulamentada; de realizar zigue-zague, manobras arriscadas ou “rachas”; de transportar passageiro quando o veículo não for projetado para tal; e conduzir veículo adulterado.</p><p>Outro ponto é o estabelecimento de modais diferentes para Equipamentos de Mobilidade Individual Autopropelidos (Emias) – patinetes elétricos, monociclos elétricos, hoverboards e similares -, com permissão de estacionamento em em áreas designadas; e bicicletas elétricas e similares. Essas últimas poderão circular em ciclovias, ciclofaixas e demais rotas cicláveis, e transportar cargas dentro dos limites técnicos definidos em regulamentação municipal.</p><p>Para facilitar a fiscalização, a prefeitura fica autorizada a criar o Cadastro Municipal de Micromobilidade, de caráter facultativo e gratuito, contendo dados do proprietário; número de série; fotografia atual; potência e características técnicas; e QR Code. Será possível, ainda, a criação do Cadastro Público de Veículos Apreendidos. Esses cadastrados não implicam a cobrança de taxas pelo poder público, o que é vedado pelo projeto.</p><p>A norma também estabelece a criação de Áreas de Circulação com Atenção e Mobilidade Amigável (A-Calma), com sinalização própria e medidas de orientação e circulação, priorizando locais com maior risco para pedestres e ciclistas. Também poderão ser criados locais de apoio, como áreas de descanso, bicicletários e estações com ferramentas para os equipamentos.</p><p>A lei trata ainda de ações educativas, incluindo a criação do Curso Municipal de Micromobilidade Segura. Algumas dessas ações já estavam previstas no Programa Bike Legal, sancionado no ano passado, e que passa a ser incorporado ao novo código.</p><p>De acordo com o Observatório Estadual da Segurança Pública, o Espírito Santo já registrou 486 ocorrências de trânsito com bicicletas elétricas desde 2024, com sete vítimas fatais.</p><p>O post Prefeita sanciona lei para bicicletas elétricas, mas veta idade mínima apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Ales]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Júnior Corrêa assume a prefeitura e fica de fora das eleições</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7134/junior-correa-assume-a-prefeitura-e-fica-de-fora-das-eleicoes.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 05:00:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Recuo de Bruno Resende torna “desnecessária” a candidatura do vice de CachoeiroA Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim (sul do Estado) anunciou, nessa segunda-feira (6), que o vice-prefeito Júnior Corrêa (PP) vai assumir a titularidade do mandato devido a uma licença médica de oito dias do prefeito Theodorico Ferraço (PP). Com isso, Corrêa, que se colocava como pré-candidato a deputado federal, vai ficar de fora das eleições.Pelas regras eleitorais, um vice-prefeito não precisa...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Recuo de Bruno Resende torna “desnecessária” a candidatura do vice de Cachoeiro</p><p>A Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim (sul do Estado) anunciou, nessa segunda-feira (6), que o vice-prefeito Júnior Corrêa (PP) vai assumir a titularidade do mandato devido a uma licença médica de oito dias do prefeito Theodorico Ferraço (PP). Com isso, Corrêa, que se colocava como pré-candidato a deputado federal, vai ficar de fora das eleições.</p><p>Pelas regras eleitorais, um vice-prefeito não precisa se desincompatibilizar para concorrer nas eleições de 2026. Já um prefeito – ou quem quer que o tenha substituído no período de seis meses antes do pleito – precisa deixar o cargo para concorrer. Existem exceções para os casos de substituição transitória, como é o caso, mas, de qualquer forma, a Prefeitura de Cachoeiro confirmou para Século Diário que Júnior não será candidato.</p><p>O anúncio da licença do chefe do Executivo ocorreu em um evento no Centro de Manutenção Urbana (CMU) da prefeitura, no qual estava presente o deputado estadual Dr. Bruno Resende (União), pré-candidato a deputado federal. A informação de fontes que acompanham as movimentações políticas locais é de que Theodorico Ferraço havia lançado Júnior como pré-candidato para “pressionar” Resende a não deixar a base do governo estadual.</p><p>Bruno Resende, que tem base eleitoral em Cachoeiro e é próximo do grupo de Ferraço, sempre se colocou como pré-candidato a deputado federal e quase se filiou ao Podemos. Recuou por não sentir que o seu projeto teria espaço no partido, e chegou a se articular com partidos de oposição a nível estadual. Entretanto, a janela partidária se fechou e ele permaneceu no União Brasil.</p><p>Theodorico Ferraço, por sua vez, deixou claro que Bruno Resende era o seu candidato a deputado federal favorito – desde que se mantivesse na base governista. Na semana passada, Ricardo Ferraço (MDB), filho de Theodorico, assumiu a titularidade do mandato de governador e vai tentar a reeleição neste ano.</p><p>Júnior Corrêa, por sua vez, acabou de sair do Novo, um partido que não faz parte da base do Governo do Estado. Entretanto, sua saída da gestão municipal para se candidatar este ano seria um movimento arriscado, tendo em vista as frequentes licenças médicas de Theodorico Ferraço, que o tem como um “gerente-geral” da prefeitura.</p><p>Mais pré-candidatos cachoeirenses</p><p>Em 2022, quatro candidatos de Cachoeiro se elegeram como deputados estaduais: Theodorico Ferraço (substituído por Marcos Madureira, hoje no Podemos), Dr. Bruno Resende, Allan Ferreira (Podemos) e Callegari (DC). Apenas Allan Ferreira e Marcos Madureira (que, apesar de não ter história política em Cachoeiro, nasceu na cidade) vão tentar se reeleger. Bruno e Callegari tentarão vagas no Congresso Nacional – este último, como candidato a senador.</p><p>Entre os pré-candidatos cachoeirenses para Assembleia Legislativa está a primeira-dama de Cachoeiro, Norma Ayub (PP). Entretanto, seu enteado, Ricardo Ferraço, assumiu o Governo do Estado na semana passada, e ela poderá ficar impedida de erguer palanque por conta das regras eleitorais.</p><p>O agora ex-secretário estadual de Turismo e ex-prefeito de Cachoeiro, Victor Coelho (PSB), também é pré-candidato a deputado estadual. A candidata que apoiou para sucedê-lo nas eleições de 2024, Lorena Vasques (PSB), subsecretária em sua pasta, é pré-candidata a deputada federal. Inicialmente, a pretensão do Partido Socialista Brasileiro era fazer o inverso (Victor na Câmara dos Deputados e Lorena na Assembleia Legislativa), mas Coelho considerou que teria mais chances na disputa estadual.</p><p>Aliado de Callegari, o ex-vereador cachoeirense Léo Camargo, que ficou em segundo lugar na disputa pela Prefeitura de Cachoeiro em 2024, também é pré-candidato a deputado estadual. Pouco antes do fechamento da janela partidária, ele foi “convidado a se desfiliar” do Partido Liberal (PL), e acabou se abrigando no União Brasil – um partido que está na base governista, mas da qual Camargo quer manter distância.</p><p>Renata Fiório (PP) deixou a Secretaria Municipal de Saúde e retornou à Câmara de Vereadores visando candidatura para deputada federal. Outros três vereadores de Cachoeiro deverão disputar as eleições deste ano, mas todos com candidaturas para a Assembleia Legislativa: Vandinho da Padaria (PSDB) e Coronel Fabrício e Creone da Farmácia, ambos do PL.</p><p>O post Júnior Corrêa assume a prefeitura e fica de fora das eleições apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Luciano Machado assume cargo de secretário estadual de Turismo</title>
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			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 05:00:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Ex-prefeito de Guaçuí e ex-deputado estadual se coloca fora das disputas eleitoraisO ex-prefeito de Guaçuí (Caparaó) e ex-deputado estadual Luciano Machado (PSB) foi nomeado pelo governador Ricardo Ferraço (MDB) como secretário estadual de Turismo, conforme publicação desta terça-feira (7) do Diário Oficial do Estado. Ele assume o posto deixado por Victor Coelho (PSB), ex-prefeito de Cachoeiro de Itapemirim (sul do Estado), que vai se candidatar a uma vaga na Assembleia...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Ex-prefeito de Guaçuí e ex-deputado estadual se coloca fora das disputas eleitorais</p><p>O ex-prefeito de Guaçuí (Caparaó) e ex-deputado estadual Luciano Machado (PSB) foi nomeado pelo governador Ricardo Ferraço (MDB) como secretário estadual de Turismo, conforme publicação desta terça-feira (7) do Diário Oficial do Estado. Ele assume o posto deixado por Victor Coelho (PSB), ex-prefeito de Cachoeiro de Itapemirim (sul do Estado), que vai se candidatar a uma vaga na Assembleia Legislativa.</p><p>Luciano Machado atuava na Secretaria de Estado de Turismo (Setur) como subsecretário de Gestão e Marketing Turístico. Dessa forma, Ricardo Ferraço mantém a política de privilegiar, nas trocas de nomes da gestão, quem já estava integrado às próprias secretarias.</p><p>Além disso, Victor Coelho foi substituído por alguém que, assim como ele, é filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) do agora ex-governador Renato Casagrande – pré-candidato a senador – e que também possui histórico de atuação na região sul/Caparaó.</p><p>Com a nomeação, Luciano Machado se coloca fora das disputas eleitorais deste ano, já que não se desincompatibilizou. Ele foi candidato a prefeito de Guaçuí em 2024 e ficou apenas em terceiro lugar – foi uma campanha acirrada, com as candidaturas de um ex-prefeito, Vagner Rodrigues (PP), que sagrou-se vencedor, e do então prefeito Jauhar (Podemos).</p><p>Em 2022, Luciano Machado foi candidato a deputado federal, obtendo 13,5 mil votos e ficando como suplente – o número foi insuficiente para se eleger, mas significativo para alguém com base eleitoral em um município como Guaçuí, com apenas 22,3 mil eleitores. Na época, Machado cumpria seu primeiro mandato como deputado estadual.</p><p>Ele foi eleito vereador em 1988, teve um mandato como vice-prefeito, de 1997 a 2000, e outro como prefeito, de 2001 a 2004. Reelegeu-se para mais um mandato na prefeitura, mas ficou apenas até 2006, porque sua candidatura foi indeferida pela Justiça Eleitoral.</p><p>Nessa segunda-feira (6), Ricardo Ferraço anunciou outras três substituições em cargos do Estado. Jordano Bruno Gasperazzo Leite se tornou o novo delegado-geral da Polícia Civil (PCES), entrando no lugar de José Darcy Arruda, que pediu para sair na sexta-feira (3) alegando questões de saúde. Já Victor Ricciardi substituiu Felipe Rigoni (PSB) na Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos. E Margareth Saraiva passou a comandar a Secretaria de Recuperação do Rio Doce, posto deixado por Guerino Balestrassi (Podemos).</p><p>As trocas nas secretarias estão relacionadas às eleições de 2026, tendo em vista o prazo de desincompatibilização. Felipe Rigoni é pré-candidato a deputado federal, cargo que já ocupou, e o ex-prefeito de Colatina (noroeste) Guerino Balestrassi foi inicialmente escalado para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, mas após mudanças no tabuleiro com a janela partidária, também poderá tentar a Câmara Federal. Em ambos os casos, seus substitutos já atuavam nas secretarias, mas em outras funções.</p><p>Na semana passada, já haviam sido anunciados substitutos para outros integrantes da gestão que serão candidatos. Na Saúde, o enfermeiro Kim Barbosa, subsecretário de Regulação do Acesso à Saúde, passou a chefiar a secretaria no lugar de Tyago Hoffmann (PSB), pré-candidato a deputado federal que retornou para o mandato na Assembleia.</p><p>Outro nome da área de Segurança Pública deixou o cargo na semana passada: o comandante-geral da Polícia Militar (PM) no Estado, o coronel Douglas Caus, substituído no posto pelo coronel Ríodo Lopes Rubim. Nos últimos dias, Caus se filiou ao Podemos, se colocando como pré-candidato a deputado estadual. Como militar, teria direito a se filiar a uma sigla apenas até o início do processo eleitoral, mas ele vai para a reserva da PM assim que deixar o comando da política, obrigando-o a fazer uma opção até o prazo máximo de desincompatibilização.</p><p>Mais nomes da gestão estadual deixaram seus cargos nos últimos dias visando as eleições. Do PSB de Casagrande, são pré-candidatos a deputado federal, além dos já citados: Rafael Pacheco (secretário de Justiça), Manu Pedroso (secretária de Governo), Lorena Vasques (subsecretária de Turismo) e Eustáquio de Freitas (diretor-geral do DER-ES).</p><p>Para deputado estadual, são cotados: Bruno Lamas (secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação), Jacqueline Moraes (secretária das Mulheres), Victor Coelho (secretário de Turismo) e Fabrício Petri (assessor da Casa Civil). De todos esses nomes do partido, apenas Pablo Lira, Vitor de Ângelo e Rafael Pacheco serão estreantes em eleições.</p><p>Do Podemos, quatro nomes deixaram o secretariado visando as eleições, além dos já citados: Cynthia Grillo (secretária de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social), Alessandro Broedel (diretor-geral do Incaper) e Phillipe Lemos (superintendente de relações institucionais da Cesan). Com exceção de Cynthia, todos têm experiência eleitoral. Broedel e Fagundes se colocam como pré-candidatos a deputado estadual, e os demais, a federal.</p><p>O Partido dos Trabalhadores (PT) anunciou que entregaria seus cargos na gestão estadual por conta das articulações visando a pré-candidatura de Helder Salomão a governador, mas três nomes do partido já estavam para sair de qualquer forma: José Carlos Nunes (secretário de Esportes), Júlio da Fetaes (assessor da Casa Civil) e Rogério Favoretti (subsecretário de Agricultura), todos pré-candidatos a deputado estadual e com experiência em outras eleições.</p><p>Do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Alexandre Quintino (subsecretário de Habitação, Regularização Fundiária e Desenvolvimento Social), também saiu, sendo pré-candidato a deputado estadual. Marcus Vicente (PP), agora ex-subsecretário da Casa Civil,  se coloca como pré-candidato a deputado federal.</p><p>O post Luciano Machado assume cargo de secretário estadual de Turismo apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Tati Beling/Ales]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Ricardo Ferraço anuncia novos nomes para o governo</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7114/ricardo-ferraco-anuncia-novos-nomes-para-o-governo.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 05:00:19 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Troca no comando da Polícia Civil, ao contrário das outras, não tem a ver com eleiçõesO governador Ricardo Ferraço (MDB), que tomou posse no cargo na última quinta-feira (2), anunciou três novos nomes para ocuparem cargos públicos no Estado. Jordano Bruno Gasperazzo Leite é o novo delegado-geral da Polícia Civil (PCES), entrando no lugar de José Darcy Arruda. Victor Ricciardi substitui Felipe Rigoni (PSB) na Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos. E Margareth Saraiva passa ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Troca no comando da Polícia Civil, ao contrário das outras, não tem a ver com eleições</p><p>O governador Ricardo Ferraço (MDB), que tomou posse no cargo na última quinta-feira (2), anunciou três novos nomes para ocuparem cargos públicos no Estado. Jordano Bruno Gasperazzo Leite é o novo delegado-geral da Polícia Civil (PCES), entrando no lugar de José Darcy Arruda. Victor Ricciardi substitui Felipe Rigoni (PSB) na Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos. E Margareth Saraiva passa a comandar a Secretaria de Recuperação do Rio Doce, posto deixado por Guerino Balestrassi (Podemos).</p><p>Das três mudanças, a da Polícia Civil é a única que não estava no planejamento inicial. José Darcy Arruda pediu exoneração na sexta-feira (3), alegando problemas de saúde. O pedido ocorreu em meio a denúncias de supostas irregularidades praticadas por delegados capixabas, e que podem atingir o próprio Darcy. Segundo o Governo do Estado, Jordano Bruno é natural de Vitória e tem atuado na implementação de ferramentas tecnológicas em investigações policiais.</p><p>As outras duas estão relacionadas às eleições de 2026, tendo em vista o prazo de desincompatibilização. Felipe Rigoni é pré-candidato a deputado federal, cargo que já ocupou, e o ex-prefeito de Colatina (noroeste) Guerino Balestrassi foi inicialmente escalado para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, mas após mudanças no tabuleiro com a janela partidária, também poderá tentar a Câmara Federal. Em ambos os casos, seus substitutos já atuavam nas secretarias, mas em outras funções, como tem sido a máxima de Ricardo Ferraço nas alterações do secretariado.</p><p>Na semana passada, já haviam sido anunciados substitutos para outros integrantes da gestão que serão candidatos. Na Saúde, o enfermeiro Kim Barbosa, subsecretário de Regulação do Acesso à Saúde, passou a chefiar a secretaria no lugar de Tyago Hoffmann (PSB), pré-candidato a deputado federal que retornou para o mandato na Assembleia.</p><p>Outro nome da área de Segurança Pública deixou o cargo na semana passada: o comandante-geral da Polícia Militar (PM) no Estado, o coronel Douglas Caus, substituído no posto pelo coronel Ríodo Lopes Rubim. Nos últimos dias, Caus se filiou ao Podemos, se colocando como pré-candidato a deputado estadual. Como militar, teria direito a se filiar a uma sigla apenas até o início do processo eleitoral, mas ele vai para a reserva da PM assim que deixar o comando da política, obrigando-o a fazer uma opção até o prazo máximo de desincompatibilização.</p><p>Mais nomes da gestão estadual deixaram seus cargos nos últimos dias visando as eleições. Do PSB de Casagrande, são pré-candidatos a deputado federal, além dos já citados: Rafael Pacheco (secretário de Justiça), Manu Pedroso (secretária de Governo), Lorena Vasques (subsecretária de Turismo) e Eustáquio de Freitas (diretor-geral do DER-ES).</p><p>Para deputado estadual, são cotados: Bruno Lamas (secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação), Jacqueline Moraes (secretária das Mulheres), Victor Coelho (secretário de Turismo) e Fabrício Petri (assessor da Casa Civil). De todos esses nomes do partido, apenas Pablo Lira, Vitor de Ângelo e Rafael Pacheco serão estreantes em eleições.</p><p>Do Podemos, quatro nomes deixaram o secretariado visando as eleições, além dos já citados: Cynthia Grillo (secretária de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social), Alessandro Broedel (diretor-geral do Incaper) e Phillipe Lemos (superintendente de relações institucionais da Cesan). Com exceção de Cynthia, todos têm experiência eleitoral. Broedel e Fagundes se colocam como pré-candidatos a deputado estadual, e os demais, a federal.</p><p>O Partido dos Trabalhadores (PT) anunciou que entregaria seus cargos na gestão estadual, mas três nomes do partido já estavam para sair de qualquer forma: José Carlos Nunes (secretário de Esportes), Júlio da Fetaes (assessor da Casa Civil) e Rogério Favoretti (subsecretário de Agricultura), todos pré-candidatos a deputado estadual e com experiência em outras eleições.</p><p>Do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Alexandre Quintino (subsecretário de Habitação, Regularização Fundiária e Desenvolvimento Social), também saiu, sendo pré-candidato a deputado estadual. Marcus Vicente (PP), agora ex-subsecretário da Casa Civil,  se coloca como pré-candidato a deputado federal.</p><p>O post Ricardo Ferraço anuncia novos nomes para o governo apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Cid Costa/Governo ES]]></media:title> 
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		</item>
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			<title>Partidos pequenos ganham espaço na Assembleia após janela partidária</title>
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			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 05:00:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[União Brasil, de Marcelo Santos, também ganhou cadeiras, incluindo no CongressoA janela partidária das eleições de 2026 se encerrou com a ampliação de cadeiras para siglas pequenas na Assembleia Legislativa e entre os representantes do Espírito Santo no Senado Federal. O União Brasil, partido de grande porte, também saiu ganhando com as mudanças.O Mobiliza, um partido nanico, agora será representado por dois deputados estaduais: Marcos Madureira e Zé Preto, ambos oriundos do...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>União Brasil, de Marcelo Santos, também ganhou cadeiras, incluindo no Congresso</p><p>A janela partidária das eleições de 2026 se encerrou com a ampliação de cadeiras para siglas pequenas na Assembleia Legislativa e entre os representantes do Espírito Santo no Senado Federal. O União Brasil, partido de grande porte, também saiu ganhando com as mudanças.</p><p>O Mobiliza, um partido nanico, agora será representado por dois deputados estaduais: Marcos Madureira e Zé Preto, ambos oriundos do Progressistas (PP). Já o Democracia Cristã (DC), que passou a ter uma cadeira no ano passado com Callegari (vindo do PL), ganhou mais uma vaga com Coronel Weliton, até então o único deputado estadual do Partido Renovação Democrático (PRD). O também pequeno Agir agora vai contar com Hudson Leal, que decidiu deixar o Republicanos após desavenças internas.</p><p>O União Brasil conseguiu dois deputados estaduais em 2022 (Denninho Silva e Dr. Bruno Resende), e agora tem quatro. Marcelo Santos migrou do Podemos para o União durante o mandato, tornando-se inclusive presidente estadual do partido no ano passado, e José Esmeraldo se filiou durante a janela partidária (vindo do PDT).</p><p>O União forma com o PP a poderosa federação União Progressista (UP). O Progressistas perdeu Marcos Madureira e Zé Preto na janela partidária, mas manteve Raquel Lessa e ganhou Adilson Espíndula (vindo do PSD), mantendo a força da federação no Espírito Santo.</p><p>O Podemos, outro partido da base do governo de Ricardo Ferraço (MDB), também ampliou sua bancada: Gandini (ex-PSD) se somou a Alexandre Xambinho e Allan Ferreira, que estavam filiados à sigla desde o início da legislatura.</p><p>Já o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) sumiu da Assembleia: seus dois deputados, Mazinho dos Anjos e Vandinho Leite, migraram para o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) depois do episódio em que o prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo, tomou o controle da sigla. Agora, Arnaldinho se reaproxima do grupo de Renato Casagrande (PSB).</p><p>O Republicanos, de oposição, foi mais um que reduziu sua bancada: além de Hudson Leal, Sérgio Meneguelli também deixou o partido. Permaneceram na sigla Alcântaro Filho, Bispo Alves e Pablo Muribeca. O Partido Social Democrático (PSD), agora também alinhado à oposição, perdeu seus dois deputados (Adilson Espíndula e Gandini), mas ganhou um (Sérgio Meneguelli).</p><p>No caso do Partido Liberal, o partido perdeu cadeiras ao longo da legislatura: Zé Preto desfiliou-se em 2024, e Callegari, no ano passado. A sigla tem, atualmente, três representantes: Capitão Assumção, Danilo Bahiense e Lucas Polese.</p><p>Entre os partidos do campo progressista, houve apenas uma mudança. Fábio Duarte, até então único representante da Rede Sustentabilidade, migrou para o Partido Democrático Trabalhista (PDT), que manteve a única vaga que tinha até então.</p><p>Nos demais, permaneceu tudo como estava: o Partido Socialista Brasileiro (PSB), do agora ex-governador Casagrande, ficou com três deputados (Dary Pagung, Janete de Sá e Tyago Hoffmann, sendo que esse último acabou de retornar ao mandato); o Partido dos Trabalhadores (PT) manteve as cadeiras de Iriny Lopes e João Coser; e o Partido Socialismo e Liberdade (Psol) continua com Camila Valadão – apesar de ter perdido a vaga da Rede, com quem o Psol é federado.</p><p>Dentre os deputados estaduais, Callegari e Sérgio Meneguelli se colocam como pré-candidatos a senador. Marcelo Santos, Dr. Bruno Resende, Lucas Polese, Pablo Muribeca, Tyago Hoffmann, Iriny Lopes e João Coser são cotados como pré-candidatos a deputado federal. Os demais tentarão a reeleição.</p><p>Entre os deputados federais que representam o Espírito Santo, a União Progressista também saiu ganhando com a janela partidária. Amaro Neto e Messias Donato, que estavam no Republicanos, migraram para PP e União Brasil, respectivamente. Com Da Vitória (PP), a federação fica agora com três parlamentares capixabas na Câmara dos Deputados. Vale destacar que o União, que não tinha conseguido eleger ninguém em 2022 no Estado, agora tem uma cadeira.</p><p>O Republicanos “deu o troco” e acolheu Evair de Melo (vindo do PP) entre os seus quadros, mantendo uma das duas cadeiras conquistadas nas eleições de 2022. O Podemos também ficou apenas com a cadeira de Gilson Daniel, tendo em vista que perdeu Dr. Victor Linhalis para o PSDB de Arnaldinho Borgo.</p><p>No restante da bancada capixaba, não houve mudanças: o PT manteve as cadeiras de Helder Salomão e Jack Rocha; o PL ficou com Gilvan da Federal; e o PSB continua sendo representado por Paulo Foletto.</p><p>Dentre os deputados federais capixabas, Helder Salomão será candidato a governador. Evair de Melo e Da Vitória são apontados como possíveis candidatos a senador. Já Paulo Foletto anunciou que vai se aposentar. No caso de Gilvan da Federal, existe o risco de inelegibilidade, devido a condenações judiciais.</p><p>Dos senadores, Marcos do Val foi o único que anunciou mudança de partido: saiu do Podemos e se filiou ao pequeno Avante. Fabiano Contarato segue no PT (se elegeu em 2018 pela Rede, mas mudou logo no início do mandato) e também tentará reeleição, e Magno Malta (PL) não precisará concorrer este ano.</p><p>O post Partidos pequenos ganham espaço na Assembleia após janela partidária apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>DA CONDENAÇÃO À LEI: A VIRADA POLÍTICA QUE SALVOU A CAVALGADA DA PENHA</title>
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			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Fabricio)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Fabricio</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 18:15:57 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Ap&oacute;s cumprir pena alternativa em batalhão da polícia militar, o vereador Alex Recepute oficializa tradição da cavalgada em Vila Velha e garante segurança jurídica para a edição de 2026.O que em 2024 foi caso de polícia e Minist&eacute;rio Público, em 2025 consolida-se como patrim&ocirc;nio garantido por lei. A tradicional Cavalgada da Penha, caminha para sua maior edição hist&oacute;rica este ano, carrega nos bastidores uma trama de superação política e institucional que...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Ap&oacute;s cumprir pena alternativa em batalhão da polícia militar, o vereador Alex Recepute oficializa tradição da cavalgada em Vila Velha e garante segurança jurídica para a edição de 2026.</p><p class="normal">O que em 2024 foi caso de polícia e Minist&eacute;rio Público, em 2025 consolida-se como patrim&ocirc;nio garantido por lei. A tradicional Cavalgada da Penha, caminha para sua maior edição hist&oacute;rica este ano, carrega nos bastidores uma trama de superação política e institucional que transformou a desordem em política pública.</p><p class="normal"><b>O Preço da Tradição</b></p><p class="normal">A trajet&oacute;ria para a formalização do evento não foi simples. Em 2024, os apoiadores das comitivas, o Sr. Alex Recepute e Ezenildo da Vit&oacute;ria Gomes, enfrentaram o rigor da lei. Acusados de desobediência e desordem por realizarem o <b><i>evento</i></b>, os organizadores firmaram um acordo de transação penal com o Minist&eacute;rio Público do Espírito Santo (MPES).</p><p class="normal">O resultado foi uma punição pedag&oacute;gica: meses de serviços comunitários no 4º Batalhão da Polícia Militar, no Ibes, onde os atuais protagonistas da festa realizaram desde a limpeza de pátios at&eacute; a lavagem de viaturas e banheiros.</p><p class="normal"> <b>A resposta das urnas e a caneta do Legislador</b></p><p class="normal">O rev&eacute;s jurídico, contudo, não freou o capital político de Recepute. Eleito com mais de 2.500 votos no mesmo ano, ele transformou o epis&oacute;dio em plataforma de ação. Em 2025, logo no início do mandato, o parlamentar emplacou a Lei nº 7.165/2025, criando o "<i>Dia Municipal das Comitivas e das Cavalgadas Tradicionais</i>".</p><p class="normal"><b><i> </i></b></p><p class="normal"><b>A legislação foi o divisor de águas:</b></p><p class="normal"><b>Segurança Jurídica: </b>O evento passou a integrar o calendário oficial de Vila Velha.</p><p class="normal"><b>Data Estrat&eacute;gica: </b>Celebrada anualmente no Domingo de Páscoa, vinculando a f&eacute; &agrave; abertura oficial da Festa da Penha.</p><p class="normal"><b>Estrutura de Estado: </b>Conta com o suporte direto da Guarda Municipal e da Gerência de Bem-Estar Animal.</p><p class="normal"> </p><p class="normal"><b>Edição 2026:</b></p><p class="normal"><img src="https://noticiascapixaba.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/04/7071_0385833ca6b9aa1d34b0d2540d128bd8.jpg" style="width: 697px;"><b><br></b></p><p class="normal"><b> </b></p><p class="normal"><b>Tradição com Rigor T&eacute;cnico</b></p><p class="normal">Para este ano, a organização mant&eacute;m o padrão de excelência estabelecido em 2025, onde o "bem-estar" deixou de ser apenas um conceito, para se tornar uma regra fiscalizada. O protocolo de segurança para a romaria inclui:</p><p class="normal"><b>Proteção Animal: </b>Monitoramento contínuo por veterinários da prefeitura para garantir a integridade dos equinos.</p><p class="normal"><b>Tolerância Zero no Trânsito:</b> Aplicação de testes de etil&ocirc;metro (baf&ocirc;metro) pela Guarda Municipal em todos os condutores.</p><p class="normal"><b>Restrição de Idade:</b> Proibição estrita de cavaleiros  menores de 16 anos montados, visando a segurança dos romeiros e do público.</p><p class="normal"> <i>"A cavalgada &eacute; a identidade do povo Canela Verde. Saímos do banco dos r&eacute;us para o Diário Oficial, provando que a devoção e o respeito &agrave;s raízes podem e devem caminhar junto com a lei", </i>afirma o vereador Alex Recepute.</p><p class="normal"> Com o apoio da Prefeitura de Vila Velha, a Cavalgada da Penha 2026 não &eacute; apenas um ato de f&eacute;, mas o símbolo de uma tradição que aprendeu a se modernizar para sobreviver.</p><p class="s7">          </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Marcos do Val é anunciado no Avante após reviravolta partidária</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7063/marcos-do-val-e-anunciado-no-avante-apos-reviravolta-partidaria.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 05:00:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Polêmico, senador de extrema direita tentará reeleição com candidatura isoladaO partido Avante anunciou, nessa quarta-feira (1º), a filiação do senador Marcos do Val, que também presidirá a sigla no Espírito Santo. No início da semana, Do Val chegou a anunciar que entraria no Mobiliza, mas voltou atrás algumas horas depois, após reações dos atuais filiados.Em live realizada no YouTube, Marcos do Val afirmou que o “sistema” e a “esquerda capixaba” trabalharam para...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Polêmico, senador de extrema direita tentará reeleição com candidatura isolada</p><p>O partido Avante anunciou, nessa quarta-feira (1º), a filiação do senador Marcos do Val, que também presidirá a sigla no Espírito Santo. No início da semana, Do Val chegou a anunciar que entraria no Mobiliza, mas voltou atrás algumas horas depois, após reações dos atuais filiados.</p><p>Em live realizada no YouTube, Marcos do Val afirmou que o “sistema” e a “esquerda capixaba” trabalharam para inviabilizar sua filiação em diversos partidos. Ele citou um deputado estadual em específico que estaria articulando contra ele, mencionando as iniciais “M” e “S” – ao que tudo indica, em referência ao presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (União), que faz parte da frente governista de Renato Casagrande (PSB) e Ricardo Ferraço (MDB).</p><p>Nesse sentido, Marcos do Val inverteu o fato e afirmou que “desistiu” do Mobiliza diante da hesitação do partido em anunciar oficialmente que ele presidiria o diretório estadual. No caso do Avante, o presidente nacional, o deputado federal por Minas Gerais Luis Tibé, apareceu na live para confirmar a filiação do senador. “O sistema não conseguiu, mais uma vez, me inviabilizar. Não respondo nem por multa de trânsito. Não tenho nenhuma denúncia, nada. E esse partido me deu total autonomia”, completou o parlamentar capixaba.</p><p>Marcos do Val conseguiu um partido, mas caminhará sozinho em sua campanha pela reeleição, após quase oito anos de controvérsias. Ele ganhou fama a nível estadual por falar sobre técnicas de segurança e defesa pessoal em programas de televisão e redes sociais, propagando que deu treinamento para Swat (unidade de polícia especializada dos Estados Unidos). Do Val se elegeu em 2018, na onda de renovação política proporcionada pela Operação Lava Jato.</p><p>Na época, seu partido era o PPS (hoje Cidadania), e contava com o apoio do então candidato a governador Renato Casagrande, da “esquerda” que ele tanto diz combater atualmente. Logo no início do mandato, porém, entrou para a base do então presidente Jair Bolsonaro (PL) no Senado, migrou para o Podemos em 2019, e iniciou a sua trajetória de polêmicas. Em 2021, durante Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Covid-19, trocou empurrões com o então deputado federal Luis Miranda (Republicanos-DF).</p><p>Em 2022, Marcos do Val foi denunciado por corrupção ativa em notícia-crime protocolada pelo também senador Alessandro Vieira (PSDB-PE, hoje MDB), em decorrência do recebimento de R$ 50 milhões em emendas parlamentares por ter votado no senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a presidência do Senado. O próprio Do Val admitiu ter recebido verbas por meio de emendas como “gratidão” por ter apoiado Pacheco na disputa, em fevereiro de 2021.</p><p>A maior controvérsia, porém, surgiu em 2023. Durante uma live, ele afirmou que o então deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) o levou para uma reunião com Jair Bolsonaro, na qual o presidente o teria coagido a participar de um suposto plano de golpe de Estado. Do Val disse ainda que comunicou o assunto ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Entretanto, ele mudou a versão mais de uma vez, e chegou a desdizer que Bolsonaro o coagiu.</p><p>Depois disso, passou a ser alvo de investigação no STF, e suas redes sociais foram bloqueadas em agosto de 2024, após ataques direcionados ao Supremo. Acabou caindo em descrédito com os próprios bolsonaristas, e protagonizou um entrevero com o deputado federal Gilvan da Federal (PL) no Aeroporto de Vitória, em 2024.</p><p>Em agosto do ano passado, após viajar aos Estados Unidos sem comunicação prévia ao STF, Alexandre de Moraes determinou o bloqueio de seus bens e que passasse a utilizar tornozeleira eletrônica. Em meio a tensões entre o Supremo e o Congresso, a imprensa nacional começou a noticiar um possível acordo de bastidores, segundo o qual Do Val tiraria uma licença médica. Em troca, haveria um relaxamento das sanções contra ele. A licença (116 dias, a partir de setembro passado) e o relaxamento das sanções de fato ocorreram.</p><p>Na semana passada, Marcos do Val foi criticado por vereadores da base do prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), e da oposição devido à falta de informações sobre uma nova base da Guarda Civil Municipal instalada na Enseada do Suá com recursos de uma emenda parlamentar dele. O senador tem alardeado que a base faz parte de um programa de segurança idealizado por ele, que amplia ações de monitoramento de segurança com soluções tecnológicas “de ponta”.</p><p>Com tantas controvérsias, Marcos do Val se tornou um “desquerido” nos mais variados campos políticos, e agora terá que “remar sozinho” em busca da reeleição, em um partido pequeno.</p><p>O post Marcos do Val é anunciado no Avante após reviravolta partidária apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Andressa Anholete/Ag.Senado]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Governo passa por inflexão à direita com a posse de Ricardo Ferraço</title>
			<link>https://noticiascapixaba.com.br/noticia/7062/governo-passa-por-inflexao-a-direita-com-a-posse-de-ricardo-ferraco.html</link>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Redação</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 05:00:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Vice assume cargo deixado por Casagrande com a missão de se reelegerA Assembleia Legislativa empossou, em cerimônia realizada na tarde desta quinta-feira (2), Ricardo Ferraço (MDB) como governador do Espírito Santo. Ele assume o cargo deixado pelo titular, Renato Casagrande (PSB), que renunciou para se candidatar a senador. Ricardo tentará a reeleição no pleito de outubro deste ano.Esta é a primeira vez em 40 anos que a Assembleia dá posse a dois governadores na mesma legislatura. A...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Vice assume cargo deixado por Casagrande com a missão de se reeleger</p><p>A Assembleia Legislativa empossou, em cerimônia realizada na tarde desta quinta-feira (2), Ricardo Ferraço (MDB) como governador do Espírito Santo. Ele assume o cargo deixado pelo titular, Renato Casagrande (PSB), que renunciou para se candidatar a senador. Ricardo tentará a reeleição no pleito de outubro deste ano.</p><p>Esta é a primeira vez em 40 anos que a Assembleia dá posse a dois governadores na mesma legislatura. A última vez foi em 1986, quanto o então governador Gerson Camata (MDB, então PMDB) também deixou o cargo para se candidatar a senador. Na época, o vice-governador era José Moraes, do mesmo partido, que assumiu a titularidade do mandato.</p><p>“Estou assumindo o compromisso de continuar uma obra extraordinária do nosso querido governador Renato Casagrande”, afirmou Ricardo Ferraço. O novo governador fez um discurso citando uma crônica de Rubem Braga, famoso escritor de sua cidade natal, Cachoeiro de Itapemirim (sul do Estado), e enfatizou a capacidade da atual gestão de “diálogo” com os poderes, municípios, setor produtivo e sociedade civil.</p><p>“A política cumpre seu papel mais elevado quando é capaz de reduzir distâncias sem eliminar diferenças, criando condições para decisões compartilhadas e para a estabilidade institucional. É no diálogo, no respeito e na cooperação que construímos um Estado que funciona e entrega resultados à população”, afirmou.</p><p>O presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (União), também exaltou em seu discurso o legado de Renato Casagrande e a posse de dois governadores na mesma legislatura (e o fato de que haverá outra posse em menos de um ano, em 2027), e apontou a necessidade de continuidade na administração. “Enfim chegou o seu dia, Ricardo”, comemorou, criticando ainda “disputas ideológicas vazias”.</p><p>Com a chegada de Ricardo Ferraço ao poder, a gestão estadual deverá ter uma inflexão mais à direita, o que pode ajudar a abrir mais pontes de diálogo com políticos de oposição. De qualquer forma, Renato Casagrande nunca fez um governo de esquerda, ao contrário do que dizem seus opositores, e sim uma administração articulada em uma frente ampla de partidos.</p><p>Ricardo é filho de Theodorico Ferraço (PP), que está no quinto mandato de prefeito de Cachoeiro de Itapemirim, e que também cumpriu múltiplos mandatos como deputado estadual (incluindo três de presidente da Assembleia) e deputado federal. Com o sobrenome já conhecido no meio político, elegeu-se vereador de Cachoeiro aos 19 anos, com mandato de 1982 a 1985. Também cumpriu dois mandatos consecutivos de deputado estadual, de 1991 a 1998, e um como deputado federal, de 1999 a 2002. Candidatou-se a senador em 2002, mas ficou em quarto lugar.</p><p>No primeiro mandato de governador de Paulo Hartung (atualmente no PSD), de 2003 a 2006, ocupou a Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag). De 2007 a 2010, foi vice-governador ao lado dele. Em 2010, era pré-candidato a governador, entretanto, na última hora, Hartung decidiu apoiar o então senador Renato Casagrande (PSB) para a disputa pelo Governo do Estado, no episódio que ficou conhecido como “Abril Sangrento”. Restou a Ricardo ser candidato a senador (não que fosse pouca coisa), obtendo o recorde de 1,5 milhão de votos.</p><p>Na eleição de 2018, teve uma derrota significativa ao não conseguir se reeleger para o Senado Federal. Acabou sendo resgatado para o centro da arena política do Estado justamente por Renato Casagrande, tornando-se vice-governador de novo no mandato atual.</p><p>Ao longo de sua trajetória, Ricardo Ferraço foi filiado ao extinto Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e ao Partido Popular Socialista (PPS), em períodos mais curtos; e ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e Movimento Democrático Brasileiro (MDB), oscilando entre esses dois últimos na maior parte da carreira.</p><p>No Senado Federal, foi presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, e utilizou sua posição para angariar apoio a opositores de governos de esquerda na América Latina. Em 2013, junto com o diplomata brasileiro Eduardo Saboia, atuou diretamente no resgate do senador boliviano Roger Pinto Molina, opositor do governo do então presidente Evo Morales, e que deixou a Bolívia mesmo sem autorização.</p><p>Em 2016, migrou do MDB para o PSDB por causa do apoio da sigla à então presidente Dilma Rousseff (PT), e também votou a favor do impeachment naquele mesmo ano, tendo sido inclusive membro da Comissão Especial sobre a deposição da mandatária no Senado Federal. Ainda em 2016, já sob a Presidência de Michel Temer, votou a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Teto de Gastos Públicos. Em 2017, foi o relator da Reforma Trabalhista no Senado Federal.</p><p>Recentemente, já como presidente do MDB, assinou uma carta com os demais presidentes de diretórios estaduais da sigla contrária a uma aliança com o presidente Lula e o PT, e pedindo “liberdade” para os dirigentes regionais se posicionarem como bem entenderem em relação à disputa presidencial.</p><p>O post Governo passa por inflexão à direita com a posse de Ricardo Ferraço apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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			<title>Assembleia e Câmara recebem renúncias de Casagrande e Pazolini</title>
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			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 05:00:25 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Candidatos em outubro, governador e prefeito de Vitória cumprem o prazo eleitoralOs presidentes da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (União), e da Câmara de Vitória, Anderson Goggi (Republicanos), realizaram, nesta quarta-feira (1º), as leituras das cartas de renúncia do governador Renato Casagrande (PSB) e do prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos). Ambos vão se candidatar nas eleições de outubro deste ano e precisam se desincompatibilizar dos cargos até sábado (4).Renato...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Candidatos em outubro, governador e prefeito de Vitória cumprem o prazo eleitoral</p><p>Os presidentes da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (União), e da Câmara de Vitória, Anderson Goggi (Republicanos), realizaram, nesta quarta-feira (1º), as leituras das cartas de renúncia do governador Renato Casagrande (PSB) e do prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos). Ambos vão se candidatar nas eleições de outubro deste ano e precisam se desincompatibilizar dos cargos até sábado (4).</p><p>Renato Casagrande, que vai disputar o Senado, já havia anunciado oficialmente sua saída. Seu vice, Ricardo Ferraço (MDB), vai ser empossado como governador nesta quinta-feira (2). Ricardo sustenta pré-candidatura ao Governo do Estado – no caso, uma tentativa de reeleição, uma vez que ele já passará a ocupar o cargo e não poderá se candidatar novamente em 2030.</p><p>No cargo desde 2019, Renato Casagrande cumpre seu segundo mandato consecutivo. Antes disso, também chefiou o Governo do Estado de 2011 a 2014. Existe uma ironia no atual movimento de renúncia de Casagrande.</p><p>Em 2010, Ricardo Ferraço era vice do então governador Paulo Hartung (PSD), que renunciaria ao mandato para se candidatar a senador e apoiaria Ricardo para sucedê-lo. Entretanto, na última hora, Hartung voltou atrás em tudo: se manteve no cargo e ainda apoiou Renato Casagrande para governador – de quem ganhou, posteriormente, nas eleições de 2014.</p><p>Paulo Hartung deixou a cena eleitoral do Estado em 2018 – tem sido cotado como candidato a senador, mas não deu sinais de que pretende entrar na disputa de fato. E agora, Casagrande cumpre a promessa desfeita por Hartung em 2010: deixará o governo e apoiará Ricardo Ferraço como candidato a governador.</p><p>Lorenzo Pazolini, por sua vez, anunciou que vai seguir no mandato até sábado. Foi eleito prefeito de Vitória pela primeira vez em 2020 e se reelegeu em 2024. Delegado da Polícia Civil, também foi deputado estadual de 2019 a 2020, e desde então tornou-se um nome em ascensão da direita no Espírito Santo – com o apoio de Paulo Hartung.</p><p>No primeiro mandato, Lorenzo Pazolini teve péssimo relacionamento com sua vice, Capitã Estéfane (Podemos) – o prefeito chegou a tirar o microfone das mãos dela durante um evento da prefeitura em 2022, impedindo-a de falar, num episódio apontado por movimentos sociais como violência política de gênero.</p><p>Para o segundo mandato, Lorenzo Pazolini escolheu outra mulher como vice: Cris Samorini (PP). O prefeito deu mais espaço a ela ao nomeá-la como secretária municipal de Desenvolvimento da Cidade. Os dois também faziam muitas postagens juntos nas redes sociais, como se Pazolini já estivesse preparando a passagem de bastão. Para fora, porém, o clima mudou após o episódio “Calcinha Preta”, ocorrido em maio do ano passado, quando vazou um vídeo que mostra Lorenzo e Cris em um momento de intimidade durante um show em Teresina (PI), e as postagens conjuntas acabaram.</p><p>Mas os dois seguem alinhados nos projetos políticos, como ecoa do mercado político. Cris Samorini foi presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), chegando ao poder como um nome que representa as grandes empresas do Estado. Ela está filiada ao PP, que forma federação com o União Brasil, a principal perna de apoio ao palanque oposto, de Ricardo Ferraço (MDB), que toma posse nesta quinta-feira (2) como governador do Estado.</p><p>O post Assembleia e Câmara recebem renúncias de Casagrande e Pazolini apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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			<title>PL de Cachoeiro pede para ex-vereador se desligar do partido</title>
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			<category><![CDATA[Política]]></category>
			<author>fabriciorodriguespinto@gmail.com (Redação)</author>
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			<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 05:00:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Léo Camargo era um dos principais pré-candidatos a deputado estadual da siglaA Executiva do Partido Liberal (PL) de Cachoeiro de Itapemirim (sul do Estado) informou, em comunicado oficial nessa segunda-feira (30), que solicitou que o ex-vereador Léo Camargo se desligue da sigla. A decisão tem sido recebida com surpresa, tendo em vista que Camargo era considerado um dos principais nomes da sigla para disputar uma vaga de deputado estadual.Na nota – que circulou em aplicativos de mensagens, ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Léo Camargo era um dos principais pré-candidatos a deputado estadual da sigla</p><p>A Executiva do Partido Liberal (PL) de Cachoeiro de Itapemirim (sul do Estado) informou, em comunicado oficial nessa segunda-feira (30), que solicitou que o ex-vereador Léo Camargo se desligue da sigla. A decisão tem sido recebida com surpresa, tendo em vista que Camargo era considerado um dos principais nomes da sigla para disputar uma vaga de deputado estadual.</p><p>Na nota – que circulou em aplicativos de mensagens, mas não foi postada em redes sociais do partido no Estado –, o PL alega que Léo adotou “posicionamento divergente da orientação da Executiva Estadual”. O texto afirma que a decisão foi tomada para “evitar desgastes no momento da Convenção Partidária”, tendo sido adotada de forma “antecipada, transparente e respeitosa, permitindo que o referido pré-candidato tenha liberdade para escolher outro partido de seu interesse”.</p><p>Em nota nas redes sociais, Léo Camargo atribuiu o pedido de desligamento ao fato de apoiar a pré-candidatura do deputado estadual Callegari (DC) a senador – o Partido Liberal trabalha com a pré-candidatura de Maguinha Malta. Ele criticou a decisão “unilateral” do PL, mas expressou “gratidão ao senador Magno Malta [presidente estadual] e aos militantes do PL por todos os anos de convivência e pela confiança depositada em mim até aqui”.</p><p>“O Espírito Santo conhece a luta do deputado Callegari por um Brasil conservador e, como teremos duas vagas para o Senado em 2026, meu compromisso com a direita capixaba foi selado desde o início: apoio a Wellington Callegari e a Maguinha Malta. Sou um homem de uma palavra só e seguirei firme no apoio a ambos e a todos os demais candidatos que defendem Deus, nossa pátria e os nossos valores da família cristã brasileira”, escreveu.</p><p>Léo Camargo foi vereador de Cachoeiro de 2021 a 2024, tendo sido eleito com mais de 2 mil votos. Nas últimas eleições, foi candidato a prefeito e ficou em segundo lugar, com 23,8 mil votos. Foi um resultado expressivo, ainda mais considerando que ele não era a primeira opção do PL, e sim Júnior Corrêa (Novo), que se desentendeu com Magno Malta – depois, acabou eleito vice-prefeito.</p><p>Passadas as eleições, Camargo se tornou assessor na Assembleia Legislativa, primeiro no gabinete de Callegari, e depois na Mesa Diretora comandada pelo deputado estadual Marcelo Santos (União). A proximidade com Marcelo, inclusive, fez surgir especulações de que Léo migraria para o União Brasil, se colocando como pré-candidato a deputado federal, o que ele sempre negou em público.</p><p>Com a saída de Léo Camargo, o PL vai perder um nome forte para disputar vaga na Assembleia Legislativa. Vale destacar que, em 2022, foram eleitos quatro deputados estaduais de Cachoeiro: Allan Ferreira (Podemos), Callegari (eleito pelo PL), Dr. Bruno Resende (União) e Theodorico Ferraço (PP). Os vereadores cachoeirenses do Partido Liberal Creone da Farmácia e Coronel Fabrício deverão se candidatar este ano.</p><p>O PL também poderá ter problemas com a chapa para deputado federal. Isso porque Gilvan da Federal, principal nome do partido, sofreu condenações judiciais e segue inelegível, o que pode diminuir bastante a votação da sigla – ele foi o segundo mais votado à Câmara em 2022.</p><p>O próprio Callegari decidiu sair do PL no ano passado por causa da falta de espaço para suas pretensões de pré-candidato a senador. A tendência era que Léo Camargo seguisse o mesmo caminho em direção ao Democracia Cristã (DC), mas o ex-vereador acabou sendo anunciado no União Brasil nesta quarta-feira (31).</p><p>O bolsonarista Léo Camargo, assim, estará em um partido que compõe o grupo do governador Renato Casagrande (PSB). Apesar disso, Callegari não vê problema em dialogar com Ricardo Ferraço (MDB), o pré-candidato a governador apoiado por Casagrande, por considerá-lo um político de “centro-direita”.</p><p>O post PL de Cachoeiro pede para ex-vereador se desligar do partido apareceu primeiro em Século Diário.</p>]]></content:encoded>
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